segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Hoje

O mundo, as pessoas do mundo, são sisifianas
Comportam lentas, confusas e abobalhadas
Revivem em corpos finitos, rejeitam a sabedoria suprema.
Natura, tão pura e nata, resiste.
E perdura, no tempo infinito, com a humanidade na palma da mão.
 

 

sábado, 5 de novembro de 2011

Europa

Europa berço, velho continente da organização gradativa. Conquista mares internos e longínquos, mistura-se em modernidades. Nas marcas histórias a quantidade de forças que valeram notável posição, nesta actualidade frágil e tão una, somente, em valores de união monetária. E no resguardo da lembrança do tempo as casas que vigorosas reuniam livros, falavam línguas e observações. As escritas e experimentos reforçavam sem erro estas bases que ainda perduram. Tudo conduzido por homens que de um jeito ou de outro fazem parte de todo conjunto social, maior que a moeda e muito menor que a força da natureza. Em qual instante haverá final súbito?

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

V Philosophy De Archaic Intent in Criativ Mundi


Sonhar que o presente dos actos se fazem em justiça é desejo e o mesmo conflito que se nega em reviver o passado e abraçar o futuro. 
Descubro com Aleph (alfabeto/letras/oriente) que os símbolos são livros, a mensagem se propaga e o retorno inevitável. 
Pensei no movimento do tempo e da estrela que moveu longínqua existe além da certeza a razão

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ARQUEO


Sonho encontrar o achado. Escavar porção de terra.
Olho a natureza em volta. A arquitectura morta
Toco a viola que meus dedos na corda misturam magia de simples canção  
Brinco com as jubas dos leões porque de sabre é o meu coração
E antes que o destino atraque, previ a vontade e vivi a emoção.
Feliz sabedor da conquista, sou crente na força que move esta vida.

domingo, 28 de agosto de 2011

Visão da caminhada.


Trampolim é o ponto de arremesso.
O alto céu não se encontra na terra.
As glórias hoje são somente importantes coincidências.
E longe de toda confusão deves estar.
Pois se no meio do espaço parares é sinal que o tempo parou.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Rezei para saber escrever

O que passa no fio da minha viola é o vento
O que goteja nos cantos e céu da minha boca é segredo.
O que determina o fim é o fogo da luz
E o que move debaixo dos pés é a terra.
Sendo os quatro elementos percebidos como místicos
Então mestre reúne-se em mestre.
Sabeis que o Sol percorre o Universo tal como o Homem traça sua meta

terça-feira, 5 de julho de 2011

Baptizado

Levou a espada para o meio da floresta.
Encontrou na terra o bastão.
E treinou com amizade a espada e o bastão.
Perguntou a resposta, aprovou o evento
Consumiu grande tempo da poção de evolução
Não temeu qualquer estrondo, esperou o alento,
Respeitou o sorriso, frente ao rosto de São Bento.
Sabe aquilo que passou, sabe aquilo o que é, sabe aquilo que virá.
Firme a fé do peregrino que caminha e age, amem.

RIO E LÁGRIMAS

Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...