quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Vi



Levai em consideração que Deus possui todas as formas inseridas no momento vigente. É contudo passado e futuro, independente. Do semblante tranquilo em repouso mira o símbolo poderoso dentro um chacra. Portal central do corpo material. Tal nobreza ao corpo bruto, espírito, mental. Orai pelos perdidos, pelos ausentes, pelos confusos. Louvai os corajosos e humildes a quem hospitalários contactam em missão. A brisa que percorre não preludie desconforto pois a torre alta iluminada é um farol de salvação. Em verdade é a consciência esclarecida, o caminho em setas largas e contida satisfação. É no céu que devemos mirar buscas, e nas águas turbulentas limpar pés. Tão sonoro é o sopro fio estreito qual a trava do relógio universal.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Correto



O mando, de fronte, amigos e inimigos.
Os atos passados, são bases de agora.
Apontas errado e te fere a espada.
Não tema, corrija e segue esta vida.
Os atos presentes, só mostram quem somos.
Se guarda, protege, a mente eloquente.
Definem os próximos erróneos viventes.
Manchando o caminho da súplica, esperança.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Coragem e glória



É possível ver os topos iluminados com a luz do fim da tarde.
Depois que a chuva forte lava os despojos da massa andante.
A brisa fria que anuncia é amiga da neblina que se mostra em esplendor.
Espectadores das letras aguardam resumos de mais uma guerra banal.
Enquanto louros destinados ao sistema que mais estimula a contradição.
Sociedade crescente, com metas divergentes, situa tantos inconsequentes.
Porém fazem bem os sapientes, esperarem ferozmente.
Uma carta destinada, um destino salvador.
Tradução de corpo e sangue, um impulso vencedor.  

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Manhã

Orvalho que encharca
O aro metálico
E banha profundo o espírito do corpo.
Superficial.
Toalha absorve gotículas
Manhã.
Bebida em cascata
De juventude.
A sorte não esconde,
as dores passageiras
e os loucos impacientes.

Escriba, Escrivão


Cadencia o pensar e traduz a tradição
Sobre a fronte horizonte, são milhares estrelares
Uma luz tão desejada pousa em meio a escuridão
Esta chuva tão serena que borrifa a face e os membros
Este corpo frente a Sé é sinal de água benta, é a plena devoção
Tenho o dom do punho forte, dedilhadas alternâncias
Abrem asas o futuro e a esperança não descansa
Tenho dó do pó do acaso que num ato é só momento.
Tenho a plena consciência que meus passos são de Deus.
Tudo começa sendo uno, todo e completo.
Depois degrada-se, excede-se e finda.

sábado, 18 de agosto de 2012

Criativ Mundi

Passeio na estrada do lado direito e tenho o ângulo das pontas das casas.
Miro, cabeças e orbes de pedra, em círculos fixos de onde jorram as águas.
O céu que ao longe se mostra azulado, aberto e composto de bons ares.
As matas dos montes verdejantes, aguardam prostradas a luz do sol exuberante, sempre.

*
Cabeças de leões, que estampam casa armada.
Manhãs de leve sol clareiam as arcadas.
Pessoas que se prendem ao rude ato impróprio.
As aves sobrevoam a mapear os homens.
Pergunta respondida, sotaque tão diverso,
Conduta do destino, certeza sempre certa.
*

sábado, 28 de julho de 2012

Morte e Vida

Não canta, não vê, não ouve, não crê
Não remete, não compete, não destoa, não ser.
Mas vale, tal como a vida, porque compõe o novo dia.
E guarda lembranças do tempo que se foi, ao viver.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Comparação


Olhai para todos os lados, com a cabeça imóvel e o espírito alerta.
Tenhais certeza do futuro, saber do autocontrole e agir bem querer.
A montanha longe igual, silhueta biomineral.
A montanha semelhante, qual cristal minuscioso.
Essa brisa que disfarça, fortes raios, grande sol.
Hoje a nuvem esconde o céu, ontem ondas balançaram.
Esperança de um dia, esta terra revigorar. 

***
O tempo que decorre, em paradas meio ao nada.
Não atrasa nem diverge, deste foco saliente.
Pensamento logo a frente, com ciência reforçada.
A defesa hoje e sempre, não abala, vencerá!

***
Casa grande, casca de caracol, consumidor de folhas.
Insetos que voam, a transportar fragmentos,
 Derramam em copos de flores a prole, cor e alimento.
A dispersão é abrupta, rastejo e correrias.
Arranham os braços fortes, afastam os desatentos.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Guardai


Guardai ilesa a sapiência de ilusórios coadjuvantes. Pois em mancha fica o Karma ao prender-se em ausentes. Tanta estrela a brilhar, tanto canto a desbravar, e a sonora bandeirada a se perder no sentido. Cruzar um mar de espinhos para descobrir condução difere de cantar os Santos Nomes do Senhor, em vão.

RIO E LÁGRIMAS

Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...