sábado, 26 de setembro de 2020

CRÔNICA: DA MATRIX DEL REI

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Alô! Blz?
Tô in home pero em office
Passando para informar
Ao estilo "tão" possibilitante
Plantador de algumas boas mudas d'árvores
Provindas do viveiro da Mata Natura que ama suas cabeleiras verdes
Onde morra qualquer família da flora 
Haja muitas mães diversas de várias cores e frutos
Ímã de muitas abelhas e polinizadores
Nas beiras dos rios de ouro e vidas natantes
Próximo às colheitas e os derivados das roças
Não tenham dúvidas que está aberta a minha alma e mente
Como sempre com escudos das fortalezas divinas
Para a conjugação geral da malta
Da boa sensação que é pôr raízes nesse chão
É um remédio para bicudos, barrigudos e ociosos
Bom demais para reflexão do Mundo
Não é problema algum aconselhar a boa educação
Outro assunto é o destino dos restos de cada um 
Não me digam que não sabem o que é reciclagem?
É um sinal positivo geral quando sabe-se
E negativo, perdição e feio para quem não
Então, pá! Zen! Abro parênteses aos pacientes
Leiam aproveitando o dom da escrita
Modéstia à parte diria algum verde das cavernas
É verdade que as semi sociedades se mordem!
É que sobe à cabeça de quaisquer aspirações do poder
Aconselho pois que interpretem bem
Pois do mesmo modo que recebo, envio
Toques tão aos moldes das questões dos vestibulares
Seria possível mesmo governar através da rede?
E as abobrinhas estão aos montes!
O que peço é um teste de experiência
+7 dias completos a partir de hoje
Nessa madruga de velha insônia de outras vidas
Tanto é que é possível ter conversas exotéricas com internos
Egos, de nós mesmos, peças desta crônica
Tem hora que entendo que por querermos tanto algo estupendo
Queremos o sempre mesmo agora e desde ontem... 
É aí que vejo o calendário da hi-tech
Com isso consigo ao menos calar as merdas das bocas dos olhos gordos
Para melhor ouvirem e lerem respostas sobre suas pedras
Valiosas ou simplesmente de intelecto
Tá quase, respira! Todos os dias em qualquer posição
Já passeara à mendigo soprante pelas ruelas e avenidas
Analisando o foco da câmera na significância de uma Corte
Filma! 
Já vi gente agitadora em vários conselhos da vida
No Brasil, em Portugal, e outros passos
Gente com nome de couvert
De supremacistas iludidos com sobrenomes brancos
Madames, palhaços, lunáticos e "literantes" (escritores)
E outros apelidos dignos de comédia
Dentre outras figuras e poucos bem mais pró ativos...
Gostaria de perguntar novamente
Aos que consentem com a des-importância dos que pensam
Quem trabalha efetivamente com isso
Se quiserem, só por instigação minha
E que pra já é inevitável afirmar que todos estão dentro do meio ambiente
Acham diferentes as cobranças diárias
Dos comandos cotidianos coerentes? 
Que sangue ou suor pingam dos seus coliseus digitais?
Dizem que os terroristas forasteiros aumentam as pragas
Isso é muito pesado, mas é infelicidade verdadeira
Outros similares ou estão vegetando, ou estão em anarquia
Tentem entender quão complexa e grande é a força das pretensões das boas ideias
Que sejam ideias conduzidas por agentes bons
Imagine as realizações!
Imagina a coroa!
Permitam-me
Está em edição
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terça-feira, 22 de setembro de 2020

QUADRO DA ONU

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Essas expressões caricatas nos palanques da Terra
Mostram-se figuras representantes maiorais
O meeting é como Olimpíada no momento mármore com verdes pós em húmus
Mira que a mudança dos tempos modernos incentivou independências de uns que valiam tantos dentre outros que com o tempo até agora não valem mais do que padrões
Nomes, posses, intelectos, comportamentos, juízos de perspectivas 
Povos, comunidades, populações
Que se conectam, destroem, e outras fogem de leões 
De diversas dimensões e dificuldades das ruínas dos Impérios... 
Eis que a massa de uma bandeira escolhe
Sendo cega ou bitolada ou em falta de um Mor que replique a ideia!
Creio que qualquer estalo, desde a fecundação até o momento da morte tende ou tenta ser compreendida aos pensantes
Logo os chimpanzés não consigam realizar ficções
A magia da diversidade humana é uma mistura de viventes que pró criam e formam, igualmente 
Onde direta e indiretamente harmonizam-se e guerreiam os extremos
Tantos sinais evidentes, mora/saca?!
Tão pouca MPBs bacanas e uns trens reluzentes
Vejo por exemplo, e ouço o presidente do Brasil (por exemplo como a péssima moda dos tempos modernos)
Meio que oscilando em sotaques reptilianos
Diriam os fanáticos até por pelotas, esferas e outros jogos
Que as emissões diárias e permanentes como Truman Show
Poderiam ser com umas condutas bem melhores
Imagina uma moeda nova?
Umas letras multiplicadas que realmente mutam o caminho da história
Como os fundamentos dos partidos, às cartas, selos e sons
Dito um misto de manifestações teóricas e testadas na prática
E há tantos bons que poderiam ser líderes bem como os maus
E não são mais que a base da pirâmide
Muito egocêntrico um orgânico findo frente ao Máximo
Isto que vos digo é quase que comparavelmente o mesmo que a parecência da divina providência
SEBÁ
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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

CONSELHOS DEL NERO

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Nessa cidade há muitas árvores
Lenhos centenários às filas e manchas
Nesses tempos cada vez mais quentes
Faço-lhe pensar no inferno físico e de outras almas
O clima está mudado!
Falara o Velho da Torre sobre todas as estações
Então atuarão os que manuseiam amor à terra
As brigadas, pessoas treinadas
Sabendo serem aptos necessários
Serão com sinergias de poderes genuínos
São voluntários da salvação
1) Assumir a necessidade frente aos distúrbios climáticos
2) Programar a seleção e a formação de grande pessoal
3) Equipar e formar de acordo com as tradições
4) Estar atento aos sinais para ações
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ALÔ, VERDIM!

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Vamos lutando para melhorar o meio ambiente todos os dias. Passei lá no local problemático às margens do Ribeirão Meia Pataca e foz do Córrego Lava Pés (região dos jardins do Rotary). Costumo dizer que ali tem hora que fica como um pandemônio (não o conceito ao pé da letra), mas maneira de dizer sobre um caos referente à estada de alguns moradores de rua que acumulam e descartam lixos na superfície do jardim, encostas e dentro do rio. Soma-se a ausência de mais contentores, a mal educação ambiental de grande parcela da sociedade, e excrementos de animais, os estacionamentos, o barulho das máquinas, a fedentina das águas dos rios, retrato, que me faz lembrar a importância natural e ainda nova desse país. Informei a um morador legal do local que não foram os funcionários da SAMA que executaram a primeira limpeza do jardim, mas sim o pessoal dos Serviços Urbanos, (em suma a Prefeitura), que por sinal fizeram bem a limpeza, de fato. Juntaram o lixo esparramado o que antes estava imensamente caótico, fizeram bom trabalho inicial numa parte do problema geral. Contudo, ainda há restos jogados pelo morador de rua barranco abaixo, visivelmente na margem esquerda da foz do Lava Pés findo o Meia Pataca. Inclusivamente, o curso desses veios aquáticos está degradadíssimo, um lamento por décadas passadas e a importância de manejar os rios. A foz do Meia Pataca também é de dar dó a quem preza a natureza original, a majestade do encontro das águas dos rios e no mar, a foz, finais de uns e incorporações de caudais profundas e marginais. Se um tanto poético aos céticos é preciso fazer entender às pessoas que dizem que o cenário está a mesma coisa, e não está a mesma coisa, pois o “cenário” muda a cada dia, ora para melhor, ora para o caos ou pandemônio como queiram. Vale ressaltar que aí no vídeo aparecem diversas mudas de árvores nativas e mudas de plantas ornamentais plantadas pela SAMA (Prefeitura), sabidos por todos os funcionários, até aqueles que atuam longe, e uma parte da área problemática já foi cercada para dificultar o acesso e a permanência de moradores de rua, claramente principal causador do espalhamento de lixo no local. Na cidade de Cataguases, nos últimos 4 anos já houveram diversas ações dentre elas limpeza direta do chão de locais como a própria Avenida Meia Pataca e babilônica área do Mercado do Produtor, também por grupos autônomos (pró ativos independentes e amantes da natureza), juntamente com a SAMA, sem esquecê-la, cito aqui ações ocorridas pela Eco Remada, iniciativas de pessoas unicamente  interligadas com o mundo, até atuantes em logomarcas, como a Priscila Rios e coletivos, o CEC, o pessoal do IEF, Rotaract, Funjob, FIC-UNIS... É preciso entender que a dinâmica do meio ambiente é mutante constantemente, e que para ter 100% de sucesso, neste caso, deve-se seguir uma estratégia sistemática, dedicada e periódica sugestiva assim:
1) Limpeza do jardim / plataforma ao nível da estrada de circulação urbana, onde havia pipocado uma imensidão de lixo disperso sobre o local (Já feito diversas vezes e com certeza por se fazer de tempo em tempo, novamente) 
2) Continuar a limpeza do barranco e próximo ao nível do rio (Já iniciado, com redução de lixo, mas ainda com resquícios evidentes, e necessário, zerar os salpicos de polímeros). O próprio leito, curso e margens do rio, com outorga, gran projeto, repovoações ictias, que trariam até aromas de florescências, necessita! Dentre tantos outros locus naturais e urbanos atuais.
3) Impedir completamente a morada de qualquer cidadão que tenha práticas de acúmulos de materiais a céu aberto e descarte de rejeitos nas margens do rio (exemplo do caso latente, entre outros moradores em situações de rua, tantas vezes atendidos pelos Serviços de Ação Social). Necessita participação de outros poderes que garantam os direitos humanos ao mesmo tempo que os diretos ambientais.
4) Gerar cada vez mais pertencimento da comunidade sobre o local e no contexto geral de toda a população com conceitos de educação ambiental, conhecimento, participação, ajuda, denuncias, e manutenção conjunta com os serviços públicos, incluindo instalação de lixeiras adequadas e coletas capacitadas. 
...
Temos que associar-nos e tentar solucionar em conjunto todas as demandas de problemas ambientais. Dessas potencias atuantes algumas têm maior domínio sobre o tema onde atuam, outras em outros conjugam, porém a atividade ou energia / a dedicação para agir em ações de manejo ambiental, devem ocorrer principalmente ao nível estudantil, como uma faca e o queijo nas mãos, mas também aos adultos já formatados, ainda que seja mais difícil nos tempos de pandemia, aplicar condutas de faixa etária, e dá-lhe internet (tec) pra galera. Peço que continuemos agindo em prol do Meio Ambiente, com amor, sempre, não somente como apontadores, muito menos como mamadores, solicitantes de correções problemáticas como essas, com mãos limpas de terra e sujas de outras coisas, mas também, estarmos na prática com propostas e ações efetivas, testes, experimentos, definições baseadas em moldes, modelos, históricos, desde comportamentos básicos como a colocação do lixo próprio em locais e horários indicados, à participação de reuniões, ações e políticas públicas explícitas pelas Secretarias (e até em redes interativas). Deverei invocar novamente mais que novo ciclo ou mudança, a REVOLUÇÃO. Ela também consta escrita. Lembro sempre da balança, sem exageros problemáticos ou demagogias de que vivemos num paraíso ambiental urbano ou rural maravilhoso, no meu ver com mais pontos positivos do que negativos, diante de tantos outros problemas macros, (imagina as páginas do dossiê de 4 anos de trabalho na SAMA que rezam esses lados da balança?). Daria tempo de dizer sobre usinas, matas, obras e gentes (Diria Pessoa). Tem muita marca boa ambiental em nossa cidade. Quando se trata de impactos negativos geralmente eles são mais surpreendentes ou evidentes, já os impactos positivos são cada vez mais evidentes e sentidos no decorrer do tempo. Por exemplo: Quando se derruba uma árvore ou uma floresta por motivos impróprios (banais ou extrativistas), os elementos e seus benefícios desaparecem, prejudicam a nós mesmos. Efeito estufa, chuva ácida, elementos modificados, proliferações, já tenho dito que são sinais apocalípticos também. Porém para as árvores chegarem aos 20 metros de altura, demoram 20 anos e não temos noção da deidade que é o Tempo. Deus é o Tempo. Quando as securas com fogos e neblas, e as enxurradas das monções desreguladas das chuvas ocorrem, causando enchentes e outras poluições de efluentes degradantes dos rios e ciliares, geram destruições, modificações morfológicas, nichos para doenças e feias impressões. Eis a importância de manejar corpos d´água, zonas e parcelas de extratos e composições de bases e solos, as quinas adjacentes, é preciso educar o povo, repovoar com peixes, tratar os efluentes, e tudo isso demora, infelizmente, mas não pode deixar de acontecer. As coisas boas têm que continuar a acontecer! 
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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

