quinta-feira, 13 de novembro de 2014

SOBRA-ME


Falta-me o sol
Reforço nas botas
Cavalgar no campo Ogalo
Uma, una forte sem medo
Um Paço no terreiro
Com bosques que recatam
Flores lindas de aromas deliciosos
E abrandam o final do destino traçado
Porque o tempo é um mistério iniciado
Desde a criação do Mundo até agora e para sempre

terça-feira, 11 de novembro de 2014

SOLO CONJUNTO

* * * * *
Quando eu for dormir, Lisboa
Nem quero pensar em dinheiro
Pode ser que a cama seja um barco
Na beira do rio largo com a boca no mar
Numa ponte que demore dias e noites a cruzar
Onde levarei seu rosto terno dentro do meu peito aberto
Que me faz lembrar que amor é vivência, é estar cá, completo
* * * * * 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

PIOLHO

Na descida da praceta
Lado à reitoria cinza
Existe uma taberna ainda
Com paredes cheias de poesias
Salas com cadeiras e mesas corridas
Onde um copo de conteúdo ouro ao ambiente
Não exige mais taxas que o quota gota certa
Protegido por caixotes de vidro novo encarece
É bem visto por quem em pé bebe o copo
Sem sentar pra descansar de andanças mil
Vence a gana de outros que cobram sem juízo
A dose que vale o preço do barril

domingo, 9 de novembro de 2014

LETREIRO


Se me perguntar o que faço
Responderei tanto
Que se disser uma coisa só
Confirma-se tudo

És rei?
Sou
Confirma-se tudo
Agora e mor na hora que Deus quiser 

Reino do Quinto Império
Profecia Sebastianista
A Divina Providência
Era de Aquarius

sábado, 8 de novembro de 2014

EXPLANAÇÃO À BELA A GRANDE SOBRE O EXAGERO DO ARIANO

Sou intensivo, corajoso, estou vivo
Tenho um pano apenas solto íntimo
Meus sapatos desfragmentam quando piso
Sorte minha, seu sorriso está gravado comigo
Vou longe pra lá das fronteiras do Mundo
Estou perto do Porto que abriga do frio
Luto dentro de um furacão de desejo absurdo
E por tudo quero o que falta até o fim da vida

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

METADE



Vi, ouvi e entendi meu candidato a mestre com cadeira garantida no verdadeiro ensino da política. Sabido haver dívida perguntaria já com a voz rouca envolto em fumaça do ar da boca ao frio, se um ícone simples de fardo majestoso forte e pacífico tornasse o espaço como sempre foi em mais+valia rica humana e natural, pudesse assim com isso pagar pendências com uma garrafa de Vinho do Porto? Valor esse como os da Grécia antiga em democracia o mesmo peso que de uvas crescentes portuguesas em montes de xisto por calejadas mãos humanas. E se objetos passam por sapientes, tantos outros instrumentos iguais às moedas são as peças em letras, pinturas em louças e o saber misterioso do movimento da esfera. E ainda invoca aquele que distingue facilmente infiéis tornando fundamental para a modificação da história feita por todos que suportam os passos certos de um bom exército em ambiente aberto, em grandes tetos cobertos.

domingo, 2 de novembro de 2014

TIC TAC


Quando a chuva passar e os dias também
Quando os testes e as provas passarem
Assim num instante, vem?
Ou eu vou também!

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

KTÁ

Chega-se lá pelo Meca
Outra via é a ria da granja
Uma porta justa pela vila reis
Lá as pontes são metais em pedras
Vice e versa ou uma ou outra prontas
O trem de ferro amolga moedas novas e velhas
Tem pão, café, goiabada e queijo também tem
Alguém que me criou nas unhas sujas do melhor
Por um lado solto no quintal do mundo que se enche
Tal qual fera adaptada às cidades desta era

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

DE MEU DEUS

Os conselhos que recebi dos velhos mantos
Diz que devo prosseguir sorrindo aqui
Ir à beira praia e ajoelhar perante o mar
Sentir e planejar as rotas que irão voltar
Passam dias e o destino não se cansa de chegar
Porque alcança o equilíbrio de cada patamar
E este corpo ainda novo pertence à terra imensa
Todo mundo tem um bem que conhece a metade
É a vida majestosa bem capaz de marcar a eternidade

terça-feira, 28 de outubro de 2014

RELUTAR

Quando apertar o coração
Lute para encontrar a razão
Não entregue seu mal passado
Se nós podemos ensinar agora
Eu sei bem o que fazer
Preparar o ninho e trazer
Tente ver as fendas na parede
Queira concerta-las
Há pontos bons nisso
É como arrumar a casa
Não acredito na negação total
De vez em quando choro
Porque a saudade dói demais
Lembranças são facas de dois gumes
Eu tenho fé mesmo pós ferida
Você deverá ter algum calor
Algum segredo
Algum amor
Só é preciso coragem
Para andar o que já andou
Tente entender
Eu penso em você
Ainda sonho ter mais iguais
Ser um bom cais
Que situa numa costa linda
Provinda dos grãos de antigamente
Menor que muitos desertos
Mais claro que qualquer escuridão

