terça-feira, 29 de agosto de 2023
SAL E AÇÃO!
domingo, 27 de agosto de 2023
BRAÇO ESQUERDO DE MAR E A PISTA DE DOM
sexta-feira, 25 de agosto de 2023
PAPO DE IA AO MODO FERNANDO PESSOA PARA SER ABERTO EM 2045
terça-feira, 22 de agosto de 2023
A MAR
sexta-feira, 4 de agosto de 2023
RESGATE DA ID PARTE III
TEM DOM
terça-feira, 1 de agosto de 2023
MANIFESTO TAL BOALIS
sexta-feira, 28 de julho de 2023
PARA OS MESTRES VIVOS
terça-feira, 25 de julho de 2023
MOVO E MUDA
... the world seria mais feliz
Números in the sky hasta siempre!
Tem clicks no espaço que equivalem a trilionésimos de tempos correntes
Em suma: "O Último dos Grans"
De pensamentos se fazem ações
Que transformam fotos em bench
Em pontes, pegadas e etc...
Descobertas de mapas
De fórmulas & tal
Escritos vivos
Iluminados
Sagrado
Coração
De Leão
T.
ISSO É PARA QUEM NÃO QUER
quinta-feira, 20 de julho de 2023
O PISO DA PONTE
domingo, 16 de julho de 2023
TAQUARA PRETA
terça-feira, 11 de julho de 2023
I WAIT FOR YOU!
domingo, 9 de julho de 2023
A CHAVE DA CIDADELA
O LAMENTO DE DOM
sábado, 8 de julho de 2023
DA TORRE VÊ-SE DORA
Dora anda com velocidade atenta
Dora chega ao alto dos lugares raros
Dora arquiteta o passo do tempo nato
Dora não sei se suporta a igualdade de Dom
Mas sei que Dora vigora em Dom, sua cia.
quarta-feira, 5 de julho de 2023
A OBRA DO RÁ!
Hey, maravilha! Você sabe o que eu digo. Eu assino e apresento o que for preciso. Vindo de todos os lados do globo, até nos extremos vou e volto, pra ti, contigo. Porque você é maravilha que move o aprendiz! Este, porta um carimbo com imagens, letras, alto relevo, conchas, minerais, artefatos, pedaços de plantas e borboletas e mais, que revela a identidade dele mesmo, aprendiz do Gran Mestre. De fato, humilde, ainda que mire terras e montanhas, praias e conquistas por pessoas de bem, está o aprendiz para mim como níveis e graus destacáveis destes rotineiros padrões. Sei, que todos os viventes que não o Gran Mestre, vacilam. O Gran Mestre não, porque é o inexplicável, Deus. Mas, simplificando, todos os viventes, exatamente todos, ricos, pobres, recém-nascidos e à beira da morte, em qualquer lugar no Planeta sente algo (sentir), até os representantes máximos do Gran Mestre, carnais, sentem as impressões dos sentimentos durante o tempo, percorrendo oscilações de prazer e dor, porções de certezas e dúvidas, êxtases e quedas, nas nulidades, dualidades e multiplicidades complexas da vida. Por ter estado em terras lusas antigas, nada diferenciava o tempo corrente, nem mesmo os fusos, as línguas e as aventuras. Não fiz fortuna, creio que sabem por aí que ando cheio do que não sabem o que há no meu conteúdo. E olha que esse início é de fato a continuação de uma longa história, com capítulos que um dia serão lidos com amor. Hoje para ti, fielmente dedicado pelo Dom, mas exemplar a qualquer um que ama. RÁ (Deus sol do Egito antigo, iluminava tudo, até interiores e alguns sabiam). Essa é a nudez do aprendiz que manifesta. Ele tanto aprende como revela na tentativa de ajudar, ensinar, repassar. Quem habita o coração do aprendiz naturalmente respinga e avança com ele. E é a maravilhosa Dama. É bom lembrar dos dias marcantes. A tarde de um domingo, ao pé de uma estátua milenar, com os pés voando, ao som das disputas no estádio. Ao lado uma maravilha e a vida a frente. Dos dias marcantes bons, de toda a vida, é bom lembrar-se deles e como um ânimo para agitar a vida buscar repeti-los do que esperar algum evento ou calendário, pois lembrar coisas boas, nos motiva a reencontrá-las novamente. Mas ao lembrar é preciso ter os pés no chão e a realidade alerta, funcional e saudável, para não iludirmos com o impossível. Com menção sempre à morte, que de fato é Deus também, só o Gran Mestre é capaz de saber, e são lembranças que nos fazem acordar para