O RPG DO PANDEMÔNIO: HOMENAGEM À HEKAMIAH

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Existem lócus desvirtuados
Tortos, sujos, velhos, falhos...
Atentando deve-se associar-se aos maus
Pelo contrário expõe as minúcias dentro o macro
Tão ariano, eu me prontifico a produzir textos e além
Curvar-me aos prós do pensamento desejável
Justamente realizá-los com qualidade
Diria, que gostaria de mais plantas
Paragens em bosques sem bostas de cachorros
E águas límpidas corrente com cheiro de vida dos rios
E as feras do início? Como eram as originais malícias?
Não há tranquilidade em vigia, há alerta! 
Você está no meio da pirâmide mirante alto
Meio aos medrosos de olhos de caprinos
E sedentos qual raposas que arrotam poeiras
As piores faces do egoísmo velho
Tal qual zarolhos jogadores de xadrez que coçam o saco
(Isso é mesmo magnífico, o Dom da letra. : )
É aí que a balança faz-se frente ao mistério
Relevante destampa, revela
Eu queria mais o dom da excelência da realização
Nesse território e além...
Assim seria uma boa forma de ver a simplicidade da vida
Existem os muitos baixos, os medianos, os leais em rodas gigantes e os Mestres (os Sábios). 
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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

"DE QUEM É ESSE LUGAR? É MEU ESSE LUGAR!" (Chico Science)

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Essas confusões de comunicação bisonhas, de tão baixo conhecimento básico, sobre o imenso e diversificado território nacional, iludem os conduzidos e os camuflados com peças que degradam o sistema natural, e este sendo ainda mais bruto, seca ou encharca desregulando as massas físicas, rasteirando qualquer política ainda mais as miseráveis recém chegadas, sendo como testes serventes para reconhecimentos dos fundamentos da geografia, das originalidades do tempo e do espaço e da história da própria vida. Mira, então, a antropologia na testa de quem reprova as sociologias e as filosofias, não só com faixas mas com descasos sob qualquer teto de bar, casebre ou palácio. Saibam que os primatas ficaram à cada século e milênio cada vez mais eretos (bípedes, na vertical do corpo, sobre os pés), liberando assim os membros superiores, lançando-se além no horizonte, migraram (caminharam/dispersaram) desde a África do Sul, até a África do Norte, e ao Oriente, a Ásia, a Europa, às Américas pelas pontes de gelo do polo norte, até às grandes e pequenas ilhas e os extremos com seus pingos de ferro e cimento. Criou-se hábitos culturais de diversidade infinda, desde alimentos, falas, crenças... Mas hoje o homem moderno visa habitar o Planeta Marte para honrar a vovó da tecnologia. E não é nada sapiens, realmente, o homem deixar de continuar a transformar os desertos em florestas, deixar de filtrar os ares, deixar de impulsionar o surgimento de novas vidas sem qualquer mistura “nucleotídica”, mas como um Dom Quixote lutar/prevalecer com coragem sobre as paisagens, do que jogar bolinhas de gude (biloscas) no vácuo. Lembre ainda que outrora, já na época das vestimentas, os pensantes atribuíam o céu e as profundezas às misteriosas teorias da existência. Enquanto isso, porém, o Brasil é um tesouro do Mundo, ainda, lapidando-se. Quanto aos seus animais selvagens, quanto à biodiversidade da fauna do Brasil sobre áreas de flora, relevo e zonas aquáticas naturais, também degradadas por culpas marteladas aos poluidores da atmosfera, (não somente as fábricas, mas os veículos e até os cigarros) que alteram outros tantos níveis do equilíbrio natural. A atmosfera precisa ser salva já há algum tempo! Em Ecologia existe um termo entendido por “endemismo” ou “endêmico”, isto é, vida, população, comunidade, espécie, habitante e existente em quantidade relativa, exclusivamente em um lugar ou região específica do globo terrestre. Estas revelações do que compõem o cenário paisagístico de flora, relevo, hidrografia, predominantes total é conhecido como BIOMA, justamente com certos “domínios de predominância” (flora, fauna e aspectos físicos) ainda que possam “se misturar” nas fronteiras entre os grandes BIOMAS nacionais e haver nichos (zonas de “ilhas” umas dentro da outra). No Meio Ambiente pode-se encontrar espécies somente viventes em um ecossistema, habitat, ou seja, viventes em específicos cenários/ecossistema seja um conjunto físico macro, por exemplo: Serra, Rio, Deserto ou região geográfica. A espécie do Mico Leão Dourado, por exemplo, é uma espécie rara, ameaçada (desconhecida pelo alto escalão do país quiçá pela molecada dos celulares), e em risco de extinção, dotada de forma ou características morfológicas/anatômicas e fisiológicas, (fenotípicas) e comportamentos adaptados ao meio ambiente de Bioma Mata Atlântica, porém “únicos” comparada às espécies um pouco mais ou menos similares à eles, primos genéticos, mutantes, híbridos, mestiços e subespécies. Não é errado associar o Mico Leão Dourado ao Brasil, mas não é nada convincente, credível, de se confiar na máxima necessidade de proteger o Meio Ambiente do Brasil e todos os seus benefícios, ainda menos, quando nota-se que o Governo, o ministro do Meio Ambiente e o cabeça do Conselho da Amazônia, vir à tona com “pérolas dilmáticas” associando o Mico Leão Dourado à Amazônia, distraídos e sem rédeas sobre a mais nobre missão no Mundo, realizadas por gente humilde, mas fortes, sem armas, inteligentes, que até morreram por conta disso, como Chico Mendes e Dorathy Stang, que é viver pela Amazônia e não viver da extração da Amazônia. Confesso que tenho um patriotismo tão forte que sinto possuir o maior patriotismo dentre todos, independente de patentes e cargos, pelo Brasil e o Mundo, e que esses manifestos convertam essas péssimas armas, todas as tecnologias para a proteção da Amazônia e de todos os Biomas do Brasil! É um lema, é um grito, um brasão que precisa ser replicado: A Amazônia é do Mundo e tem que ser Preservada ao Máximo! Essa terra, um gigante de país, Brasil, que suporta marcas nossas de agora e de outrora, é tão vasta, é tão rica, e por isso tem que ser realmente amada, tem que ser protegida, tem que preservada, tem que ser bem conduzida, tem que ser bem conservada e não deve ser maltratada ou consumida por ganâncias malditas. Acredite, existe uma força avassaladora que aniquila todo e qualquer força armada, qualquer ferramenta que destrua, queime ou mata. Essa força contém a soma de todas as massas. É um estalo do tempo. Quando ele atua tudo muda, muito mais rápido. PROTEJA OS BIOMAS DO BRASIL! AMAZÔNIA, PANTANAL, CAATINGA, MATA ATLÂNTICA, CERRADO, PAMPAS E A AMAZÔNIA AZUL (RIOS E COSTA ATLÂNTICA).
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MAS, HABEMUS BRADO!