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

TRANQUILIDADE

Permita-me reproduzir o calendário
No centro do Porto há um Coliseu
Por pouco não sou eu a apresentar
Quem vai tocar vem da terra do leão
Será bom prolongar dia e noite numa grande emoção
Qualquer coisa como estudar na rua a lua inchar
Com todo tempo qual crescimento de filhos e frutos
Garanto que tocamos na prática isentos de mágoas
Enquanto a semana corre decorrem leituras nos trilhos do trem
Bem, é possível que o tamanco seja à altura do salto alto
Eu gosto um pouco de tudo mas preciso mais de uma coisa só
Estilos, acordes, mosaicos, calores no inverno, mar, norte
E acabo voltando às ilhas distantes no sonho de um gigante

PROMETIDO

Forte nas linhas dos oceanos
Portas que são portos de encantos
Naves que chegam com reluzentes mantos
E partem para conquistar outros cantos

Letras dos mais profundos sentidos
Artes que decoram pisos e o ar do céu
Serras e rios e campos e magma
Povo que se prepara tanto que agrada

domingo, 26 de outubro de 2014

RÁPIDO

Eu tenho que aumentar o fogo do alimento
Que preparo no círculo para o sustento
Tendencia vir à mesa com cadeiras vazias
Não tenciono imitar os relâmpagos que somem
Desde que seja constante como as ondas que voltam
É por isso que expresso o que quero no corpo
Qual a última hora que estive em pé e vestido
De frente a olhos com íris de cores do Mundo
Explícitas as presas e as garras contidas às belas
Tudo por um beijo capaz de mudar nossas vidas

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

OR.TEM.SEC.XXI


Dentro de uma união de bandeiras
Quando existe uma missão de progresso
Como o passe da iluminação deste século
É de fato uma inclusão continental vigente
Sobre as conexões entre países mais perto
Naveguem os mares e cruzem os céus
Pois firme em terra impera quem luta
Com quem pontapeia e erra
O que é útil com as mãos
E ainda usa em vão
Por isso a balança que pesa pende pra quem é destinado
É uma raridade una existente neste exato presente
Sim, as plataformas são bases para impulsos
Então vamos juntos
Eu conduzo o comando
Mais do jeito que devo
Só por revelar segredos

terça-feira, 21 de outubro de 2014

POPA

Inicial originalidade dos mares
Vista das margens navegáveis
Composição de base ao fundo ancoragem
Super nutritiva carne dos peixes degusto
*
Testes para outros cultos novos
Estudos reformulam o curso al pró
Naturais de aquáticas de Atlântida
Arquitetam a natureza fixa al bruto

sábado, 18 de outubro de 2014

TRY



Speak Portuguese
Easy, because the cause is bland
Do not run nor will tackle the source
Beside face right up front
(Google .T.)
*
TENTE ORIGINAL
Fale português
Calma, porque a causa é branda
Não fuja nem afronte a fonte
Ao lado enfrente bem lá na frente

COBRE

Aprovo somente essa chuva que madruga
São águas das alturas, nem quente, nem fria
Amena apenas mas limpa, pura e consequente
Pois vigentes são olhos que alcançam essa gente
Quem chega e toca a memória do encanto nobre
No canto da esquina de tudo que engloba o norte
Tão absorto num amor louco de outrora com a dádiva
Igual aos melhores conjuntos que assentam no tempo
*
De fato situa no próprio reduto do tempo
*
Qual gotas que escoam do céu
Sobre a massa que perto espreita
As mãos cheias de força e afeto
Aceita os pés seguros que o corpo move
Isto é a prova que o coração pulsa
Querendo um encontro que cola
Diversas formas como a poesia
Que aborda, transborda e ilustra
Usa, escadas que conduzem à Glória

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

POLEGAR

Cantaria à minha filha
Num espaço amplo e festivo
Pingo d´ouro, vai! Volta
Faça bem e suba a Catedral
Direito Al centro, torres, padarias
Cunha, alfacinha quente, viva!
Sita tem os olhos de Tibel
Dona cara de Lisboa, coroar

AULA FRANCA

É claro e evidente que impostos são para acumular números. E a maneira de extinguir a mania de peso sobre valor é a PRODUÇÃO. Esta, é, a mania de valor sobre peso. Ter terra e não transformar a área em riqueza é como ter mar e não pescar. É como ter uva e não fazer vinho. É como haver mulheres que não procriam (em prol da natalidade). É como ter republicanos vivendo em palácios (em prol da nova divina providência). É como ter o corpo com sete castelos fortificados que caem para grãos invisíveis (os vírus). É como trabalhar assim tão facilmente e não sentir a chuva vinda do topo do Mundo. E nós temos que aprender porque há muito para fazer.

RIO E LÁGRIMAS

Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...