as lembranças dos dias bons possíveis de se reviver. Para escrever, tenho que estar vivo, regido pelas luzes que me embalam em flauta e foles antigo, meio à atualidade mista de retas e curvas, círculos e introspectivos muitas vezes confusos, dado à tanto giro do amor. Alguns escritos citam o aprendiz como ariano, primeiro nato dentre os bravos. A natureza é um palco raro hoje em dia, tanto cinza nos lócus onde habita tanta gente de vários estilos e gostos. Há diversos elos, alguns certos e sintonizados outros por vício do ego e sem querer, fracassos. Mas, estar ao lado de uma maravilha sob o teto de uma casa, nave ou céu e beijá-la é como estalar os dedos, o pescoço e a coluna, colar o corpo, unir a alma, e isso com gosto e vontade é um tipo de lembrança boa possível de nos dar realizando. Creio que com isso até os perseguidores irão bater cabeças e depois sossegar. Porque o abraço que respira ofegante é regado de riso natural, um brinco de pulso forte que torce para tudo dar certo, como que vibrando, e espalmada a mão os dedos correm macio a testa, o cabelo, a orelha e o cheiro das bochechas. Tudo isso o sol mandou pra cá, aqui, e como no início, repito, em todo lugar do Mundo. Tal força salienta os leões em personalidade porque o calor e a luz faz avançar carinhosamente diante da abundância da sua anatomia de topo, tão majestosa, como a maravilha. Revela que a dama certa é sempre uma Rainha para o poeta das eras dos Faraós, Ragnar, Shakespeare e mais., esta que é uma maravilha no meio da pirâmide prestes a ascender ao topo, bem ciente e iluminada. E o tempo talvez seja o mais confuso ao meio da história, pois, para todos que de certo acompanham ou ignoram, até mesmo o sol tem tempo para acabar, não só no dia de hoje, nem exatamente aos segundos todo dia, mas estimado nos cálculos dos homens modernos. Então o tempo agora é o mais importante da história dos últimos tempos. Tanto pode acabar num instante qualquer mágoa ou alegria, como pode começar uma nova dor ou felicidade. Essa carta já fora enviada à Dama, sabida, tem portas abertas e pensa por quê está presa? Quem é a sua maravilha? Quem te fere ainda? Hoje diante do sol num dia de inverno a pensar que futuramente possa lembrar essa inspiradora maestria, o que diria ao Mundo apresentando uma maravilha, uma união forte, postura e ciência, conduta e família diversa, construção e resguardo, novo início, reinício. Sempre ciente do poderio latente de quem rege, mas caminha igual. Poderia parecer um códex maçônico, pois comigo não há segredos e perguntaria bem tranquilo a saber o que diriam também as religiões, elas precisam ser compreendidas e vividas, de fato sentidas, todas elas, melhores. Porque a vida não são só alegrias que ficam, é um cliché. No entanto maldades e desgostos nós podemos decidir fazer ou receber. Não sejamos pessoas más a ponto de fazer mal aos outros (ainda que sem querer possamos fazer), muito menos não devemos contentar e satisfazer ao receber mal dos outros, pois devemos nos proteger, evitar e em alguns casos lutar contra o mal que nos fazem, e pela justiça dos inteligentes que fazem da justiça cega a definidora com seus pertences. Eu escalaria uma cachoeira na unha pela maravilha que me quer lá em cima. E lá em cima, mais acima da cachoeira a lua cheia deste mês 7 de 23, ao lado de Rá nos viu a Lua Cheia primeiro, Dom e Dora, e contou para o universo que expande sem fim.
segunda-feira, 3 de julho de 2023
TE TRANSFORMA
Existe um ânimo que impulsiona
Faz voltar sonhos, atiça planos
Abre portas, projeta o calendário, encanta
Espanta os que picam e espetam
Está nas manhãs frias ao passo
Durante as tardes em maresia e riso
E pela noite enche até a lua da Terra
Manifesta em todas as temperaturas
Esse ânimo não é segredo, é coragem
Cicatriza o passado, é o presente!