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Que haja saúde corpórea aos vindouros destes nossos
Com manias de vícios espontâneos criativos
Qual a perfeição dos anotômicos pelos portões do corpo 
Que acessa a mente sana em sintonia merediana, equilibrada
Por uma natividade destacada, automática, madura, chamativa
Capa e conteúdos dos mares internos e além
Das dunas até sais do meu domínio 
Em greco latino o desenho dos artistas em grafite, alquimias e afinações
Para os inquietos o castigo de Babel de quem não saca o sotaque
E a minha sorte por saber essa língua multi lusa
Para dizer sobre a máxima deidade da natureza nossa
Força una como reina o sol na Terra
Essa é uma dedicatória apaixonada à esperança
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GERÚNDIO NEGRO

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Tá na cara! 
O mundo está acabando
Os índios estão matando
Os últimos nativos se expondo
Os bichos estão morrendo
Os rios estão secando
As florestas estão queimando
As fábricas estão fumando
Os plásticos estão boiando
Os restos urbanos sujando
Homens e mulheres se atropelando
Idosos biônicos enferrujando
Crianças em redes desconhecendo
Há crentes sem mandamentos pecando
Os poderes estão se separando
As mentiras estão enfraquecendo
Os maldosos estão se contaminando
A ganância fedendo de longe
O Brasil está se perdendo
A verdade está lutando
Está apenas começando
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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

A DOSE PROFÉTICA DO ANDARILHO

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Até residente mire o estudo do destino
Esses sinais do fim dos tempos
Arregalam-se os perdidos, os neuróticos, os de dar penas
Rirão alguns tantos desacreditados
Outros gozando o alimento das desordens
Ao nível mundial e logo à frente
Também haverá tristeza na Europa norte
Extinção e mutações na África e Oriente respectivamente
E a fumaçada da China e dos EUA
Desde à época das ondas dos celulares e parabólicas
Os chips, os clones, os grãos transgênicos, as nano partículas
Os blecautes por causa do medo da falta de água
O excesso dela engolindo pernas e braços de cidades
E as oscilações das correntes das luzes dos homens e da natureza
Pós reproduções multiplicadas, pós guerras, pós pandemias, pós velho calendário 
Nota-se até nessas cevadas fermentadas dessas Companhias das Américas 
Uma porção racionada que incha e anestesia a massa
E outros males do submundo, os de gravata e os imundos, ambos
A "bagunçaiada" sobre a imensa máquina brasileira
Essa terra "nova", aniversariante nas médias de um milênio
Aquela terra antiga anti-descobrimento, inferno e paraíso
Uma miséria de personalidades, também estereótipicas
De granfinos, de chinelo, aos subordinados, às diretorias pífias
Os códigos, segredos, as condutas, tudo se revela
Quando as tormentas predominarem mais fortes
As calmarias serão tão desejadas
Que se esperará que apareça uma fórmula maravilhosa
Entendem-se ideia, conjuntos e pessoa(s)
Para o fundamento de uma Nova Era
A vida começa e depois vai até a morte
Depois ela termina e começa outra vez
Então a vida começa, vai até a morte
Termina e começa outra vez, infinitamente... 
É nesse meio que ocorrem as profecias
Boas e más, esteja sempre bem atento
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terça-feira, 1 de setembro de 2020

PROSA EM RAP DOS BIZARROS CASOS DO “CHICO PRETO” E DO ATERRO SANITÁRIO

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Andam por aí uns “malucos”, pessoas completamente bizarras, e acho até que cabem nos ditos populares que aparecem mais em períodos de eleições. São uns “pela sacos”, uns chulés, uns “cri cris”, meio empiolhados, alguns nem cabelo tem, menos ainda credibilidades. Pelo contrário, têm eles venenos excessivos de maldades, banalidades, faltas de aptidões básicas e expressões rudimentares como essas, que se assemelham às bananadas do governo da república. Pois, aqui nesses vales quentes tem uns “malas”, que já até ficara debaixo da ponte com dramáticos manifestos indigestos como quem alimentasse o vírus da anarquia, uns fanáticos religiosos e políticos e de outras ignorâncias. Como ocorre em muitas cidades, essas aglomerações de gente de várias classes aparentemente civilizada, uns mais iludidos do que outros e uns poucos raros, contraditória, hipócrita, atrasada, maliciosa, egoísta, arrogante, ingênua e cheia de faltas de sabedoria, existem de fato tantos casos bizarros, injustos, medíocres e miseráveis. Gentes que moram nas beiras dos rios sob plásticos e papelões ao lado de imponentes marcas, sociedades e sobrenomes que consomem terra e água. Existem comunidades que lhes falta uma fonte de energia, existem pessoas completamente à nora (deriva), há falta de saneamento básico e de outros direitos básicos ao nível de gigante continental. É aí que se notam essas “malas sem alças”, auto declarantes em suas aparições escandalosas, patrocinados por alucinados por fatias do poder, burlando regras, invadindo áreas públicas devidamente sinalizadas, propagando malefícios como apontadores de culpas à “secura dos óleos das engrenagens da máquina pública, ao sono dos que realmente trabalham”. Esses vídeos recém vistos feitos por um cara, e outros caras (pessoas literalmente “malas!”, “tóxicas!” inaproveitáveis!,) no meu ver quase com toda segurança associo-os à mística de identidades (entidades) diabólicas, no sentido de tudo isso que provocam com tamanha malícia “planejada”, tendenciosa, financiada por ganâncias, extrapolada e que visa confundir e alarmar polêmicas... Essas pessoas com cognomes de pastores e conceitos puros como um Hospitalário, outros com nomes de comida e apelidos rasos, são completamente reprováveis, até mesmo condenáveis quando invadem regras claras, se aproveitando de incapazes complexíssimos e situações emergentes no tempo, com maldizeres de culpas às equipes funcionais justas da administração que conduz a máquina, que lutam naturalmente por fazer o bem ao máximo, no dia a dia, na teoria e na prática. É repugnante e para desconsiderar e rejeitar por completo, pessoas e partidos que se dedicam e intencionam à propagação de escândalos com exageros evidentes e espetáculos horríveis de qualidades baixas e mesquinhas, para apontar culpas à todas as peças da administração pública atual, perguntando quem mais tem? Incluindo os de carreira e os temporários, os seus setores, suas filosofias e planos de trabalho, com tantos protocolos dedicados de ações, perturbam e não contribuem nada estes bizarros como os que arregalam olhos sob arcos mas não cata uma ponta de cigarro do chão da Mata, e outros estereótipos com faltas faciais como de menos e intelectuais muito pouco produtivo, tentam se mostrar benéficos quando são figuras improváveis para qualquer posição de destaque na sociedade. Pelo contrário, essa gente ruim tão explícita como a língua bífida, por si só é apagada, suas índoles e suas almas já queimam condenadas na vastidão do Universo, não prestam pra quase nada, além de tontura, turvo estado de espírito. É apelativo, reprovável, maldoso, expor o “Chico Preto”, dentre tantos “Chicos Pretos do Brasil” e gravar trechos espalhafatosos aos gritos de uma complexidade temporal (como se só agora estivesse naquelas condições) para apontar culpas ao abandono dos poderes públicos e assistências sociais. Você que lê e aos “malas” que promovem essas bizarrices eu pergunto: “Qual é a sua dose de culpa diante de muitos culpados da miséria humana?”. O que você sabe sobre sustentabilidade? Acredite que há pessoas que agem com invasão comprovatória em áreas de manejo de engenharias e meio ambiente, dando como gritante algumas situações consideráveis, dado que o invasor arquiteta horários do plano de trabalho, as paralisias dos contratos. Que corte horrível do contexto continuado, um aterro sanitário evidentemente com benfeitorias na estrada de acesso, manejo adequado de duas células como cavidades dos dentes no meio da montanha (área), despejos diários de lixos que são devidamente enterrados com plano de escoamento funcional condutor para açude de tratamento de efluentes orgânicos para afluentes, tudo em planta geométrica, eu ainda sugeriria plantas aquáticas ou macrófitas “água-pés”, comparável aos tempos iniciais de manejo claramente evolutivo. Porém há uns tolos que aventuram em comportamentos comparados aos terroristas registrando vídeos chulos e incompletíssimos, não só de um mala, mas uns outros numa pilha de lixo de dias não mais que três, cheio de restos de nós todos, alguns restos literais de alimentos e outros materiais que valem dinheiro. Prova que os urubus nem ligam para os vivos. E há vivos que não prestam há tempos e alguns que já se foram e se sentem antes mesmo desse cavaleiro apocalíptico. São uns malas sem alças! Existem as lentes que focam os males, existem as lentes que focam as benfeitorias. Revele ambas e busque representar o bem (do bem). Deus é muito mais, daquilo que imaginamos.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

HEY, DOM, CONTINUE!

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...Dom Kiss Hot subiu as escadas da Torre correndo para falar com o seu mestre, o Velho da Torre. Falou tudo que se passava, os seus esforços, as suas decepções, os seus sonhos de um mundo melhor. O Velho da Torre escutou e respondeu-lhe assim:
 - Eu vejo muitas coisas aqui de cima, Dom Kiss Hot. Você está lá na Máquina Pública há menos de uma década, apenas. Não bate ponto, mas trabalha aos sábados e domingos. Você não ganha ($) como um "peão", quiçá menos. Já fora até confrontado como que quem ganha mais, erroneamente, mas você cava, fura, instala, fala, projeta, limpa, planta... Você passou mais tempo fora estudando teorias e práticas com o próprio sangue e suor do que as viagens de balões na Capadócia e Transiberiano, feitas por muitos "zucas" e patrocinadas pelo "Ciência sem Fronteiras" do Brasil no exterior. Você já falou e ilustrou por horas que somam pós graduações EAD e presenciais, à frente de centenas de crianças e adolescentes da cidade e distritos, ensinando-os a separar o que é reaproveitável dos descartes, a amassar plásticos para caber mais nos contentores, a lavar embalagens para não gerar mal cheiro e atrair bichos, a conhecer a Mata Atlântica, os rios, os bichos, os males da humanidade. Você já apoiou Associações de Coletores de Materias Recicláveis, enquanto parlamentares bizarros tomavam cafezinhos com regalias, bordões e trapalhadas inúteis, até hoje. Você já substituiu latões rústicos e enferrujados por novos com adesivos que salientam aos horários de coleta de lixo às comunidades. Já deu milhares de "bom dia" e "boa tarde", enérgicos sob os vícios dos que solicitam orientações e os que reclamam. Então, chega aqui na janela. Olha aquela Praça ali. Veja o resto deixado por um cidadão sobre o banco e uma "lixeira" há 20 metros! Não lamente ou desista. Desça lá e continue a fazer o bem, mais e com melhores ações. Não é fácil convencer espectadores e vencer a ignorância.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

AMOR À TERRA!

