terça-feira, 17 de setembro de 2013

Traduzam

Vida faz-me parar de chorar
Não há um dia mais bonito no final
Quando o sol beija as águas e o horizonte litoral
O céu é como a carne de um salmão
As estações lunares sempre móveis estão
Com seus arcos, com seus aros, reflexão
À noite é quando o sexto senso acorda
Para perceber reformas, para apaixonar por Glórias
E as manhãs vindouras todas servem a gratidão
Justamente por destino estar no ponto em perfeição
Todo dia no final é sinal que o tempo é leal


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Quinta Quinto Quinas Quintais

É na quinta que se faz o quinto
Com sorriso, com carinho
Tantas, quantas, grandes quinas
*
Tenham vidas, energias, produções do que quiser
Sons, palavras, experimentos
Atos claros simples, sempre, ser
Revelar o arisco gato, medos jamais ter
*
Não ficam os pós no chão
Pois passadas bem pisadas
São como furacões  
 *
Colorida essa bandeira
Verde os campos, olivais
Rubro o sangue dessa gente
Claro milho dos quintais

sábado, 14 de setembro de 2013

Retilínio

Estrelares purificados
Pela atmosfera limpa e rápida
Cintilante céu setembro
Calor solto por momentos
Vida bela nas estradas
Sejam simples ou abstratas
Entre os olhos uma fonte
De vivências todas mágicas
Foco retilínio a porta
Foco o centro sobre aberta
Parceria esconde a lua
Para descobrir qualquer segredo

* * *

Altar unitário
Dispõe peças de Aquárius rasos
Um misto de mistérios claros
Beldades tolerantes leves falam
                                     
* * *

Não quero
Ficar sozinho ao pé do lago
Desejo
Espada que se treina em campo aberto
Moldura
A pele em melodias, em contos, em luz

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Sossego

Quadros
Quadrilátero ferrífico
Brasão rijo maciço
Lados
Picados os cantos
Fincados os cascos
Galopes altos
Findo os conflitos
Texto
Teste sem medo
Cavalo negro
São Paulo em meio
Sossego

Súplica ao Castellano

Trecho de: Súplica ao Castellano

Capítulo: Para perto dos sérios:
A questão do ovo Colombo resolveu
Colombina, sangue quente, castellana
Tropicália, sou teu.

… Subindo o palanque em plena região de Dom Quixote, árido, já cerca de Madri bradava um português:


- Falemos a língua de Camões, óh pessoas! Para mergulharmos numa imensidão de codinomes! Deste rico vocabulário até mesmo pouco usado, desta língua que vos falo. Língua esta nossa junta que estimula os cerebelos a redimensionarem lógicas…

Interrompido pelas bocas daquelas vozes roucas que só os espanhóis podem ter:

- Habla eso a Cervantes! Coño!

Palavrões

- Mira se no matam más toiros ao invés de asarem pollos que nos dan huevos para las tortillas!

Podemos



Podemos navegar no rio doce sal
Fronteira de la Santidade
Irmandade confiante, serenidade e paz
Estendo um sopro sustenido
Vibrando o vento com o sonho de um ventre de conforto abrigo
Marcados os símbolos
No corpo amado
Tão protegido
Com a armada
Dessa conquista
Que aguarda.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

TELEFONEMA: FAMÍLIA PACATO CALATRAVA

Trecho/Peça: Ação e Reação é Ação sem Fim. Lucrativo.

- Como é viver no meio dessa elite muda, surda e cega, consumidora temporária dos seus prazeres, repartidora pouca dos seus interesses e guardiã de uma chave sem baú?
- É como andar descalço sobre brasas, imaginando o gelo antártico ou sentir perfumes de mil anos bem no meio do Ganges mórbido
- E de onde vens não abalam os extremos?
- Os extremos são dois sinos conectados por uma corda tensa no meio. Quando o gelo esquece o fogo um sonido sai de um dos sinos. Quando o cheiro do desabrochar dos botões florais não se firma no ar decomposto, outro sonido sai de outro sino. A verdade é que ambos percorrem a mesma corda central, impulsionando o que é ruim a ser bom e confundindo a bondade com a cruel dúvida da reação.
- Níquel, apenas. Dos trilhões que sustentas.

Plantio

Estratégia produtiva
De plantio que começa
Onde o clima é quente e húmido
E navega em caixas altas
Meio mil de juvenis
Mudas crescidas em potes negros
Chuvas do céu, chuveiro em gotas
São bem postadas em solo luso
Depois colhidas, esferas, os frutos
Sumos de um líquido por paladares
Ainda expande em outro acordo
A combinar um pólo novo

Explica

Os gênios não são loucos, apenas têm sanidade a mais. Os loucos são gênios que possuem sanidade a menos, mas, nem por isso mais pequenos que os sanos que cospem poças nas calçadas. Porque na terra a saliva ainda infiltra mas nos pisos é um ato horrível, desconceituado e como dizem os cientistas, espalham mares para a evolução dos vírus.

domingo, 8 de setembro de 2013

TRECHO RELIGIOSO

Trecho de: Amante deste chão /
CAP. Revelação do tabelião
"Eu publico o impresso que se faz presente no espaço como esteira cósmica que se nota nas estrelas. Sou apenas parte desta magnífica natureza, de toda a riqueza que existe e se esconde, apareça. Para acelerar a fraqueza do caos, onde logo nascerão novos filhos de Portugal.
As rimas são auxílios de uma missão exposta
É uma marca de atuação de muitos dotes
Serve ofícios e manuais, multi interativos
Agora resta
No tempo próximo
A descoberta mater
Também balanças
Das mais potentes
Que irão sagrar.
\ - Provai amor ao Mundo estando mais próximo dele" Peregrino J.P.II.