É o Universo nos olhos da Dama
Sua maravilhosa boca, seus sons
O aconchego do seu colo, seu cheiro
É o futuro corrente no seu beijo
Paixão
sábado, 1 de julho de 2023
IDIO.T.
Aliás, ele é um espelho
Ele é uma ilusão
É uma derrota
Fracasso
Esse texto não te acorda, ainda
Te compara ao fim da vida
É um atraso, é raso
Solidão
Esse texto tem bem uma arquitetura
Da crua gana humana confusa
De extremos sem meios
Sem emoção
É grão
quinta-feira, 29 de junho de 2023
SAIBA QUE QUEM CRIA CURA
quarta-feira, 28 de junho de 2023
AS ENTRELINHAS DOS SEMÁFOROS
sábado, 24 de junho de 2023
E O BATISMO DE PORTUGAL?
Nada mais autêntico que o nome do cavalo ser Ogalo
E a fala acompanhada de postura imperativa de comando
Como um ido que por ter locomovido fixou bandeiras longe
Regado de combustível solar sobre tudo que cresce aos pés
Trazido com luzes que indicam que o conflito precisa do bem
feitio
Que desce garganta abaixo como o sol que adentra a boca
aberta
Como os canhões atlânticos, as energias de magma e os peixes
Nesta carta, que outrora fora escrita pela lusa língua bela,
essa
Que apresenta na vida uma expectativa de mudança agora
É mais uma prova dos complexos científicos que serão
erguidos, pois
Vigora na proteção dos exemplares em nome de J. Cristo e J.
Batista
sexta-feira, 23 de junho de 2023
NÃO ENJOA
Neste dia na Praça estavam:
Os loucos
Os bobos
Os transeuntes
Os pela saco
Os coça saco
Os moradores
Os sujismundos
Os vendedores
Os religiosos
Os pensadores
Os estudantes
Os que contemplam
Uma parcela de muitos
De quase todos
Faltavam poucos
Que chegarão
terça-feira, 20 de junho de 2023
COMPANHIA! PUBLICA! AJA!
Quando a casa se dedica
Em qualquer tempo a trabalhar
Para os seus ganhos, srs e sras
Sem assistir, conduzir e atender o povo
Frente às intempéries e descontroles
E as incompetências de qualquer tempo
Dos adms, políticos e sacanas...
É sinal que a máquina tá capenga
Mas a gente tem fé nas ações dos bons
Sejamos sempre
Hasta!
Sebá!
*
Enxerto de Política Sebastianista
segunda-feira, 19 de junho de 2023
O QUE É CORAÇÃO
As vantagens de um ninho: É que você exercita a companhia e cresce mais forte na sociedade. É que você ensina, descobre, rala e vence em companhia sem ninguém ver e faz parte. É que você planta, colhe, monta e desmonta, manias e criatividades, e o mundo todo cabe dentro. É que você voa, decola, paira e pousa, mesmo com um ninho, em companhia, de amigos, familiares e amores, porque é o coração o seu ninho.
domingo, 18 de junho de 2023
PARA SITAGHATA: O GREENWICH HINDU
sábado, 17 de junho de 2023
EXPANSÃO DE MESAS
sexta-feira, 16 de junho de 2023
O REI DE JANEIRO
quarta-feira, 14 de junho de 2023
ESSA ÁRVORE PRECISA SER MANEJADA
terça-feira, 6 de junho de 2023
CATAQUÊ???
