quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

ALLÁ SARA O MAGO



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OBRIGADO SENHOR PELO DOM DA ESCRITA que num ponto de vista potente organiza massas e desfragmenta maleficências assim que incita o clarear dos pensamentos sobre as coisas todas da vida desde as sistemáticas minimalistas como o número de grânulos biominerais existentes no Planeta a significância exata para transformar chumbo em ouro diferente da alienação errónea de valorização de moedas simbólicas que corrói a alma e desertifica florestas até a importante missão de conduzir uma imensidão terráquea com formação cívica intensiva dos infanto-juvenis longe e contra o escarro da velha ignorância degradante dos maus conduzidos até hoje a favor sempre da iniciação de uma nova história significante e contributiva à evolução do intelecto.
COGNOME : OREIESCRITOR
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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

FOI A CHUVA QUE ME BEIJOU

Se você soubesse que a noite passa e amanhã pode não chegar, talvez se entregasse no primeiro pedido que a fiz. Entregue a mim você saberia que gosto de todas as ruas por onde passo, inclusive aquelas esburacadas, empinadas, cheias ou vazias, quando estou ao seu lado. Sendo a chuva dona dos meus lábios, talvez queria ser você a mesma vinda do alto, rala e que molhou a minha boca, começando por lamber a lã da minha cabeça, depois pingar num olho que me fez piscar diante do seu rosto. Lado a lado saberia que meu barco é o próprio mar, meu cavalo ainda cresce e por mais que tenha o nome de uma ave que não voa, ele galopa armado dos cascos aos dentes. Se a chuva não tivesse caído eu continuaria a desejar seu rosto, seu sorriso e seu olhar, e não trocaria por licores ou manjares divinos, tudo, porque a vida tem um poder arrebatador que se manifesta em forma de empatia e logo num instante transforma em paixão ao ponto de conectar os corpos e assim deixar-nos mais fortes. Mas foi a chuva que me beijou enquanto a Pentecoste se esforçava por comunicar um agrado sabedor de muitos ritos porém incapaz de te conquistar definitivamente. Não culpo a chuva, mas culpo o fato de me ter separado dos seus lábios sem ter-me atirado a si como a própria chuva se atirou a mim. Para mim é um fato tão árduo pois adia, mesmo por um dia, o novo rumo desejado, talvez também por si, que não se importa dividir a minha vida com a própria chuva. Se você soubesse que amanhã pode nunca chegar, talvez, queria ser você a água do céu. Ela viajou, tocou-me e escorreu para se perder como agulha no palheiro ou gota no oceano. Contudo o seu beijo é diferente, porque marca e é capaz de iniciar uma nova história tal como o farol conduz os navegantes às novas descobertas. Sabido disso, espero que me venha como a chuva, que seja rápida e não espere que lhe peça uma gota, já banhando-me com seus pingos. Pois estou mirando a luz que me atrai a si, mesmo que agora esteja em terra firme, seco e só.

A MESA É DE QUEM?

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Quem? Isso não é apologia ao plágio!
É um vício que é um plano
Branco em tinta escorrida
Onde corre agora essa escrita
O frio também atinge o ego
Tingindo as extremas partes do corpo
O verbo vem antes dos atos antigos
Os bons atos sempre foram simples
Sempre serão bons exemplares
Poderão até ser Fados alegres
Dentre outros comportamentos humanos
Se bem que caminhar é saudável
Por isso faço mais do que é preciso
Isto é locomover com o vento
Estar ciente de tudo além do alcance
Além de desejar um cheiro doutro género
Que é a parte da rosa que se faz mel
O ventre de um Porto bem dito
Tranquilo, ileso, ativo e bem à mesa servido
O Dono é responsável pelo ânimo da vida
Que para alguns é deleite e para outros é castigo
Porém salvos os que estão equânimes no meio 
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O BOM REBELDE

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Ei! Vocês que querem ser Presidente
O Palácio é do Rei por vir entrar
A República tem as mãos de sangue
Vocês não compram colarinhos nas feiras
Pão com manteiga para vocês é coisa rara
O Planalto é uma base de comando
Tal qual as vistas viradas para o mar
Os morros são bases de plantas e bichos
O povo prefere as planícies seguras (para amar)
Regência é uma divina providência certa
Que existe num momento breve exato
Contém força mística, pura e genuína
Capaz de unificar o globo por desejar
*

A EXPO ESTÁ MONTADA!