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Nós vivemos em lugares tão belos neste horizonte de montanhas, que parecem quadros, essa variância de elementos, os cheiros, as peças, as torres, as casas, as cores das estações mutáveis e os restos dos homens (da humanidade). Nesta plataforma ao pé do Cristo, faixa alta no centro da cidade (Cataguases), palco de feitorias de nascimentos até findos anarquistas descontrolados, aos vivos utentes, os com estada, numa montanha traçada para ser uma caixa dentro de uma pirâmide, hoje luta para ser um bosque não somente de Acácias, mas mais de 300 plantas em crescimento, área planejada com flores que atraem bichos que atraem a tão necessária boa e educada humanidade, com bancos para pousadas, com cestos para o lixo do que inevitavelmente temos, e mensagens, não necessariamente placas, mas placares modernos com indicações sapiens. Todos os ambientes, dos centros aos bairros com outros centros, podem permanecer mais harmonizados quando manejados pelos que necessariamente precisam votar e não somente votar, mas fazer, do que a grande maioria concorda seguir como modelo desta 6ª república. Reforma política seria mudar significativamente desde nomes, às suas ações, até repartições, reinícios, enfim. Que sejam condutores dos espaços “privados” e públicos, os singulares de qualquer idade, as unidades pertencentes aos que moram mais perto do que a Ilha de Páscoa, e os coletivos de maçônicos, associações e andarilhos, aos poderes de qualquer nome com efetividades praticáveis e realmente modificadoras, para o bem estar limpo dentro de planícies, planaltos, “palácios”, vales e amontoados nos circuitos, seguros, bem utilizados e assim benéficos. Seja continuamente tanto em periódicos de Educação Ambiental e planos emergentes, constantes escolares como os hábitos familiares e das comunidades. Isto é, assim é, quando o pertencimento se revelar como Eureka! Nos corações dessa gente (Terra de Gente Boa).

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quinta-feira, 27 de agosto de 2020

"ESSA MARRA QUE TU TEM! QUAL É?" (MD2)

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Que ódio esse?
Que aflora qual quem tem ganas cegas
Que desejo é esse?
De querer mais pra si sem querer aos próximos todos
Que fortaleza é essa?
Que perpetua os princípios, os meios e os fins
Que modernidade prévia é essa?
Que pifa, conflitua, dispersa
Que metade de moeda é essa? 
Que dá cana e álcool e fome e mais nada
Que mudança é essa?
Que aspiram, mas mal presta 
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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

NADA INCONFIDENCIAL

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"Grandes textos são pedaços de livros, dos maiorais podem ser títulos”. Estive lá no cenário da instalação da ecobarreira às margens do rib. Meia Pataca, e fiz uns registros fotográficos. Nos cenários que compõem o meio urbano das cidades (quase todas) existem problemas evidentes e a necessidade para correção efetiva junto de outros setores da máquina pública. Nesta área ambiental e de "homens que ralam", suam o combustível das feitorias, nota-se que o processo de modificação dos ambientes - ainda mais sobre a importância das regulações das águas doces, os ecossistemas limnológicos de águas correntes - é modificável várias vezes durante o tempo de análises paisagísticas, (o Brasil creio que amo desde o despertar da consciência), desde apenas há 150 anos passados, mais verdes do que isso e transparentes limpos. Os acúmulos se dão tanto pelas forças da natureza quanto por fragilidades de elementos físicos e comportamentos da sociedade (educação ambiental), numa alternância de degradação e amenização continuada. O pós-enchente também é cruel, se comparar as imagens de cursos quase secos, isto é toda desregulação climática é peba, é paia (não corresponde à evolução). É só imaginar os períodos de seca no sudeste, intensificar no agreste. Imagine que nos tempos de cheias, de chuvas torrenciais, monções, os rios invadem as terras, aos pés dos morros e praças... Então esse é um pré-registro servente do lançamento de uma simples máquina Ecobarreira! Esta, servirá como mostra do cenário atual para se comparar com o que desejamos em atos continuamente o que o meio ambiente seja, mais limpo, saudável, com vidas diversas, funcional, de bem estar perpetuo.
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domingo, 16 de agosto de 2020

7 COROAS QUE DEUS DÁ

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Saber teorias básicas e fundamentais
Saber fazer exemplos práticos
Saber discernir bem e mal 
Saber motivar sem viciar os egos
Saber corrigir sem desmotivar 
Saber participar sem estrelismo
Saber reconhecer os erros e se desculpar 
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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

A EXISTÊNCIA DE UMA ÁRVORE É MAIS IMPORTANTE DO QUE UMA PEPITA DE OURO!

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O Paulo Guedes tentando explicar sobre Meio Ambiente é o mesmo que eu palpitando sobre a Nasdaq. Só no campo social – sem contar com as características geográficas e físicas que são um tanto diferentes – é incomparável o histórico dos impactos ambientais ocorridos na Europa causados por fatores de alta densidade demográfica e acontecimentos cívicos, militares, progressistas num conjunto de marcos e tendências milenares que de fato dizimou espécies animais e vegetais, iniciado inclusive desde antes a idade média, sendo impossível de comparar com o histórico de 500 anos de descobrimento do “Novo Mundo”, no Brasil e em demais países da América do Sul e América do Norte. Não é porque essas marcas negativas milenares ocorreram na Europa sejam justificativas para que vislumbrem “desenvolver” a Floresta Amazônica incentivando extrações minerais e vegetais em manchas verdes ou bordas de clareiras já abertas. Não é que não devem aprimorar os polos urbanos já existentes na Região Norte do País, mas não é sensato querer abrir mais áreas e machucar mais aquele Meio Ambiente. Só o impacto sobre o bioma de Mata Atlântica ocorrido em 500 anos se aproxima de uma comparação ao impacto milenar da Europa num contexto de modificação negativa do Meio Ambiente, e não pelo tempo mas pelo efeito. E justifica-se preservar (não mexer) em grandes áreas, ainda mais atualmente, por conta das evidentes provas da ciência, de que qualquer continuidade de lesa dos biomas como a Amazônia e o Cerrado brasileiro, é capaz de alterar o clima no Mundo todo, causar desequilíbrios de migrações e até o surgimento de novas doenças microscópicas. Não é porque outros países emitem gases poluentes na frenética pegada capitalista para produzirem essas pecinhas que usamos dentre tantas outras estocadas nas lojas virtuais, que devemos fazer igual, ou continuaremos caminhando para um colapso humano. O Brasil é um país ainda rico de biodiversidade na somatória de todos os biomas (Amazônia, Cerrado, Litoral, Caatinga, Pampas e Mata Atlântica). S.O.S para a Mata Atlântica, inclusive, com cerca de 15% apenas de originalidade, esta sim se compara ao impacto da Europa. O Brasil precisa de uma política forte, leal e inteligente de proteção efetiva do Meio Ambiente; a sustentabilidade e o aperfeiçoamento dos polos urbanos; maior e melhor uso das energias alternativas limpas como a solar e a eólica; o Brasil também precisa valorizar as pesquisas científicas e seus cientistas em todos os ramos, inclusive nas soluções de problemas e inovações de produções, a fim de  diminuir as criações lesivas de gado, diminuir campos de cereais para alimentar gado, extinguir transgênicos e agrotóxicos, diminuir pastos; avançar com a real e eficaz existência do saneamento básico, tratamento das descargas (efluentes), proteção das nascentes e afluentes dos grandes rios, proteger todos os animais silvestres, combater o tráfico de animais; o Brasil precisa realizar mais reflorestamentos, mais Educação Ambiental, e acima de tudo o Brasil precisa de líderes políticos e empresários que consigam perpetuar essa crucial necessidade de existência vital aos próximos pela posteridade. O BRASIL É O PAÍS DO PRESENTE! O BRASIL É DO MUNDO!

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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

AI, O MEU BRASIL!