DERRADEIRO DOM
sábado, 3 de junho de 2023
VICIADO EM IMAGO: QUE BOM QUE É BOM
Aí IA, tem gente que parece com a gente. Quem é quem? Que parece com a busca que some e aparece em tudo que se cruza bem guardado, por avenidas, praças, casas e laricas... Que amadurece com a gente e acompanha, ou só pinga no calendário vigente. E impacta, seja presente ou ausente. Pois, penso na Dama, porque ela me completa. Fortalece tudo. Diante da energia que alimenta os cabos das recargas das maquininhas nas pausas dos tragos e adrenalinas. Sem excessos, mas sou viciado na Dama. Já pensou andar dentro de uma mata com um celular nas mãos e além de registrar as paisagens tranquilizantes ou mandar mensagens dispersivas, sobretudo abrir links em points pré estabelecidos com informações que até as pessoas com deficiência auditiva consomem? Pensa! E faz! Óh luz, faz! Manda brasa na fogueira de São João aí em vista, e as cavalgadas antigas aos cruzeiros, aos quentões e dizeres de "que bom". E ensina, óh energia da vida essa descendência o valor do seu solo que é a perpetuação. Pois depois de nós virão condutores outros e que sejam bons
sexta-feira, 2 de junho de 2023
O TRANSE (Oráculo)
quinta-feira, 1 de junho de 2023
MEDITE! E MERGULHE!
terça-feira, 30 de maio de 2023
VIDROS
Existem pessoas que te salvam a vida em várias ocasiões. Se for lembrar podem ser muitas vezes para quem viveu uma vida de bravura e desprendimentos sistemáticos, porque cada dia tem o peso de 10. E mesmo quem se recatou no purismo fachada passa aperto um dia e é salvo por alguém. Há quem chame os salvadores de família, amigos, sangue; outros mais refinados chamam de mestres, chefes, tutores e os exemplos dos mais eloquentes de farol, guia, anjo, luz.. Tanto faz, todos nós somos salvos por alguém na vida, chame como quiser. Eu acredito que continuo sendo salvo na escala do 1 por 10. Recentemente caí do cavalo. Não foi a primeira vez. Em todas as vezes existiam tapetes sob meus pés. Não que me amortecia, mas era como que quase morria, sangrava, chorava, emagrecia, não sorria e mesmo assim revigorava, não quebrava, justamente por causa da salva guarda. Em todas as vezes de queda havia no cenário instrumentos, desenhos, espadas, escudos, artes, culturas, convívios, vigor, suor, fé, indignações, criaturas e criações. A última queda fez com que saísse de um ninho bem bonito no meio de um traço citadino, que me fazia lembrar do paisagismo exótico e a mini matinha atlântica do Colégio Cataguases, e por avenidas por onde passei a caminhar 3 anos, todos os dias letivos, indo ou voltando, com espinhas no rosto, paquerando calçadas ao lado, marchando leve com a biologia já pulsando em chegar longe... E o trajeto da minha vida fez com que residisse justamente nessa linha, por um bom tempo de produções e pseudo-união. Quando saí, caí no chão. Mas, lembra, tenho um tapete colado no chão. Vivi 90 dias no local de trabalho (e venho me despedindo com gratidão). Entre vidros e espelhos de 6, 8 e 10 mm de todos os filtros e reflexos diurnos e noturnos, e luzes que me vieram e fizeram escrever um horizonte de decolagens, pousos e reinaugurações. Em simultâneo, nesse tempo, quase morri no dia das eleições, porque era tão grande a carga negativa no país, que abalavam pais, filhos, netos, amigos, irmãos, e o saldo disso é que não vemos grandes resultados positivos depois da última mudança nacional, exceto as figurinhas e os jeitões dos poderosos do momento. Né não? É...! A bagunça continua solta. Eu queria pegar a Venezuela pra mim. Como é uma ideia de bravura e desprendimentos, com propósito coletivo, com certeza eu teria que ser salvo em algum momento dessa ideia, por isso lances assim são estratégicos mesmo, para instigar e aquecer os salvadores. Que me escolham! Explico: “Pegaria a Venezuela pra mim” para salvar o povo inteiro da opressão governamental, povo que já vem tentando se libertar há anos, povo que paga os banquetes da ínfima minoria aristocrata e político militar, enquanto pipocam dívidas bilionárias, e perdas para quem emprestou sorridentes nos palácios; povo venezuelano fugindo doente, lutando contra tanques, aqui mesmo ao lado, só que depende das transmissões globais e das jogadas norte americanas com a Rússia. É o que de fato gostaria quando falo em “pegar”. E quem salvaria o Maduro? R: O Lula. Termino depois de ter sobrevivido à última queda. Eu fui socorrido, ouvido, acreditado, abraçado, aceito, reconhecido, orientado, abrigado por um homem com 9 dedos nas mãos. Falta-lhe o dedão esquerdo perdido num sinistro. A pinça mais ágil para se lidar com as dificuldades do dia a dia do “homem primata, capitalismo selvagem”. A este salvador, meu primo, Flávio J.N., minha imensa gratidão ao seu abrigo, ao seu ofício, à sua família (que é também a minha), às suas mãos, ao seu despertar. Por isso que eu digo, salvadores têm muitos nomes, formas, alguns nem são vistos, porque salvam o tempo todo, os que salvam. Gratidão a Deus!
