domingo, 26 de fevereiro de 2023
PARA O DIA DE HOJE
(...) Um sinal de que o progresso é certo, é quando existe e agem bem as originalidades. É como a base dos trampolins.
TRIUNFO
Sobre a única ou talvez última coisa que atua como ímã
Não com dolores, mas é árduo o peso dos anciãos
E animador o vigor dos que crescendo tomam as suas posições
Devendo fazer sentido lido e imaginado pelos vividos
De natural comportamento ao toque d'alma vigente
Acessível a todos que acreditam na máquina do corpo
No que produz de bem feito frente aos degredos da história
Nessa nossa terra de maravilhas extensivas e beldades
Um berço que mostra às gentes um horizonte novo
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
MAXIMUM
Em meio às luzes e aos portais
Dos espelhos e vidros refletores
Em meio aos números correntes
Que contam, medem e cravam
Em meio às artes de uma nata simples
De traçados, preenchimentos e letras
Em meio à lupa do salão que salva
Onde o macro revela os detalhes do ofício
terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
À NOVA QUEEN
Também toco vários instrumentos e pinto
Também falo pouco às vezes muito empolgo em grito
E nos momentos certos chego falando ao pé do ouvido
Assim em quem se parece comigo, sem arriscar tudo
Como sendo iguais e isso seria um reino inteiro bendito
Porque todo mundo é um mundo diferente nessa miscelânea
Ao mesmo tempo iguala tudo pois mortalmente desaparece
Pois todo mundo morre um dia e finda a trajetória
Mas enquanto estamos vivos sentimos
Cada um à sua moda, e sabido que você, coroada, faz-me um tanto vivo
De gozos sorrindo ao pensar que no futuro que alerta os buracos dali
Hey, Queen! Eu dedico e digo escrito, isso aos tragos e trotes
Como os poetas de Ouro Preto, extremos, dançam aos saltos
Gostaria imenso de estar contigo, hei de estar nessa fundação
Nós a sós da letra ao sangue, ao suor de todo dia
A CORAGEM DA REFORMA AGRÁRIA
Inclusive os condenados e seus baús manchados
É inadmissível pessoas que lesam a Pátria possuírem valores da Pátria
E é uma honra orientar quem ama por genuíno dever leal
Todos que com posses têm poderios sobre o solo
Seja para culturas mil enquanto os raros distribuem lucros
Que ordenem as peças nesses tabuleiros férteis
Áreas e terrenos, das profundidades aos cumes aos veios e galerias
Há quem olha para o mapa mundi enxergando a ventania dos ares
Nesses históricos de produções humanas aos dedos e aos abates
Com alimentos que estratificam os status do momento
E produtos com peças que acabam pairando nas praias e entranhas
Essas construções nos morros que escorrem quando o céu chora
Mostra a força atrofiada das regências que espirra no presente
É oportuno como os leões de Pombal a mexer feridas no necessário Paço
Onde há terrenos e áreas e porções de terra tão propícios
Nesse mapa brasilis rico de bocas que engolem o sol para energias
Para o que deverão ser bases já ditas com exemplo de controle e domínio
Ordenamentos e manejos do território que faz parte do todo
Passa por uma escala de três análises, ou degraus de prima
Primeiro se o que existe resiste de forma finita neutra, contribui
Segundo, se repara quando suporta isto é, evolui
E por fim ainda que abale, impacta, seleciona e ativa o extinto
É um estalo a realidade das modificações e uma gana forte fazer parte
Dedicaria uma ciência contínua que renderia lançamentos mensais
Recepções e frutificações paralelas às vilas planas planejadas
Pois o manual teria sucesso em mover (êxodo) pessoas dos morros para as planícies
Você que votou em líderes acredita que eles podem fazer isso?
Conseguiria fundar vilas com cinturões arbóreos!
Conseguiria?!
Conseguiria educar os nascidos dessas vilas
Igualmente os nascidos nas cidades de famas antigas
Essas plavaras não são utopias já que todo sobrevivente porta esperança
Quando você acredita possibilita que as montanhas sejam mais verdes
E o povo (abarrotado de demandas) viva em um novo plano
Quem olha de fora pro Brasil no Mundo, olha o mapa
Depois o mapa é um tabuleiro onde correm os dados
E os dados que rolam quando pararem marcarão
Se o país é um flash de entretenimentos bisonhos e atrasados
Ou de fato um gigante contagiante que conduz o novo
sábado, 18 de fevereiro de 2023
MESTRES
Mira que além-mar também se fala, expressos
Essa língua oriunda dos Patrícios, Lusa fonia
Logo absorveriam contínuos estudantes
Infantos, juvenis, jovens, adultos e calejados, todos
Essa maestria de ofício mais que sonho, consequência
Num locus cheio de tudo, falta um naco da Dama
E a massa que borbulha os marcos caducados
Há estilos de comportamentos todos na balança
Que comparo o voo das garças com o dos corvos, nessa bio diversa
Querendo a beira de qualquer rio limpo ao banho, a lembrar d'Iara
Mas a fé que anima é aquela que transforma e prova
Que de tempo em tempo as potências despertam
Enquanto que alguns atropelam outros focam
O sinal a qual se progride ao atentar para quem cria
Esse pensamento brota de um rito antigo
Que compondo persevera esperança e compaixão, e contempla
O céu que mostra onde finca a bandeira e a fundação
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
ASSINO
Dom
Que almeja ventre e crias, pois família funda
Calma e atitude, ambas, mas também bravura
Sano, só que queimando em dor apenas as costas
Porte de quem sofre, sobrevive e continua pleno
Gosto pelas originalidades de gravadas Tradições
Mesmo que não sejam virgens as matas, assumem lindas
Absorvendo os elementos das paisagens escritas ao punho
Nos traspassos de todo dia, como Jó, em alerta e pronto
Com manifestos alimentados com a coragem dos sabidos
Explicando as entrelinhas com beleza e bondade aos mares
Sem querer só gozo, pois a morte vem e leva, por isso
cria!
Mas querendo a vida em companhia nesses saltos busca
Tudo ou toda dinâmica, pois o tabuleiro é potentíssimo
Eis que assim mostra fundamental as partes da história
Ainda que nem façam ideia ou saibam pós-além ou agora
Ou então os que pensam e agem nesse tempo real creem
Que o desejo de um só pingo disto move chuvas leves dadas
Para reforçar a energia dessa Era de Aquárius turbulenta
Enquanto assina a salvaguarda dos terrenos do Mundo
Isso só poderia ser Mundus Partum! Solo, cheio e amplo!
Ora! Ave e Viva! Pois perpétua é a sina da paz e do amor
Viva! Ave! Dom
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023
DA ORDEM DA CAVALARIA
Mesmo depois de algum
tempo em rodagens
Isso agora serve para toda
sela que se faz andante
Pra dizer que chego muito
além carregando comigo
Uma quantidade de
esperança genuína, energética e sana
Uma controvérsia pouco
usada dessa forma, mas aos medalhões muito
Aos pensantes que dedicam
certo tempo às obras e leituras buenas
Mas é que em Cataguases a
pavimentação oscila horrorosa, ainda assim a amo
Não por força, mas
delirantemente quando conhecedor e reconhecido
Dum terreno dirigido com a
marca do destino, fardo nobre realístico
Em cenários replicados de
formas similares às bases das guerras
Pós-terremotos, só que com
buracos diários que trepida o silêncio sentido
E também de nascimentos,
sejam ideias, sejam rebentos fortes
Reza o livro (do título)
que apontar apenas é um vício do ócio e da apatia
Pois o que deve ser feito
tem que ser feito, pois não seria cavaleiro
Andante sobre minas e
unhas apaixonado por gente boa, corpo e alma
Daqui, de além-mar, de
trás-de-todos-os-montes e de quem quiser
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023
A MULINHA DE CÁ
Certa vez
conheci uma burrinha
Eu queria muito unir-me à ela
Ela não queria que a montasse
Eu não queria só montá-la, mas amá-la
Pois eu tinha estrada, sela, casa, espada...
