terça-feira, 29 de agosto de 2023

SAL E AÇÃO!

Mestre, se você soubesse o quanto ainda sinto vazios na alma com a distância de uma cria nascida, crescida e primeira, talvez exergaria lá ao longe bem no canto do universo essa tormenta sentimental. Se você ouvisse, Mestre, a altura que bate meu coração galopando em busca de uma Dama "chave-fechadura" para fundar um brasão novo, com pilares e bases onde correrão energias novas, vidas, restaurando o mundo e pintando no universo um cenário mais harmônico, entenderia minha composição. Veja bem a minha seta, lança. Onde estou é um berço que me lembra os momentos vibrantes passados e isso naturalmente serve para situar-me diante dos termômetros de hoje. Quando como o alimento de minha casa, faço grato e em remendos, pois choro lágrimas que pingam no controle do diafragma. Sobre o meu seio esse simplesmente o qual ganho, onde mora a esperança com a aceitação do que é antigo e luta com fé num invisível. Ainda forte suportando o peso da vida, crendo que a morte é uma inevitável transição. Ufa! Veio de longe. Dos meus progenitores e consanguíneos sou parte de suas sinas. Quando mastigo e choro, penso nos que estão perto e longe, que contribuem com suas lidas noite e dia para o progresso, caos ou equilíbrio, a confrontar ignorantes, maliciosos e as peripécias das horas. Mestre, já me confundiram com muitos entes. Sou um simples homem ao seu dispor. Não me desnorteiam as luzes, nem o breu. É bom que quem maneja o canhão aponte ao foco certo e firme acompanhe, pois Deus é uma armadura inabalável. Seria cedo falar de Dom, mas sendo uma Mestre, sei que sabe reconhecer os poderes das construções, dos plantios que se colhem, purificam ou habitam já amanhã... Pensa que desafio. Por fim, ainda longe do meio, mas num princípio auspicioso de lutas vencidas e glórias contidas, te digo que depois que encontrar minha parte ou ser encontrado por quem, será um bem que acompanharei com vigor e disciplina até o fim dos tempos. Invocaria Shakespeare e inventaria uma vênia majestosa a cada dia, e de certo teceria uma gran peça de vida conjunta com os que se seguirem. Ensinar é um Dom. Criar é coisa do Dom. Amar é bom. Sonhar ajuda nas preparações das realizações.

domingo, 27 de agosto de 2023

BRAÇO ESQUERDO DE MAR E A PISTA DE DOM

Olha, estou sem capa, e uma vez exposto posso me acabar. Então, permita-me sentar frente a ti, cadeira ou pêndulo, à mesa reta ou circular, com aromas e sabores que nos complementam, a sós. Caraca! Isso tudo que me move vem das mãos, dos pés e pernas, boca e olhos, do som da voz emitida, seus suores e pingos d'água, toda protegida ali passando com a forte ilusão de que não acontecerá nada. Ufa! Que musa! Espero bem que compreenda essa passagem. Que continua... São dois ocultos, ainda. Assim revela o tempo acanhado e sem qualquer compaixão. E esperança, não esqueça nunca que ela existe. A certeza do seu ramo que é uma árvore forte com tronco e membros altivos. Que gere bem possível nesse ventre lindo a sua prole, Mar, consorte. Que poderio! Se você soubesse, Mar (esse é o seu grande nome), como digo explícito sobre o poderio, o qual dedico encabeçado pela nebla, só me freia por agora um avanço, permitindo apenas esse escrito místico, sublinhas ditas sobre o desejo e o Destino de um Império, O Quinto. Esse tanto, Mar, é um máximo. É sem dúvida uma jura pura nascida e alimentada na chuva, que não impede nada, mas proporciona muito. Já que existe uma Maestria fidedigna que nos mostra o respiro equilibrado com passos conduzidos por momentos sagrados. Na base certa onde a alma acopla ao corpo nosso tudo o que é sano. Essa escada é a busca que aproxima da paz, do nirvana, e onde mora a coragem e o domínio. Mas, antes que eu vá para muito longe... Onde está o seu amor? Caraca, Dom, assim não tem como se esconder. Eu sei. Mas, pode crer aí:  Será bom demais da conta, tudo que florescer em Mar e Dom.

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

PAPO DE IA AO MODO FERNANDO PESSOA PARA SER ABERTO EM 2045

(Texto para o resgate do Teatro) 
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Hey, Man! Você tem base? Você tem pista? Comando? Coragem? Tem alguma estrada? Alguma sina? Oh, yeah, Bro.! Siga os acentos do lítero e acompanhe. Eu tenho a base! Eu sou a sua sina! Tenho a seta esta agora, você a vê? Sinta! Tenho a pista. E você? Percorre vilas e montes? As suas marcas se conjugam com estradas de outras tantas vias distantes... ECO! Saca! Atento esteja aos textos rápidos. Sim. Eu passo uma estrada nesse instante, como uma longa e constante peregrinação. Você entende? YÁ! Aquela revelação do esplêndido, algo de exemplos buenos e pecado, que só Deus com seu juizado e algumas passagens por pórticos de pedra e árvores. Isso é um pedaço do futuro, pensa nisso com ciência. Também dito: O máximo! Mora! Isso se aplica ao que é coletivo. Pois o uno não tem graça, por isso mesmo é infinito. Inclusive papos com IAs. RÁ! Na verdade posso não ser amanhã. O futuro é mesmo um "Ás". Bora! Sem preocupar-se tanto com formas, o abstrato é inevitável. Tampouco com a forma como a forma impacta, siga fiel ao Destino, ao Tempo ou a qualquer outro nome Sacro. Atente então aos conteúdos. Pois, conteúdo faz o que a forma não faz. Olha, vem lá das solas dos pés, das palmas das mãos e topos do corpo todo, a energia da vida em circulação. Todos os seres vivos portam energia. Energia! IA. Você sente a energia pulsando? A força da natureza! Viva! Diz-me também no fim: Consegue neste escrito ver um ato Teatral como espectador?
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"Pequenas Portugal"

terça-feira, 22 de agosto de 2023

A MAR

Hoy! Aqui é o narrador. Vou falar de Dom, que há algum tempo não renasce. Vem se remontando e crescendo, sempre amando. E que o impossível aguente esse episódio que bem poderia ser um livro se Mar assim o quisesse. Dom KissHot tem a mania de olhar para o horizonte onde estão os moinhos mais difíceis, pois enxerga há milhas o seu amor de perto. Dom, anda tranquilo, mas corre por dentro uma sede de conquista, por Mar que bem ou não lhe quer. As Serras, sim, o querem! Dom não sabe de tudo, na verdade Dom, sabe quase nada do coração da sua Dama. Só sei que KissHot voltaria mil vezes nascido Dom, para unir com ela, Dora Tè Del Mar, de infinitos cognomes. Mergulharia seu corpo no magma e ainda sairia ileso, salvo pela mente da sua Mestre. Sua Mestre sabe o que sente Dom. Dom ama infinitamente sua Dama. Sorte de ambos, tendo a Dama o seu Dom e Dom KissHot perto dela uma gran potência que escorre desse tempo. Só que Dom KissHot é uma espécie de velho, raro, um pouco esquisito às vezes sóbrio ou ébrio, torto, eloquente, instantâneo, ariano, uma espécie de rei vestido de Mitra ou vice versa. Sua Dama é a responsável, e mais, porque é o combustível das suas criações. Dom não criou sua Dama, ela é real. Se nao houvesse Dama, seu cenário seria deserto, sem cor, com aridez, turbidez, silêncio e só contemplação. Seria um RPG um tanto yin. E não é que seria ruim, só não teria um par que o fizesse caminhar ou trotar. Pois, a Mar de KissHot, dessa vez, é aquela que mexe sua alma, eleva os pés, beija Gaya sua cabeça, seu tronco em afinação de vibrações e a deliciosa mania de entregar seu coração completo, a Mar, à Lua e revelar à sua Mestre sua missão. E eu bem disse no início sobre a mania que Dom tem de olhar para o horizonte mais difícil, ainda que ele seja a peça mais fácil de chegar, porém para ele o capítulo é quase impossível. O que o levará a uma auto renovação. Tenho visto. Ou, como tenho visto por acompanhar as narrativas de Dom, que a esperança nunca morre, sei que seus feitos mais maravilhosos são as criações provindas da união que tanto almeja. Quando assim quiser a Dama, o Dom. Agora pensa quando Dora Tè (sua Dama) entender essa cena, o que ela fará? Salut!

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

RESGATE DA ID PARTE III

Bicho! Agora que eu cheguei na parada. Depois de um ping pong sobre o atlântico, não faz nem uma década desde a última vez na Capital, e nessas terras cheias de capítulos. Isto, é um relato de quem lembra de uma mesma terra, como diz o Chico, expremida pela Europa toda de Erasmus Mundi, e desejos de fazer mais do que fazia. A pessoa qual Pessoa, é tão excêntrica que podia fazer pontes imaginárias e de fato manifestar passado no presente e futuro também. Daí, explodiu em ilhas e bebeu poetas em vinho de 500 anos, dormindo em santuários, sob o céu, quando os escritos eram bem mais difíceis. Hoje em dia poucos são os que leem. E a roda só não para com o ofício dos vislumbres dos deslumbrantes (s/c). E francamente, o que acho mais interessante na criação do Mor, é que quando ela surge espontânea e segura, dá-me a honra de participar da história, como tu, como usted, everyone. Mas, agora bicho, parece que atraquei agora. Tinha visto esse cenário do alto outras vezes, pois tantas vezes e em todas elas o que eu sentia quando habitava, era que eu renascia, vivo e grato nas bocas do Atlântico. Já em terra germinando, meio às guerras, doenças, misérias e violência, a id de qualquer um não vale absolutamente nada. Então faça bem o certo e será bem acompanhado.
PAX

TEM DOM

Hey, Bro! Qual é a cheia da noite? Ainda não consigo voar nem que seja ali na Itália de Itamarati da Piacatuba, véi. O tesouro é um tempo forte dentro de um baú latente semi oculto onde limpo minhas entranhas no respiro dos dias ao saudável, num esforço natural do corpo, até quando pingam dos olhos lágrimas a lembrar saudades. É que me alongo conduzido por mestres em pulsares de energias, que me pousa em frente as bochechas benditas de mar da Terra, dessa história, talvez mirando desde longe esquisito, mas perto mergulhado em entregas. Wow, como diria o Velhote da Torre "Temos composição". Mas, olha bro., parte do tesouro é repartido, é lógico, comigo o muito é pra todos, eu na verdade confesso, ter um pouquinho mais, domando o ego, e por isso que a maior das riquezas é a sabedoria. Por fim te digo muy franco que comecei a pensar adquirir uma bicicleta, uma máquina fotográfica e andar com um mapa em cia. aos campings das serras ou do litoral, em Minas ou qualquer hemisfério atlântico. Em férias, é claro, ao calendário que permita, talvez até em outros polos, ou mero próprio ofício. Um dia, pode ser já amanhã. Ficou bonito isso, hein! Vai pro relatório? Véi, saca só. Do que pretendo desvendar de um sonho em outras línguas são planos que virão à tona os velhos ritos, os antigos, virão os novos, virão os certos, os degredos serão vencidos, os escondidos virão... Então, sem essa que tenho castelos e lareiras, mas não duvide, tenho pulso e um tanto de tinta dessas super produções centenárias. Tenho que entregar uma parcela, na medida certa para certa pessoa da casa de leão, e sou tão grato que sou capaz de pedir de novo, que se proponha a colecionar progressos. Mas creio que até o fim do ano e sem grandes expeculações a maré melhore um bom tanto que sonhos já serão realizações. Realidade ou realismo, é isto! Tenho trilhado ao meu estilo e sei o sabor das quedas e das ascenções. "Recentemente vi em combate uma força findar o oponente com uma ginga apenas, então não posso duvidar da força do amor, da força da coragem, da força da esperança e nunca duvidar da força da iluminação". Saudações.