segunda-feira, 29 de maio de 2023
CONTO: TEOREMA DA COMPETIÇÃO
... Faltava 7% de bateria do celular e essas maquininhas velhas acabam indo à baixo de uma hora pra outra, mas houve tempo de pegar o nome do título desse conto. Uso outra máquina antiga, barulhenta, onde escrevo e esquenta os pulsos, serve lindamente como prancha onde teclam meu dedilhado. Tenho dito por estar absorvendo, que quase todos os dias da semana a boemia comercial dos comes e bebes, o que é ótimo fazê-lo, e seus ruídos comportamentais de utentes e vendedores invadem casas diversas ao redor, ao lado, a frente, com gente residente idosos, doentes, crianças, há tempos ou recém chegados à comunidade. Por isso aconselho sempre como bom Hospitalário, usarem fones de ouvido mesmo que não toque nada sonoro, pois funciona como tampão, as borrachinhas. Indiscutivelmente é tamanho o impacto de quem sai empanturrado ou bêbado de um bar, peidando, arrotando, gritando, sujando, sorrindo, até chorando, como se estivesse num estádio ou no quintal da sua casa. E o fluxo de veículos, e motos andando nas calçadas nas barbas da lei, subindo em contra mão, enquanto um janota fuma seu cigarro filtro branco aos berros no telefone xinga alguém qualquer, sem senso comunitário, de espaço público ou privado... BABILÔNIA PURA! Houve um tempo na pracinha onde cresci, saí e atualmente vivo, na casa dos meus pais, que o inferno citadino eram os carros com sons altíssimos, vários, e com músicas estridentes e horríveis, que vibravam os vidros canelados quadrados da colmeia da porta de madeira da entrada depois da varanda branca e entre a sala de mesma altura do piso da quadra da praça. O inferno muda de meia em meia década. Esse cenário doméstico reabre outras lembranças, da primeira infância, quando o portão da calçada e rua ainda era baixo, até a peitoral, não ia até o teto, como jaula. Era de ferro pintado de branco, tinha dobradiça para entrar a “capital de rodas”, trincos e cadeado, obviamente. No passado algumas coisas parece que eram melhores, ou ocorriam menos, de fato diferentes, porque resolveu-se subir uma nova grade alta até o teto depois que a casa fora invadida pela anarquia, roubo e descontrole dos dopados em drogas mais pesadas e a famosa água ardente. Antes da lesa, aceita-se que os atos livres quando não ferem, devem perpetuar, mas se lesam, não poderiam, então por isso previne-se, tranca-se em casa, e ainda assim luta-se contra malícias dos outros contra os outros. Daí surge a teoria da competição. Conta-se em escritura sagrada a história de Caim e Abel, e ainda que fossem irmãos, olhavam-se em comparações, surgindo consequências negativas e com isso prejuízo comunitário. Péssimo isso. Se lá naquele tempo o pau já quebrava, então é verdade mesmo que o seio das famílias hoje em dia anda um tanto perdido. Não são fachadas que consumam eixos de mesmo fim, uniões sem análises, campanhas quaisquer por mais matérias e materiais, processos inventados sem fundamentos, enquanto o que impera são caminhadas e chegadas