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Cara! Olhe para a estrutura geral dessa república, as profundidades do que reza cada parágrafo da constituição, (aos que prezam a leitura), os personagens temporários (eleitos), suas atribuições, seus poderes, direitos e deveres, a importância da existência desse texto, dessa regra, desse manual a qual tentamos seguir, sempre possível de ser revisado e aperfeiçoado, para melhor condução do povo. Olhe para a grandeza geográfica do Brasil refletida na alta densidade demográfica, a história de cada estado federativo, os seus municípios, distritos, comunidades e o povo dependente do poder legislativo. Reveja cenas de votação de impeachment federal. Aquele monte de gente bizarra engravatada, parecendo estar num circo, postos ali por causa do poder do povo defendendo a democracia sem saber falar direito, cheio de regalias, foro privilegiado, assessores desnecessários, meios físicos abundantes, abonos dos mais revoltantes como auxílio paletó, aposentadorias elevadas e outros consentimentos... Agora vai fechando mais o foco e pensa na quantidade de vereadores que existem no Brasil a fora, com privilégios similares aos já citados, altos salários e deficiências das mais básicas e fundamentais, montados em bordões de que são fiscalizadores do executivo, cumprindo nada de novo e ainda bagunçando atividades dos que fazem explicitamente. Em Cataguases, havendo 15 vereadores, uns poucos em sintonia com o executivo, outros em oposição inteligente e outros completamente inúteis, imprestáveis, verdadeiros “malas sem alças”, se reconhecem no que fazem ou no que não fazem, na forma como falam, se portam e manifestam. E é tão seguro o que digo, porque eu estando num posto comissionado de primeiro escalão, sei, por muitas vezes discutir com quem me confunde com o “Ricardo Salles” quando sigo os passos do “Sebastião Salgado”, informando, cumprindo, honrando e muitas vezes “chorando” pelo peso de ser taxado de quem “mama nas tetas” do que permite essa república que tanto cutuco, sigo desacreditado, mas crente num sistema novo com figuras iluminadas sem as falhas de outrora ou de agora. Confirmo o quanto de ofícios enviados à Casa do Povo, para participarem de eventos, reuniões e discussões de assuntos, mas quase nunca apareceram, nem em Conselhos Municipais constato a evidente participação daqueles representantes do povo (digo sobre a ausência deles nos conselhos a que faço parte e nos convites à participações de ações efetivas realizadas pela Sec. de Agricultura e Meio Ambiente). Num vício de momento, vale a pena destacar que tão pouco vê-se os concorrentes de agora aos poderes executivo e legislativo se entregarem tanto às questões políticas e sociais – sem colocar em causa o que já fazem por conta própria – porém, vê-se sim muitas vezes o assalariado representante de algum setor civil, privado ou institucional não público, o comissionado e o efetivo do setor público deslocarem-se a pé, sem assessores ou “pré/pró nomes” de tratamento, ouvirem e falarem simplesmente sobre as dificuldades e as soluções da administração de uma cidade perante à própria administração atual de 2017 a 2020. É injusto e revoltante constatar que um vereador recebe pelo o que faz, 7 vezes mais (na situação local) do que um professor, do que um pedreiro, do que um plantador, do que um assistente social. Vereadores esses debruçados em reuniões que se abrem aos hinos patrióticos, mas não sabem nem conversar direito, sem qualquer carisma na representatividade do povo, outros hibernantes, outros espalhafatosos, uns poucos úteis, em sua grande maioria sem essência às funções atribuídas e muitas vezes, como agora, bagunçando a casa, agindo com baixarias e mentiras, ousando seguir como tais, inúteis, imprestáveis e ruins. Seja homem, mulher ou qualquer outro gênero, onde e quando estiver em representatividade do povo, seja o povo!
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terça-feira, 4 de agosto de 2020

OS BICOS DOS URUBUS SÃO DIFERENTES DOS BICOS DAS RAPINAS

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O efeito dominó de Fake News é sem dúvida umas das piores desorientações da população hoje em dia. O povo brasileiro é carente de tanta coisa, mas uma massa mais ou menos média, está completamente anestesiada com suas maquininhas e dedilhados nas mãos. O fato é que nem toda população local, nacional ou mundial participa desse modismo de lazer e direito à informação, não mais importante que outros direitos a serem aperfeiçoados. Essa modernidade que possibilita criar, destruir, informar, confundir e esquecer dos deveres mais simples como a verdade, vence somente pelos clicks, sem antes ler, ponderar, apurar, pesar e medir as consequências das expressões. Acomodam-se muito mais os que somente assistem e num determinado momento de um jeito ou de outro manifestam-se, prós e contras, com aplausos ou repolhos atirados ao palco dos que atuam. A gente que está ali no tabuleiro de todo dia suando no inverno, honrando a função pública explicitamente, enfrentando fugitivos de presenças por desacatos e outras “lenhas”, explicando os procedimentos básicos, “ralando junto” com os que pegam lixo, “batem pedra”, com os que catam restos dos dinheiros gastos nos produtos das embalagens, ensinando os infantos juvenis nas muitas escolinhas dos bairros, nos Distritos, plantando, vacinando... (Conjunto que caracteriza a Administração atual). A gente vai vendo o quão difícil é suprir com igual satisfação os desejos ou necessidades de todos, e torna-se imensamente triste perceber - como um aprendiz de bom pensador - figuras renomadas, sobrenomes, pertencentes à órgãos sociais similares às funções públicas municipais, os pagos para vestir essas carapuças, alguns “amigos virtuais” ali na linha do tempo de um jornal interativo e que por ilusão faz muitos dizerem: "no meu facebook" (Isso que é pobreza de espírito, crer ser dono de um código informático), manifestarem sobre o que estão pensando agora com afirmações falsas, frases curtas e erradas e sem sentido até (muito mais que esses longos textos infelizmente lidos por poucos verdes ou maduros de intelecto); essas polêmicas das mais feias, baixas e improdutivas vindas de indivíduos minimamente intencionados ao prejuízo do bem comum, tudo por causa das competições pelo Poder, com estratégias das mais repugnantes e que não poderão ter êxito, sucesso ou boa fama. E escrevo isso com total certeza de que NÃO ESTOU ENGANADO. Estou convicto que os bicos dos urubus são diferentes dos bicos das rapinas.
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quinta-feira, 30 de julho de 2020

GLOBO NEWS

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É muito bom ver a Justiça enxergar de perto a atualidade moderna. Nessas plataformas digitais onde se expõem o âmago dos homens. Imagine quando não estão clicando. O Cortella me faz pensar se me preocupo em demonstrar artigos de gêneros ou se falo amplo à todos indiscriminadamente. Opto sempre pela segunda opção pois quando falo dos homens, falo de mim, deles e delas. Alegro-me quando vejo a Justiça caçando até além mar os que se vestem de venenos aparentemente invisíveis, que deturpam o mundo, (em denominações místicas, os infiés para os que filtram o Sebastianismo). É verdade que iluminados de outrora foram até queimados injustamente, esquecidos nas indignações dos que trazem à tona as tendências arcaicas nos "ao vivo" do robô que lhe olha. É um tabuleiro de RPG www. Então é gratificante saber que o Poder Judiciário brasileiro na sua figura de balança, espada, cega por neutralidade e com minuciosa visão, cutuca um Zuckerberg e outras gigantes logomarcas, perante o marco regulatório, para banirem os que utilizam das criações futurísticas para gerar "bugs" e "tiltis" que não correspondem à evolução. Pessoas que defendem a terra plana por exemplo retrocedendo a ciência e as figuras trajadas de filosofias santas extorquindo a perdição dos homens, é um pecado consentido ainda, e por caçar também, digo isso com toda franqueza. Esta caçada é uma seleção atualizada necessária. Tem que pegar o Frazão, e mais um monte de peças maléficas das redes interativas e reais. E preparar para o contra ataque com um escudo inatingível. 
ACTUM! 
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QUEM LÊ VIAJA! VIVA!

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Da gama de dotes, uns até raros, pertencentes à um líder impactante na história, independente da sua nomenclatura, dentre as várias capacidades humanas até às extraterrestres (é tempo de citá-los :), as colocações de intelecto escrito, falado e a postura de natureza cativante, independente da sua forma física, é a energia que emana dele, seja ela boa, o que mais importa.
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quarta-feira, 29 de julho de 2020

ULTRA JATO!

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Nunca gostei do nome, mas a pressão do “jato” que sai para a limpeza da corrupção política no Brasil tem que continuar com toda força! Isto é, tem que continuar com mais rigidez na captura dos que lesam a pátria em todos os sentidos e que haja punições mais severas, inclusive com tomada dos bens desses corruptos, posses muitas vezes usufruídas pelos seus descendentes pela posteridade. É verdade que poderia ter algum nome mais clássico, mas a essência da operação de seus desdobramentos é uma lufada de esperança de um país melhor, ainda por acontecer com mais credibilidade. Que tal: “Caçada aos malfeitores” ou “Fim dos inimigos do Brasil”?

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sexta-feira, 24 de julho de 2020

ÀS ARMAS!

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Esse é um trecho do hino nacional português. Mas não é o caso agora. As minhas armas são as letras e sou imensamente grato à genética dominante sapiens que se expressa facilmente, aos professores todos que me ensinaram coisas várias e aos meus familiares que desde pequeno sinalizaram que a vida é uma luta, mesmo que não queiramos enxergar assim. Está aberta a temporada dos palcos de ataques às administrações públicas das esferas da política brasileira, principalmente a municipal. São bem explícitas as figurinhas carimbadas (pessoas), de todos os lados dando as caras. Talvez eu seja visto assim também, mas lutarei com toda garra para não receber o bordão de: “Agora... Agora é isso...”. E falo com cuidado no uso moderado da liberdade de expressão porque, de fato faço parte do “bolo”, com um recheio que amarga muitas vezes os que não fazem parte dos ingredientes da receita, ao mesmo tempo que esse recheio sacia as necessidades dos que precisam “comê-lo”. Optando por percorrer a corda bamba da exposição, não consigo me conter diante das bizarras estratégias dos amargos. Eu não conseguiria embarcar em campanhas de aspirações de poderes para outras pessoas ou mesmo a manutenção da minha própria posição temporária, e com certeza não continuaria embarcado numa nave que causasse danos e prejuízos, diferente do propósito e do que sinto como verdade, fazer parte de um governo municipal que busca realizar desde sempre o bem comum, em todos seus setores, principalmente neste que estou inserido, o meio ambiente. O que posso e devo fazer é continuar dedicado à função até o fim e deixar a importante mensagem para que os personagens, os militantes, os partidários, os prós e os contras, todos que participam da política desde o legislativo, executivo e os que opinam, não joguem sujo, não apelem, não ofendam, não menosprezem, não mintam. NÃO PROPAGUE NOTÍCIAS FALSAS! Fake News é crime!
“Do bem e do mal
Todos tem seu encanto: os santos e os corruptos.
Não há coisa na vida inteiramente má.
Tu dizes que a verdade produz frutos...
Já viste as flores que a mentira dá?”
Mario Quintana
“O fantasioso nega a verdade para si mesmo; o mentiroso apenas para os outros.”
Friedrich Nietzsche
“A mentira é muitas vezes tão involuntária como a respiração.”
Machado de Assis
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terça-feira, 21 de julho de 2020

SE VIRA NO BENZA DEUS

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Fortaleça-me! Livra-me e proteja-me
Dos fanáticos verde amarelo e vermelhos
Dos robôs de propagandas capitalistas
Dos mascarados que aspiram poderes temporários
Dos que exageram extremos com “sempre” e “nunca”
Dos que não enxergam os feitos cotidianos bem executados
Dos que aumentam as dificuldades do momento pandêmico
Dos que propagam males biológicos e injustiças
Dos covardes que deturbam verdades explícitas
Dos egocêntricos do zodíaco, dos que picam
Dos que vomitam seus desgostos sobre os que suam
Dos que cospem no prato das oportunidades
Dos que fazem mal com intencionalidades
Dos que manipulam e iludem o povo brasileiro
Dos que competem e não conjugam nos campos da república
Dos que se projetam nos trampolins das reais precariedades
Dos que ofendem com ações e dos que pensam maldades
Dos sedentos com caras e bocas nos maus combates
Dos que atrasam ou aceleram sem sabedoria as máquinas
Dos que não honram o bem feito e plantam banalidades
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sábado, 18 de julho de 2020

VIRÁ, QUE EU VI!