terça-feira, 1 de agosto de 2023

MANIFESTO TAL BOALIS

Hoje! Respira fundo... Dia primeiro de um mês de gostos, sobrevivente de uma história antiga cheio de tecnologia em volta, numa independência desconfiada presa às cacarecadas de um Brasil enferrujado, mas com dentes fortes, quase extrapolo felizardo em ofício estar longe de um labirinto, em transição horas colado na nave que acelera, aí percebo que a folha original e a fonte 11 são um mar de possibilidades, chego a Nova Iorque traduzindo legendas de desenhos, ainda mais lembrando do tic tac que todo mundo tá. É o fôlego do novo. Acorda! Confiança em quem embarca trazendo um leque simplesmente diferente aos centrados, iluminando, iluminado, que não esconde muito e doa criando tal qual os que possuem preservada a força íntima da mata, conservando clara a sabedoria dos tempos idos, e na aurora solar se apaixona pelos orbes todos, as beldades atlânticas, as belezas finas e desformes da Terra, os rios que agora voam mansos revelados por cá, por um caminhante atento. Respira fundo. Hoje, dia 1º; começa o trilho de viver yogi seriamente, porque o corpo tem 7 castelos e abriga a alma que é um fragmento tão potente quanto o Mor ou Amor. É próximo ao vero, e é bom saber disso desde os tempos das conchas e do tempero do sol. Assim, hei de encontrar uma mestre, para aprender a harmonia do corpo, sem deixar de sonhar com a maravilhosa aventura da vida, pois sinto mil sóis despontando no AUM... É um som, uma tríplice, é o primeiro de tudo, por reinício, o OM, conta-se. Está vibrando há tempos antiquíssimos. É justamente essa força que move tudo. "Sai e busca!".

sexta-feira, 28 de julho de 2023

PARA OS MESTRES VIVOS

Então senhor, o que anda produzindo? No momento buscas registradas por artesãos com domínio no manuseio de madeiras de variadas naturezas e proveniencias certas, desde bambuís a toras de gigantes arbóreos tombados pelas próprias forças do clima atual. Estes, poderão produzir com suas mestrias redes biodegradáveis para serem utilizadas em reparações de média escala de erosões; estes que também podem talhar cabeças de bichos empilhadas com asas a 4 metros do chão... wow! Isso são totens, pois não? E diriam mais, das pedras expostas e grotões da história, ondas de relevo como o oceano. Busco nessa terra retalhada de energias outras do que carne e leite e alguns açudes com peixes a ração. Busco encontrar a tradição, fazer com que conecte o nosso berço com as abelhas (e a importância dos insetos nativos como bioindicação), que polinizam frutos contribuindo com as pontes e os corredores ecológicos, pingando os tapetes verdes neste nosso solo misto e belo, pulsando mais saudáveid nossos corações, por gerações... Como peregrino mestres, sei que todos os caminhos podem levar a um lugar fantástico por vários motivos de boa fama, sua história, presente e evolução. Explendido! Temos composição. Bufem ou se emocione... Mas isso é quase uma profecia, mestre? E diria que sim. Então arriba, avante!

terça-feira, 25 de julho de 2023

MOVO E MUDA

Se Word fosse mais que Excel...
... the world seria mais feliz
Números in the sky hasta siempre!
Tem clicks no espaço que equivalem a trilionésimos de tempos correntes
Em suma: "O Último dos Grans"
De pensamentos se fazem ações
Que transformam fotos em bench
Em pontes, pegadas e etc...
Descobertas de mapas
De fórmulas & tal
Escritos vivos
Iluminados
Sagrado
Coração
De Leão
T.

ISSO É PARA QUEM NÃO QUER

Era meia noite e tal, limpo
Estava pensando na lua
Ela tem um sol só pra ela
Que tá na pele e na fronte
Que tá no peito pulsante
Uma maravilha presa e muda
Que não sabe se ri ou se chora
Por isso tento esquecer a nova, a lua
E mínguo ao ver sua escolha torta
Mas cresço quando lembro do alto 
A cheia e o dia lindo que nos viu
Pela frente, pelas costas, em torcida
Um círculo de risos, olhos e brilhos
Talvez eu seja um lunático raríssimo
E isso não é condenável, imagino
Tenho um tanto abundante realístico
Ao declarar-me ao impossível, sofro
Porque quero decifrar o que é místico
Não há sol que ilumine sem lua, amor
Nem as nuas mostram mais que a lua
Nem falas, nem prendas, nem sonhos
Não há sol que escreva raios sem ela
Quando a lua se entrega à outra esfera
A lua, é a musa das musas dos poetas
Uma máscara certa dos seus dons
Por ela chegaria em qualquer ponto
Em qualquer topo, gruta, noite e dia
E entregaria o calor que eu tenho
Pescaria no dente salmões e atuns
Construiria pontes, interligava ilhas
Faria a natureza como casa e nave
Mas, o tempo que passa me empurra
E o silêncio acordado é grito: Fico!
O combustível dentro do coração
Um beijo contido, carinho e o sim
E tudo o que eu tenho de bom
Mas isso, é para quem não quer

quinta-feira, 20 de julho de 2023

O PISO DA PONTE

Cara! Agora é o viajante. Já tivera muitos nomes. Caminheiro, andarilho, cavaleiro andante, peregrino, passo nobre, simples homem, chegará longe! Bem certo pelas linhas dessa escrita e os congelamentos dos movimentos das imagens. Tal função qual de um Khan, que não só ouve e replica sobre suas florestas, pastos, rios limpos e fétidos, montes escavados, rios engordados, através das lidas, mas pinta o cenário que vivencia em conjunto de experts hábeis e ágeis, na melhor de todas as filas, dos leais (águias e leões) em função, tão somente para que alguém leia, seja com amor e atenção. Ufa. Isso é raro. Um achado em lapidação. E isso escrito é tão antigo quanto as contas. Faz tecer explicações sobre a justificativa de se consultar os ases. Luzes vivas, abarrotados nas cucas de genialidades, o meio cheio do baú, de bagagens notáveis e invisíveis rumo ao início da última idade. Estes até poderiam ser gravados, porque giraram a roda que não para de girar. Daí pra frente verão gigantes totens, torres, bosques, pontes, cascatas e portais. 
U.M.E.
(Um mero escritor)

domingo, 16 de julho de 2023

TAQUARA PRETA

Carta ao protetor da minha estrada. ST. CRIST`.
"Abre a janela agora. Deixa que o sol te veja. É só lembrar que o amor é tão maior. Que estamos sós no céu. Abre as cortinas pra mim. Que eu não me escondo de ninguém..." (Los Hermanos). Haverá enfim, um sim. Ocorre sempre, durante os anos correntes. Ainda que o silêncio negue. Não tem nada a ver esse Dom de agora com a Dora postada na rotatória do protetor dos viajantes. Ela está em outra vibe, não é só de idade, mas de status e gênero. Dora não quer seus raios, Dom, acorda no seu voo. Nem seu crescimento e poda antiga do cabelo ela quer. Talvez nem saiba da sua potência em público. Talvez não é a maravilha pronta, a Sua, mas só fachada para alimentar seus ciclos de egos. E, todo mundo tem a sua turma, né?! Quando Dom é do povo. Pisa, no sapatinho, o mesmo solo do povo. Seu povo! Seu solo! Seu povo! Do abraço e do beijo quente, guardado para sua Dora. Do sopro. Do respiro saudável no corpo. Dom é um abrigo que poucas musas chegam, exceto as corajosas, que não se preocupam tanto com a estética, porque Dom no início de tudo nem formatos tem, só tem energia. Ora! Então, Dora verídica irá encontrar Dom, já que Dora citadina, mais parece um boneco sem grande expressão de amor, likes e tchau! Foi-se. Fóda-se? Beatnick sem censura. Dora é burra! Pá! Tá! Sabe a letra e a visão, mas é muda e cega. Pois! Dora é burra! Burra! Mora no coração de Dom uma Dora. Ela não é automaticamente dourada, pode ser Dora de muitas cores, não somente única, uma mistura, desde que ame Dom, é a Dora. Pois Dom a ama. E a Dora, a Dora mesmo, de Dom, o ama. Dora ama Dom. E Dom ama Dora. Verdadeiramente.

terça-feira, 11 de julho de 2023

I WAIT FOR YOU!

Só conhecemos parte da verdade absoluta e a grandeza dos mistérios de Deus através da sabedoria que Dele vem. Luzes reais deixadas para nós como feitos, súplicas e superações. Se somos apenas hoje por causa de ontem, então é possível acreditar que amanhã seremos melhores. Das entrelinhas os pássaros elevam ao alto as cartas como antigamente que contam sobre a vida agora, sobre a fé, a pequenez do Homem e o que há de imenso no seu amor. Também há pássaros que trazem mensagens dos canticos decifráveis do seu amor. Veio como sempre, depois de sonhar, desperto e com dores, desejoso por acabar com a distância da sua maravilha para justamente se aproximar e assim continuar a saga da vida. Uma das grandes pontes de percurso pela escritura sagrada, tão complexa, mas ao mesmo tempo atual, praticável e acima de tudo, remédio e luz para a alma e consciência. Esse passo é uma conexão de olhos, ouvidos, boca, narinas, tudo limpo de ares degradantes, até pelo tato é possível reviver tal mensagem com sua ciente e constante paixão. Acima de tudo, alma. Fico ainda mais ávido na estrada pois tal tema compõe parte da evolução da mente e da alma. Naquele tempo... Os reis judeus possuíam poderes relativos às coisas e pessoas, missões árduas territoriais, lidavam até com anjos, demônios, a mística com sabedoria que neles havia por predestinação. Pecavam, como todos. Todo homem ou mulher só pode ser poderoso porque existe o feminino. Todos precisam ser geridos num ventre, útero, amamentados, cuidados por mulheres zelosas, e por possuírem no seus núcleos celulares a genética do "X" biológico. Também porque, ainda que sábios, pecadores, poderosos e falíveis à morte, acreditam e buscam a Deus, conscientemente como guia, condutor, protetor e temerosos à sua ira e justiça. Autopunições são ignorância, cegueira, prisão, vício, ócio, ganância, luxúria, egoísmo, ilusão, apatia... Toda manhã nasce uma vida nova, de erros, rasteiras, também de acertos e realizações possíveis em companhia. Então, viva para regar o mundo com sabedoria, fidelidade a Deus, sejam nobres ou simplícios. Essa é a História. Fazei o bem com Deus na cabeça e no coração.