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Os quadros estão suspensos
Sente-se o cheiro do rango (comida)
O chopp é ouro, negro, leve cevada
A escada conduz às cores de cima
As meninas arrumam o cabelo no espelho
Os caras da música estão bem treinados
A lua estará clara, exata pela metade
Prontos, os que embarcam nessa jornada
Verão formas no inverno típico de quem é do sul
Neste norte onde cabe toda a rosa dos ventos
Consequência é a realização da obra em conjunto
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

ABRAÇO



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Não há momentos ruins
Se igualarmos a bondade
É uma utopia pensar nisso
Mas entenderá ser válido
Pense no ponto da ponte
Que jus dá sentido ao nome
O que não seria só passado
Mas agora neste presente
Esse é o meu calor bem dado
Busca além do quente abraço
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

NARRATIVA / ESCRITAS * O GÁS INFINITO



A rua é ao lado da igreja
A parte que se enterra os mortos
Mesmo que um coração esteja em vidro
Frente à casa uma estátua iluminada
No quintal uma quadra aberta clara
Que no céu voam gaivotas brancas
E na base azulejada gatos pardos belos
Bem no canto uma lareira em ferro
Está de ponta a cabeça e queima os cheiros
Todo dia que se sente o poder do alimento

HORIZONTE

*
Eu nasci dentro de um vale
O vale não é tão profundo
Queima pois brisas não entram
Os topos revelam-me ondas
As ondas sem água salgada
Os veios dos rios das Minas Gerais
Me lembro que ultrapassei montanhas
E um tanto adiante encontrei o mar
Sentia seu cheiro de longe na estrada
E via no horizonte tudo o que tinha que conquistar
*

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

OS DIAS IRÃO CLAREAR

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Eu falei com um judeu
Ele tinha uma loja cheia
Porém as coisas não eram suas
Então eu conheci a ganância
Eu fui à missa do galo santo
Ao meu lado tinha um cristão
Ele me olhava com rabo de olho
Então eu descobri o traidor
Eu corri à beira rios ver os peixes
Encontrei um indiano de calções
Ele tinha cheiro de incenso e flores
Eu aprendi equilibrar pulso e mantra
*

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

VOSMECÊS

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Sabeis que o estendal é um fio forte
Que suporta os panos do estandarte
Vós tereis uma Rainha nova em breve
Ela tem a fronte clara e a alma nobre
Santa criatura produtora de cultura
Corajosa detentora dos meus passos
Sabedora dos sinais seus próprios
Tereis vós um Rei vidente? Claro!
Chegado da distante língua cumpridora
Dono de uma rédea encabeçada pela crença
Da antiga lenda que por isso… Faz real
*

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

DEUS EXISTE

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Ele está no rugido da fera
Que teme o silêncio do nada
Corrente nas calhas das casas
Nas águas que enchem os rios
Nos olhos que veem no escuro
A espuma das ondas do mar
Na bomba sanguínea do peito
Que impulsa o acorde da fala
Nas cartas da conquista mansa
Ao pé da sola, ao pé do ouvido
Ele está nas setas das estradas
Nos dentes que devoram massas
Nas mãos que cultivam células
Pairando no céu que envolve a Terra
Deus é o tempo que já havia antes
Além do espaço do campo visível da lente
Os elementos que geram as emoções
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

LOUCURA ACESA

A luz trocada
Da lua em Marte
Chocada ao lume
Torta fumaça torna

A cobra morde
A sua espécie própria
Matando os males
De horrendas gentes

A poesia chia sempre
Com o tempo ainda agora
Antes e depois da idade toda
Hoje, ontem e na próxima aurora

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

SIGA A MARINHA!

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Continue a ser gente boa
É um atributo imensurável
Continue a fazer suas obras
Esta conjuga-se às outras artes
Continue a amar distante
Uma hora ela estará bem perto
Continue a mover-se no plano
É o treinamento para chegar ao topo
Continue a escreve maravilhas
Porque assim as desgraças somem
Continue a olhar para o céu
E verá que os pensamento voam
Continue a estudar a vida
Pois ninguém sabe o que há depois