Tinha vida, tinha línguas, tinha brasa
Mas a burrinha escolheu o hipopótamo
Eram copos e perfumes o que ela buscava
Isso ocorreu no Douro-Minho, Porto-Braga
Depois disso conheci quem me queria
Eu queria o tempo todo construir, eu criava
A procriação a assustava, e ela não mais quis
Queria ela o que
já tinha, comigo mesmo nada
Ela vinha de uma
sorte litorânea babilônica
Desperdiçava abundância sem pensar nos cactos
Hoje em dia conheço uma mulinha
Ela é muito bonitinha e habita o meu sono
Sonho ou sonhava, mas a mulinha é amarrada
A quem a usa para carregar malas e adrenalinas
Eis que ela fica com uma pedra na cabeça
Que só foge, não salva, não escala, não brada
Eu só queria que a mulinha soubesse
Que debaixo da escada há um olho antigo
Um coração de um cara com muitos nomes
E que é tempo de soltar dessas amarras que pesam
E ganhar coração, sela, estrada, casa, espada...
terça-feira, 7 de fevereiro de 2023
PARA A SÍRIA E A TURQUIA
Que quando pira avança
Pira em paz e confiante
Pousa em boas companhias
Com coragem que demonstram
Fontes d'antes, durante e depois
Em qualquer ingresso ou união
Dessa malta pública mundana
Que publica com vontade a ousadia
Que são filhos e filhas d'arts zens
Têm alma que impacta e cria
Chora abalos e tremores longes
E alertas aos maremotos e vulcões
Porque essa malta bela assume
Um propósito magnífico e forte
Desde as pontas hemisféricas
À firmeza do amor na reconstrução
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023
CRU
*
Fiquei pensando na carne alaranjada do salmão fresco
E no arroz enrolado em algas, molhado no sal, aos goles
Depois que conquistasse uma cabeça criadora e sorridente
Que todo dia sobe e desce com seu “Johnson” frenético
Leal à pedra ou ao
Pedro fundamental da sua vida invisível
Talvez esteja longe do que quero, ainda que pareça perto
Eu busco porque quero companhia que embarque nessa nave
Enquanto pronto espero adentrar a Mata Atlântica para ganhar o Mundo
Eu tomaria banho gelado no verão, facilmente em cachoeiras
E no inverno esquentaria o corpo junto ao corpo com vigor
Eu abriria as portas de um castelo cheio de leões potentes
Que não nos comem, pois temos símbolos que nos protegem
Eu adentrava pelas salas, quartos e quintais de águas limpas
Mas sigo numa mesa vendo e ouvindo o progresso e as
perturbações
As desordens e ordens ficam só pra mim, e aguento pois, é
assim
Já que nem flores, nem desenhos, nem prontidões convencem
Para parecer menos afoito e ao mesmo tempo sedento de
bondade
De um monte de coisas que não daria tempo de um café triplo com bolo
Mas, entendo, pois eu sei que os faróis acendem e apagam,
sempre
E sei que um dia na estrada que se faz à frente ao meu lado estará meu bem
*
sábado, 4 de fevereiro de 2023
ADORNOS
Pesa, esse calor radiante, o sol
Protegido pelo lar dominante leal
Desafios de idades e formas pensantes
Saiba, que em todo sistema reza
Logo quando começam os textos
E a todo instante quando crente
Nas setas e suas conduções interpretativas
Para que se apoiem nas bases d'antes
O que se inicia de uma boa continuidade
São essas brisas que sopram os vales
Para as matriarcas que pulem suas crias
Assim é que se funda um pensamento
Destrinchando o intelecto com coragem
Cumprindo, forte e simplesmente
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
O QUE É RAIZ
O fardo hereditário dos seguintes
Os dias passados e sentidos hoje
Os acontecimentos predestinados
As maresias vindas de praias lindas
Até vales que abrigam forças enérgicas
As calibrações dos eixos do corpo
A manutenção do espírito com luz
A dificuldade da vida vasta ser única
E um amanhã onde nasce a cada pulso
A chance de fixar na história a novidade
A boa nova dinastia, sistemática e guia
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023
SORTE TEM QUEM TE TEM TODO DIA
Esse é o velho Dom KissHot
Beijo quente da tribo do abraço
Ele ama mais que todos, dizem
Porque ama muito e o bem
Ama tanto que até sozinho
Ama floras, ama mudas e sonoras
Toda parte que faz belas criações
E tudo que ama não fica à mercê
Pois acopla e conjuga, voa e mergulha
Porque ele ama estáticas e ações
Dom KissHot, ora dorme ora acorda
Sempre luta e ama, ao mesmo tempo
Anda ao passo que constrói e sonha
Viver estações genuínas e aventuras
Com a certeza do amor de quem lhe ama
TAMBÉM
Esse
Beijo
Ama &
Ama &
Ama
Toda parte
De tudo
Que une
Porque cria
Dom KissHot
Sempre
Luta, anda, ama
E sonha viver
Com certeza
De que amam
*
segunda-feira, 30 de janeiro de 2023
ESSE É O PUNHO DA OBRA
A Amazônia é imensa e variada
Ainda existem nativos genuínos
Sua totalidade é difícil de controlar
Porém fácil de maltratar e explorar
Ela está sendo devastada e assassinada
Calma? Não é hora de atiçar as Armadas?!
Que bem podem esmagar os inimigos da Amazônia!?
Saca! As Forças Armadas, agora!
Calma! Essas flechas são fortes!
Para todas as forças com seus poderios
Combatentes de todas as frentes
Não somente com armas, mas com cucas
Os poderes, acadêmicos, cientistas...
Eu bradava aos ecos em seus ouvidos:
Protejam a Amazônia por amor à Pátria!
sábado, 28 de janeiro de 2023
IMP.
Essas impressões do mundo moderno
Expressam muito em toda parte do globo
O que belo existe e o que horrendo também
Tampado até o talo de excessos, selos e prazeres
Aos montes dispersos e bem próximos ao toque
Tamanho tabuleiro bom, cheio de peças e respirações
Com itens incontáveis, sem contar os invisíveis
E histórias exemplares de avanços e retrocessos, inevitáveis
E processos que só começam a funcionar já!
Quando as fundações formarem os condutores do Imp.
Sebá
sexta-feira, 27 de janeiro de 2023
ENSINA!
Antes de arquitetada
Significa mudança
E as mudanças
Precisam ser sabidas
Tantas sentidas
Mas dormentes
Gostem ou não
Por isso, as Reformas
Quando queridas
Pelos que manobram
Precisam ser ensinadas
E renovadas como reinícios
Como a real esperança do povo
Para toda Reforma, Educação!
Reforma tributária
Educação tributária
E suas ramificações
Assim por diante, aplica
Toda reforma só se apoia
Quando a pena, a rosa e espada
Tece, aflora e firma
Na boa educação!
Pois sabida, perpetua
Vencendo utopias
Por gerações
Isso faz o mundo
Pagar tributos
Às batidas
Do coração
O “CAVALO” AMBIENTAL NO BRASIL
Treino do Histórico sobre as Rédeas
Brasil Colônia Abundante: Preocupação
pouca da Coroa com os recursos naturais aflorando (madeira, minerais, metais,
açúcar, café, chá...)
Dom Pedro II preocupava-se
com as questões ambientais: Florestas, reservatórios, agricultura, expedições e
antropologia.
1920 - Pres.
Epitácio Pessoa – Código Florestal (anteprojeto)
1934 -
Decreto do Código Florestal 23.793. Código das Águas e Código da Caça: Área
Reservada: Parques Naturais, Florestas “das três esferas” e Florestas
Protetoras)
1937 /1938 / 1939 - Primeiros Parques Itatiaia, Iguaçu e Serra dos Órgãos
1964 - IBDF
(Instituto Brasileiro Desenvolvimento Florestal) Posterior IBAMA (1988/1989)
1965 -
Código Florestal = Reserva Legal (25%)
1967 - Lei
de Proteção à fauna (Estatuto da Terra) – Pesca, Mineração
1972 -
Conferência ONU Meio Ambiente /Estocolmo (Suécia) – Crescimento populacional e
alarmes de desequilíbrio sócio ambiental
1973 - SEMA
(Sec. Especial de Meio Ambiente)
1981 -
SISNAMA (Sistema Nacional Meio Ambiente) – PNMA (Política Nacional Meio
Ambiente) Lei nº 6.938 > Conama > MMA
1986 -
Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores)
1988 - Constituição:
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso
comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder
Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes
e futuras gerações”
1992 - ECO
RIO ONU
1997 - Política
Nacional Recursos Hídricos. Lei 9.433
1998 - Lei
de Crimes Ambientais 9.605
2000 - SNUC (Sistema
Nacional Unidades Conservação) Lei 9.985
2012 - Novo Código
Florestal Lei 12.651
quinta-feira, 26 de janeiro de 2023
ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO!
Os modelos, exemplos, sucessos estão aqui mesmo dentro do País, e há excelentes condutas de manejo privado e público. Logo, o que tende haver são adaptações, conjugações e valorizações sobre o território em todos os biomas e domínios, e seus elementos, o que em suma contribui com o equilíbrio terrestre. Os efeitos das lesas de décadas passadas refletem-se hoje tal como os efeitos dos reparos refletirão amanhã. Essa máxima é um padrão lógico básico, uma lei universal. E o ser humano, pode muito bem acelerar os processos com auxílio propriamente do que criou até aqui. Ainda que possa atrasar ou dificultar a sua evolução quando com o que criou, degrada e desertifica. Mas, o Brasil é o país do futuro! Acorde Gigante! O Brasil é um palco natural que orgulha quem no mapa mundi procura conduções de uma terra majestosa e seu povo, esse que dizemos Nação Briosa, que mostra seus recortes e faz imaginar seus interiores. Consta sua costa longa pelo Atlântico sul, até as profundezas cheias de tudo que se molda e fazem valer. Na superfície, originalidades mixadas com as reproduções, o capaz humano e profissional com suas vestimentas e posições, com parte das riquezas incontáveis que o Brasil tem. E tem o Brasil ainda povos indígenas originários, como os yanomamis entre outros, aos poucos, muitos elementos seus “perdidos, sofrendo em sua própria terra”. Depois que o mundo os invadiu, algumas tribos sobreviveram. Depois vieram governos e governantes, histórias, onde o capítulo atual impacta a lá Somália, tudo na conta da definição de poderes entregues (votados) aos maus e incompetentes e que não impedidos podem tocar o terror. O Brasil tem um naco grande do paraíso e tem que ser modelo mundial primeiro, conduzindo curas (formações e proteções) da humanidade e a calibragem (gestão e equilíbrio) do Meio Ambiente. Assim, firmará tamanha e crucial importância do seu poderio natural mundial. Aos gestores de Meio Ambiente, vale muito bem conferir (ler, estudar e interagir) o/com livro a seguir: “Gestão de Unidades de Conservação: Compartilhando uma experiência de capacitação” - WWF-Brasil e IPÊ Brasília, 2012.
