sexta-feira, 12 de junho de 2026
QUÊ CÊ TÁ FAZENDO?
Posso lembrar seguramente de que pelejo desde novo comunicações sobre o Meio Ambiente. Contexto que é definido como toda ocorrência de seres que possuem vida e também toda matéria inanimada. O que dita as bases da física, química, biologia e suas vertentes. O repasse de informações sobre o Planeta Terra, esse orbe no espaço sideral, no universo, que existe há 4,54 bilhões de anos. E medito sobre qual é o retrato do Mundo na atualidade, como está a regulagem do globo terrestre? E a evolução humana? A biodiversidade mundial, entre tantos biomas que agonizam, os seres humanos e os polinizadores prejudicados por tantos tipos de poluição acumuladas: Atmosférica, hídrica, de resíduos sólidos, subterrânea, mental... E ainda quando se encontram, tantas espécies em risco e à beira da extinção ao mesmo passo que há lutas pela manutenção, pela perpetuidade de suas réplicas, compondo cadeias que alimentam tudo que é inevitavelmente impactante sobre o que se alcança na paisagem. A grandeza territorial que dita algumas histórias de poderio de civilizações, onde foram traçados mapas e permitido coexistência de culturas, outras sufocadas pelo maligno. E, pela crença em uma força majestosa e misteriosa que é o Criador do infinito. Foram tecidas bandeiras e seguido sistemas de condução do que consequente podemos atingir de sucesso ou fracasso. Ciência sobre as marcas do progresso e das invenções humanas. A evolução dos tempos, alterações, modificações, adaptações e soluções sapientes.
terça-feira, 2 de junho de 2026
CRÔNICA: CARTA AOS LEAIS DA FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS
“Ando num campo material que ora alarga-se, ora estreita-se. Numa trajetória de vida árdua, mas aventureira que, uma vez resiliente aos preços, às guerras, às pandemias, às competições sadias e às tecnologias, tende a melhorar e estabilizar algum momento num dia. O dinamismo oscila oriundo da nossa própria maneira de ser, a maneira como existimos dentre tantos destinos que aparecem, passam e desaparecem. E o que fica do peso da bagagem nunca é só azeite, nem para reis nem para pedintes. E convenhamos que nessa idade, nem tão novo, nem tão velho, já sabemos que na vida há calmarias, que são glórias. Por isso, eu irei retornar ao cavalo tendo as rédeas firmes ao que abunda pelas pontas dos dedos, desde os pés, mãos e até o topo da cabeça, envolto de um pulso que vigora e avança, por todos os lados. Eis que passos foram dados e foram feitos ocorridos por dias a fio, em processos que tentam separar aqueles quem recebem dinheiro por ofícios daqueles que rondam as margens. Simultâneo a esse tempo vive um sonho de uma aliança que gerará frutos de um novo parto do Mundo, um novo tempo bom. Servindo muito o pensamento sobre as superações que lembram que o tempo cura e molda, mas também sepulta, tudo! Então aos que são leais – tão raros – esse é o explícito motivo de prontidão nesse ato veredito. Bem sano, reto, ágil, moderado, progressivo, ativo, buscando, rezando e contribuindo com o giro dos ciclos. Não há número nem cifra que se compare ao valor da importância da interatividade intelectual humana. Grato. Peregrino.”
QUÊ CÊ TÁ FAZENDO?
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Há exato 1 ano chegava ao norte do Brasil - AMAZÔNIA. Minha meta era renascer como pessoa e assim aconteceu. Tenho uma nova vida e venho me ...
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"... Temos um campo a ser manejado". (...) Temos a frente um horizonte lindo, aberto e sinalizado. As certezas que eu sinto são c...