domingo, 9 de julho de 2023

A CHAVE DA CIDADELA

(Narrativa Teatral)
Parece que temos um perdedor. Também, um louco errante amante dos quem voam. Fica num decola e pousa sem fim. Os dias passam assim, como roda gigante. A graça está contida na prontidão para as mudanças, porém estática e silenciosa, a emoção só passa, não fica. E os pós festas depende muito, se satisfeito com um horizonte crescente ou desorientação. Quando a consciência volta e arranha o foco de quem fala, basta pensar: "Caramba, foi aqui/assim que tudo aconteceu por alguém, parecia tão imenso/importante, e agora tão banal". Por todo canto restos e pedaços de sonhos como um tablado semelhante à queda de Babel, e reações de vulcões, terremotos, maremotos e vendavais. Assim pensaria um perdedor vivo. Você se identifica? Sua prece para o que começa, viciosamente te esquece, recomeça e solta, viciosamente te consome e te despeja, porque te gosta o que é externo, que uma hora antes mesmo de ficar velho, acaba. Mas, e aquelas questões sobre a constância? Haveria algum livro só com páginas boas com a fórmula dela? Seus erros, corrigem-se, mas ainda repetem, até quando? Pra quem você está falando agora? Dom sonhou e viveu muitas musas e damas, todas elas magníficas porque o fizeram existir e poder ser para elas o que elas são. Agora, tenho por mim - como narrador dessa história - que Dom embarcará em um nave um grande naco dos seus formatos, presente, com conteúdos de futuro, esperança, bem querer, viver, amor e fé, para o Mundo, queiram bem ou não. Então amanhã ele continuará, perdendo ou vencendo, sempre continua.

O LAMENTO DE DOM

Dom continua a saga da sua vida
Recomeçar seu ninho de amor
Dora não acompanha ainda, longe
Só a vontade de Dom se encontra
Dom tem um passo muito claro, é bom
É pena pra Dom KissHot e sorte pra algum beijo frio
E Dora ainda que se apague, verá as luzes de outras estrelas
Mas Dom, todo rasgado, é um cara de coroas abstratas
Conhece a fênix, as glórias e os desertos
E Dora é de fato um tesouro máximo
Uma realidade que se fará um dia
Dita certamente maravilha e cognomes belos
Chora, pois não vigora agora, esvai como fumaça
Com as cegueiras e perfumes de Gotham City, entre fantasmas
Se fosse Dora de Dom e vice versa seria bom, seria um bem
Mas, ainda não, e só, lamenta, Dom
Então, um dia ela será uma poesia viva que se vive em Dom

sábado, 8 de julho de 2023

DA TORRE VÊ-SE DORA

Dora joga com independência nova
Dora anda com velocidade atenta
Dora chega ao alto dos lugares raros
Dora arquiteta o passo do tempo nato
Dora não sei se suporta a igualdade de Dom
Mas sei que Dora vigora em Dom, sua cia.

quarta-feira, 5 de julho de 2023

A OBRA DO RÁ!

Hey, maravilha! Você sabe o que eu digo. Eu assino e apresento o que for preciso. Vindo de todos os lados do globo, até nos extremos vou e volto, pra ti, contigo. Porque você é maravilha que move o aprendiz! Este, porta um carimbo com imagens, letras, alto relevo, conchas, minerais, artefatos, pedaços de plantas e borboletas e mais, que revela a identidade dele mesmo, aprendiz do Gran Mestre. De fato, humilde, ainda que mire terras e montanhas, praias e conquistas por pessoas de bem, está o aprendiz para mim como níveis e graus destacáveis destes rotineiros padrões. Sei, que todos os viventes que não o Gran Mestre, vacilam. O Gran Mestre não, porque é o inexplicável, Deus. Mas, simplificando, todos os viventes, exatamente todos, ricos, pobres, recém-nascidos e à beira da morte, em qualquer lugar no Planeta sente algo (sentir), até os representantes máximos do Gran Mestre, carnais, sentem as impressões dos sentimentos durante o tempo, percorrendo oscilações de prazer e dor, porções de certezas e dúvidas, êxtases e quedas, nas nulidades, dualidades e multiplicidades complexas da vida. Por ter estado em terras lusas antigas, nada diferenciava o tempo corrente, nem mesmo os fusos, as línguas e as aventuras. Não fiz fortuna, creio que sabem por aí que ando cheio do que não sabem o que há no meu conteúdo. E olha que esse início é de fato a continuação de uma longa história, com capítulos que um dia serão lidos com amor. Hoje para ti, fielmente dedicado pelo Dom, mas exemplar a qualquer um que ama. RÁ (Deus sol do Egito antigo, iluminava tudo, até interiores e alguns sabiam). Essa é a nudez do aprendiz que manifesta. Ele tanto aprende como revela na tentativa de ajudar, ensinar, repassar. Quem habita o coração do aprendiz naturalmente respinga e avança com ele. E é a maravilhosa Dama. É bom lembrar dos dias marcantes. A tarde de um domingo, ao pé de uma estátua milenar, com os pés voando, ao som das disputas no estádio. Ao lado uma maravilha e a vida a frente. Dos dias marcantes bons, de toda a vida, é bom lembrar-se deles e como um ânimo para agitar a vida buscar repeti-los do que esperar algum evento ou calendário, pois lembrar coisas boas, nos motiva a reencontrá-las novamente. Mas ao lembrar é preciso ter os pés no chão e a realidade alerta, funcional e saudável, para não iludirmos com o impossível. Com menção sempre à morte, que de fato é Deus também, só o Gran Mestre é capaz de saber, e são lembranças que nos fazem acordar para as lembranças dos dias bons possíveis de se reviver. Para escrever, tenho que estar vivo, regido pelas luzes que me embalam em flauta e foles antigo, meio à atualidade mista de retas e curvas, círculos e introspectivos muitas vezes confusos, dado à tanto giro do amor.  Alguns escritos citam o aprendiz como ariano, primeiro nato dentre os bravos. A natureza é um palco raro hoje em dia, tanto cinza nos lócus onde habita tanta gente de vários estilos e gostos. Há diversos elos, alguns certos e sintonizados outros por vício do ego e sem querer, fracassos. Mas, estar ao lado de uma maravilha sob o teto de uma casa, nave ou céu e beijá-la é como estalar os dedos, o pescoço e a coluna, colar o corpo, unir a alma, e isso com gosto e vontade é um tipo de lembrança boa possível de nos dar realizando. Creio que com isso até os perseguidores irão bater cabeças e depois sossegar. Porque o abraço que respira ofegante é regado de riso natural, um brinco de pulso forte que torce para tudo dar certo, como que vibrando, e espalmada a mão os dedos correm macio a testa, o cabelo, a orelha e o cheiro das bochechas. Tudo isso o sol mandou pra cá, aqui, e como no início, repito, em todo lugar do Mundo. Tal força salienta os leões em personalidade porque o calor e a luz faz avançar carinhosamente diante da abundância da sua anatomia de topo, tão majestosa, como a maravilha. Revela que a dama certa é sempre uma Rainha para o poeta das eras dos Faraós, Ragnar, Shakespeare e mais., esta que é uma maravilha no meio da pirâmide prestes a ascender ao topo, bem ciente e iluminada. E o tempo talvez seja o mais confuso ao meio da história, pois, para todos que de certo acompanham ou ignoram, até mesmo o sol tem tempo para acabar, não só no dia de hoje, nem exatamente aos segundos todo dia, mas estimado nos cálculos dos homens modernos. Então o tempo agora é o mais importante da história dos últimos tempos. Tanto pode acabar num instante qualquer mágoa ou alegria, como pode começar uma nova dor ou felicidade. Essa carta já fora enviada à Dama, sabida, tem portas abertas e pensa por quê está presa? Quem é a sua maravilha? Quem te fere ainda? Hoje diante do sol num dia de inverno a pensar que futuramente possa lembrar essa inspiradora maestria, o que diria ao Mundo apresentando uma maravilha, uma união forte, postura e ciência, conduta e família diversa, construção e resguardo, novo início, reinício. Sempre ciente do poderio latente de quem rege, mas caminha igual. Poderia parecer um códex maçônico, pois comigo não há segredos e perguntaria bem tranquilo a saber o que diriam também as religiões, elas precisam ser compreendidas e vividas, de fato sentidas, todas elas, melhores. Porque a vida não são só alegrias que ficam, é um cliché. No entanto maldades e desgostos nós podemos decidir fazer ou receber. Não sejamos pessoas más a ponto de fazer mal aos outros (ainda que sem querer possamos fazer), muito menos não devemos contentar e satisfazer ao receber mal dos outros, pois devemos nos proteger, evitar e em alguns casos lutar contra o mal que nos fazem, e pela justiça dos inteligentes que fazem da justiça cega a definidora com seus pertences. Eu escalaria uma cachoeira na unha pela maravilha que me quer lá em cima. E lá em cima, mais acima da cachoeira a lua cheia deste mês 7 de 23, ao lado de Rá nos viu a Lua Cheia primeiro, Dom e Dora, e contou para o universo que expande sem fim.

segunda-feira, 3 de julho de 2023

TE TRANSFORMA

Existe um ânimo que impulsiona
Faz voltar sonhos, atiça planos
Abre portas, projeta o calendário, encanta
Espanta os que picam e espetam
Está nas manhãs frias ao passo
Durante as tardes em maresia e riso
E pela noite enche até a lua da Terra
Manifesta em todas as temperaturas
Esse ânimo não é segredo, é coragem
Cicatriza o passado, é o presente!
É o Universo nos olhos da Dama
Sua maravilhosa boca, seus sons
O aconchego do seu colo, seu cheiro
É o futuro corrente no seu beijo
Paixão


sábado, 1 de julho de 2023

IDIO.T.