*

sábado, 2 de janeiro de 2016

ALPHA

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Provo o movimento
E encontro pessoas
Destas quais iguais
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O leão quando ataca voa
Sua juba crespa hipnotiza
Seguem o destemido
*
O trabalho cansa
Os membros gastam
As horas passam
*
No campo pensam
O que determina o Palácio
Para algo novo e bom
*
Melhor que o máximo
Mais que os números
Feitorias de agora
*
São obras simples
Misteriosas
Que inicia a história
*

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

REZA O CICLO

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Eu contarei as contas do colar
Comerei passas em goles de saliva
Meus adornos quentes acompanham o calendário
O meu sangue corre legítimo para ondas do marítimo
Gaivotas voam fortes como meus passos
É um tempo findo iluminado para o início
De um fogo que vela os atos natos da Mestria
Absoluto modernismo, impactante destino
*

AL

*
O mar foi fácil
A nave estava vazia
Dormi a rota toda
Pousou no norte D´África
Donde perdera uma relíquia
Sorte a nossa outra existe
Ela mora escondida e perto
Desperta na cama da coragem
Então anda, abre os braços
Meu espaço é seu peito
Somos Marte e Vênus
Mais que fantasia
Realização
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

DOM

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Os desenhos são traços num espaço base que resume a liberdade de expressão. A conjugação de formas livres cria um cenário primário vivo em dimensão atractiva. É um mergulho na imaginação humana. Cada desenho interage com o expectador sendo capaz de ser interpretado de maneiras diversas. Uma originalidade da psicodélica. A capacidade de revelar a existência dessa forma de arte - contributiva quando aplicada ao pensamento e ao bem estar decorativo do “Todo” dentro de um desenho (trabalho) - é um Dom entre muitos possível a todos, ainda que os raros já nasçam dotados deles.
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PEREGRINO .I.



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De todas as paisagens naturais da vida
Gosto de toda a natureza bruta existente
Desde as chuvas do norte frio ao dente
Até os campos encharcados donde brotam flores
E o cinza céu de gaivotas abrigadas
Ou as cores num papel pintado
Meu caminho é regado de momentos mui nobres
Por observantes natos dessa história agora
É um livro recheado de palavras lusas boas
Diz amor ao Reino extensivo ao Mundo
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domingo, 27 de dezembro de 2015

A SAÚDE DO DRAGÃO

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Eu vi o movimento do povo
As pessoas corriam em harmonia
A estrada continha uma pausa certa
Como pousam as gárgulas protegidas
Casarões cinzas lareiras acendem
Nas ruas respirações e passos de compassos
Penso sobre o que diria sobre a morte
Mas a vida tem o ritmo e o saber do coração
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

EU RECONHEÇO O PODER DA REAÇÃO

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Exponho a face de quem anda à chuva
A perguntar de hora em vez a rota certa
Sabedor que o líquido que escorre nas calçadas...
Lava a terra da falada língua lusa portuguesa
Caminheiro bem diziam as cartas brácaras
Galopante frente estátuas, circulantes e máquinas
Com a sola e os dedos encravados naturalmente
E um topo belo como cahoeira imensa
Raros ouvem a história dua de una vita
Uma reza torres, rios, grãos
Outra reza casario, fogo, união
D´ambas surge a prole da coragem do leão
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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

INSISTO

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Preciso trocar um pedaço do céu por uma casa
Terei que pegar as estrelas cadentes no mar
Estou a três passos de uma chegada próxima
Mesmo que em breve me chamem para partir
Muita coisa diversa e igual aconteceu até agora
Está tudo se estabilizando para amanhã, julgamento
Mas demora porque o fôlego é longo, é tenro
Isso é por conta da força da vida em movimento
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A CASCA DURA DO REI

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O rei anda sem ver, tranquilo
Por olhar a estrada outra via
Mesmo que lhe cuspam o chão
Ou tussam em seus ombros retos
Que gritem histerias aos seus ouvidos
Mesmo que lhe freiem as canelas
Que lhe mandem aos infernos quintos
O rei não morrerá em mãos amigas
Já que o rei é amigo do povo
Que lhe deitam beldades ao colo
Em seus solos limpos por aromas hindu
Ouve-se sinfonias nas torres dos sinos
Emana um ronco rugido contínuo
O rei morrerá em mãos inimigas
Esse mistério é neutro ao destino
*

domingo, 20 de dezembro de 2015

TEORIA DO MANUSEIO

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Os instrumentos
Servem sopros e alimentos
Geram sons e energias
São potências maravilhosas
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Os gatos
São felinos rápidos
Que ouvintes chegam e saem
Com a nobreza de uma Majestade
*
Os textos
Contam como a sabedoria nasce
Quando vive entregue à realidade
De uma riqueza onde contém a paz
*
As Damas
Levam ventre berço à frente
Cheiram rosas coloridas em manhãs compridas
Cravam a boa sorte em homens de coração bom
*