Hist/Font.: PDF disposto na internet como material de disciplinas da USP.
. . .
“Na estrada... Ainda chegarei lá!
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
THE STONE SERPENT TRAIL
Reza a lenda que do alto a águia via, era a Harpia!
A que vivia até as que ainda reproduzirão protegidas
Sabia da serpente que no rio descia em poças
Pós-largadas de águas acumuladas da murada
E subia em cerca de 4km em conquistas humanas
Através até da VR+AR and meta and more, ôh oklin!
Pois! Que trekking massa é esse que o Eco mostra?
Sendo essa uma placa já apta, adepta e fera, pois não?
Mostra ainda painéis que suportam cadeias alimentares básicas
Óh, os totens, podem ser vários totens sendo marcações de informação
Pras gentes, toda gente que ali chega na pegada e sente à sua maneira
Com instrumentos de interpretação para os nossos bons, pequenotes e velhotes
Na ponta da língua, no tato e em campo, um guia de ação com dinâmicas natas
Tudo alcançável! Eis o coração. Essa é a mata! Com flora e fauna e mais
Essa é a mata que num zoom do satélite passa coçando os drones
Dia após dia eu faria uma composição do que seria a vida em ofício aí, bem ali tudo além
Traçando mapas e conexões, recepções e continuidades, pisando, pois convoca!
Ora! Por agora essas são as fartas águas que marcam onde passa a trilha larga
Daí, as torres que são pois as bases, apoiarão aventureiros que se situam, vêm e vão
Encantar-se-ão com os exlíbris naturais e propagarão, e virão como pássaros que migram
Em construção... ... ... ...
segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
OBRAS NA FRANCISCO ROSSI
Chuva, que chora glórias em ventanias
Súbitos estouros claros de pulsos relâmpagos
Quem filma ao passo que move e congela a energia
Clama, por tão esperada harmonia desses pós-colapsos
Rima como quem ama fácil, instiga e galopa com razão e calma
Tanta, tamanha, mística e humana, boa, certa, apta a compreensão
Temperada primavera que nascida virá um dia com abundância de crias
Vidas, tão diversa do alto das montanhas aos fundos dos mares, hasta cidade entupida
ONDE PASSA O PROGRESSO!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
CAPÍTULO CRUCIAL DE UM SONHO DE ÁRIES
Há tempos galgo atuar na área. Há tempos estou embrenhado na área. De um jeito ou de outro, voo, navego, mergulho, salto, colho e enterro, há tempos, coisas da área em muitas áreas. Diante de tanta explicitude dos tempos atuais, sem contar com a barba, as calças largas depois dos pesadelos do coração, o andar próprio de quem caminha e o olhar em tudo que posso, o que posso mui bem, ainda é continuar a escrever depois de absorver. Ler, contar, teclar e ouvir histórias de todos que conecto, dia após dia, até o dia que entrarei na mata mãe, o berço e o seio de uma Cia. Algo romântico próprio meu, mas por ler e escrever, repasso. Eu já jurei em outras cartas e se jurar muito talvez duvidem, então estou seguro, com essas luzes que me regem e continuarão. Logo o meu despertar, quando tocar o alarme, deverei manter, gerir, organizar, formar, criar, proteger, pesquisar e integrar essa força da natura (área) que ilumina, capta, transforma e expande.
Nas últimas páginas do capítulo “Desafios
da Modernidade” do Livro “90 Anos de Modernidade da CFLCL” de 1995 - (atual –
Energisa), os editores imprimem 2 páginas sobre o Desenvolvimento Sustentável.
Com gosto, transcrevo trechos em que o então Deputado Federal O. Junqueira B. em
discurso proferido a 1º de Julho de 1963, na C.d.D. no DF, parlando sobre a
importância do solo, e entendo que lá naquela cabeça iluminada e poderosa, o
que ele dizia era sobre essa base máxima da Terra, onde crescem, sustentam-se e
se fundam (produzem), tanto sobre o solo. O solo é onde a nossa sola beija todo
dia o progresso e onde toda dia dá-se a evolução, sem ver. Cito pág. 97: “Para a conservação do solo é que o governo
deveria dedicar toda a sua atenção, obrigar, compelir os proprietários das
terras, quer de minifúndios – enquanto não desapareçam – quer das unidades familiares; ou propriedades médias; quer de
latifúndios particulares ou do Estado; a todos, sem exceção, cumpre o grande
dever de preservar o solo, a fim de que o Brasil consiga os milagres alcançados
nos Estados Unidos.” OJB >>> (Exemplos de Bennett – 1937).
A exemplo da América do Norte,
existem outros continentes e países que praticam receitas de manejo,
valorização e importância desse gran solo, onde tudo cresce e funda, até finda.
É preciso ser massivo dizer que existem modelos de sucesso tanto de resguardo
das originalidades quanto de transformação das produções, pois é sobre o solo
que correm as águas e de certo, é sobre ele que incide o sol, e sobre ele
sopram os ventos, e isso tudo é que gera agilidade, movimento, luz, comida, etc.
E isto é como uma ponte do passado “avisado”, com um trampolim para o presente
à mão no futuro. Segue, outro transcrito do livro em questão sobre o tema, dos
sonhos e das realizações de quem vive. Cito Pág. 97/98: “Ainda não era desta
vez que tal consciência se espalharia pelo país. Mas na sua Minas Gerais, é
inegável que essa mentalidade já estivesse em prática na CFLCL. Desde a
inauguração da Usina Maurício – atual museu “vivo” da eletricidade – e,
posteriormente, da Coronel Domiciano (1924), a empresa contava com áreas de
reserva florestal, no entorno dessas unidades, para proteção da flora e da
fauna da região. É famosa a variedade de espécies nativas e de aves, como os
canarinhos cabeça-de-fogo, nas áreas arborizadas próximas à Usina do Glória.
(...)”
E é assim que pretendo atuar na
área, seja em qualquer lugar do Mundo, com os sonhos, com as solas e as mãos,
com a cabeça e o coração, literalmente como um “leão”.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
SOBRE OS VINDOS DAS PLATAFORMAS
Todas as pessoas são capazes de fazer muitas coisas. Pessoas mesmo, vivas. Crianças, adultos, deficientes, até os “malucos” são capazes de fazer coisas. Os capazes, o peso, a importância, as consequências das coisas das feitorias são variantes, logicamente, pelas limitações, agilidades, avanços, e toda gama de dons que cada pessoa viva tem. Os mortos já fizeram. Alguns sabem outros não, sobre esse dom que cada um tem. Porém, existem pessoas capazes de fazer muitas coisas interessantes. Conheço um homem, aproximadamente 50 anos, forte, parrudo, muitas vezes sorridente e inteligente, que trabalha numa plataforma de petróleo na costa brasileira. Vem três meses sim, três meses não ao interior, e numa dessas vezes desembarcado ajudou a furar mais de 300 covas espaçadas em linhas sobre um monte. Esse monte fica acima de um rio, tem o topo tracejado em mapas antigos e edificações na barriga e sopé. Lá no topo uma grande estátua do Cristo Redentor, bem menor do que a do Rio. Esse Tio é um maçom dos DeMolay local, pois, sabido pela ordem que organiza à clara luz dos olhos, executa a milenar Tradição sob o céu azul e branco de Minas. Legal, né? Excelente! E nesse caso a história reza que os DeMolays executaram dentro de um triângulo pré-definido estas tais covas na terra, que ao fim ao cabo viria a ser um Gran Plantio, com nome e tudo. Rendeu reconhecimento. Fera! Esse homem, em campo liderava as entradas na terra e usando uma máquina “chienta”, pesada, tinha ao lado dele jovens aprendizes que o apoiavam naquilo que ali se fazia. Ao todo, todos faziam. E o que se fazia era o plantio de mais de 300 mudas de árvores variadas na garganta de um monte sobre o rio. Isso é uma prova, que as construções podem ser atos de vida. E nesses palcos de vida, visto de cima, dentro de bosques que ainda florescerão, é possível formar bons cidadãos. Essas feitorias são como extensões do Templo. Há muitos outros vindos das plataformas e o que eles fazem lá é ajudar crucialmente a girar a roda, lubrificando a máquina e ao mesmo tempo venerando a vida, o equilíbrio e o saber. E acompanhando as campanhas de revitalização dos poderes, ainda que peguem fogo, ainda que derrubem, ainda que edifiquem, ainda que invadam, ainda que sujem, ainda que desprezem... Existe.