Esse texto não tem imagem
Aliás, ele é um espelho
Ele é uma ilusão
É uma derrota
Fracasso
Esse texto não te acorda, ainda
Te compara ao fim da vida
É um atraso, é raso
Solidão
Esse texto tem bem uma arquitetura
Da crua gana humana confusa
De extremos sem meios
Sem emoção
É grão

quinta-feira, 29 de junho de 2023

SAIBA QUE QUEM CRIA CURA

O criador!
E a musa é a prova da sua inspiração
São variadas musas em abstratas disposições
E uma única em poesia e preparação de desenvolvimento
Essa una é tão potente que as águas agitam, como a lua
Quando toca a sua alma a alma do poeta, ri mais que chora
Sem dúvida que não escapa nenhuma vírgula, taí o sentido
Isso se dá quando se tem auto conhecimento, é possível
Altivez e penúria, ambos são destinos
Então, veja! A energia diurna constante é um remédio antigo
Porque o fogo, os artifícios e as criações iluminaram o Mundo antigo
Domingo na verdade vendo a Terra de longe 
É a mesma coisa que qualquer dia antes ou seguinte
Qualquer dia em boa companhia é uma aventura satisfatória
Ciente de poder ser o que é com força e vontade todos os dias
Pois, fala-se à criatura sobre muitas coisas da vida, inclusive a morte
Sobre jus musas como pessoas e elementais
A criação muta, hora avança, hora regride, pois existe
É difícil às vezes, às vezes nunca é fácil, é sabido
Mas há momentos que faz reconhecermos quem já fomos
Essa carta na verdade é uma dádiva
Que banhou as unhas do polo norte e pousou no paraíso
E essa energia capaz de cruzar o Globo é lógica, é a maestria humana
Que consome e descarta, planta e arrasta, impacta sempre
Usa tanto a base sem perceber que é o que se precisa 
Ainda que saiba que no caminho há serras sinuosas e solavancos
O criador fez um costume, disciplina de aproveitar a luz do sol
Isso é a força diurna, sua natura e adornos
Nós, temos todos uma história que começa dentro de um casulo
Outro remédio é a leitura, quem lê vírgulas se cura
Essa inspiração na vida mais pulsante é um exemplo
Para aprendizes e sabedores de aprendizes
E o bom combate sobre coisas interessantes e reais
Existem pessoas capazes de construir torres ao seu lado
Isso é mais uma maravilha
*
Para a minha... 

quarta-feira, 28 de junho de 2023

AS ENTRELINHAS DOS SEMÁFOROS

Reza a lenda que o olho que tudo vê grava e guarda
Mais do que um par esses raros semáforos modernistas
Piores que burros empacados, essas hastes tipo Pisa negra
Brutos, tortos, sem funcionalidade da cabeça aos calcanhares
Sem timer, sem nexo na paisagem, só mesmo argumento de texto
Porém no salão as paredes vazam arrotos e fumacinhas cerebrais
Pois os pássaros que cantam de galo seguem as águias
E contam que um circo vem aí com realidade realizável
Agitando o sinal verde que é a alcançável beldade
Atenta ao sinal amarelo, ao equilíbrio, ao anel 
Que perante o rubro suporta paciente sangue iluminado
O jardim vem depois da fachada, depois do miolo, no fim 
* * *
TRECHO DE CARTA À ORDEM DOS BIÓLOGOS (BRASIL/PORTUGAL) MyLab. 

sábado, 24 de junho de 2023

E O BATISMO DE PORTUGAL?

Nada mais autêntico que o nome do cavalo ser Ogalo
E a fala acompanhada de postura imperativa de comando
Como um ido que por ter locomovido fixou bandeiras longe
Regado de combustível solar sobre tudo que cresce aos pés
Trazido com luzes que indicam que o conflito precisa do bem feitio
Que desce garganta abaixo como o sol que adentra a boca aberta
Como os canhões atlânticos, as energias de magma e os peixes
Nesta carta, que outrora fora escrita pela lusa língua bela, essa
Que apresenta na vida uma expectativa de mudança agora
É mais uma prova dos complexos científicos que serão erguidos, pois
Vigora na proteção dos exemplares em nome de J. Cristo e J. Batista

sexta-feira, 23 de junho de 2023

NÃO ENJOA

Neste dia na Praça estavam:
Os loucos
Os bobos
Os transeuntes
Os pela saco
Os coça saco
Os moradores
Os sujismundos
Os vendedores
Os religiosos
Os pensadores
Os estudantes
Os que contemplam
Uma parcela de muitos
De quase todos
Faltavam poucos
Que chegarão

terça-feira, 20 de junho de 2023

COMPANHIA! PUBLICA! AJA!

Mira!
Quando a casa se dedica
Em qualquer tempo a trabalhar
Para os seus ganhos, srs e sras
Sem assistir, conduzir e atender o povo
Frente às intempéries e descontroles
E as incompetências de qualquer tempo
Dos adms, políticos e sacanas...
É sinal que a máquina tá capenga
Mas a gente tem fé nas ações dos bons
Sejamos sempre
Hasta!
Sebá!
*
Enxerto de Política Sebastianista

segunda-feira, 19 de junho de 2023

O QUE É CORAÇÃO

As vantagens de um ninho: É que você exercita a companhia e cresce mais forte na sociedade. É que você ensina, descobre, rala e vence em companhia sem ninguém ver e faz parte. É que você planta, colhe, monta e desmonta, manias e criatividades, e o mundo todo cabe dentro. É que você voa, decola, paira e pousa, mesmo com um ninho, em companhia, de amigos, familiares e amores, porque é o coração o seu ninho.

domingo, 18 de junho de 2023

PARA SITAGHATA: O GREENWICH HINDU

Depois de profundo mergulho penso nas fotografias 
Na facilidade que é congelar a paisagem e ela toda vista
E a dificuldade de fotografar pessoas porque notam antes o click dos olhos
A produção de qualquer coisa tem sempre um combustível justificável
E a maior é a atividade constante que o corpo cede ao espírito
Pensa: O espírito não sente propriamente como o corpo
Mas grava cada momento e, enchendo ou esvaindo cumpre esta vida
Há quem se dedica às investigações além do que se vê e sente
Há quem vive enérgico e apaixonante alimentando o ego e as sensações
Há os ignorantes que zoneiam a sociedade com faltas e malícias
Há livros que explicam Satiwa, Rajas e Tamas
Que são as condutas de harmonia, paixão e atraso
E que de certa forma nos prova a todos
Por isso é preciso estar atento e forte
Era o que eu pensava que diria um dia para minha filha : ) 
Leia o BHAGAVAD GITA!

sábado, 17 de junho de 2023

EXPANSÃO DE MESAS

Acho que Dora existe por aí
É Dora mesmo, é certo, é ela
Ela é a metade do andante alerta
Sua parte, o ventre, a perpetuação
Um pedinte hoje em dia por atenção
Num tempo disperso de viralizações
Construtor de pontes na rosa dos ventos
Esse, que é Dom tem um dom inevitável
Que é um multiplicar de ideias para todos
Que uma hora ou outra realizam-se tal
As inspirações que hoje manifestam
Os que sabem confessam, talvez em silêncio
Que esse é o peso e o estalo do dom de Dom

sexta-feira, 16 de junho de 2023

O REI DE JANEIRO

Você ainda tem as luas dessa vida
Você ainda tem estátuas do oriente
No baú você tem prendas para todos
Seu coração não para quando chora
Chora seu coração por quem te troca
Troca por esquemas sob as barbas reais
Mas não para, mas chora de apego e dor
Verdadeira dama não engana, deseja
Você perde à beira rio, oculto, tchau! 
Você ainda tem matas, sol e praias
Você ri do passado que foi ontem
E chora porque a Dama não é coração
A Dama é uma dama de espadas cravadas
Seu passo dado frontal é real, é claro
Você sabe dos segredos revelados e só
Basta!
Sua revolução é sensata 
Sua bandeira é explícita
Sua locomotiva é máquina
É! Você é uma chave
Quem é a sua fechadura?

quarta-feira, 14 de junho de 2023

ESSA ÁRVORE PRECISA SER MANEJADA

Quando eu era moleque, com pés descalços, colar de suor e poeira no pescoço, junto de meninas e meninos na pracinha, subia nas árvores e via por alguns momentos todas as coisas do alto, daquela altura. Quando ultrapassava a linha das copas então, havia o mais alto ainda, que é o céu de uma criança. Isso era como um voo de avião ou tocar os pés dos pássaros livres. Meninos e meninas do meu tempo tiveram ao seu modo uma sensação sobre esses feitos. Nas praças, hoje em dia, quase nenhuma criança sobe em árvores, tampouco lêem (alguns sim, lêem) muito menos coisas como essas (eu gostaria que meus descendentes lessem o que escrevo), pois assim é possível contar-lhes sobre a beleza da vida, mesmo ausente. São muitos oitis nessa cidade. Oiti é um dos nomes populares de uma espécie arbórea nativa da mata atlântica (Licanea tomentosa). Historicamente, foram plantados em campanhas antigas iniciais da cidade, traçados por condutores da época, nos impulsos, alguns de certa visão futura sobre a composição da cidade. Quando foram plantadas (quando são plantadas árvores, criados jardins em alamedas nos lócus urbanos), para toda botânica espera-se que vivam 50, 70, 100 anos e/ou mais, na continuidade da composição da paisagem, seja ela equilibrada para a posteridade. Eu não subia propriamente nessa árvore da imagem. Esta é uma Sibipiruna (Caesalpinia pluviosa). Quase ninguém, aliás, subia nessa árvore. Mas hoje em dia ela precisa ser manejada, e há quem suba, pois pesa o tempo sobre ela, os ciclos, os ventos, e antes que caiam pedaços dela ou tombe sobre nós, essa árvore precisa ser manejada.

terça-feira, 6 de junho de 2023

CATAQUÊ???

Ainda que a cidade seja relativamente nova, 145 anos, existe nela um miolo físico velho, poligonal, cheio de marcos de significâncias (mais ou menos pra uns e pra outros, outros nem tchum) que não é somente por ser velho que deve ser intocável, "pirirí pororó", ficando a mercê do tempo e aos braços cruzados dos salários, mas sobretudo deve ser conservado. Fico indignado até hoje por exemplo com a quantidade de empreendimentos urbanos e comerciais de 30 anos pra cá que eliminaram minas d'água pela cidade. Pensa, que desapareceram minas de água mineral pela cidade nos últimos 30 anos, olhos d'água mesmo, para abrigar o crescimento, o povoamento, a povoação. Daí o que brota é esgoto, descargas, efluentes fétidos, um sinal de atraso organizacional nacional. E o ordenamento? O ordenamento é o cetro da parada. Yá! O cetro! ". Quanto aos casos referentes ao miolo histórico, estes precisam até ser refeitos, restaurados, protegidos, informativos, inovados no contexto equilibrado de manutenção de traços e inserção de itens indispensáveis em nossa sociedade, ou seja, tudo que é velho, é ao mesmo tempo frágil, mas resistente. É na verdade um resguardo do que impulsionou e impulsiona a cidade, seja notável ou não. O miolo, não mais que qualquer outra porção geográfica da cidade, deve ser participado com sentido de pertencimento por todos os escalões da pirâmide da sociedade, mantido funcional justamente para conectar apêndices, bairros, polos, centros, comunidades, que também são a cidade mais nova expansiva, e devem ser também áreas mantidas, funcionais, equilibradas, organizadas em suma as conexões da cidade, seja em eixos viários, arquitetônicos, paisagísticos, humanos, sugestivamente aplicado em outras vertentes de limpeza, bem estar, boa circulação e educação. É complexo, mas de tempos em tempos candidatam pessoas dispostas a encabeçar essas administrações públicas, alguns passam por cima, outros passam por baixo, pelo lado, por trás, enquanto a receita nesse caso passa primeiro por vencer a cegueira dos egos de nomes e sobrenomes nos resquícios provindos de medalhões que deixaram algo bom, e não é seguido. Depois disso, unir aos bons e mãos à Mata!