REZA DECA

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Óh Deus Pai Todo Poderoso
Senhor do Universo
Dá-me, astúcia, ânimo, paciência, coragem e amor
Para ajudar as pessoas
Dá-me inteligência, humildade, descendência, equilíbrio e habilidades
Para ajudar a natureza
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CÉU

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O meu fim vai a meio
É uma poesia rápida por inteiro
Em tempo de esperança rala
É um suspiro longo motivante
Que de fato inspira a vida
Assim como os campos férteis
Alimenta saciando o povo grato
Confiando com certeza absoluta
Nos encontros desse canto agora
Para a próxima passagem histórica
Eis as provas da existência máxima
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

TERCEIRO QUARTO DORO

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Da última grande aventura em companhia
Surgiu um filho que lembra a metade brava
Da minha vida partida cheia de chegadas
Nestas terras Lusas por mim tão amadas
*
O relógio que não para marca o tempo viril
Mas nada se perde quando o sonho alcança
Cada grão de gente amante desse Mundo
Quando a majestade do segredo é revelada
*

PRESSÁGIO

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Corre um vento quente em pleno inverno
É noite e os aviões cruzam com o trem
O dia passou numa estrada matinal cheio de sins
Afinal convencer é apenas deixar ser original
São tantas cartas com o sinal da prosperidade
Que o navio já navega no estaleiro da vontade
O pão foi ao forno oferecido aos Deuses
O fogo contido no estalo arde sem que veja
O beijo em uma jóia rara é o itinerário perfeito
Para que os pólos se alterem até o ponto máximo
Fazendo do velho moço um árduo rico a todos
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

VAMOS LÁ RESOLVER AS PESCAS COM EDUCAÇÃO

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Na sociedade existem necessidades mais imediatas. A saúde e a educação são essas prioridades. Contudo a saúde engloba diversos ramos desde a alimentação, bons hábitos até pesquisas e urgências. Pelo mesmo lado a educação é outro pilar capaz de englobar diversos assuntos desde a criação de novas tecnologias até o bom comportamento cívico no dia-a-dia. No imenso mar existe diversidade, riqueza e abundância ictiológica, em outras palavras, existe uma variedade enorme de espécies de peixes onde algumas dessas espécies apresentam baixa densidade populacional (relativamente, poucos indivíduos). Quem determina as respostas de quais espécies possuem estimados números de peixes (população) são os cientistas, precisamente especialistas da biologia marinha. Há um termo científico chave não muito difícil para os leigos entenderem a questão de quantidade de peixes e gestão dessa quantidade de peixes. Esse termo é designado por STOCK e é aplicado às populações de espécies de peixes de uma determinada distribuição geográfica. O termo STOCK remete à similaridade de ARMAZENAGEM. Logo, a legislação ambiental da União Europeia tende a proteger as espécies com baixa densidade, aplicando a proibição da pesca sobre estas espécies a fim que o stock dessas mesmas espécies aumente com a reprodução geracional (nos anos a seguir). A exemplo disso, na atualidade acompanhamos a realidade da proibição da sardinha e do robalo em águas atlânticas. A indignação dos pescadores é enorme. Porém o mar é imenso e as alternativas passam por terra. Em tempo de não ir ao mar, penso que os pescadores deveriam ensinar. Além de poderem pescar outras espécies em simultâneo. Existem muitas comunidades piscatórias em todo o litoral. Com certeza num percurso pedonal sobre a área veremos espaços físicos abandonados, casas, casarões, sejam do Estado ou privado, precisam ser utilizados. Há de se aproveitar estes espaços físicos abandonados para a remodelação e criação de Centros de Educação de Pescas, onde os pescadores poderão receber comunicações de ensino ao mesmo tempo que poderão comunicar suas experiências práticas de vida ao público infanto-juvenil; poderão discutir novas artes de pescas, poderão aprender e ensinar. É motivante possuir uma teoria bruta capaz de salvaguardar a vida marinha para que esta seja capaz de alimentar a vida humana quando os pescadores passarem a ser professores.
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sábado, 12 de dezembro de 2015