terça-feira, 17 de janeiro de 2023
REFORÇO INABALÁVEL
Nem fico louco sempre
Às vezes fico fulo, justo
Quase todo mundo fica
Com as cabeças sonsas
E suas péssimas sentenças
Sobre as mazelas do povo
Pobres de espírito, ignorantes
Sem clichés felizes de carnaval
Enquanto a pele fere, o suor pinga
A cuca dos pensantes frita
E não entendem pífias, poucos
Aí, vão olhar para quem fala
Reparar a cor da pele misturada
O jeito que anda, as marcas
A forma como age, os jeitos
O som da voz e as colocações
Diante do fardo do Destino
Reclamarão de cheiros verdes
De textos cíclicos, da pontuação
Mas depois das badernas no DF
O que eu faria mesmo, de verdade
Se fosse decisivo, novo ou velho
Com um punho forte, seguríssimo
Nessas lesas de vários graus
À pátria, à cultura, à ordem, ao povo
Essas mazelas de todos os dias
Até esses que só assistem
Só sugam, lesam, sujam, quebram
Que inflamam, que apunhalam
Que desperdiçam, que goram
Esses fantasiados inconsequentes
Esses é que são loucos!
Pegaria um desses estádios do 7 a 1
E rebatizaria de "Estádio dos Infiéis"
Fortemente e em respeito aos bons
Trancava todos os adultos sem salários
Trabalhariam como os pedreiros
Como os garis, como os lavradores
Seus filhos e netos colheriam alguns frutos
Porque com essa força a luz limpa e constrói
Assusta as trevas, afasta inúteis
Talvez assim, com um poder novo
Impactante, realístico e agregador
Uma nova geração fiel e boa surja
Para amar e contribuir com o Brasil
Talvez um dia seja só escolher o executor
domingo, 15 de janeiro de 2023
AO ESTILO N. RODRIGUES 🇮🇹
O primeiro gol do Germán Cano
A dupla Canárias a todo vapor
André Leão do grande círculo
O Ganso nada de costas no meio de campo
Laterais raçúdos, treinados e dinâmicos
Os defesores são os que mais tocam na bola
Sem grandes sustos a defesa sai na classe
Ai, que treine bem a classe das saídas
Defende e ataca, a defesa
O time todo afinado, defende, toca e ataca
O arqueiro é bem veiaco, "garra" tudo!
Os suplentes entram e correspondem
Continuem, corram, acompanhem e ganhem!
Ouço uma cabeça a gritar:
Vamos! Vitória! Vitória! Vitória!
É o brabo, é o Diniz!
E a torcida sente a onda
Bem no topo da cabeça
Bem no meio do coração
É o Fluminense, o meu campeão
* * *
sábado, 14 de janeiro de 2023
... "OU MORTE"
Não é maldade fazer-se à frente
Não é maldade fazer-se altivo
Não é maldade fazer-se escrito
Não é maldade fazer-se em equipes
É um bem querer um ventre forte
É um bem querer a luz das matas
É um bem querer as obras buenas
É um bem querer limpeza d´alma e energia
sexta-feira, 13 de janeiro de 2023
CATAGUASES É TUDO
O que serve, serve para alavancar. No entanto, há, pois, maliciosos à solta. Desde há tempos remotos, é verdade, só que agora mais e muitos. Mas há benfeitores também. O que fazem? Fazem? Combatem, mas vencem a maldade? Em todas as esferas da sociedade, atualmente, nesse calendário que só cresce, aumentam as desordens e desequilíbrios pelo mundo todo. Alguns países têm já equilíbrio, ainda que lesem o clima, pois produzem, gastam e descartam; ainda que encontram-se miseráveis e baderneiros pelas ruas. Algumas ruas – e elementos – desses países, inclusive, são tão ruins como as de países caóticos como o Brasil. Vivo nos limites do Centro de uma cidade onde atualmente com as chuvas desreguladas das alterações climáticas somadas às desordens do crescimento populacional, a mal educação e as carentes conduções da máquina pública, as águas dos rios invadiram trazendo o caos. A cidade é Cataguases. Tem uma boa fama passada, aliás, boa também a gente boa, mas más pessoas, como dito, pelo mundo afora haver. Atualmente, essa zona da Cidade, orelha da Central tombada, velha como quase a idade do município, poderia ser chamada de Cata – Caos. E antes que a crítica encontre alguma linha desumana, pensando que por estar no Centro não estou pensando nos degraus e depressões dessa pirâmide, é importante dizer que essas mesmas águas das chuvas, as cheias, invadiram ruas e casas e desalojaram pessoas nos apêndices, bairros e paralelos “arquitetônicos” às beiras dos rios que aqui passam. Então Cata – Caos é tudo que fica depois da subida e descida das águas. Antes, ainda que capenga, é um pré Cata – Caos, por outros quesitos que não só as águas, incluindo as águas, os sólidos, os bichos, o chão, as árvores... Tudo é Cataguases. Então, a gente descobre enquanto está vivendo o caos muito daquilo que já sabíamos, e até podemos prever o ano que vem. Dessa vez a enchente chegou no dia dos Santos Reis, e a próxima não sabemos em que mês. O que quero dizer é que as Cidades precisam se organizar. É preciso funcionar um Plano Diretor capaz, eficaz, elaborado, regido com alternativas de ações emergenciais, socorros, limpeza, manutenção, expansão, criação, lazer, rodagem, filtragem, distribuição, formação, equipamentos, regras, parcerias privadas entre capazes, pois não é simples conduzir uma máquina pública. Não é fácil. Que esse Plano Diretor reze dinâmicas exemplares de Cidades - Modelo, longe ou perto, que administre e angarie recursos públicos e privados bem “tesourados”, justos e com pertencimento, com amor, com coragem, com verdade e respeito. Ainda a meio texto, lembro-me que devo tomar remédio para matar vermes, porque andei por essas águas a empurrar lama, a levantar panos e abrigar ingratos. Vermes ingratos! E os vermes que falo estão nos restos em decomposição, em meio às bostas dos bichos soltos e domésticos, em meio aos miseráveis que se assemelham a zumbis revirando tambores junto com a água que subiu e trouxe de cima e de todos os lados a podridão da humanidade. Por isso, não posso esquecer-me de tomar o remédio para matar vermes. “Se essa rua fosse minha, eu mandava ladrilhar”. Porque depois que a enchente desceu a água continuou entupida. Depois de horas e horas, desceu, deixando catinga, chão torto, afundando junto com a margem, pois está no ângulo interno de dois rios, numa quina, onde moram e trabalham pessoas, onde passa o Progresso. Se essa rua fosse minha, eu fazia dela um cockpit e como um piloto decolava, lá do alto só pra verem - meus amores -, passando faixas onde liam que lá vem o rei. Mas, de viagem em viagem, com o pé no chão, limpo de espírito e a mente apurada, o corpo até espirra e tosse, é a vida, o rei que digo é um tanto desacreditado pela maioria, e não deverá ser absoluto, ainda, muito menos ditatorial, diante da possibilidade de o próprio povo, escolhe-lo como guia. Alguns poucos já o fizeram. Como eu. E como é difícil decolar com uma rua, aconselho que as gerências usem drones. Todas as gerências, no sentido de ordenamento do território, pois do alto se vê a água no horizonte, vê-se as manchas de peixes sob os espelhos d´água, vê-se grotões onde estão encravados diamantes. E é tão possível drones para as gerências, provando um presente futurista, que mesmo dentro de uma maloca na beira do rio, ou dentro de uma sede, base ou escritório, é possível comandar, organizar e manejar, como que com um mapa ou globo em mãos. Por fim, tenho que confessar que já quis (e ainda quero) produzir controladamente (monitorado) acerolas em Portugal (Centro-Sul). Já vi plantarem e colherem kiwi, entre outras frutas e plantas do Mundo todo. Quero, por causa da fonte de Vitamina C, suas propriedades para a população, novos produtos e a inserção de novas festas no calendário das colheitas e semeaduras do país. Isso me faz lembrar os laranjais, os pinhais, os olivais, e querer quiçá nessa vida ainda viver numa Quinta com pés de acerola, em paz, sem combater fogos, maldosos e cheias.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2023
AMANHÃ
Passou hoje aqui na loja
Um caminhante com meio rosto, só
Solicitante do que não tenho em mãos
Isso serve como fala antecipada
e explicação
Que os palhaços das folias, saltam e
rodopiam
Por saberem da boa nova que não sufocam
Pois são brincantes e reais; é a
Tradição
Mascaram-se de “demônios”, representando-os
Para alertar da má fé dos adultos e
governantes
Maturando a ingenuidade das crianças
E assim se abrem os caminhos para o bem
Que passa doando cantorias, rezas, o que
tem
E que passe amanhã e por anos seguintes,
além
Com suas bandeiras, aromas e sinais,
também
Avisa lá que já vem!