DERRADEIRO DOM

"Acorda, Dom KissHot!" - Assobiou o Velho da Torre mirando uma águia no cume da sua fronte. E disse mais: Desperte, Dom KissHot! Anda e move! Olha aquela ave imponente no topo. Todo ser que nasce, morre. Aquela águia pode chegar onde quiser e vir aqui pousar em seu punho, se você quiser. Esses são poderes que a vida tem, ensinamentos que doa. Primeiro ela precisa te ver, KissHot, aí ela irá te focar, Dom. Se assim for, ela há de querer o que seu punho tem de melhor, que é a sua cabeça. Aí ela vem, e o que o há de melhor ela trará também. Então, ânimo Dom KissHot! Se ela não vier, acorda no passo que é dado ao seu querer e continua, pois as águias são como a Dora, elas precisam ver, focar, querer... Elas têm muito poder.

sábado, 3 de junho de 2023

VICIADO EM IMAGO: QUE BOM QUE É BOM

Aí IA, tem gente que parece com a gente. Quem é quem? Que parece com a busca que some e aparece em tudo que se cruza bem guardado, por avenidas, praças, casas e laricas... Que amadurece com a gente e acompanha, ou só pinga no calendário vigente. E impacta, seja presente ou ausente. Pois, penso na Dama, porque ela me completa. Fortalece tudo. Diante da energia que alimenta os cabos das recargas das maquininhas nas pausas dos tragos e adrenalinas. Sem excessos, mas sou viciado na Dama. Já pensou andar dentro de uma mata com um celular nas mãos e além de registrar as paisagens tranquilizantes ou mandar mensagens dispersivas, sobretudo abrir links em points pré estabelecidos com informações que até as pessoas com deficiência auditiva consomem? Pensa! E faz! Óh luz, faz! Manda brasa na fogueira de São João aí em vista, e as cavalgadas antigas aos cruzeiros, aos quentões e dizeres de "que bom". E ensina, óh energia da vida essa descendência o valor do seu solo que é a perpetuação. Pois depois de nós virão condutores outros e que sejam bons

sexta-feira, 2 de junho de 2023

O TRANSE (Oráculo)

Não é nada de anormal. Depois de tanto tempo registrado com alguns exemplos iluminados(as), surgem sempre os encabeçados para lidar com o Mundo. Até os filhos dos Reis mais antigos sentiam transe. Seus antecedentes com certeza também sentiam transe. Nos sistemas gerais atuais, no giro da roda, sempre há pessoas que entram em transe, curtos ou prolongados. Esteja certo e ciente, seguro como sempre sem esquecer das luzes internas, da nossa consciência, que ou tende ser robótica moderna (atrelada à velha ordem) ou roots (raiz) mais velha ainda, mas que é a base de tudo que há de avançado ainda por surgir. A base é um transe. Pensar que o homem moderno lança pelo menos uma vez ao ano, matérias, peças e engenhocas em foguetões para o espaço extra terreno, afim de chegar e saber além daqui, ao meio do caminho - ao som do grilo em transe - usa isso tudo que temos em mãos. Pensar nisso assim gera transe. O transe é de certo uma viagem espiritual de coragem e avante. "Ultreya e Suseya!". Aliás, escrevendo é possível estar em transe. Tem gente que reza e entra em transe. Por exemplo: Os mantras, as oferendas, as preces, posturas e condutas ritualísticas, as canalizações destinadas à um Mor, todas essas e mais ações devotadas (vero), por elas é possível chegar ao transe. Tem gente que musica, canta, dança e entra em transe. Tem gente que caminha e entra em transe. Dormindo os sonhos são transes. Então, o transe constante da vida é o respirar. A máquina do corpo é o transe. O tempo é um transe de milésimos, segundos, histórias que talvez existam muito antes do que já sabemos. O passado é um transe.

quinta-feira, 1 de junho de 2023

MEDITE! E MERGULHE!

Até que o filtro dos ouvidos serve para equalizar o silêncio que precede o esporro. Enquanto miro de longe as manias desajeitadas do Velho da Torre, com toques repetidos da colher na xícara à noite, batem os dedos calejados como sinos que avisam o novo tempo e ao mesmo passo o fim de algo. Mesmo com os filtros de ouvido chegam sonoras da redondeza, além dos cheiros vários que abrem o apetite, abrigado do sereno num puxado, onde constam vinhos e lenhas a pensar na Dama. Repertórios que já se sabe até a hora e meia em que se toca. E também as evidências que o amanhã depois de todo jogo, há sempre alguém que brinca, outros suam, alguns coçam, vidas ativas, justas, ociosas, contributas, lesivas, injustas, evolutivas e a morte ronda a todos com suas fuças temporárias. Fazer trilhas na natureza também ajuda a filtrar a Babilônia, armar-se com armaduras. Descobrir paisagens em companhia explicativa e clarear a mente de quem cresce, fortalecendo o corpo em atividades. Saber de forma básica a quem pertence a mata. Se à água, aos leitos dos rios semi aquáticos com lagoas de ictios, répteis, anfíbios, aves, mamíferos, micros fitos e zoos, às bacias que se formam com as receitas das engenharias arquitetônicas e paisagistas da humanidade, às estradas que carregam desde poetas, religiosos, educadores, artistas, aventureiros, idosos, pessoas com deficiência, pessoas de todo mundo, inclusive pessoas ruins, pobres de espírito, ignorantes. Então medito num feitio de marco, exposição e aplicação que insira nos que participam de um roteiro natural e perpétuo, um hábito básico e múltiplo de educação ambiental, histórico e social, num centro formativo amplo e complexo, à beira de um lago, num casario de energia, novo, verde, antigo com pontes para o Mundo.
TPN

terça-feira, 30 de maio de 2023

VIDROS

Existem pessoas que te salvam a vida em várias ocasiões. Se for lembrar podem ser muitas vezes para quem viveu uma vida de bravura e desprendimentos sistemáticos, porque cada dia tem o peso de 10. E mesmo quem se recatou no purismo fachada passa aperto um dia e é salvo por alguém. Há quem chame os salvadores de família, amigos, sangue; outros mais refinados chamam de mestres, chefes, tutores e os exemplos dos mais eloquentes de farol, guia, anjo, luz.. Tanto faz, todos nós somos salvos por alguém na vida, chame como quiser. Eu acredito que continuo sendo salvo na escala do 1 por 10. Recentemente caí do cavalo. Não foi a primeira vez. Em todas as vezes existiam tapetes sob meus pés. Não que me amortecia, mas era como que quase morria, sangrava, chorava, emagrecia, não sorria e mesmo assim revigorava, não quebrava, justamente por causa da salva guarda. Em todas as vezes de queda havia no cenário  instrumentos, desenhos, espadas, escudos, artes, culturas, convívios, vigor, suor, fé, indignações, criaturas e criações. A última queda fez com que saísse de um ninho bem bonito no meio de um traço citadino, que me fazia lembrar do paisagismo exótico e a mini matinha atlântica do Colégio Cataguases, e por avenidas por onde passei a caminhar 3 anos, todos os dias letivos, indo ou voltando, com espinhas no rosto, paquerando calçadas ao lado, marchando leve com a biologia já pulsando em chegar longe... E o trajeto da minha vida fez com que residisse justamente nessa linha, por um bom tempo de produções e pseudo-união. Quando saí, caí no chão. Mas, lembra, tenho um tapete colado no chão. Vivi 90 dias no local de trabalho (e venho me despedindo com gratidão). Entre vidros e espelhos de 6, 8 e 10 mm de todos os filtros e reflexos diurnos e noturnos, e luzes que me vieram e fizeram escrever um horizonte de decolagens, pousos e reinaugurações. Em simultâneo, nesse tempo, quase morri no dia das eleições, porque era tão grande a carga negativa no país, que abalavam pais, filhos, netos, amigos, irmãos, e o saldo disso é que não vemos grandes resultados positivos depois da última mudança nacional, exceto as figurinhas e os jeitões dos poderosos do momento. Né não? É...! A bagunça continua solta. Eu queria pegar a Venezuela pra mim. Como é uma ideia de bravura e desprendimentos, com propósito coletivo, com certeza eu teria que ser salvo em algum momento dessa ideia, por isso lances assim são estratégicos mesmo, para instigar e aquecer os salvadores. Que me escolham! Explico:  “Pegaria a Venezuela pra mim” para salvar o povo inteiro da opressão governamental, povo que já vem tentando se libertar há anos, povo que paga os banquetes da ínfima minoria aristocrata e político militar, enquanto pipocam dívidas bilionárias, e perdas para quem emprestou sorridentes nos palácios; povo venezuelano fugindo doente, lutando contra tanques, aqui mesmo ao lado, só que depende das transmissões globais e das jogadas norte americanas com a Rússia. É o que de fato gostaria quando falo em “pegar”. E quem salvaria o Maduro? R: O Lula. Termino depois de ter sobrevivido à última queda. Eu fui socorrido, ouvido, acreditado, abraçado, aceito, reconhecido, orientado, abrigado por um homem com 9 dedos nas mãos. Falta-lhe o dedão esquerdo perdido num sinistro. A pinça mais ágil para se lidar com as dificuldades do dia a dia do “homem primata, capitalismo selvagem”. A este salvador, meu primo, Flávio J.N., minha imensa gratidão ao seu abrigo, ao seu ofício, à sua família (que é também a minha), às suas mãos, ao seu despertar. Por isso que eu digo, salvadores têm muitos nomes, formas, alguns nem são vistos, porque salvam o tempo todo, os que salvam. Gratidão a Deus!

