quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

A paz é real e a guerra imaginária, mas existe.


Meu Santo pai amado proteja-me dentro e fora desta igreja, hoje e sempre. Amem.
Planos de vida, caminhos para percorrer. Pessoas a conhecer, despedir, sorrir e matar. (destruir no bom sentido) porque isso é uma poesia sã, de valores inexplicáveis até. Como o sol seca a água, e isso não é mau. Eu peço protecção a Deus no céu, porque na Terra é tudo isso o que vemos, ouvimos e sentimos. Ao menos há escrituras, mensagens gravadas em músicas e orações.

Certa vez, um nobre e forte cavaleiro, lutador contra a desordem do seu povo, encontrou um sábio e velho homem a contemplar a natureza e perguntou-lhe:
- Ó sábio homem, talvez o senhor possa me dizer porque tenho eu tantos problemas a resolver, um após o outro? Ao ver-te assim contemplativo nesta floresta, sem preocupações, reconheço-lhe como um santo e gostaria de abandonar meu dever e juntar-me a ti, findando assim minhas preocupações e meu cansaço.
O Sábio disse: - Valente Guerreiro, todos nós devemos executar nossas actividades com perfeição e sem desânimo até o fim. Se a ti foi dado força, beleza, virtude e materiais de combate. Combata! Um grande líder tende mesmo que resolver problemas, destruir a maldade, enquanto os pacíficos, semeiam a paz através da contemplação. Tenha a tranquilidade e a firmeza de continuar no seu dever até o fim. Para que num futuro vindouro e sobrenatural possa contemplar a natureza, sem preocupar-se com o dever dos outros guerreiros que irão executar o seu papel. Sabendo disso, já possui em seu ser um entendimento do presente, passado e futuro. Viva como deve ser, da melhor forma que te cabe fazer.
E assim ambos, guerreiro e pacífico, homens, viveram suas habilidades na Terra para conquistarem os céus e encontrarem com Deus.

HARIBO SRI GANESHA , HARIBO

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Entender é seguir a disciplina com verdade



A mente, quando controlada pelo vaguear dos sentidos, rouba o intelecto, do mesmo modo que uma tempestade desvia um barco no mar do seu destino - a praia espiritual da paz e da felicidade. (Bhagavad Gita . 2.67)


"O descontrole dos desejos material irão ruir a linda jornada espiritual da vida. As escrituras fornecem as vias e os meios para afastar os desejos nascidos na mente, sobre próprio controle. O corpo pode ser comparado a uma carruagem sob a qual a alma individual - como passageiro, proprietário e desfrutador - é conduzida numa jornada espiritual em direção a Morada Suprema do Senhor. Responsabilidade e autoconhecimento são as duas rodas da carruagem, e, a devoção, o seu eixo. O serviço sem egoísmo é a estrada; as qualidades divinas são os marcos. As escrituras são as luzes orientadoras que dissipam a escuridão e a ignorância. Os cinco sentidos são os cavalos desta carruagem. Os objetos dos sentidos são a grama verde na margem da estrada; apegos e aversões são os obstáculos; e a luxúria, a ira e a ambição são os assaltantes. Amigos e parentes são companheiros de viagem a quem nós, temporariamente, encontramos durante a viagem. A Inteligência é o condutor desta carruagem. Se a inteligência, o cocheiro da carruagem, não é tornada pura e forte pelo autoconhecimento e deseja poder, então, fortes desejos sensuais e de prazeres materiais - ou os sentidos - irão controlar a mente no lugar da inteligência controlá-la. A mente e os sentidos irão atacar e tomar o controle da inteligência, o fraco cocheiro, e conduzirão o passageiro fora da meta da salvação, dentro da trincheira da transmigração." (Comentário transcrito)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Acordar pra vida


O direito de um começa aonde o do outro termina. Essa é pra mim uma frase muito complexa, quase zen. Mas entendo como respeitar as pessoas. E se tivermos mesmo a consciência tanquila de respeito para com o próximo temos o direito do respeito pelo mesmo. As dificuldades nos faz acordar pra vida. O aperto no coração, a adrenalina, a beira da morte, o desemprego em meio a planos futuros, o choro da mulher amada... A gente cresce no meio da confusão. Mas há um risco, de se perder nesse momento e nunca mais voltar. Pode ser o abandono da sociedade, subir a velha montanha e lá ficar, venha chuva, sol ou o próprio mar. Creio que é melhor viver com tranquilidade do que numa corda bamba, mas a vida é reflectida exactamente do jeito que vivemos. Isso faz-me imaginar os equilibristas. Me lembra também o caminho do meio citado muitas vezes por Buddha e no Livro Bhagavad Gita. "As oportunidades descansam em meio às dificuldades" Albert Einsten. Depois disso, começo ver luz no fim do tunel, o horizonte é circular, mesmo à noite as ondas do mar são brancas.

QUÊ CÊ TÁ FAZENDO?

Posso lembrar seguramente de que pelejo desde novo comunicações sobre o Meio Ambiente. Contexto que é definido como toda ocorrência de seres...