domingo, 28 de agosto de 2011

Visão da caminhada.


Trampolim é o ponto de arremesso.
O alto céu não se encontra na terra.
As glórias hoje são somente importantes coincidências.
E longe de toda confusão deves estar.
Pois se no meio do espaço parares é sinal que o tempo parou.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Rezei para saber escrever

O que passa no fio da minha viola é o vento
O que goteja nos cantos e céu da minha boca é segredo.
O que determina o fim é o fogo da luz
E o que move debaixo dos pés é a terra.
Sendo os quatro elementos percebidos como místicos
Então mestre reúne-se em mestre.
Sabeis que o Sol percorre o Universo tal como o Homem traça sua meta

terça-feira, 5 de julho de 2011

Baptizado

Levou a espada para o meio da floresta.
Encontrou na terra o bastão.
E treinou com amizade a espada e o bastão.
Perguntou a resposta, aprovou o evento
Consumiu grande tempo da poção de evolução
Não temeu qualquer estrondo, esperou o alento,
Respeitou o sorriso, frente ao rosto de São Bento.
Sabe aquilo que passou, sabe aquilo o que é, sabe aquilo que virá.
Firme a fé do peregrino que caminha e age, amem.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Vero


“Significo o incompreensível para a sua mente. Pertenço à humanidade mas mergulhei na natureza. E no fim renasço como Fénix de um livro velho que ninguém leu, porém sabe o início, o meio e o fim.
E penso além, para aproximar do infinito. E sinto a água fria num manto de sol.
Lembranças chegam dos dias que se foram, os sonhos dormem com aqueles que adormecem.
Digo mais que devo por isso peco em existir assim”

sábado, 14 de maio de 2011

LIMPAI

Te olham os olhos da verdade
Te consome a carne de sattva (harmonia*hindu)
Te relembra o cheiro da saudade
Em tempos quentes de agora
Se lamenta por quem chora
Se perdoa quem te culpa
Salve a Terra de ninguém
Salve a terra para alguém
Ouve o sino equidistante
Dorme e sonha uma lição
Maestria é possuir um plano
Um compasso completo
A retilínea vertical
Bem no meio deste chão
Banho de mar é a limpeza da alma
Areia entre os dedos
Pedaços de conchas
São runas minúsculas de esfoliar
As sujeiras das ruas
Os consumos abruptos
O resquício tentado
Que minimizam no sal
Banho de sol que benze a fronte
Cora esta pele e cicatriza esta nuca
Pense distante
Sonha no horizonte
E sinta a glória vindo no ar

quarta-feira, 4 de maio de 2011

É o que é


Certa vez ouviu o rei ao bobo uma teoria, em meio a plateia. No fim do discurso o rei não sorriu, porém toda a plateia aplaudiu. Logo mais tarde, num canto do salão, o bobo disse ao rei que iria tomar um posto maior por causa dos aplausos que recebeu. Então o rei sorriu, pois viu quão incapaz era o bobo de realizar teorias e quão capaz era ele, em acreditar na ilusão de sí mesmo quando alguns, muitos, contribuíram para a sua espantosa realidade.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Montanha irreal

Se o vigor do sentimento emanado do momento provar que o dia é válido para sempre, então constata que a vida tem espasmos de valor. E quando as emoções superam a ventania de maus presságios terás consigo um sorriso constante, e chegarás ao fim, para uma nova vida.
E do trevo há quatro partes onde o comboio cruza matas. Onde cidades se ligam por trabalhos. E no bolso a chave, com cruz e espada. E no jogo o ganho de uma espera possível da sorte.
De terra ao mar, o ar. Verão antecipado, parente de fogueira e calor. Nos campos as flores, areias dunares, casinhas de pedra e peregrinos a caminhar. Desejo o sucesso, aguardo o momento, espero as respostas com forte alento.
Alerta nos cantos, dos olhos abertos, escudo traseiro meus passos são certos. A fé escondida, sabida por quem, mais deve saber, que é perda do tempo, os pobres incertos, quem mais vou benzer? Eu vivo para ambos, o bem o mal, a um revigoro a cria a outro transformo-lhe em pó.
Tal simples vigor me mostra a paixão, reflecte alegria no meu coração. A vida é mistério e hoje existe mais pura noção que o dia é de paz.  

QUÊ CÊ TÁ FAZENDO?

Posso lembrar seguramente de que pelejo desde novo comunicações sobre o Meio Ambiente. Contexto que é definido como toda ocorrência de seres...