sexta-feira, 28 de outubro de 2011

V Philosophy De Archaic Intent in Criativ Mundi


Sonhar que o presente dos actos se fazem em justiça é desejo e o mesmo conflito que se nega em reviver o passado e abraçar o futuro. 
Descubro com Aleph (alfabeto/letras/oriente) que os símbolos são livros, a mensagem se propaga e o retorno inevitável. 
Pensei no movimento do tempo e da estrela que moveu longínqua existe além da certeza a razão

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ARQUEO


Sonho encontrar o achado. Escavar porção de terra.
Olho a natureza em volta. A arquitectura morta
Toco a viola que meus dedos na corda misturam magia de simples canção  
Brinco com as jubas dos leões porque de sabre é o meu coração
E antes que o destino atraque, previ a vontade e vivi a emoção.
Feliz sabedor da conquista, sou crente na força que move esta vida.

domingo, 28 de agosto de 2011

Visão da caminhada.


Trampolim é o ponto de arremesso.
O alto céu não se encontra na terra.
As glórias hoje são somente importantes coincidências.
E longe de toda confusão deves estar.
Pois se no meio do espaço parares é sinal que o tempo parou.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Rezei para saber escrever

O que passa no fio da minha viola é o vento
O que goteja nos cantos e céu da minha boca é segredo.
O que determina o fim é o fogo da luz
E o que move debaixo dos pés é a terra.
Sendo os quatro elementos percebidos como místicos
Então mestre reúne-se em mestre.
Sabeis que o Sol percorre o Universo tal como o Homem traça sua meta

terça-feira, 5 de julho de 2011

Baptizado

Levou a espada para o meio da floresta.
Encontrou na terra o bastão.
E treinou com amizade a espada e o bastão.
Perguntou a resposta, aprovou o evento
Consumiu grande tempo da poção de evolução
Não temeu qualquer estrondo, esperou o alento,
Respeitou o sorriso, frente ao rosto de São Bento.
Sabe aquilo que passou, sabe aquilo o que é, sabe aquilo que virá.
Firme a fé do peregrino que caminha e age, amem.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Vero


“Significo o incompreensível para a sua mente. Pertenço à humanidade mas mergulhei na natureza. E no fim renasço como Fénix de um livro velho que ninguém leu, porém sabe o início, o meio e o fim.
E penso além, para aproximar do infinito. E sinto a água fria num manto de sol.
Lembranças chegam dos dias que se foram, os sonhos dormem com aqueles que adormecem.
Digo mais que devo por isso peco em existir assim”

RIO E LÁGRIMAS

Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...