Já vem...
Amem
Um caminhante com meio rosto, só
Solicitante do que não tenho em mãos
Isso serve como fala antecipada e explicação
Que os palhaços das folias, saltam e rodopiam
Por saberem da boa nova que não sufocam
Pois são brincantes e reais; é a Tradição
Mascaram-se de “demônios”, representando-os
Para alertar da má fé dos adultos e governantes
Maturando a ingenuidade das crianças
E assim se abrem os caminhos para o bem
Que passa doando cantorias, rezas, o que tem
E que passe amanhã e por anos seguintes, além
Com suas bandeiras, aromas e sinais, também
Avisa lá que já vem!
Já vem...
Amem
terça-feira, 3 de janeiro de 2023
LEMBRA DO GUAPURUVÚ DO MEIA PATACA?
Sem firulas, para mim era
um ouro a céu aberto
Era verde vivo, forte, ia rumo ao céu
Podia ser sombra para nossos netos
Podia ter crescido abraçando torrões de terra ainda agora
Podia até ter caído dentro do riacho, pois árvores tombam, naturalmente
E não é porque “10” árvores caem que se retira todas as outras que estão de pé
A velha matemática para assoprar as antigas podas erradas, que pelavam sim, mas
não matavam tantas
É oportuno porque toda ação se justifica, só diferem as justificativas sobre
quem e como o faz, conduz
O tempo que leva crescerem robustas as árvores, agarram suas raízes a margem,
estima-se o sucesso da manutenção com manejo
E não se compara com o tempo instantâneo de remoção das árvores. Poxa!
Covardia. É aquele momento que se xinga, saca?!
Mataram árvores que contribuíam ainda que de forma ínfima com as mitigações de
prejuízos anteriores
Esse manual corriqueiro encontra-se em Universidades Federais, manter o natural
ou colá-lo
As varas da justiça, mira a cega que a balança enxerga, que crianças rodearam
muitas covas no solo para verem entrar mudas
Que depois de meia década viam-se expandindo e a orgulhar com suas copas os
participantes de várias logos, bandeiras e suores
Mas, lembra, que já fora perguntado se eram tudo robôs, os que tiraram?
Como querem ser chamados nessa crônica fácil, sem fakes, nem nada, como?
Contentam-se com os concursos públicos, misturam-se com pavões cheios de marras
erradas
Cheio de tiros nos pés, que nem se anda tamanha calça cheia e sabe de quem é a
culpa?
Primeiro da força das chuvas, das águas, da natura!
Passando onde antes não passava, o que é claro para mestres que enxergam e
escutam, monta um mapa do efeito dominó
Todo aterramento evita que o rio respire quando transborda, e se não transborda
onde naturalmente deveria, transborda na porta da sua casa
Segundo, a falta de respeito e depois um monte de malas sem alças inúteis na
máquina!
Saiba que as enxurradas carregam sem dó, seja nas grandes ou pequenas cidades
Sem dó são as penas naturais, e pode ser que venham mais, dado irreparáveis
passos do poder da ilusão, das posições de status e dos eleitos, nomeados e etc
O rio quando bate invade não só apêndices, centros e praças, invade a
estabilidade de viver tranquilo, bate e sentem dores os que sofrem com ele
Um monte de sujeira diária, um monte de asneira temporal, tudo saindo pela
culatra, ano após ano
Enfim, não é possível nem mastigar, tampouco alegrar, mas ficar puto, virar
fera mesmo!
Ainda tentarão sair ganhando, sou capaz de apostar, depois que as marés
passarem, passarão a usar máscaras. Ora, as nossas máscaras!
Nesse vai e vem das massas e abalos rezando para não comerem mais tocos ou
pepinos, que não morra gente boa, e que viva bem a boa gente
Depois que o barro é retornado para os riachos aos jatos, acreditam ser
eficientes com sapiência frágil e supérflua
Costumam fingir jogar junto nas vésperas dos pedidos de votos, a classe do DNA
que não me infecta, na espera de quem cura
E havia as receitas dos remédios às mãos, às letras, mesmo que incitado a
cuspido, não estava tão longe de ser solicitado
Pelo contrário, eu sigo, depois de ter tropeçado e entristecido por ver o medo
do seu sangue da natureza e a fraqueza do conjunto dos condutores públicos,
salvo os mergulhadores, escaladores, projetistas e suma os que ralam com ou sem
fotografias
Não é mais questão de metafórica dizer sobre a máquina, e coisa e tal, que o
país é assim, é assado, agora vai, vamos ver a próxima treta
Mas é de fato um tapa, pra ver que não se brinca, nem se esquece quem manda,
quando se trabalha e cumpre sem anseios por louros próprios ou invejas
E é bem notável a diferença de quem trabalha e ama, de quem coça sarna,
enchendo panças, zoando o belo, tirando onda de nata
Quer ajuda para ajudar o povo? Arregaça as mangas, destranca a cara e assume a
falta aplicada, ao ouvir dos limitados bobos de sempre, sobre o que fazem os
nobres simplesmente, diferenciados
Ordenamento do Território fazem, simples, os nobres, os negados, os que não
"passam", pois, não estão inertes
Ainda chegaremos nos degraus do Bela Vista, se ajeitem nas poltronas e os
dedinhos na telinha
Ainda irão ouvir falar do BNH, dos Demolays, do triangulo ao pé do Cristo Rei,
do IEF, dos homens vindos das plataformas, dos pins, do Templo e dos que
cresceram sabendo boa parte da verdade agindo em comunhão do bem feito, sem
egocentrismo
Aguardem, não percam tempo, removam a tempo as árvores que caírem e plantem
árvores! Plantem árvores!
Plantem árvores!
FIM DA TRÍADE DE PESSOA: A DESPEDIDA
Depois que nasci, nunca deixei de ser e por isso respondo aos cuidados de tudo que me mantém vivo... Essa escrita é uma tecelagem de leitura, então foco e mira para completar essa fase. As negativas existem, francamente, não tenho medo algum do que não possa acontecer. Depois de aventuras e bagagens, prezo sempre alguma chance nesses palcos que aguardam. Ajo para demonstrar a todo instante algo completo, que mantenha eixos em funcionamento, bendizendo, ora xingo, quando acho impossível converter a utopia. Estive como aluno, aprendiz e observante, na passada das graduações completas, juro que Pessoa pensou certa vez nisso, em fundar partidos e marcas com leais crentes e fundamentos replicados em empreitadas de fundações e aproveitamentos das potências do seu tempo. Ele com certeza pensou nisso. É utópico para ele porque se não acreditam nos teoremas de Fernando Pessoa, sequer associam sua vida, nem a sua morte, suas palavras, e o mais evidente, suas manias como dizer “prova”, acreditarão nas palavras de um mero caminhante ibérico? Sinais bem mais evidentes pelo Mundo, há! Óh se há! Parti de Casa no dia 10/03/18, havia chegado 3 meses antes. Pousei em Almada, em cia de um absinto açoriano, ia e vinha pelas pontes sobre o Tejo, marítimas e terrestres, ia aos montes, ao longe via barcos imensos e as fumaças da massa que consome a Terra... Vivi histórias impressionantes as quais lembram a de um homem que era perseguido pela cobrança de uma Casa, onde ingressou e manifestou todos os tempos vivenciados, cobram-lhe perguntas das respostas já dadas e moedas antigas, talvez isso é o que querem, a ver se despistam com “tics” das “coins”. Sorriam pra mim, meio que mais pra dentro do que pra fora, e velhos, como digo, papéis aos molhos e alta idade. Enfim. Não é que nego, mas penso e depois decido que essas são minhas últimas palavras sobre essa história de Pessoa com a Casa, os papéis, e a tagarelice dos “homens da cobra”. Pois essa robótica que não se toca, ou sentem-se empolgados com “&¨*#@” nenhuma, pelo contrário embirram desumanizados com razões que pagam (os sedentos por grana são chatos), no caso, a Casa, e seguem como que com "cabrestos" por rédeas do sistema cruel. Não é essa figura que figura, ora! É a essência da riqueza do clarão do intelecto, ideias e realizações! Ora!!! O que mais arde no lamento e na força, os futuros textos após a separação da Casa, virão salvaguardar suas garras sobre a cuca dos pensantes, defesas contra ataques de quem tem o espírito livre - e não há limitações para um espírito livre, em qualquer corpo torto ou treinado. E as fronteiras? As fronteiras é algo como uma prancha nos meus pés. Essa história que agora acaba, é a revolta da Casa (e tomara que o leitor saiba bem quem fala), com quem mais simples chega à frente, estudando o dia a dia da humanidade, pensadores, é verdade, e pecador tende buscar reparos, principalmente criações. É bom esse mergulho porque isso tudo estará registrado nas cartas vindouras com destino a quem saberá, saberá? Para alguns serão lidos como lamentos, para outros como glórias, reconhecimentos, turbidez, balanças calibradas e capengas, colocando tudo em sacos diferentes, grãos misturados. Há quem busca à luz da lupa, das entrelinhas e das viagens, quem é quem, ou quem é que foi e voltou, como Camões, não pagou um tostão para nascer e agora escreve, para pagar ou receber? Ainda que façam Extra! na manhã seguinte, estampem palavras aos quatro ventos, congelem os dados rolando no espaço, e até chamem as “autoridades”, acharão um imenso pedaço da realidade. Oscila essa carta. Como última e ressoa parte como um lamento, mil vezes, lamento o desligamento da Casa. Não morro por isso, mas fico apuradíssimo com os Fortes e Fortalezas se movendo contra qualquer impedimento ao encontro de quem quer que seja, nesse imenso Atlântico, de sal e floras, fronteira de países de um império novo. Outra jura que faço é que nessa ocasião serão outras expressões. Por fim, é sabido que antes do meu embarque (qualquer embarque), as cartas já partiram. Como esta. (...) Uma sensação maravilhosa é beber café do Brasil e andar como antigamente por Lisboa, exatamente como antigamente.