prósperas, fartas ideias realizáveis e povoadoras de novidades vivas, executáveis pelos que sabem. E é verdade que algumas ideias já estão prontas, como que aguardando o sinal de largada, integração e feitorias. Eu sei que pode parecer complexo, mas se prestarem bem atenção nessa teoria, será revelador o presente se repetindo no passado da seguinte maneira. Vai parecer prova do IBGE ou da Marinha esse conto, mas é bem atual mesmo, e seguramente iluminado por essas luzes da mesa, dos postes e dos tablados. Pois, aqueles tablados que conto nos bornais diagonais de outros contos. E ficarei imensamente honrado se um dia for citado. Um dia pode ser depois de muito tempo mesmo, ficarei honrado, certamente. Eu mesmo, não devo ganhar nada com isso, é quase sempre assim. (risos). Tá bem, é o ofício. Havendo descendentes poderão seguir de exemplo o que de bom hoje faço. E ganharão com isso?! O conto é assim: Duas pessoas vivem em suas casas, uma em cima da outra. Um tem uma casa em baixo. Outro tem uma casa em cima. Eles foram batizados em religiões diferentes. E por ignorância não se topam, não se falam, muito menos poderiam ser amigos ou irmãos, como Caim e Abel, eles competem, invejam e brigam. O indivíduo que vive em cima tem um terreno ao lado que o pertence. Para sacanear o de baixo, o de cima cria porcos, joga restos de comida de cima para o lado para alimentá-los. E os porcos fedem. O fedor e a agitação do chiqueiro perturbam o de baixo logo na altura ao lado. Da perturbação vem o mal estar e a fuga, deixando a casa para o de cima apossar. Depois que o de baixo sair e o de cima entrar, fará o de cima um altar, onde se saciarão seus egos num local onde cresceram porcos fétidos e barulhentos, num chiqueiro atmosférico. Sacam? Essas mininovelas existem em diversas realidades pelo mundo e são combustíveis para auferir (medir) a temperatura da evolução da sociedade desorientada, caduca, mal-educada, porca, sacana, parasitária, gananciosa, covarde, atrasada, degradante, ainda mais em Territórios com má fama por erros repetidos, e mais, desapercebidos, trocados por valorizações superficiais e cegueira da essência do que vale a evolução da alma; fraca mistura, comunhão e participação certa e o pior, desimportância, desamor. Um alô que deixo dos que me acompanham aos que acompanham esse conto, e que ao fim ao cabo revela que a competição humana é uma arma da ganância que é fruto da ignorância. É preciso combater todo tipo de maldade com notável inteligência, inclusive analisando-as sem escondê-las, muitas vezes explícitas, sobretudo as camufladas. Expondo as bases, os degraus e as complexidades, ensina-se a vencer o que é preciso vencer para não declinar mais o Mundo. A maldade, a desordem, a banalidade, a ignorância, o desrespeito, não devem prevalecer! Não deixe que a ilusão das quantidades, a futilidade, a fachada, as competições de status e egos prevaleça sobre a beleza natural de tudo, o equilíbrio das paisagens e das potências, a sensatez e a esperança por um mundo melhor.