O ERRO DESTA CASTA

Já senti a brisa fresca nas manhãs dos sábados e domingos ensolarados bem no alto de uma torre. Vi crescer plantas com flores nos vasos postos nas janelas dos bosques nos caminhos das bases florestais. Juntamente com a cria que aprendia palavras lindas e frases angelicais. Mas não pude comer frutos tropicais trazidos à mesa por uma crença oriente exagerada demais.

Debandada os inseguros, abraçai os bons amigos

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O Matrimônio com o Patrimônio
Quem preparado para o trono móvel está?
Tão jovem ousa com dinamismo
Manutenções dos elos fortes fortificar

Convicções das conjunturas num só partido
O risco é ir pra nunca mais voltar
Mas volta sempre àquele abrigo
Quem lá pertence e sempre foi de todo lugar

Arquitetura os lados do compartimento
Que dentro cessa coração pulsar
O seio quente deste vale sempre terno
A natureza dessas mãos tocar

Entre a Pátria, Dona Maria
Entre a cruz madeira, Cristo e José
As espadas proteção tesouros
Selo a sério desenvolverá

SER À MANEIRA

Que a bravura maioral dentre os bravos
Seja vista como comportamento puro nobre casto
Quando se dispõe a reunir pessoas para estimular vitórias nossas
Acendendo os faróis do povo
Que assinalam os caminhos para longe dos desvios
Pois a revolta boa acerta a hora
Basta um passo para a glória
Mas o grito ainda espera
Manisfestos lá do alto
Cimo, sobre, olhos postos.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

FIRME



Recuperai da queda e das feridas
Porque na reta que ondula se aplica
Encontros no final do sol se pôr no mar
Com a calma magmática que se move sob escadas
Desta terra que se renovará um dia

Pequena



A dor da lembrança pequena
Não supera o restante da vida
Os panos que se movem nos mastros
São fixos comandos sagrados

Nas praças dos centros, cidades
No locus de portões novos
Tablados que suportam translados
Navios que transportam alimentos

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A(O) PAI NOSSO JESUÍTA

O tempo de um médio prazo
Um prazo médio qualquer
Passado entendido em trovas
Trovões belo céu de louvor
Composição, San Mariños e demandas
Ramificações das natas
Velocidade em cascatas
Conformismo dos movimentos
Dobradiças
Maxilares

Sedentos

Rhizdoná e Thierry

“Trecho de: Pilares e Anfitheatros * Em meados de ´meios dias` em ponto
Diálogo entre Rhizdoná e Thierry
Capítulo: Convicto da guerra

… Foi então que Thierry num lance de aproximação em direção a Rhizdoná com a mão esquerda pousava o vinho âmbar na mesa de ferro e prata e com a mão direita revelava a imagem que congelada fora de seus longos beijos naquela noite do Saara, e questionou-a:
- Mostrarias aos quatro sopros dos ventos esta prova que a conexão dos corpos são as brandas armas do amor? 
- Se eu mostrasse, sim, este quadro, mudaríamos para outro mundo, pois os ventos quereriam esta sede nossa, brandas armas do amor, antes mesmo de acamar no coração dos homens” 


...

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

terça-feira, 3 de setembro de 2013

TRICENA

Recanta aonde pousa o corvo
À beira rio, boca do mar
Manhãs de brisa, montanhas espinhos
Barcos às margens del rei escoltar
*
Sereno o pio, leituras a fio
Navalha a rede que desemalha
Marinha ao lado, terras de espadas
Neste caminho santificado a guarda
**
Cavalos soltos, pedras e fruto d`ouro
Pedaços doces de puro encanto
Os pés remontam antigos passos
As mãos transformam dor em acaso

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Quais, são as chaves escritas que desencadeiam os castelos
Quem, os que gritam pelas ruas mandatos de sem nomes
Quanto, vale um sorriso de uma dama em lua cheia
Que o filho venha à terra para proclamar mudança.
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Ele na praia dela, ela na dele, praia
O sol interveio quando iluminou as cinzas
É que dentro desta havia uma fileira
As conchas nos braços, nas palmas e nos dedos.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Política poética, trabalho em construção

Perdão de dívidas internacionais
Não entre linhas, mas em planos traçados reais
Apoios dos mesmos, reais, internacionais
Dinheiro que sai para coberturas maléficas
Que fiquem para recuperar as casas
Para abrigar professores ao entorno das cidades
Para povoar as vilas de conhecimento e bem estar.

sábado, 31 de agosto de 2013

PAN É DEUSA



Pandora, usai a jóia rara de traço uno
Impulso, comanda as chances místicas do outono que prepara  
Cativa, olhares nos sorrisos, entre caves, entre rios
Significância, coragem, vontade e decisão
Remexe esta insígnia nas cúpulas dos solares

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

SURREAL

Poder abrir a porta e se esconder
Poder pegar a via e não percorrer
Poder ganhar a peça e perder
E confundir sentidos puros com absurdos
Para ficar só mais um milhão de segundos
Que as palavras de querer façam você querer
Se não serei e não serás, quando podemos ser reais.

QUÊ CÊ TÁ FAZENDO?

Posso lembrar seguramente de que pelejo desde novo comunicações sobre o Meio Ambiente. Contexto que é definido como toda ocorrência de seres...