domingo, 1 de janeiro de 2023
LULA´23
*
Torço como o óleo tem sede pela engrenagem engasgada, para
contribuir na rodagem da máquina
Pátria, socorrista gigantesca da existência humana na Terra,
tu alcanças mares longe, e isso basta
Pensa, que o que se fazia e nem sabia, agora saiba! Que quem
lesa ou lesa por lesa, ou lesa por maldade
Nota que o que se fazia jorrava, desvirtuava e iludia, mas
alerta! Isso é uma máquina, dizer não basta, então faça!
Lembra, quando enchia um ouro negro as copas logo abaixo das
baías nas panças dos que babam?
Há quem viva a defender corais pétreos na foz do Rio Amazonas,
e os protetores sabem disso
E saca, porque a grana corrompe, ao mesmo tempo que apura
quem como óleo dessa máquina caduca, engloba
E luta para convencer pessoas que os bichos-folha não nascem
das árvores, se parecem... E luta à frente do Ensino
Leia essas nove frases depois das baladas, dos translados,
dos conselhos, com os direitos e deveres, tudo muito bem feito!
*
sábado, 31 de dezembro de 2022
PRÓSPERO ANO NOVO
Trecho do Livro > MATA MINEIRA: PASSADO E PRESENTE, de Márcio R.F. Alves (1993). “Quando o autor escreve sobre as dificuldades das alterações, impostas muitas vezes pelo movimento do núcleo do país frente ao Mundo, mas que de certo modo é possível adaptar-se e até evoluir: O fenômeno de capaz e poderio interno, do berço e independente”. Coment.:(TPN)*
Transcritos (págs. 69,70, 72)
2.2.1. SISTEMAS COMERCIAL E
FINANCEIRO
(...) Originando o
desenvolvimento regional do século XIX, a ampliação constante da base produtiva
e a geração, em volumes crescentes, de excedentes econômicos ampliaram a
importância desse fenômeno. Graças a uma limitação geográfica, o Estado de Minas
Gerais não possui costa marítima. Dessa forma, todo o comércio de exportação e
importação de bens da Mata Mineira realizava-se, desde sua ocupação, fora de
seus limites.
A Cidade do Rio de Janeiro, que
efetuava o câmbio da mata com o exterior, havia sido escolhida por motivos
múltiplos, principalmente econômicos. Dentre esses motivos, destacam-se
relativa proximidade, desenvolvimento de estradas carroçáveis e linhas férreas
entre as referidas regiões e a infraestrutura oferecida pela antiga capital do
Império (posteriormente Distrito Federal).
2.2.2.
(...) A solução conciliatória foi
a transferência da capital para um local neutro. Escolheu-se o Curral Del´Rey,
mais tarde Belo Horizonte. A construção de uma nova capital (regional) partiria,
pois, de uma situação em que toda a infraestrutura necessária deveria ser construída.
Apesar de aparente inviabilidade, o projeto foi levado a termo, e a capital
seria transferida para região central de Minas.
(...) Em Belo Horizonte, dever-se-iam construir todas as etapas necessárias para a urbanização adequada de uma capital; Juiz de Fora, ao contrário, demandaria apenas ampliações. Destarte (assim), o Estado de Minas Gerais endividou-se profundamente no decorrer dessa empreitada. Inclusive externamente. Os impostos estaduais foram prioritariamente canalizados para construção da capital. Por mais de duas décadas, as finanças estaduais ficaram comprometidas pelo alto grau de endividamento gerado por Belo Horizonte.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2022
PARA JUÍZES LIBERAIS
*
Diria dentre muitos temas bem concisos
Como que narrando a introdução com simplicidade
Desde salões iluminados ao som dos ritos
Capacitando o viajante
Aquietando os desejos
Dos lesos programados
Todos os dias morrem pessoas por causa do
álcool
Por causa do álcool pessoas ceifam os pés
da terra
Enquanto que a pena, folha naturalística,
é plena e apta
*
CARTA DE PESSOA PARA COUSTEAU
(Isto é uma ficção, mas não deixe o Cortella saber : )
Prezado,
Venho com muito afinco demonstrar minha motivação em fazer parte da sua equipe
executora de ações territoriais vigentes.
Por estar “antenado” às comunicações modernas e interativas, sabido dos seus
olhares sobre como tenho feito com outras oportunidades de conquistas além mar
e por toda lusofonia que basicamente lê.
Pois assim farei meu expresso:
As temáticas do ofício que visiona passam por análises importantíssimas sobre a
organização do território, qualquer e em toda parte do mapa. Isso é uma lição
de domínio que gostaria de participar, caso esteja presente, quiçá escrever
capítulos que renderiam livros... Ora, tenho que lhe confessar que me veio isso
de um pensador que ainda assim dito, de alguém que escreve, por aqui...
Os privados dotados de bens estruturais, intelectuais e monetários elevados,
quando bem utilizáveis no contexto de equilíbrio e manutenção do Meio Ambiente
e toda sua variedade de importâncias ecológicas, biológicas, formativas, ao
passo que assim evolui junto a quem ilumina. Prossigo:
São reconhecidos para além de serventes, mas modelos de condução estatal,
muitas vezes representada por fracas organizações e elementos, sem pulso, sem
coragem, melindres ou mesmo sem sabedoria.
No Brasil as RPPNs (sigla que define área privada protegida e conservada -
perpetuamente em título e maravilhosamente gerida quando "brilham" -,
expansiva quiçá, pois compra-se tudo desde os tempos das conchas do Egito,
demonstra o próprio significado que a Posse do Dono(a) doa à terra uma parcela
iluminada, dando-se conta das riquezas automáticas que o Meio Ambiente
equilibrado nos dá e nos poupa em troca de não colapsarmos rápido ou lentamente.
Verdade que me encontro bem na linha do horizonte, sentado a filtrar pessoas e
olhar para o céu, meio às águas, nada às pressas, já que o ano acaba e sempre
espera-se começar de novo, ao som de fones para tapar as zoeiras humanas, em
busca de aromas que vençam a catingada dos rios urbanos, alerta ás pedras que
pipocam num caótico faroeste citadino encardido caindo aos pedaços, desejoso
para que os rios gordos e potentes possam fluir água boa, vidas, berçários,
santuários, recuperações e mais luz nas cabeças dos que podem perpetuar.
Essa é a velocidade do Progresso.
Então, me aceita em sua equipe?
quinta-feira, 29 de dezembro de 2022
DOS TRAMPOLINS VERDES
(Isso não é uma ficção! Forte, hum! Como 2022)
Como é da minha natureza, em primeira pessoa devo ser
explícito
Todo o passado fora assim, ainda que as vagas fossem
maiores que agora
É bom ter paciência porque as obras são construções novas com
gravuras
Já sabido dos pecados, dos vacilos, dos lamentos, das
feridas, pois são marcas, então siga
Algumas fixam sem grande importância consequente outras são
chaves da memória
E assim, pelas escritas é possível investigar os dons
manifestos pelos tempos idos
Crente que as glórias de agora pode ser o sucesso da ideia
que capta, suporta e pratica
Seja por pessoas
boas, frente a dualidade, maliciosa, oportunista e ilusão dos Homens
Humildemente ciente das mensagens sobre o espírito que
habita o corpo que um dia decompõe
Adaptado às chatices dos medalhões que como estátuas sonham
com os desejos do ego
Mas antenado e feliz pelo novo que amplia, pesca e acredita
na Prata da Casa sobre Ouro
Esse ciclo findo foi de fato uma balança cósmica de se
sentir a potência dos abalos naturais
O capítulo que se faz pós ou decorrente da mudança, é real,
com poderes abstratos
E isso, francamente, é o Máximo!