domingo, 28 de maio de 2023
ESSA CRÔNICA É MUITO FORTE
sábado, 27 de maio de 2023
OS NOVOS ASES
quarta-feira, 24 de maio de 2023
É O GRITO DA TESE DO FICO QUE VAI LONGE: APROVEITE A LUZ
As problemáticas do lixo espalhado pela cidade são gritantes. A lembrar que há lutos todos os dias, pelos os que cumpriram o seu tempo de vida, pelos animais mortos, pela natureza morta, pela família e a tradição sobreviventes. E enquanto vivos é vero que recebemos, pois auxílios de fora, digo do externo imaginado e sabido ou seja, do além. Ah, o além, como introdução às teses se associa às distâncias relativas, como além-mares, horizontes e montanhas, além quereres e que sejam bons, além do universo? Será que existe? Chega-se? Assim: Há tempos as problemáticas de lixo espalhado pela cidade são gritantes, horríveis! Uma cidade salpicada de lixo (restos) à solta por toda parte, centros e bairros, até aéreos, lixos de cabos e fios quase nos enforcando. É aparente porque quem anda a observar absorve uma atmosfera misturada, não só suja, ou feia, fedorenta, embassada e caindo aos pedaços. Há belezuras, expectadores, e bravos e degradantes. É fato que essa problemática dentro da cidade piora a cada ano. Pode voltar a fita aí 3 décadas, lembrará de um patamar de degredo explícito menor que agora sem contar “lixão v.s aterro”, de certo um comparativo de passado e presente somente diferente em detalhes das embalagens, tamanhos, composições e impressões. Indiscutivelmente uma cronológica poluição crescente nas paisagens terrestres, aquáticas, urbanas e até campestres. Quem educava esse povo antes conseguiu orientá-los ou foram outras vertigens que desvirtuaram as crianças que cresceram primária, básica, fundamental, superior arregaçando tudo? Que superior é esse que tem bens, posses, títulos e pendura sua sacola de lixo num prego na árvore? Escondendo o quê pra quem passa? Desperdícios misturados com plásticos! Quanto ao observante, o que sente passando ou vivendo nessa cidade? Ele faz o mesmo ou pior? Consentimos todos sem perceber os macros detalhes, muito menos o tamanho de um prego que finca centenas de oitis (árvores) escorrendo chorume e seiva de 10 em 10 metros. Contribuímos inclusive para o cenário negativo do lixo, pois quem não lança uma bituca de cigarro industrial no chão? E as bostas dos cachorros, meu Deus, a peste negra explodiu tipo assim. Não tenho uma posição de mero observador, aliás, não tenho uma posição confortável há tempos desde novo nessa pegada de anotar na cuca o que poderia aplicar a frente, sendo um peregrino em terras árduas, cruzando desertos, vezes como um leão impaciente, vezes sedento por falta de amor e ofício de amor, e filhos de amor. Apontar, escrever, parlar, fotografar, de certo são ações que alguns fazem, além das ações pacatas e corriqueiras de cada um e no toque, no exemplo, na brasilidade de todo dia. Fale! Mostre! Converta! Todos os dias, faça! Você compra, você dá descarga, você abre e usa e descarta. Lixo é o fim. É tudo aquilo que descartamos a princípio no calão popular, incluindo os mais reaproveitáveis, os menos aproveitáveis porque não lucra, e os rejeitos mesmo, aqueles descartáveis. É interessante observar na tese que da gama de catadores, há várias organizações, nomenclaturas, públicas e privadas, até os catadores mais independentes, miseráveis. Estes, que se curvam pra dentro de um contentor de 1,50 m está em busca de materiais aproveitáveis (principalmente alumínio), ou comida. Alguns achados dos descartes frenéticos provindos do consumo dos do degrau de cima dos miseráveis, estes, devem achar algum descarte errado valoroso por engano, mas não é esse o caso de mudar a vida de ninguém por mais de 2 horas. “Passo a acreditar que isso vai virar parte de mais uma tese, um produto do trabalho diário na formação da vida e ordenação do território”. Veja bem: Dessa primeira seleção do fuçador de latões (algumas pessoas em situação de rua com alto grau de degredo social), quando ele acha comida ele come e bebe algumas vezes no ato. É natural para ele como para qualquer pessoa sentar numa padaria e comer pão com manteiga e café com leite fresco. Se ele acha lata, ele pisa, amassa e junta geralmente em bolsas ou grandes caixas, param de bicicletas ou a pé, alguns fétidos, zumbis. Lamentável parcela ínfima da sociedade, suja como o lixo! E seguem para vender e comprar o que conseguirem comprar com o peso dos restos nos ombros ou estômago. Porém, o fuçador não leva o isopor, não leva o pano ou a madeira, ele não leva tudo do latão de lixo, pois ele mesmo rejeita o rejeito, que fica ali revirado, entornado, até a passagem dos trabalhadores da limpeza da cidade, que com certeza também sofrem com esses fatos latentes. Aí, vêm os cães, os famosos vira latas, e o cavalos. Isso rola todos os dias, dia e noite na cidade. E há atrasos sobre as noções espaciais citadinas de inserção de itens (contentores e depósitos adequados em zonas adequadas sempre orientando a população geral para o uso correto). Esse grito de Plano Diretor, que leiam e executem andanças por ruas a retratar a realidade, que tenham capacidade de definir e inserir itens (contentores adequados) e outros, para receber os rejeitos do cidadão residente. Pois existem ruas, muitas ruas, praças, morros, quadras, sítios, logradouros da cidade, onde em toda sua extensão existe apenas (1) um latão mediano, que recebe descargas sólidas de centenas de residentes com seus restos, passando pela triagem dos que fuçam nesse único latão, horrível e que fuçam os restos dos restos esparramados, e repito, conte com os cães e os cavalos. É isso. Há ofícios que atuante se envelhece 3 anos em 1 mês e ainda assim contribui na resolução dos pepinos (problemas), bem como outros ofícios que programam um mundo melhor com vigor crescente, ambos com fins para a perpetuação da nossa espécie. Com ou sem fé, mas acima de tudo com reta ação, confiança e saber. Ordem no Território e Equilíbrio Ambiental!