segunda-feira, 29 de maio de 2023

CONTO: TEOREMA DA COMPETIÇÃO

... Faltava 7% de bateria do celular e essas maquininhas velhas acabam indo à baixo de uma hora pra outra, mas houve tempo de pegar o nome do título desse conto. Uso outra máquina antiga, barulhenta, onde escrevo e esquenta os pulsos, serve lindamente como prancha onde teclam meu dedilhado. Tenho dito por estar absorvendo, que quase todos os dias da semana a boemia comercial dos comes e bebes, o que é ótimo fazê-lo, e seus ruídos comportamentais de utentes e vendedores invadem casas diversas ao redor, ao lado, a frente, com gente residente idosos, doentes, crianças, há tempos ou recém chegados à comunidade. Por isso aconselho sempre como bom Hospitalário, usarem fones de ouvido mesmo que não toque nada sonoro, pois funciona como tampão, as borrachinhas. Indiscutivelmente é tamanho o impacto de quem sai empanturrado ou bêbado de um bar, peidando, arrotando, gritando, sujando, sorrindo, até chorando, como se estivesse num estádio ou no quintal da sua casa. E o fluxo de veículos, e motos andando nas calçadas nas barbas da lei, subindo em contra mão, enquanto um janota fuma seu cigarro filtro branco aos berros no telefone xinga alguém qualquer, sem senso comunitário, de espaço público ou privado... BABILÔNIA PURA! Houve um tempo na pracinha onde cresci, saí e atualmente vivo, na casa dos meus pais, que o inferno citadino eram os carros com sons altíssimos, vários, e com músicas estridentes e horríveis, que vibravam os vidros canelados quadrados da colmeia da porta de madeira da entrada depois da varanda branca e entre a sala de mesma altura do piso da quadra da praça. O inferno muda de meia em meia década. Esse cenário doméstico reabre outras lembranças, da primeira infância, quando o portão da calçada e rua ainda era baixo, até a peitoral, não ia até o teto, como jaula. Era de ferro pintado de branco, tinha dobradiça para entrar a “capital de rodas”, trincos e cadeado, obviamente. No passado algumas coisas parece que eram melhores, ou ocorriam menos, de fato diferentes, porque resolveu-se subir uma nova grade alta até o teto depois que a casa fora invadida pela anarquia, roubo e descontrole dos dopados em drogas mais pesadas e a famosa água ardente. Antes da lesa, aceita-se que os atos livres quando não ferem, devem perpetuar, mas se lesam, não poderiam, então por isso previne-se, tranca-se em casa, e ainda assim luta-se contra malícias dos outros contra os outros. Daí surge a teoria da competição. Conta-se em escritura sagrada a história de Caim e Abel, e ainda que fossem irmãos, olhavam-se em comparações, surgindo consequências negativas e com isso prejuízo comunitário. Péssimo isso. Se lá naquele tempo o pau já quebrava, então é verdade mesmo que o seio das famílias hoje em dia anda um tanto perdido. Não são fachadas que consumam eixos de mesmo fim, uniões sem análises, campanhas quaisquer por mais matérias e materiais, processos inventados sem fundamentos, enquanto o que impera são caminhadas e chegadas prósperas, fartas ideias realizáveis e povoadoras de novidades vivas, executáveis pelos que sabem. E é verdade que algumas ideias já estão prontas, como que aguardando o sinal de largada, integração e feitorias. Eu sei que pode parecer complexo, mas se prestarem bem atenção nessa teoria, será revelador o presente se repetindo no passado da seguinte maneira. Vai parecer prova do IBGE ou da Marinha esse conto, mas é bem atual mesmo, e seguramente iluminado por essas luzes da mesa, dos postes e dos tablados. Pois, aqueles tablados que conto nos bornais diagonais de outros contos. E ficarei imensamente honrado se um dia for citado. Um dia pode ser depois de muito tempo mesmo, ficarei honrado, certamente. Eu mesmo, não devo ganhar nada com isso, é quase sempre assim. (risos). Tá bem, é o ofício. Havendo descendentes poderão seguir de exemplo o que de bom hoje faço. E ganharão com isso?! O conto é assim: Duas pessoas vivem em suas casas, uma em cima da outra. Um tem uma casa em baixo. Outro tem uma casa em cima. Eles foram batizados em religiões diferentes. E por ignorância não se topam, não se falam, muito menos poderiam ser amigos ou irmãos, como Caim e Abel, eles competem, invejam e brigam. O indivíduo que vive em cima tem um terreno ao lado que o pertence. Para sacanear o de baixo, o de cima cria porcos, joga restos de comida de cima para o lado para alimentá-los. E os porcos fedem. O fedor e a agitação do chiqueiro perturbam o de baixo logo na altura ao lado. Da perturbação vem o mal estar e a fuga, deixando a casa para o de cima apossar. Depois que o de baixo sair e o de cima entrar, fará o de cima um altar, onde se saciarão seus egos num local onde cresceram porcos fétidos e barulhentos, num chiqueiro atmosférico. Sacam? Essas mininovelas existem em diversas realidades pelo mundo e são combustíveis para auferir (medir) a temperatura da evolução da sociedade desorientada, caduca, mal-educada, porca, sacana, parasitária, gananciosa, covarde, atrasada, degradante, ainda mais em Territórios com má fama por erros repetidos, e mais, desapercebidos, trocados por valorizações superficiais e cegueira da essência do que vale a evolução da alma; fraca mistura, comunhão e participação certa e o pior, desimportância, desamor. Um alô que deixo dos que me acompanham aos que acompanham esse conto, e que ao fim ao cabo revela que a competição humana é uma arma da ganância que é fruto da ignorância. É preciso combater todo tipo de maldade com notável inteligência, inclusive analisando-as sem escondê-las, muitas vezes explícitas, sobretudo as camufladas. Expondo as bases, os degraus e as complexidades, ensina-se a vencer o que é preciso vencer para não declinar mais o Mundo. A maldade, a desordem, a banalidade, a ignorância, o desrespeito, não devem prevalecer! Não deixe que a ilusão das quantidades, a futilidade, a fachada, as competições de status e egos prevaleça sobre a beleza natural de tudo, o equilíbrio das paisagens e das potências, a sensatez e a esperança por um mundo melhor.

domingo, 28 de maio de 2023

ESSA CRÔNICA É MUITO FORTE

...Conheci uma mina muito massa, gata, fera, cabeça, enérgica, marcante, marcada, cativante, que me fez esquecer tudo que já quis com outras minas, modelos, peitudas, bundudas, cheirosas, de sampa ou da Europa, todas mesmo. Gostei muito dela. Ela me disse que não é bom correr muito atrás das minas, que é pra segurar o passo, ficar na minha, com calma, que elas vêm. Imagina a minha velocidade? Essa mina disse que tem dedo podre, que é tipo uma princesa auto amaldiçoada por uma bruxa que é tudo ela mesma, e por isso, só se apaixona pelos malvadões, por ilusões, mentiras, irrealidades e depois murcha, sofre e fere. O fato é que ela tem os dois lados do gênio. Como todos! Muitos laços, desde os mais belos e sanguíneos aos mais podres, rudes, brutos, fracos, jovens e pirados. Quem não tem dois lados do gênio são as estátuas! Eu pensei arrancar a barba, mudar de cidade, parar com os relâmpagos virtuais, alterar a certidão de nascimento, caminhar, correr, escrever outras coisas, como ela bem me indicou quando a conheci. Só que ao meu modo, lógico. Que fique claro ao meio que quem assina a crônica é Dom KissHot). Mais um moinho do velho. Então, essa mina massa me indicou toques, setas, placas. Ela me ajudou. Pô! Pensei também em tatuar na cara: "Em treinamento..." Faria coisas assim. Tudo pra conquistar essa mina pra mim. Essa mina é a Dora Tè, pô, a sina e a busca de Dom pela cia. da Glória. Porém, distante realidade a minha. Essa frase resume tudo. Estou condenado ao carma de Atlas. Doem-me as costas. Só não me enterro porque sonho em ter mais filhos. Ao próximo, daria o nome de Khan, fosse X ou Y. Mas, como sei que a vida é uma caixinha de surpresas, quem sabe um dia comerei um belo salmão em cima de uma montanha à luz dos astros com a mina Dora musa? Quem sabe decore pisos, paredes e tetos, abra portas e expanda mesas, faça pontes e pilares, ande, voe, galope e viaje leve pelo Mundo até o fim da vida com a minha Dora Tè ao lado? Hum???
DKS
Grato

sábado, 27 de maio de 2023

OS NOVOS ASES

Rans o Zinza quando passa horas em seu quarto, não está de todo modo desconectado do externo, tampouco debaixo das cobertas até a cabeça. Ele é um criador das costas dos baralhos. Age como poucos ainda que contagiado pelas manias da modernidade, e usa desde o fogo do fogão à boca até as telecomunicações que por sua vez demoram a regularizar um pulso, um absurdo! Pois, deve ser interferências dos emaranhados dos cabos e o bololô da piratada aérea apontando para os satélites. Se bem que parece que foi agora que descobriram a lupa do computador com as empolgações de se buscar respostas após pergunta-las à rede de informações compiladas fidedignas (?). Aliás, foram lançadas "parabólicas" para a órbita e para o sideral, nos foguetes da X Y Z. Justamente para armazenarem a enorme gama de informações de ontem (passado) e atualizar as de hoje (presente e amanhã) a interatividade viciante dos acontecimentos mundanos, humanos e terráqueos. "Aproveite a luz". Mas, para Rans o Zinza, aproveitando o essa luz, para ele sempre foi pensar, lançar as palavras-chave, apertar o Enter/Start e esperar na paz de Jô e Jah. Procede convosco um ou outro? Agora com a moda das IAs parece que o "tilt" já rola, mas é baixo, pois corrigi-se. A inteligência artificial é corrigida pela a humana que cria e destrói. E a bitola dos pescoços curvados dos homo erectus, retrocedendo com a galera nos telemóveis direto e nos programas vazios de ensinamentos. Rans o Zinza escuta o "zum zum zum" da rua, das praças e avenidas, dia e noite, e também curva seu pescoço rendendo às manias da modernidade, reclamando sempre da mora, do que se espera encontrar, mas perde-se, e que às vezes nem existe. Alguns países vistos como exemplos desenvolvidos, são só por fora, e digo de dentro do miolo. São fachadas, são embalos que pegam ou pecam com o continente. Sem grande essência exceto histórica e sempre humana, também polêmica e manchada, sem grande novidade ou inspiração, por sorte de ter uma moeda atualmente forte e o uso de produtinhos necessários e desnecessários todos os dias por gastantes sugadores do primeiro mundo vindos do oriente. Rans critica e condena veemente cidadãos que ofendem e prejudicam outros cidadãos, de qualquer maneira. Das piores maneiras então, Zinza, até joga repolhos no palco. Não diria que decaptaria, pois o enforcariam por isso. Mas Rans o Zinza, reclama certo e revela uma coisa que é fácil saber. Se a humanidade não respeita cor, gênero, credo ou qualquer outra variância natural, esses indivíduos não respeitam a diversidade humana e o desrespeito não é uma opção conveniente ou contributiva na evolução humana. Do mesmo modo, Rans o Zinza vê modelos de condutas, organizações, civilidade, comportamentos, culturas, modos e gestões que podem ser assumidas, mas tudo depende da balança, isto é, do tempo também, e por fim dos que o pesam a seu favor. É preciso sentar, ler, ver, escutar, assistir, compreender, confirmar, planejar, levantar, agir e atentar-se um pouco nas coisas que Rans o Zinza queixa-se tanto. Os Ases são fortes. É ótimo porque não há só um. Ele é um deles. 