CAUSO D`ART

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O salão tem uma fogueira invisível ao centro
Com o fogo que percorre as paredes do salão
Sem dinheiro pago com pedaços dos meus dedos
A riqueza dona manda a certa mão leon
As mulheres são caixinhas de pandora juntas
Basta a pose nata de quem as quer sozinhas
Com mais cama já que a chave abre a porta
Menos freio pois corridas desvanecem o medo
Há quem cante com o ronco da goela boa
E quem toque com a sola dos pilares membros
Todo mundo olha quem pensando faz história
Nota a lente gravadora embutida mente adentro
Glória, bem podia ser o nome da beijada agora
Com sorriso, com certeza, com alegre realeza mor
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

MALTA E PALAVRAS

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Estou me mantendo com meus passos
Oro muitas vezes ao dia em movimento
Pauso e nestes instantes continuo a viver
Cordas vejo entre meus dedos sem unhas
Como capa sobre a toca que aquece a cuca
Tenho que enquadrar 4 escadas num triângulo
Por isso oiço, há gente a sorrir, por isso
É um trabalho posicionar-me num círculo
E um tanto satisfatório conduzir leais
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O PAPEL DO REI



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O papel do rei é som ouro (sonoro)
O papel do rei traça estradas
O papel do rei tem os astros
O papel do rei consta casas
O papel do rei planta arroz
O papel do rei é segredo
O papel do rei vale e nada
O papel do rei voa ao vento
O papel do rei vê o vidente
O papel do rei é folha pesada
O papel do rei nunca acaba
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O TESTE DO VELHO DA TORRE

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São perguntas que ele coloca ao aprendiz em confronto com a exatidão das respostas que ele mesmo já possui. O mestre questiona, como unificar países depois que estes desejaram serem únicos? O pensador chega ao fim da vida e tende dedicar um tempo para pesar na balança suas ações frente às necessidades que a vida lhe propõe. 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

REDIGIR

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Temática: Energias Alternativas
Razão: Matéria-prima abundante versus matéria-prima limitada (ainda que em temporal renovação)
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O petróleo é um produto-fonte que se encontra sob regiões marítimas e terrestres parcialmente em grandes quantidades em forma de bolsas concentradas de material animal ou vegetal fóssil.
Este produto é extraído para suprir necessidades locomotivas da civilização moderna atual, de acordo com a quantidade de indivíduos e suas deslocações no Planeta Terra.
Com a matéria-prima petróleo é possível transformar sua composição química criando derivados desde bases sólidas para rodagens e circulações em vias rodoviárias a líquidos que desencadeiam energia de movimento mecânico quando em combustão controlada, inclusive na aviação.
As energias alternativas abundantes, notadas durante a evolução científica humana, devem ser supra aplicadas de forma a substituir o uso de materiais em escassez e com maior impacto ao meio ambiente por energias naturais "mais limpas" (luz solar, correntes atmosféricas e marinhas, até microorganismos produtores de gases combustíveis energéticos) capazes de serem aplicadas em maquinarias existentes e ainda por criar.  
Essa gama de energias alternativas, sendo mais limpas, comparadas ao processamento de petróleo, geram efeitos de impactos menos degradantes ao meio ambiente e justificam serem utilizadas a fim de (i) expandir a tecnologia e a ciência, pois do seu estudo e aplicação surgem fórmulas e modelos; (ii) mudar o comportamento humano e consequentemente acalmar o stress da economia; (iii) reequilibrar o comportamento climático do planeta hoje discutivelmente alterado pela emissão de gases e outros produtos descartáveis.
Estas considerações, aparentemente simples, são inteligências iluminadas de introdução aos fundamentos teóricos para a realização das práticas possíveis de serem conjugadas por um poderoso e vasto IMPÉRIO, extensivo em hemisférios e longitudes, aproveitando suas colunas secas, molhadas, aeradas até mesmo o magma, a considerar ainda assoalhos, subsolos e todos os elementos.

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A IDEIA DE PESSOA

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Na sociedade há diversos valores em partes, rei
O que move os sentidos é a matéria que usa se
Porém a ideia da pessoa não é palpável, é fato
Mesmo que inexistisse matéria ou pessoa sana (pura)
Então a ideia é um valor indispensável à Coroa
Pois é responsável pelo valor de qualquer coisa
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RIO E LÁGRIMAS

Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...