Porque sobrevive quando há lutas no meio de um cenário com
eixos que punem ou gozam
Tendo findo uma criatura que poderia vir a ser algum
terráqueo que quisesse explorar o Saara
Quebrado elos dos mais superficiais e dopantes em
atropelamentos das fugas das migrações
Tendo sentido fadiga por causa de um nano, um micro que
entra no núcleo gerando pane
Ainda assim pousei ativo num ofício interno de reflexões,
como que habitante da casa de Odin
E pode ter certeza que não há prova maior do mistério da
vida, cheia de nomes e rituais
Entre calendários, festejos, disputas... Tantos manuais de
comportamentos e ignorâncias
Meus regalos são como quartzitos brutos com miolo lapidado
Encontrados à beira de riachos trazidos pela bruta água das
cascatas
Eu fui salvo pelas preces milenares de Templários, crentes
só os mesmos
Pelas luzes abundantes dos viventes com socorros, desde o
além até o Destino
E por isso trago o posicionamento, bravo para o que é
fértil mantenha um Mundo novo
Dom
quarta-feira, 28 de dezembro de 2022
DA PROLE
Os selos que são fortes
Figura numa placa nobre
Tem cores multi centradas
Triplicada e infinitas somas
Quem toca é um equilibrista
Um bravo guerreiro de outrora
Trovões, são deuses presentes
Quem mora ao longe sente a glória
DE OURO DO SOL
O pôr do sol mais lindo que já registrei, talvez seja esse em Málaga, sul da Espanha, Mar Mediterrâneo, em 2008. Do sol vem uma força que impulsiona a vida e ilumina a Humanidade.
Musica: Coroar. "Óh estrela que vais coroar, o teu privilégio é tanto que ninguém te pode negar".
Para mim, duas entre outras melhores bandas de Folk Português (músicas do Mundo) > Dazkarieh e Seiva. Tenho muitas saudades e muitos amores pela Terra.
terça-feira, 27 de dezembro de 2022
ELAS SABEM QUE EXISTEM
A lua é minha musa desde quando pequenino. Sem poder tocá-la, contemplo e "namoro" com ela toda vez que a vejo. Essa lua talvez seja a mais linda que já vi um dia, em Braga (norte de Portugal) subindo ao lado do Santuário de N. S. do Sameiro em 2011. Foi registrada da sacada por mim e assim posso contemplá-la e "unir-me" a ela sempre. Até o dia que ela personificará em alma, carne, som, cheiro, ventre e coração, para que possamos criar mais amantes das forças da natureza. Sejam amantes das ondas, dos ventos, das árvores, dos bichos, do magma... As musas existem! Elas são luas vivas! Têm brilho, majestade, poder e conquistam facilmente os poetas de ouro, todos os poetas do sol.
domingo, 25 de dezembro de 2022
DATA TUDO (Teorema em Português)
*
Título: O Canhão de Nazaré é uma potente energia do atlântico norte que adentra o litoral ibérico, desde o farol observado montado em vista do horizonte onde põe-se o sol, em terra ao meio mapa Quinto Império, fundando portas da continental subaquática Europa oeste. Desde os Açores ao freio de Ogalo.
*
Com histórias
De todos
Poderia tanto
Às voltas
D`almas
Para continuar
Dado que
Capaz de
Só porquê
Pois, atua
*
TODO DIA É UM PASSO E AVANÇO CONSEQUENTE
Data tudo o que está no dia e noite nos fusos do globo
Com histórias de rotas existentes porque ciclam auroras
De todos os tempos passados, presente e novo calendário
Poderia tanto ser filosófico, porém chegaria sempre ao futuro
E às horas pertencentes ao tempo que passa sempre variadamente
Voltam almas que outrora já pisara nessa Terra, certas e refugiadas
Para continuidade da graça de tudo isso que é uma prova do futuro
Dado que os sofrimentos passados podem revoltar-se, sendo auto-altivos
Capaz de selar o destino como queira e querendo bem, rege e mira! Mais
Só porque deseja apenas o infinito, por isso que é exatamente assim
Pois atua em toda parte com brilho, eis o espírito, dentro e fora de
nós
sexta-feira, 23 de dezembro de 2022
O LAMENTO DO CAMINHANTE À SUA AMADA
Vem chegando o fim de um tempo massacrante
Estou um tanto revolto com a ilusão das glórias distantes
Pois um mal me abateu e por mais que corra não alcanço
Me perseguem os tormentos das pisadas em falso, as quedas e as facas
Não culpo pessoas, mas constato que não posso contar com elas
Pra nem um gole d´água ou ataduras que tampem as feridas abertas
Nem um pingo de consideração, nem resposta de socorro, nada!
Isso é um fato irreversível, imutável, registrado para sempre
Se eu precisasse de sangue não receberia uma gota
Se eu precisasse de uma mão não receberia um dedo
Por falta de clareza sobre o que posso, não posso convencer ninguém
Isso é um assunto morto, pesado e sem honraria atingível
Minha amada não é uma, não a toco, não a vejo, nem a sinto
Ela tem um castelo frente ao mar, companhia e árvores brancas
Eu não conseguiria ficar sem dizer algo depois de chegar em sua morada
Seria uma caminhada em vão, pois o que me resta é vencer a sola e o chão
Então eu teria que dizer alguma coisa, nem que fosse o que já sabe
Uma única palavra, uma simples frase, um sermão, a confissão
De um amor fracassado sem compreensão das traduções, culpado
Mesmo tendo construído torres do chão ao teto, mantras e folclore
Depois salvo por um pássaro azul tropical que não me deixou saltar
Nada se compara entre os lamentos de outrora e os de agora
Uma criação perdida, e uma criação findada, uma geração de dúvidas
A vida me abateu com estradas retas, sem graça e repetitiva
As curvas sumiram só ficando minas de pedras pontudas
Sigo o caminho a meditar sobre castigos e maldições de outras vidas
Andando e chorando, com esses lamentos latentes, sem fuga
O que me confunde porque durante o caminho matei alguns demônios
Mas foi insuficiente para que seguisse amando, amado e feliz
Concluo que minha vida passada e a dos que me colam querem que os leve
Fora um tanto violenta e conturbada, mais que agora, ou fora só um teste
Já que o passado é inalterado, o presente é uma realidade dolorosa
Tenho mesmo que subir um monte, solitário, eremita para sempre
Libertando das amarras consequentes dos amores para outra vida próxima
quinta-feira, 22 de dezembro de 2022
SE O QUE VOCÊ DESEJA NÃO ACONTECE, CONTINUE
Eu desejo que os que aparentam fortes
Sejam muito mais fortes do que parecem
Eu desejo que os cegos e surdos de espírito
Possam ver e ouvir a vida lhes tocando a
alma
Eu desejo que os traidores, lesivos e
maldosos
Possam ser freados, findados e
convertidos
Eu desejo que os bondosos, os leais e os
vivos
Estejam reunidos em ofícios corretivos e
construtivos
Eu desejo que os poderes temporários e
supérfluos
Sejam substituídos por realidades
provatórias do Divino
Eu desejo que o Divino nasça, manifeste e
aja
Porque o Mundo está abarrotado,
desorganizado e perdido
segunda-feira, 19 de dezembro de 2022
TIRINHAS BEATNIK ...
Punk! De noite, depois que de dia os alarmes já berraram, as acelerações e fumaças já subiram, os telefonemas já gritaram, usem fones de ouvido para filtrar a histeria da Babilônia.
VIVA! VIVA! E VIVA!
(...) E quando Dom diz sobre partidas e chegadas, vice e versa, ações, é porque Dom subiu muitas vezes as escadas ao encontro do Velho da Torre. O Velho da Torre nada mais é que os sonhos ainda vivos, até dos mortos, mas sobretudo dos seres vivos, todos. Porque ele enxerga, mesmo que ao longe, quase tudo. Por isso é que os olhos de Dom brilham, porque ele chora, como Buda, como Krishna, como Cristo, como o homem mais rico do mundo e como a quem agoniza no Quinto dos Infernos. Seus braços vibram não porque abala o coração, mas porque treme as marchas dos tambores antigos junto às bandeiras mais lindas que existem tecidas livremente ao vento. E suas pernas voam, literalmente, Dom é um Velho Peregrino.
Trecho de Carta à Ordem da Cavalaria Catedral de Santiago de Compostela.