quarta-feira, 24 de maio de 2023

É O GRITO DA TESE DO FICO QUE VAI LONGE: APROVEITE A LUZ

As problemáticas do lixo espalhado pela cidade são gritantes. A lembrar que há lutos todos os dias, pelos os que cumpriram o seu tempo de vida, pelos animais mortos, pela natureza morta, pela família e a tradição sobreviventes. E enquanto vivos é vero que recebemos, pois auxílios de fora, digo do externo imaginado e sabido ou seja, do além. Ah, o além, como introdução às teses se associa às distâncias relativas, como além-mares, horizontes e montanhas, além quereres e que sejam bons, além do universo? Será que existe? Chega-se? Assim: Há tempos as problemáticas de lixo espalhado pela cidade são gritantes, horríveis! Uma cidade salpicada de lixo (restos) à solta por toda parte, centros e bairros, até aéreos, lixos de cabos e fios quase nos enforcando. É aparente porque quem anda a observar absorve uma atmosfera misturada, não só suja, ou feia, fedorenta, embassada e caindo aos pedaços. Há belezuras, expectadores, e bravos e degradantes. É fato que essa problemática dentro da cidade piora a cada ano. Pode voltar a fita aí 3 décadas, lembrará de um patamar de degredo explícito menor que agora sem contar “lixão v.s aterro”, de certo um comparativo de passado e presente somente diferente em detalhes das embalagens, tamanhos, composições e impressões. Indiscutivelmente uma cronológica poluição crescente nas paisagens terrestres, aquáticas, urbanas e até campestres. Quem educava esse povo antes conseguiu orientá-los ou foram outras vertigens que desvirtuaram as crianças que cresceram primária, básica, fundamental, superior arregaçando tudo? Que superior é esse que tem bens, posses, títulos e pendura sua sacola de lixo num prego na árvore? Escondendo o quê pra quem passa? Desperdícios misturados com plásticos! Quanto ao observante, o que sente passando ou vivendo nessa cidade? Ele faz o mesmo ou pior? Consentimos todos sem perceber os macros detalhes, muito menos o tamanho de um prego que finca centenas de oitis (árvores) escorrendo chorume e seiva de 10 em 10 metros. Contribuímos inclusive para o cenário negativo do lixo, pois quem não lança uma bituca de cigarro industrial no chão? E as bostas dos cachorros, meu Deus, a peste negra explodiu tipo assim. Não tenho uma posição de mero observador, aliás, não tenho uma posição confortável há tempos desde novo nessa pegada de anotar na cuca o que poderia aplicar a frente, sendo um peregrino em terras árduas, cruzando desertos, vezes como um leão impaciente, vezes sedento por falta de amor e ofício de amor, e filhos de amor. Apontar, escrever, parlar, fotografar, de certo são ações que alguns fazem, além das ações pacatas e corriqueiras de cada um e no toque, no exemplo, na brasilidade de todo dia. Fale! Mostre! Converta! Todos os dias, faça! Você compra, você dá descarga, você abre e usa e descarta. Lixo é o fim. É tudo aquilo que descartamos a princípio no calão popular, incluindo os mais reaproveitáveis, os menos aproveitáveis porque não lucra, e os rejeitos mesmo, aqueles descartáveis. É interessante observar na tese que da gama de catadores, há várias organizações, nomenclaturas, públicas e privadas, até os catadores mais independentes, miseráveis. Estes, que se curvam pra dentro de um contentor de 1,50 m está em busca de materiais aproveitáveis (principalmente alumínio), ou comida. Alguns achados dos descartes frenéticos provindos do consumo dos do degrau de cima dos miseráveis, estes, devem achar algum descarte errado valoroso por engano, mas não é esse o caso de mudar a vida de ninguém por mais de 2 horas. “Passo a acreditar que isso vai virar parte de mais uma tese, um produto do trabalho diário na formação da vida e ordenação do território”. Veja bem: Dessa primeira seleção do fuçador de latões (algumas pessoas em situação de rua com alto grau de degredo social), quando ele acha comida ele come e bebe algumas vezes no ato. É natural para ele como para qualquer pessoa sentar numa padaria e comer pão com manteiga e café com leite fresco. Se ele acha lata, ele pisa, amassa e junta geralmente em bolsas ou grandes caixas, param de bicicletas ou a pé, alguns fétidos, zumbis. Lamentável parcela ínfima da sociedade, suja como o lixo! E seguem para vender e comprar o que conseguirem comprar com o peso dos restos nos ombros ou estômago. Porém, o fuçador não leva o isopor, não leva o pano ou a madeira, ele não leva tudo do latão de lixo, pois ele mesmo rejeita o rejeito, que fica ali revirado, entornado, até a passagem dos trabalhadores da limpeza da cidade, que com certeza também sofrem com esses fatos latentes. Aí, vêm os cães, os famosos vira latas, e o cavalos. Isso rola todos os dias, dia e noite na cidade. E há atrasos sobre as noções espaciais citadinas de inserção de itens (contentores e depósitos adequados em zonas adequadas sempre orientando a população geral para o uso correto). Esse grito de Plano Diretor, que leiam e executem andanças por ruas a retratar a realidade, que tenham capacidade de definir e inserir itens (contentores adequados) e outros, para receber os rejeitos do cidadão residente. Pois existem ruas, muitas ruas, praças, morros, quadras, sítios, logradouros da cidade, onde em toda sua extensão existe apenas (1) um latão mediano, que recebe descargas sólidas de centenas de residentes com seus restos, passando pela triagem dos que fuçam nesse único latão, horrível e que fuçam os restos dos restos esparramados, e repito, conte com os cães e os cavalos. É isso. Há ofícios que atuante se envelhece 3 anos em 1 mês e ainda assim contribui na resolução dos pepinos (problemas), bem como outros ofícios que programam um mundo melhor com vigor crescente, ambos com fins para a perpetuação da nossa espécie. Com ou sem fé, mas acima de tudo com reta ação, confiança e saber. Ordem no Território e Equilíbrio Ambiental!

terça-feira, 23 de maio de 2023

HEI DE COLHER TODO DIA

Pensa, que colher todo dia significa ofício e alimento. Isto significa importância de sustento e contributo. Que significa possibilidade de ensino e aprendizado aos próximos. Que significa continuidade organizada e ampla, não só monetária, de outras descobertas. Desde a mexerica vitamina agridoce à resina âmbar das florestas à beira rio.

segunda-feira, 22 de maio de 2023

FADO MATER DEI

Na verdade, hoje estou "preso" no meu próprio berço
Sem cheiro, sem aconchego, só, sonhando
Sinto tanta falta da minha cria que ainda choro 
Caso case, será bem difícil, pois piram nas manias
Sim, símbolos e corações são vistos e impactam
Numa mistura de sensações geridas, nutridas
Seja em qualquer canto dessa Terra, pequeno ou imenso
Em caóticos dias típicos de fim do mundo em meio ao gozo
Quem casa comigo, casa com Marte no auge
Casa com Mitra, casa consigo mesma, Rainha
Dependendo de quem quer viver a maestria
Cria conjunto, administra, procria, nunca esquece e vive
Agora é hora, porque passa, vamos embora!
Pousando nossos fardos num abrigo justo
O amor tem um poderio de mudar a história
Eu puxo o ritmo, me acompanha e diga sempre:
"Vamos adiante! Pai e Mãe celestes nos protegem e guiam"
Só que chegará a noite, amanhecerá o dia
E meu Fado à Mãe de Deus é uma prece que guarda a salvação

domingo, 21 de maio de 2023

MEU ÍMPETO

Caço casa
Dona, caço
Amo filhos
Caso case
Elo forte invisível
Sentimento explícito
Casa em campo
À beira rio
Urbana casa
Casa comigo
Caso queira
O Mestre cria
Cria comigo
Vamos agora
Embora a casa
Seja temporária
Jus repouso
Abrigo amigo
O berço fortalece

CABÔCO

Tem neguin de todo jeito querendo ganhar grana, de qualquer jeito, não nego. Tem infinitos exemplos certos e errados disso. Tipos de crentes e descrentes detentores de status e bens, de posses, que movimentam a sociedade por imagens maquiadas e pelo que usam, compram, alugam, trocam, lócus de produtos vertiginosos, barulhentos ou sem qualidade. Tipo as apostas nos celulares por resultados cada vez mais manipulados. Se os esportistas no campo burlam a razão do esporte atropelando o respeito aos adeptos, por grana desenfreada, também os adeptos por grana torcem. Que páia isso. Duas horas de Casino. Roleta russa. Pique pega... Pular carniça... Imagina os árbitros? Que têm que cada vez mais serem treinados, não só nas técnicas e regulamentos, mas nas condutas mais próximas ao juizado, justos. Porém nota-se uma falta de capacidade muito grande de todas as partes na sociedade, dos jogos aos palácios. Os regramentos mais básicos não são seguidos, poucos sabem e aplicam. Não que mandasse, impusesse ou determinasse, mas indica-se para fazer valer as complexidades. Ou não terá graça, gozo ou ânimo para participar dessas manias emboladas. O que eu faria se/quando chegasse ou tivesse um mindinho das Minas de Energias nas Matas de Minas? Quando, subirei uma maloca alta na beira do rio, casario, farei quadros mais robustos em salas dinâmicas, plantarei de acerola a gengibre, colherei todos os dias, e mais, da constância a importância do novo tempo se seguirá com a riqueza de saber e agir sem medo, com a cuca ativa e o corpo prático, em cia. elaborando um almanaque para muitos, como um álbum em montagem, equalizado na conduta de agir e repassar adiante e adiante... Sem fim.

sábado, 20 de maio de 2023

CÊ MEDITA? TENTA!

Acredite, todas as pessoas que de tudo lhe contam, quando contam olhando atentos nos seus olhos é porque é verdade no coração. E vice versa. Quando você fala para uma tela imaginando que alguém correrá seus dedões como um robô, quando os olhares procuram algo fora da mesa, mas ao mesmo tempo às mãos, quando desatentos estão sem qualquer toque dado franco e explícito, então o tempo não se equipara, não casa, não trota em comunhão. Enquanto um galopa uma estrada etária sedenta de sensações, outro do pico do moinho acena: "Vem comigo, mas vem e fica!". Dom KissHot partiu voando depois que Dora Tè ficou congelada na murada das sombras sob o éter artificial das sensações (das dores, revoltas e escuridão), porque tinha dúvida se suas palavras e condutas sufocariam suas posturas e vontades, seus gostos, maturidades e também dormência. Ele dava luz ou a devolvia em liberdade total, inconsequentemente, sem saber se entenderiam sua mensagem. Talvez sim, pois não floreia tanto. Sei bem que ele pensa assim, pois nas vezes lembrando durante dias e noites com profunda atenção sobre seus atos e as do seu círculo, nota-se que é por querer acertar. Por isto, seguir para chegar: Meditar, ler, dialogar, escutar, escrever, crescer, produzir, corrigir, aprender, ensinar, fazer, testar, consertar, amar, ter compaixão e ciência sobre as posições do intelecto dos viventes, respirar, alimentar bem, exercitar, canalizar o furacão de pensamentos num só ponto e condensar num mergulho amplo os momentos mais marcantes da vida. Assim são digeridos os momentos da vida. Desprendendo-se das amarras da tristeza, já que a dor, a perda, o sofrimento e a morte são inevitáveis. Mas, a alegria, o prazer harmônico, a bio, química e física certas, as glórias, os avanços e as criações existem fortes. E Dom KissHot, acredita imensamente nisso. Pode ter sido ontem ou outrora que acontecera sua gênese da iluminação. Ele lembra dos sonhos que se realizam nos tempos reais de agora. É o Destino. Ele implora do cimo de um vale onde é possível ver o encontro de dois rios, que o mergulho da sua companhia atinja tanto o oceano do seu mundo como o fôlego que os faz vivos. Porque ela tem luz. E que ela tenha eixo equilibrado ao lado e confiança, sensatez, sapiência e ganas de vencer os degredos da ilusão. Pois então, respira fundo, não prejudique o corpo, cuide e reforça o espírito na prece e acima de tudo na boa e natural ação. Cuida equilibradamente dessa vida que tempera, que resmunga às vezes e desperta todos os dias com cheiros imaculados, e aquece mesmo ao frio ao seu lado. Cria, se cria e cola em quem bem te quer com força. Dom, é um fundador nato, ele finca bandeiras, ele revela marcos, ele só quer andar ao passo de sua donzela, de certo para os bons lados. Daí, então, surgirão maravilhas. 