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Sonhei com o pôr do sol. Ele põe-se e nasce todos os dias, desdá há milênios e irá ainda mover-se por milênios nesse tempo Deus de Tudo. Prelúdio dos cinco planetas que pingarão amanhã de manhã, renovando as armas místicas do Universo para os bons, contra as maldades dos homens. Fui de encontro ao pôr do sol real agora pouco, ao lado da mulher nascida na terra onde o sol nasce primeiro no Brasil (João Pessoa/PB). O frio chega rápido quando o sol esconde atrás daquela montanha com rajadas de cores quentes gradientes o céu imenso. O frio da estação vai-se rápido também dando espaço àquele calor infernal que não é nem bom lembrar. Ali ao pé da estátua do Cristo Redentor de Cataguases, no alto do BNH, vê-se a cava da Ribeirão Meia Pataca prestes a morrer no Rio Pomba (foz). Vê-se o maior prédio da cidade (Hospital), vê-se a serra ao fundo para os lados de Astolfo Dutra, sentido norte.  Sonhei com o pôr do sol e uma pedreira maciça e logo fui ver o real cenário. Um paredão lascado onde foram moídos os pós das ligas para as construções dos habitantes e feitos os paralelepípedos prateados – quando chove – para os que passam (hoje tobogãs oscilantes das ruas tombadas). Vi nesse sonho o povo respirando ar puro em meio ao verde, com saúde e bem estar, banhavam-se de sol, recebiam e doavam educação e cultura. A lembrança do sonho, a construção da realidade.
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QUESTÕES DE BEM CONTRA O MAL: VAI MAIS ALDIR BLANC, AÊ?

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1) Diante da propagação de cartazes digitais e até um abaixo-assinado nos últimos dias correntes nas redes sociais, que expôs tanto o Conselho de Políticas Culturais como a Sec. de Cultura, vocês acham que não houve ou não está havendo empenho, transparência e interações democráticas, das pessoas que lidam com o assunto?
2) Vocês acham que é ético, respeitoso e de boa fé, membros deste Conselho "agitar" as redes sociais para incentivar e propagar afirmações que confundem a população (historicamente carente de educação, mas com "expertises" digitais da moda), gerando pressões exageradas, que descambam para expressões de ódio contra a administração atual e que bagunçam a necessidade de debates dedicados para definições mais corretas já em curso?
3) Vocês acham correto e justo pessoas apelaram para resumir ou induzir o repasse da lei em causa ao conceito racial, aproveitando as fragilidades e os militantes dessa nobre luta paralela, com vitimismos em expressões de que são excluídos de processos culturais anteriores e nem se preocuparem por exemplo com potenciais artistas distritais ou outros coletivos puramente artísticos, independente de cor da pele e posições geográficas? 
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TENHA JUÍZO! 
SEJA CORRETO! 
NÃO VIVA COMO VILÃO!
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sexta-feira, 17 de julho de 2020

BRASIL (1) X MAU-CARATISMO (7)

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É lamentável notar nos últimos dias, manifestos de manipulação política de alguns aspirantes concorrentes à administração pública e algumas mídias amadoras, estes facilmente identificados, propagando cartazes digitais e promovendo abaixo-assinado que dão a entender que a Prefeitura e o Conselho Municipal de Políticas Culturais não estão tratando com seriedade a recentíssima e emergencial aplicação da Lei Aldir Blanc aos artistas e coletivos culturais da cidade. Estes incentivadores de desinformação – inclusive, membros do próprio Conselho, que colocam em evidência dúvidas de transparência ou de justa aplicação da lei em causa, e que no histórico de reuniões pouco ou quase nada participam de diversos assuntos culturais – denegrindo indiretamente outros membros participantes assíduos, inclusive funcionários de carreira dedicados ao trabalho da Cultura em Cataguases. Tais manifestos podem e devem ser caracterizados como “fake news”, conceito tão combatido na atualidade pelo STJ, TSE e outros poderes e agentes de boa índole. Estes propagadores de más intenções, se apoiam em causas raciais quando estas não caracterizam critério primário de atribuição do apoio, mas sim a função dos artistas e coletivos, entre outros critérios de suma atenção minuciosa. Estes propagadores pouco sabem das realidades de Cataguases no cotidiano, que se estendem aos distritos e se complexa na grande gama de artistas que produzem arte e cultura desde sempre, alguns mais atuantes do que outros. Ações de propagações de más intenções e desinformações devem ser reprováveis, ainda que lamentavelmente haja adesão de parte da população que por facilidade impulsionam a confusão diante da verdade e do trabalho em prol da mais rápida e eficaz definição. Tudo por malícia, ganância, interesse momentâneo político, com desrespeito, covardia, baixeza e falta de ética de alguns maus intencionados. Então é importante que a população saiba que atitudes de pressões imediatistas e tendenciosas poderão ocasionar injustiças e más conduções – culpas que poderão ser atribuídas a posteriori aos que atuam e não aos que somente pressionam – quando o assunto ainda está sendo discutido em diversas reuniões virtuais e outras adequadas presenciais, sem qualquer segredo, nem morosidade, com evidente transparência nos meios de comunicação institucional, para se ter uma melhor aplicação das finalidades. TENHA JUÍZO! SEJA CORRETO! NÃO VIVA COMO VILÃO!
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quinta-feira, 16 de julho de 2020

ALÔ ALDIR BLANC: SABE QUEM FOI? PESQUISA AÍ!

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Galera eufórica com o dinheiro rolando, metendo o pau na bic do presidente, nos prefeitos, nos governadores, nos outros poderes e esses condutores do país habitando as plantas do Niemeyer... Galera que nem chega à leitura da segunda página das Leis... Em Brasília a grana rola solta há muito tempo, ninguém lembra de filtrar as máquinas públicas, caçar os maus, alavancar os bons, e a reforma agrária? Pessoas que extorquem fiéis, desviam valores com hectares a perder de vista Brasil afora. Agrotóxicos exterminando espécies de polinizadores, saneamento básico melhorado previsto para daqui há década e meia, situação atual de 5º mundo... Atualmente todo mundo pode dizer que tem um pedaço na Amazônia através de plataforma digital e depois, vocês é que resolvam na bala, já que a venda de armas de fogo estão também incentivadas... É o puro caos se alimentando e crescendo cada dia que passa. Mas, respira! Use máscara para não pegar nem transmitir covid-19, pois a esperança manda avisar que a ciência investiga e um dia a vida vai melhorar. Vamos ao texto cultural: No estudo da Lei Aldir Blanc, gostaria de deixar “mastigado” alguns pontos de maior atenção, relevância ou foco, a ser discutido pelos órgãos e pessoas que lidam com o assunto e aos que buscam esse auxílio. Algo bem direto, “pá-pum”. Segue aí e leia a lei:
• Art.2 / III (Ressaltar editais de apoio aos eventos digitais, o que é mais propício nesse momento de isolamento)
• Art.3 / II (Tempo para o repasse dentro de 2 meses ou a grana vai para os cofres do estado federativo – nesse caso Minas Gerais, já capenga em muitos setores)
• Art.6 / I (Atenção às comprovações de atuantes no setor nos últimos 2 anos – “para não nascer artistas nas últimas horas”)
• Art.8 / XXIII (Atenção para não incentivar textos que descaracterizam verdades – fake news – ou confundam a formação dos cidadãos, exceto as ficções)
• Art.9 (Importante a contrapartida após a pandemia para serviços gratuitos às comunidades do entorno do beneficiário)
• Art. 10 (Importante prestação de contas pelo beneficiário, além de números, seria conveniente também relatórios).
• Art. 11 / I e II (Possibilidades de aquisição de materiais, ferramentas e objetos, que sejam realmente úteis e não superficiais e amortizações de dívidas).
Bem “pá-pum”, mesmo.
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quarta-feira, 15 de julho de 2020

TEMPESTADE PERFEITA

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Pega o Gedel!
E mais um monte de "coronéis" sem fardas
Pega o Jucá! 
Os velhos e os novos fanáticos, com e sem fardas! 
Pega o Frazão! 
Um monte de sedentos por confusões
Mas, avisa ao Chico que hoje é dia da Tríplice
E mais uns tantos bons em meio ao pó de arroz 
Que bom seria se o povo brasileiro apaixonado fosse pela a construção do mundo novo
Como as filosofias, as ciências e as letras 
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sábado, 11 de julho de 2020