CARTA DO ESPECTRO DE PESSOA PARA CASA
“Creio que irei mesmo escrever um grande relato, mesmo que diante de abalos ou leves preocupações sociais e econômicas. Cheguei a escrever no passado com a mesma segurança de agora, sobre as sensações da minha vida atual, e assim continuarei aproveitando a carta rápida. Agradeço desde já a interação bem responsiva, para os leitores de boa praça, bom natal e tempo igual. Aproveito para desculpar-me se em algum momento possa ter parecido menos leve, quando os abalos pesados e preocupações sociais e econômicas se fizeram mais intensos no passado, mas como o tempo e a vida nos proporciona refletir, pensar e agir, assim vamos pra frente. Irei seguir conselhos de adentrar no sistema e fazer-me atual. Mas, é bem claro e notável que estive apenas pouquíssimo tempo além-mar, em nobres academias, tomei alguns cafés e enrolei alguns cigarros sob o sol das manhãs frias do fim do ano e início do ano de 2018. Debaixo do braço como um pastor, Leal Conselheiro era um livro que carregava pelas bibliotecas, emprestando, mas creio que, tenha lido, sim, algo próprio de mim como pista de base para lançamentos de projetos de agora e futuros... Assisti Doutores e Mestres lecionarem boas disciplinas, bons Professores da história antiga, das réguas, personagens e utensílios sub-escondidos. As estruturas físicas das Academias eram interessantes e de acesso a todos, ainda que labirínticas como muitos complexos arquitetônicos e paisagísticos. Vivo atualmente dias de mudança e repito, tenho toda segurança para relatar a Casa, pois, antes do meu desligamento físico (que tanto lamentei até buscando atuar dentro de ofícios disputados, busquei atuar para além das minhas fundações, mas não fui aceito pelas comissões, talvez porque faltava-lhes ler essa carta de agora, ainda que tenha escrito as daquele tempo... Sobre o que absorvi e não tem preço quando estive em Casa, não é mensurável nessa carta, terei tempo de relatar mais... Devolvi toda e qualquer matéria absorvida obtida, inclusive papéis, ou seja os livros e outros. Aproveitando a lembrança da importância e bom uso dos papéis, lembro-me que uma das primeiras famas que ouvi de Casa quando aí cheguei aos 20 e poucos anos, foi que, a Casa era “o país dos papéis”. Na minha primeira concepção isso era bom, ora, papéis de várias naturezas, que se fizeram outras matérias. Eu li isso, escrevi isso. Outra fama, é que era um país com muitos vivos de faixa etária avançada, idosos, alguns pós-guerras “explosivos” e seus filhos e netos, alguns extravagantes nos becos do país, em meio aos miseráveis nativos e imigrantes buscando a Casa. De certo modo fiz parte desse tempo, desde o dia que cheguei ao último dia que vivi, justamente em Boalís, caminhando até o Tejo-Mar, e irei provar revelando os carimbos da cabine oficial que me filtra com desejos, na saída do país, data chave na minha vida. O termo de que figura como mestre me enche de orgulho ainda mais quando é para propor um horizonte novo, altivo e um tanto raro, para envolvendo papéis, mas fico também feliz por ser chamado de aprendiz, e ainda sou aluno de senhores e senhoras moradores em altos de torres que quase tudo enxergam, por toda parte da lusofonia. Interagi com todos que cruzei e absorvi de fato conhecimentos, escapando da morte, sendo roubado, com cobertores da China e espetos de traidores. Encontrei marinheiros dos Açores, gente de turbantes, nórdicos e do novo Mundo, jovens com celulares que indicavam sua próxima parada sem olhar pra frente, nos olhos, tudo na Cosmopolita Boalís. Vocês querem papéis impressos? Francamente, as palavras não lhes valem nada? Nem se eu disser que plantei papéis? Os valores dessas palavras, cada uma, que venho a destinar-vos, é sem dúvida uma para virem a receber mais em seus salários, todos os bons professores que me ensinaram e ensinam as pessoas. Expresso assim tão profundamente, porque autônomo eu consigo absorver muito mais da vida a cada dia que passa, (ainda mais quando mergulhado no éter da própria consciência, iluminado, sem rodeios que cansam, mas convertem, viajantes e fixos. A Casa, entenda como quiser. Pode ser um aroma, lembrança ou pulsar, muito mais do que possam imaginar. Penso humildemente que minhas saídas e chegadas nas terras onde pisei não mudaram o mundo positivamente, e arrepio-me de pensar que pioraram. Então, reforço que em breve chegarei em uma Terra Santa antiga, pela sétima vez, provavelmente ao lado de uma criação maravilhosa, para ensinar a infinita diversidade de Deus. Quando o espírito nos cobra o corpo, quando o corpo atende, a mente treina e a Casa reforça. Estou mesmo na plataforma e forte nesse decorrer do “tic tac” das garras da morte. Seguindo o enredo original, o calendário avizinha a lembrança do nascimento de Cristo, e deseja-se Boas Festas, mas, lembrai que todo dia há quem lamenta, todo dia há quem celebra num eterno desassossego”.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2022
DOS ARQUIVOS DE MUNDUS PARTUM
Meio Dia: Os computadores já assumem que os vínculos superficiais não atualizam de imediato a realidade do Mundo. Isso quer dizer que o indivíduo que mexe no latão de lixo em busca de algo, tem mais a ver com você, do que as interatividades virtuais. É tempo, há tempo, o tempo, do tempo em mutação.
terça-feira, 13 de dezembro de 2022
77 DO JOSÉ A. N.
José luta todos os dias. Vence caminhos tortos com suas pernas arqueadas que doem, com suas mãos calibradas, com seu coração energizado e com sua fé em Deus. José conserta coisas de médicos, engenheiros, professores, diplomados, políticos, crentes de todas as religiões, janotas e humildes como José. Até para soberbos e caloteiros, José trabalha. Gente que nem imagina que José, desde os 11 anos até hoje aos 77 anos, “sujo” de graxa, suado e com a vista boa, “sangra feliz” para que as máquinas rodem, que as torneiras abram e fechem, que os liquidificadores cortem, que as engrenagens se ajustem, que os parafusos rosqueiem... José Américo é o meu pai na Terra. Por causa dele e de minha mãe, vivo. Vivo, tentando seguir seus passos, apaixonado por seu time do coração, grato e sortudo por sua base e por seus socorros a mim todas as vezes que “caí do cavalo”, derrubado ou por eu ter perdido as rédeas. Estou aos pés de José! José Américo vive! Viva os 77 anos de José Américo Nunes. Eu te amo! Viva! Viva! Viva! Vitórias nos 77 anos de José!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2022
A MALDADE NO MUNDO NÃO IMPERARÁ
Ainda que lamente, Dom,
segue firme e forte diante das dúvidas
Aos silêncios e às
respostas turvas dos que estão nublados
A baixa estima destes
no que é difícil e aparentemente fraco
E o menosprezo pelos
que não têm riquezas visíveis e palpáveis
São as razões
imediatas e superficiais desse tempo bagunçado
São frágeis os nobres
de espírito porque dão essa riqueza de graça
Ou são ingênuos demais
nas capacidades maiorais da humanidade
Faz pensar que as conspirações
sempre estiveram ao lado, camufladas
Nas gentes oportunistas
que buscam montar e sugar os outros
Entrando em contato
somente para destilar venenos e toxidades
Citando passados que
não têm ciência de quão árduo foi construir e criar
Culpando exageros românticos
dos mais arianos, os primeiros natos
Usando pessoas do
leste e do oeste a guerrearem contra o norte e o sul
Para instaurar desordens,
esconder vergonhas e malícias desejosas
Dom, cruzou desertos,
viu a morte de perto, foi socorrido por anjos
Enquanto na bolha dos
castelos recentes acreditam os ingratos no inverso
Depois de tantas
mansões e estradas esburacadas vencidas e uma cria
Instigando aparecer a
honra, a dignidade e a justiça de quem ganhou
O mal do Mundo se faz
presente em superficiais status materiais
Manifestando nos
prazeres das roupas, dos carros e das posições
Ganhando vantagens em
cima de calamidades e desesperos alheios
Matando vidas em gestações,
ainda que de outros desleais e forasteiros
Aplicando uma maldade
imensa aos bons e genuínos de coração
Inventando histórias covardes
para alimentar as minhocas dos quadrados
Comprovando haver no
mundo muitos males de muitas capacidades
Dentro das cabeças dos
que não se curvam, nem mergulham no divino
Descrentes nas potências,
duvidosos e ingratos nos passos dos simples
Como grande parte das
pessoas que se acham certas, por maioria iludem
Enquanto o sábio enxerga
luz nas trevas e calmaria nos maremotos
Lutando contra esses
males que contaminam a rosa dos ventos
Ciente que o tempo
passando trará justiças severas e castigos inevitáveis
Enquanto se olham nos
espelhos, mas não encontram erros, e já ardem
Combinam com passados
e presentes a ponto de salvar apenas um dia
Infelizmente manchando
até religiões antigas e crenças primordiais
E mesmo no fim do ano
caótico, cheio de facas nas costas de Dom
Queria Dom sacrificar-se
decepando a sua própria cabeça, matando o bem
Deixando a mercê sua
prole, seu sangue e os socorros aos aflitos
Para de fato verem o
que havia dentro da sua cabeça e não fora dela
Ainda que triste e se
alavancando para fora de um pesadelo cruel
Dom, sabe que o mal
não imperará, porque Deus é contigo
E está bem perto de provar
a todos sua misteriosa imensidão
QUÊ CÊ TÁ FAZENDO?
Posso lembrar seguramente de que pelejo desde novo comunicações sobre o Meio Ambiente. Contexto que é definido como toda ocorrência de seres...
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Prossiga... {QTC}. Estive 15 dias em uma ilhota no meio do lago de Balbina, na Base WABA da Rebio Uatumã. As funções aparentemente seriam si...
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Há exato 1 ano chegava ao norte do Brasil - AMAZÔNIA. Minha meta era renascer como pessoa e assim aconteceu. Tenho uma nova vida e venho me ...
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"... Temos um campo a ser manejado". (...) Temos a frente um horizonte lindo, aberto e sinalizado. As certezas que eu sinto são c...