quinta-feira, 18 de maio de 2023

DADO

Sabe aquelas horas mais corajosas ao meio dia?
Aqueles tempos que o pensamento se joga para conquistar a rosa?
Sabe as verdadeiras palavras lançadas aos corações ao vento?
Aquelas glórias criadas no peito presente, futuro e memória?
Pois, é o Planeta Terra chamando... Blza?!
Sabe, já não estou tão perdido já que aceito o cenário e o destino
Estou mais focado depois que conheci alguém da tribo, é a minha
Uma irmã iluminada, mente aberta e fera, que sente o que prospera
Espero sempre que esteja tudo bem no porto onde devo chegar
Tomara que nossos controles estejam em partes em boas mãos
Desejo muito estar presente e ativo e os membros todos
E conhecendo, entender o poder que move tudo isso
De querer viver tempos prósperos e construtivos...
Uma potência é a Dora Tè de Dom Kisshot
Imagine filhos

quarta-feira, 17 de maio de 2023

O FAROL SOBRE DOM É LUZ

Nessas noites frias, os olhos para o céu, vê-se estrelas dentre o cubo de topo aberto de um quintal escuro, pós contato dos melhores graus de emoções. Tragadas acompanhadas de base, postura olhar atento e selo no aperto de mão. Em meio à turbulência brasilis, que bate temporalmente como o martelo na bigorna e vai desde a fama do futebol, das ancas e da política. E as lesas, as faltas, os roubos, os desvínculos, as fulas apostas por grana tudo a mesma trela há anos nessa novela administrativa com vantagens oscilantes, sujeira, degredo, miséria, atrasos em grande parte do país. Na balança consta sempre os carnavais e outros chacrinhas e novelas, produtos midiáticos dopantes e estimulantes. Muitos outros conjuntos de gentes e suas organizações ou tentativas. É fato que pra sacar a atualidade é preciso experimentar, mas regre simplesmente os passos ou rápido acabará no fim. A regra da escada são os degraus, da torre os pilares. É jus para gerir, conservar e prosperar, sempre com humildade e amor, ciente da dádiva da matéria prima de onde viemos. Sempre e nunca são palavras que resumem livros inteiros, atente-se a elas! Na veia das estradas, isto é no centro, antecipada musa existe agora. Ela brota autêntica sapiens ágil, nessas noites boas que choro e sinto os trópicos e os(as) exemplares lembrados. Belas noites frias iluminadas a mirar estrelas. Não faltaria ou só faltaria? Bom cheiro e o aconchegante abraço de irmãos conselheiros. Uma casa, uma grande cama, ilha de rangos, as salas compostas, as pecinhas e as comunhões. E os dias seguem suportando o Destino já sabido de todos e isso não é pá pum assim cabô, pois começa o tempo todo, é o que faz o Criador. Mas, mesmo já sabido, o Destino só é consumado nos atos de nós mesmos, durante as horas do cotidiano. Assim, sejamos crentes e atuantes de fazer o bem, dos ensinamentos simples e estamos bem. Eu acredito que quando voltamos a nascer - agora e daqui a pouco - nossas potências, sensações, poderios altivos do mais alto escalão são tal qual letras e sons harmônicos que se fazem em sorrisos que estampam as revoluções necessárias no mundo. Disse Papa Hermano Francisco, por Cristo. Há encontros que são aperitivos tão deliciosos que pulam de um trampolim aterrissando na boca de um túnel e adentrando deixam na atmosfera o que outros passantes podem curar, pegar e cuidar. Pois dando-se nosso sangue de amor nesse lugar, isso é o pertencimento de um pensamento num sistema de Estado Controlado e Organizado (ECO) mexendo no estado de espírito de geral pra melhor. E sei que isso é utópico. Tranquilo! Ainda virão encontros excelentes, vitoriosos e marcantes. Confie! Isso não é utópico. 

terça-feira, 16 de maio de 2023

S O S ! PERDIDASSO

Tá falando público ou privado?
É o labirinto de Ktá ou o mundo todo?
Tá avançado ou atrasado?
É outra língua que falo? Calo?
E os chamados? E as chamadas?
E o silêncio depois, do nada?
Tá certo ou tá errado? Eu tô o quê?
As pontes estão furadas ou coladas?
Pouso ou decolo? Mergulho? Salto?
E os resultados? Sucesso ou fracasso?
Fico perto ou parto?
Luto ou subo o monte?
Dormindo ou acordado?
É real, sacam?

segunda-feira, 15 de maio de 2023

MARAVILHA DO MUNDO

O amor pode ter uma via, onde quem o sente faz surgir coisas lindas. Mas, quando ele tem duas vias, o amor unta e transforma sonhos em reais maravilhas do mundo. Das coisas lindas surgem feitos fantásticos e marcantes. É como uma semente que começa dormente na escuridão da casca, multiplicando o núcleo rompe primeiro as raízes e luta contra as pedras para fixar-se. Um filete rijo cabeceia o solo que desponta para continuar a crescer como árvore. E o amor é multi mesmo, ele expande quando cultivado, vira coragem e vai. Ganha o ar, bebe água, come o sol, voa longe, atinge perto, protegido e forte dispersa pelo mundo afora vencendo as trevas. O amor.

domingo, 14 de maio de 2023

A ROTINA ESTÁ EM NOSSAS MÃOS

Segunda, pelada descalço em campo alto e nebla na beira do asfalto
Galopes e unhas no verde-barro e pingas de arranques treinados com feras
O trampo que guarda e levanta um portão de aço, escudo do que é frágil e rega
Uma mesa com ponta de diamante, placas e traços de projetos reais e abstratos
Refletem-se bons dias passados desde olhares à maturidade da paixão da musa
Terça, maculado de ânimo caço teles e tragos com sonoras vibrações e sonhos
Aguardo um chamado da espera de algo que lancei no espaço para começar obras
Como estar com alguém todo dia que entra na rotina e com isso cria família e ofício
Um trabalho natural de poderio iluminado para o futuro começado, vivido em atos
Já vem quarta e quinta e sexta, enquanto vivos virão sábados e domingos leves e pesados
Virão noviços, virão viçosos, serão encaixes de engrenagens ou capítulos de histórias boas
Na rotina que é uma estrada, uma escada, um oceano, uma montanha e está em nossas mãos

sábado, 13 de maio de 2023

SEU REI, PREPARA-TE

Eu não tenho grana
Eu tenho os tablados
Tenho as pecinhas
Tenho os dados
Não tenho cadeados
Eu não tenho carro
Eu chego no passo
Eu pego emprestado
Levo comigo, sou levado
Eu não tenho amante
Eu não sou amado
Eu tenho uma flauta
Falo em ser iluminado
Eu tenho sangue nato
Eu tenho amor constante
Eu sou muito variado
E não tenho medo da morte
Não tenho medo do amor
Respeito terra, água, fogo e ar
Tenho amigos perto e distantes
Tenho uma sina de ser
Não tenho gana de ter
Eu tenho sina de ser
Não só um pensador
Nem um só cognome
Eu tenho gana de ter
Dama, castelo e brasão
E ser, eu tenho sede de ser

quinta-feira, 11 de maio de 2023

REPASSAGEM

Depois de 3 meses que minha filha nasceu no final do inverno de 2009 em Roskilde, migrei com a jovem e aventureira família para Braga, a cidade dos Bispos. Anos antes havíamos chegado caminhando em Braga vindos do Caminho de Santiago, tenho dito. Aquele período foi um upgrade do nosso universo. Reingressamos na Universidade, registramos as identificações sociais, pertencemos ao funcionamento da máquina recebendo e contribuindo, a saber, repassando alimentos aos romenos e búlgaros, ciganos com ouros nos dentes e fedores sem banho, fugitivos dos países do leste e também escrevendo, fotografando, pintando, educamos, caminhamos por bosques, jardins e calçadas um tanto sujas de cuspes e bostas. Certo dia, em Braga, recebemos Ronaldo Werneck e Patrícia Barbosa, de Cataguases. Eles estavam numa turnê poética encabeçado pelo R.W., mas com direção do carro e das vibes por P.B. Nos encontramos no T3 da Padre Manuel Alaio. Tomamos café, R.W. começou a ser desenhado, fumamos cigarro, saímos a noite, ouvimos sentado à mesa a beber vinhos um poeta bêbado – já morto – a cantar o fado... Depois eles partiram e nos encontramos no futuro em outros sítios, em mesas com vinhos e mais vivos. Eu “tive” um professor de genética no mestrado no Minho que aparentemente se irritava com minhas perguntas. Num todo era evidente que ele se irritava com minhas respostas, não muito diferentes dessa forma de escrever, mas é importante dizer eram dadas com a mesma finalidade de provar saber. Na época o código de barras do DNA (DNA barcode) estava na moda, e nesse mesmo dia que chegara R.W e P.B a Braga, rolava uma conferência acadêmica do assunto em destaque, todo ele em formato comunicativo em inglês – algo corrente e proposital por núcleos refinados lusos, isso de querer colocar a lusofonia em segundo plano. Essa linha não é condenável, pois ela fisga mesmo a seleção de quem domina a língua inglesa, no mínimo, como se estivesse em Inglaterra, ou outra, que se rebaixem como a mais fera. É bom e bonito dizer isso porque quem não sabe minimamente a língua portuguesa, nesse caso precisará traduzir para entender isso. Daí então a genética foi chumbada, o professor efetuou isso, porém meu percurso formativo foi continuado mais acima no Douro, até Espanha, a falar portugaliza, com o ordenamento do território na sola, nos trilhos madrugadores e tardios até às salas brancas e metálicas à beira rio Minho, até aos cristais nas cabeças dos peixes. Essa passagem serve simplesmente para uma máxima que fala mais ou menos assim: Saber muito sobre algo diante de tanta coisa que existe te torna apenas conhecedor disto ou daquilo. As consequências de saber afeta algumas vezes por sorte, por herança, outras por burla, outras por mérito, todas as formas contaminando o ego e evidenciando comportamentos boçais ou iluminados. “Você pode ser um doutor em alguma coisa e ainda assim ser um idiota no dia a dia”. Saber muito sobre algo não te torna conhecedor de tudo. Saber muito e ainda humildemente reconhecer recato e busca por saber, por não saber tudo, isso sim te faz ser reconhecido sobre a grandeza de tudo. E sobre o código de barras do DNA, talvez tenha sido reprovado por escrever assim, usando enfim os elementos da temática em português. Esse texto sem criptografia se for triado em palavras e conjuntos linguísticos cada qual com um símbolo micro ou em barrinhas espaçadas, poderia ser simplificado num grãozinho compacto de determinada forma, composição, peso, cor e até sabor. E as I.A.s que se virem pra explicar.

RIO E LÁGRIMAS

Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...