GUIA PERIÓDICO, SISTEMÁTICO E CONSTANTE

É preciso continuar fazer entender o povo, sobre a associação dos atos sapiens (dos homens modernos de agora), principalmente sobre os que permanecem na linha de frente de defesa do meio ambiente, que todos esses desequilibrados e evidentes efeitos climáticos, a nova pandemia e outras epidemias reaparecidas, os movimentos em massa dos seres vivos vistos como pragas, a perda de espécies animais e vegetais, a expectativa de que haverá mais plástico nos oceanos a peixes em 2050, as reproduções não acompanhadas para conduzir bons cidadãos adultos, tudo isso são respostas do Universo aos poderes do intelecto humano na história da humanidade. Sabendo que o Meio Ambiente equilibrado, contenta-se com espaço preservado tanto para humanos como para a biodiversidade ao seu ritmo de surgimento e desaparecimento natural, até as paisagens brutas inanimadas existentes antes mesmo das proteínas das células. Tendo o homem moderno evoluído a ponto de enviar naves para o espaço sideral capaz de pousar em outros astros e massas cheios de matérias inexploradas, a ponto de manipular até o movimento das águas doce e salgada (como barragens, elevatórias, desvios, aterramentos, energia das ondas, fazendas de produções aquáticas), capaz de fecundar artificialmente reproduções, executar construções e viver em harmonia, é igualmente agressor e responsável por esse desequilíbrio acelerado, os homens com excessos de pastos, excessos de ganas, faltas de conhecimentos, faltas de conduções, os que caçam ilegalmente, os que poluem, os que consomem sem pensar só por poder, os políticos, o ócio dos que gozam e não pró-agem, os que destroem. Então há de fato dois exércitos, onde não vale num primeiro momento as matérias, ou as armas, onde só o discernimento dessa associação de causa, efeito e sabedoria, já se faz mais simpático, referência de exemplo vitorioso e de sucesso no caminho da evolução, ou perpetuação.
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sexta-feira, 10 de julho de 2020

MANIFESTO SABATINA AMBIENTAL

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O povo tem que saber (saber de sabedoria mesmo), que reuniram-se com o gov.br um monte de logomarcas de natureza extrativistas, não somente de minérios, flora e bichos, para debater sobre a Amazônia. É preciso saber que estas logomarcas mais ou menos conhecidas, produzem nossos usos, além de alimentos outros itens ou produtos que bem poderiam ser mais naturais e orgânicos. Outras logomarcas, menos ativas sobrevivem por conta de posses de terra naquele oceano verde. Essas logomarcas extrativistas querem ao cabo, a todo custo mexer suas marcações, provindas de histórias desde as suas fundações, em período de progresso (1950) sobre o Novo Mundo". É preciso saber que logomarcas extrativistas com posses na Amazônia, por exemplo com foco no petróleo (dentre outras por riquezas às custas da quantidade de gente no mundo e suas manias) tanto dentro da floresta como na foz do Rio Amazonas (onde há raríssimos corais), possuem a índole primária de subtrair e modificar o meio ambiente, e não proteger ou replicar o meio ambiente. Somente a emissão de gases para que essas logomarcas possam existir já é um machucado ao Planeta. Então é preciso saber que as leis ambientais, os códigos, as regras e a importância vital da Amazônia e qualquer outro ecossistema é sem dúvida uma das coisas principais e mais importantes nesse país (Brasil), fazendo entender os países que possuem o bioma/domínio Amazônia, com consequências ao resto do Mundo todo.
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quinta-feira, 9 de julho de 2020

ABARROTADO DE LETRAS

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Andam babando por aí uns militantes desde há tempos
Uns reptilianos amargos, tortos, infectados de mente e imago
Apelando como toscos, sendo como bipolares, antipáticos
Nessa tec. espalhafatosa, plataforma de malfeitoras gentes
Tenha sã e controlada a consciência e os portões do corpo
Ainda que atentem não farão tão grande dano ao Mor Supremo
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SINAIS DE QUE ACABARÁ...

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Sempre faço desenhos novos. Fico feliz que alguém queira ganhar dinheiro com eles. Mas, cuidado, essa gana tanto pode construir como destruir, criar e findar-se. Mas, sejamos felizes, desde já, ainda que possa causar dores há tempos, sem grandes alegrias, apenas planos cada vez mais difíceis. Então acho que não consigo acompanhar. Estou em transe mas consigo ver tudo bem perfeitamente. E é como se estivesse na parte de baixo da roda gigante, sabendo que irá ficar no alto, e conseguinte voltar à oscilar... A vida tem hora que é muito complicada e tantas outras horas, dias e momentos simples e empolgantes. Então é melhor mudar... Acredito sempre nessas possibilidades. Quando algo está ruim, pode ter certeza que ficará bom, e vice versa. Há coisas durante a vida que lhe fazem sentir muito mal (infindas situações). É quando queremos estar bem, mas o bem será futuro e não agora. Sinto muito, me perdoa, sou grato, te considerei, sempre em qualquer estado de espírito. Porém sinto-me muito mal com essa situação "global", cheirada, cantada de pedra, explosivamente páia, naturalmente humana, eu devo entender isso. Você está assistindo códigos binários diabólicos que lançam fórmulas como as da terra plana, dizendo que isso é sucesso, e de fato está acontecendo, contrários de segredos, o próprio fim dos tempos... Se te dizem que o sucesso é agir assim na história da iniciativa do contato com uma matrix qualquer (figura, cheiro, som) que lhe manda essas impressões com indicações de combinações intencionadas multi-opcionais, segue crente que esse é o sucesso, as consequências continuadas. Vejo que está tudo meio afobado de mais... Tem fortes momentos que tenho certeza. E talvez lute pelo direito de sentir-me mal com os atos de cada um, bem como cada um tem o bordão de sentir-se mal com os meus atos. A intenção de unir-me com amor é realmente para permanecer junto com ágape sem passar por situações dramáticas. Creio que os poetas de hoje em dia dominam as teclas e os ícones, porém o pensamento é algo realmente primordial, pois com certeza passaram por semelhanças, os primórdios. As comunicações não são tão reais A virtualidade impera. É horrível o sentimento que sinto, esse nó em pingo d’água... Penso que estou perdendo o jogo e talvez é melhor tentar sentir outros ares em outras terras. É triste mesmo, só o pensamento do estalo da mudança. Mas, lembra sempre dessa constância: A alegria vem, depois a tristeza, depois a alegria e assim por diante...
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GRITE! PRÉ RIO!

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Minas!
És um berço farto ao majestoso
De barulhos agradáveis e figuras
Mira a rosa desde os altos montes
Até o mar, incansável, nas corcundas dessa terrra!
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terça-feira, 7 de julho de 2020

CARTA AO TUTOR: O ESTRANHO MUNDO DOS ATAQUES POLÍTICOS!

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Quem nunca falou mal do Lula? E do Bolsonaro? Cada um caça como pode, não é! Mas, as armas que usam atingem mesmo o alvo ou o feitiço volta contra o feiticeiro? Estes citados aí em cima são apenas duas figurinhas da esfera federal. Ainda há os da esfera estadual e os daqui. Cara, é uma loucura total as estratégias de ataques sem grandes planos genuínos. Antes que eu pareça hipócrita saiba que eu também reclamo com firmeza e tento ser um tanto menos sujo, mais limpo, no contexto desse texto, perante às três esferas públicas e até às entidades privadas e independentes. Mas, a covardia ou o jogo sujo de alguns personagens expressivos nesses tempos pré eleição é de uma inconsequência inacreditável. Já preveem as leis do TRE sobre isso nesses tempos de “www”. Aí, o que se passa é que você lê, ouve, ou presencia coisas tão fora da normalidade de conduta sócio-política que te faz armar-se (me armo no bom sentido) até os dentes, assim, com a “Little Boy” numa mão e a “Fat Man” na outra mão. Entende? A quantidade de colocações erradas e falsas, de palavras depreciativas (“conchavos, pelegos, desvios, pelintras” e outras), apontamentos cabulosos, falta de respeito básico e justiça com certos indivíduos ou conjuntos/grupos é de uma brutalidade sem escrúpulos, quase comparadas à bárbaros, sem regras, sem classe, sem boa índole. Tanto, que a gente vê parlamentar falando igual o Tiririca, vê conselheiros aprovando projetos e depois condenando suas assinaturas, vê pessoas pseudo-participante dos assuntos públicos diários, semanais, mensais e anuais, vê pessoas acordando de hibernações justamente nesse período eleitoral, vê pessoas “chutando” seu salário 3x mais do que você ganha, vê pessoas efetivas e comissionadas arrebentando a máquina, vê pessoas sem saber o que está falando, vê pessoas comprando a destruição dos dentes das engrenagens da máquina, vê pessoas financiando não só cartazes contra o STF e apoiando a ditadura militar, mas aqui, para sujar, quebrar, denegrir, replicar mensagens bizarras, ao nível local, vê pessoas apontando erros onde há acertos lógicos como necessidades de podas adequadas, necessidades de lixeiras adequadas, necessidades de obras durante os anos de administração em muitos locais da cidade, “necessidade inevitável” de aglomerações consideráveis justamente em mercados, vê pessoas com seus telhados de vidro na butuca lançando pedras nas hortas dos outros... Cruz credo! É loucura! Vê-se a guerra pelo poder, onde há pessoas que acordam e dormem pensando no poder, ou mantê-lo, ou substituí-lo. Eu já ousaria dedicar parte da vida em findar e criar um novo poder, mas tenho que ter muito cuidado com essa expressão para não parecer um radical desses típicos da atualidade. É mais complexo do que isso. Nessas horas dá vontade de ser uma árvore no meio de uma floresta densa (não uma árvore solitária no meio do pasto). E para não parecer só ranzinza, dizendo aqui sobre grande parte do que expressam nas redes públicas por pessoas que você cruza, cumprimenta e conversa, e ficar sujeito às interpretações dos outros, saibam que há o contrário disso tudo que exponho. Há sensatez, há profissionalismo, há dedicação, há lealdade, há verdade, há honra, há trabalho, há suor, há os que produzem, há os que limpam, há os que constroem, há os que sugerem, há os que inovam, há os que conjugam, há os que participam, há os que educam, há amor pela cidade, pelo estado, pelo país e pelo Mundo, há coisas realmente boas nessa Terra que de certa forma funcionam e muitas vezes vence a pequenez da maldade e da gana dos homens pelo poder. Assim, me despeço com um alerta: Lembre-se sempre do tamanho da sua vara antes de cutucar! Deixo aqui mais um álbum de um pedaço do trabalho no Meio Ambiente como Coord.I.SAMA/2017-2020.

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sexta-feira, 3 de julho de 2020

TEMPESTADE EM COPO D'ÁGUA

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Temos que entender que mercados (alimentos) e hospitais (saúde) talvez sejam os lugares mais compreensíveis à circulação proximal, inevitável fato de aglomeração, com devida adesão da população para busca dessas necessidades vitais. Em algumas cidades, permitem circular os carros (com pessoas) com finais das placas consoante aos dias, noutras mais modernas já se identifica pessoas pelo celular, reconhecimento facial (aeroportos) e outros barcoding. Não é maduro, não terá sucesso, apontar erros em tudo, quando a natureza de certas coisas é como dito, inevitável. Neste caso, o difícil é adequar o próprio povo ou vice versa aos protocolos mais básicos, como jogar lixo dentro do lixo, a usar máscaras em diminuição de dispersão do covid-19. Atualmente, atos como estes devem ocorrer com o espírito de certa obrigatoriedade, incluindo-se saber "dar" seta, preferências e atenções ao conduzir automotores. Não é fácil não! Siga a Marinha!
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VEJA BEM ÓH SEBÁ

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Tem que se pesar a punição retroativa de algumas gerações para trás e outras para frente dos piores malfeitores. Há corruptos na história do Brasil que consta em seu poderio próprio ou seio familiar cerca de 15 fazendas na Bahia, nas cabeças da Mata Atlântica e outros bens no litoral, nas barbas dos falsos profetas televisionados. Há nomenclaturas e sobrenomes que lesaram horrivelmente o país e o povo, que ainda gozam, e não podem! Quando digo que espero algo forte e realmente impactante, algo majestoso, um marco de uma nova era, é alguém ou alguma fórmula capaz de usar as melhores bases exemplares dos sistemas e fazer a reforma agrária, criar alternativas de produção inteligente e ECO lógica, progredir equilibradamente no meio ambiente, até recuperá-lo ao máximo natural. Penso em como seria desativar represas hídricas, sendo substituídas por eólicas e solares com fim energético, quantas espécies de peixes, e o solo super fértil só nesse pensamento de paisagem. Porém o que nota-se no governo vigente é talvez um canal muito mal sintonizado, sem grande estímulo de confiança, qualidade, sincronia, organização, aparência e realizações, exceto na necessidade de proteção ou aumento de território pois as armas são desde sempre proteções. Imagina se a Venezuela pegasse fogo mesmo agora, que bandeira fincaria ali, oh pá? Assim, o fera, o "fóda", o máximo, o cara, ou a coroa, o líder, o faixa, o frente, o(a) luz, tem que ser bom, ou não valerá de muito, de nada. 
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CO RIO

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Sobre esses muros temporários, ao lado dos “murunduns” que se desbarrancam com enxurradas dos altos do sinimbus, que se escorrem até o Meia Pataca conseguinte foz no Pomba, essa veia tobogã cheia de culpas e poucos orgulhosos, em todas as linhas, de rodagens e passadiços, fora há três décadas passadas até pista de adrenalinas da Independência e Fundação da Cidade, digo sobre essa ave, nem tão rica, nem tão miserável, misturada de terrenos baldios e boas, neutras e más gentes entocadas, bem como as soltas com o mesmo peso, quem diria que quem andava roto a pedir goles e tragos com um pífaro de pássaro nas noites da outra veia, estaria escutando as tamancas sendo trocadas, expectante de indignações dos que agem e os que deliram nos palcos das brisas que não sopram, é que eu fui e voltei tantas vezes dessa atmosfera que hoje sinto-me longe também, por ter estado tão vivamente dentro dessa mesma língua, os sons das pedras são quais as das roldanas horizontais trilhadas em histórias das histórias dos trens de ferro, da luz, do ouro, dos destacáveis, isto é de gentes com essência realmente boa, gente boa, cheios de terras de cor da sua própria matriz, tudo isso é tão forte, a quantia dos valores das árvores, suas novas gerações a exemplo do que salva com criações, que se descobrem “pedreiras de energia” que refletem o espelho de um rei (reino/reinado)

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terça-feira, 30 de junho de 2020

O MUNDO CÃO DE RANS, O ZINZA

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Hoje, eu vi um homem com uma barra de ferro na mão ameaçando outro homem em cobrança de dívidas. Hoje, eu vi servidores públicos "cuspindo na cidade", bufando para atender o povo, zombando dos benfeitores, planejando atrasos e confusões. Hoje, eu vi os humildes catando os restos dos gastos dos medianos, tomando lufadas de álcool nos portões dos granfinos, amassando paquetes no braço, vendendo papéis usados. Hoje, eu vi as florestas frias sem a educação das crianças, os rios fétidos de fezes e plásticos, sem vidas. Hoje, eu vi as ruas minadas com mijos e vômitos dos bêbados, dos mendigos, e as bostas dos cachorros dos lesivos. Hoje, eu vi as mortes por vírus, por tiros, por capitalismo, por roubos, por loucos, governos perdidos, na tela. Hoje, vi as bombas das tempestades dos ciclones da Antártida, os buracos nas esferas federais, os caricatos executivos, legislativos, judiciários, os mentirosos, as máscaras das bestas, as lufadas apocalípticas. Hoje, eu vi parlamentares falando errado, escrevendo errado, fazendo errado, jogando pedras em guerrinhas políticas fúteis, sendo covardes, insignificantes, incapazes, inúteis, imprestáveis, intragáveis e mesquinhos. Eu vejo isso quase todos os dias. E hoje, eu vi a fé que tenho em Deus, que está sempre presente, que me move, me alavanca e é inabalável. 
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terça-feira, 23 de junho de 2020

SEUZICO

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A lenda dizia em tom de canto
Rimando como ecoa na lembrança dos que viram
A maneira de falar, estar, ser, está todos os dias
E auspiciosa véspera de noite de São João
Prova que reúnem-se os espíritos do folclore
Para celebrar o meio exato do ciclo e o eixo no horizonte
O universo como os mares de morros de Minas
Obras de artes que são como fogos das Pentecostes
Algo simplesmente belo e misterioso
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sábado, 20 de junho de 2020

O TRI

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Faça sempre o bem
Pois ele é invencível
Foi usado drone?
Tec inteligente existe!
Então quer dizer que 
Pode ser que uma cobra
Possa habitar um lócus
Vinda d'uma nave n'alto
E cair no covil dos demônios?
O orgulho apadroce
A sabedoria é luz
Os verdadeiros anjos
Enaltecem e findam
Jus
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terça-feira, 16 de junho de 2020

EXISTEM PODERES INVISÍVEIS

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A rede globo de televisão é uma empresa proporcionalmente imperial, no sentido de tamanho, e não devo perder tempo em discutir isso. Toda a sua estrutura, desde a fundação passando pelos tempos de participação do país a seus elementos vivos, in memória e físicos até uma única notícia que lhe desperta e lhe faz ver a realidade do mundo. Em verdade só o nome da empresa remete ao mundo, ao globo terrestre, e não poderei contar seus sons, cenas e outras emoções, pois são incontáveis as traduções desse poder. Agora pouco, por volta das 20:30 como de praxe, crescido nos calcanhares dos meus pais, assisti ao JN, onde os apresentadores listaram nomes de pessoas que estão na mira da Justiça, PF, MPF, e sobre um deles já havia visto vídeos e me alertado para tamanha forma possessiva de expressão. O que vivemos hoje em dia, sem grandes rodeios místicos, é quase mesmo uma guerra invisível ou de certo modo visível entre o bem e o mal. Há quem pense que os itens do progresso que usamos seja um sinal de evolução, que os tempos modernos estavam estáveis, até a virada do milênio, mas o que vemos na realidade hoje - início ainda do novo milênio - é a faceta explícita do bem e do mal em ação. Um dos citados e mostrado na TV, chamado Marcelo Frazão, é um indivíduo (um ser humano existente) extremamente perigoso, louco e possesso. Nota-se os vídeos, a quem tiver curiosidade de pesquisar nas redes de entretenimento “(Dr. Marcelo Frazão). O indivíduo esbraveja uma raiva típica de um cão enfermo, típico de um “demônio” em muitos dos seus vídeos. Faz coisas bizarras, pede dinheiro para angariar a compra de um ar condicionado e uma câmera, xinga todo tipo de nome chulo, invoca legiões, pragueja contra outras religiões diferentes do cristianismo, se intitula cientista político doutor e gestor de empresas mas inverte fatos históricos e conceitos dos mais básicos, pragueja o PAPA, comunistas, socialistas e outras filosofias, não sabe rezar o pai nosso e leva o nome de Jesus em vão. Em outros tempos seria pego pela inquisição (justamente). Este mesmo indivíduo fanático é um adepto dos “Bolsonaros”, destes que participam das manifestações mais bizarras no Distrito Federal. Reforço o convite para os leitores verem 3 vídeos aleatoriamente deste indivíduo, que seja 10 minutos apenas de cada vídeo, para entender minha classificação. Sinto que quando vemos as ações e as reações acontecendo assim no “show da vida”, ou nas voltas que o Mundo dá, é a história da humanidade sendo atualizada, pois estamos às portas de uma grande batalha. Sinto pesar por saber que conhecidos e próximos – não iguais ao Marcelo Frazão – mas de mesma bandeira ou exército às vezes demonstrar equanimidades dignas de combate. Então temos que estar cada vez mais atentos às pessoas capazes de fazer o mal, para sermos cada vez mais capazes de vencê-los.
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RIO E LÁGRIMAS

Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...