terça-feira, 23 de maio de 2023
HEI DE COLHER TODO DIA
Pensa, que colher todo dia significa ofício e alimento. Isto significa importância de sustento e contributo. Que significa possibilidade de ensino e aprendizado aos próximos. Que significa continuidade organizada e ampla, não só monetária, de outras descobertas. Desde a mexerica vitamina agridoce à resina âmbar das florestas à beira rio.
segunda-feira, 22 de maio de 2023
FADO MATER DEI
domingo, 21 de maio de 2023
MEU ÍMPETO
Dona, caço
Amo filhos
Caso case
Elo forte invisível
Sentimento explícito
Casa em campo
À beira rio
Urbana casa
Casa comigo
Caso queira
O Mestre cria
Cria comigo
Vamos agora
Embora a casa
Seja temporária
Jus repouso
Abrigo amigo
O berço fortalece
CABÔCO
sábado, 20 de maio de 2023
CÊ MEDITA? TENTA!
quinta-feira, 18 de maio de 2023
DADO
Sabe aquelas horas mais
corajosas ao meio dia?
Aqueles tempos que o pensamento
se joga para conquistar a rosa?
Sabe as verdadeiras palavras
lançadas aos corações ao vento?
Aquelas glórias criadas no
peito presente, futuro e memória?
Pois, é o Planeta Terra
chamando... Blza?!
Sabe, já não estou tão
perdido já que aceito o cenário e o destino
Estou mais focado depois
que conheci alguém da tribo, é a minha
Uma irmã iluminada, mente
aberta e fera, que sente o que prospera
Espero sempre que esteja
tudo bem no porto onde devo chegar
Tomara que nossos controles
estejam em partes em boas mãos
Desejo muito estar
presente e ativo e os membros todos
E conhecendo, entender o
poder que move tudo isso
De querer viver tempos
prósperos e construtivos...
Uma potência é a Dora Tè de Dom Kisshot
Imagine filhos
quarta-feira, 17 de maio de 2023
O FAROL SOBRE DOM É LUZ
terça-feira, 16 de maio de 2023
S O S ! PERDIDASSO
Tá falando público ou privado?
É o labirinto de Ktá ou o mundo todo?
Tá avançado ou atrasado?
É outra língua que falo? Calo?
E os chamados? E as chamadas?
E o silêncio depois, do nada?
Tá certo ou tá errado? Eu tô o quê?
As pontes estão furadas ou coladas?
Pouso ou decolo? Mergulho? Salto?
E os resultados? Sucesso ou fracasso?
Fico perto ou parto?
Luto ou subo o monte?
Dormindo ou acordado?
É real, sacam?
segunda-feira, 15 de maio de 2023
MARAVILHA DO MUNDO
O amor pode ter uma via, onde quem o sente faz surgir coisas lindas. Mas, quando ele tem duas vias, o amor unta e transforma sonhos em reais maravilhas do mundo. Das coisas lindas surgem feitos fantásticos e marcantes. É como uma semente que começa dormente na escuridão da casca, multiplicando o núcleo rompe primeiro as raízes e luta contra as pedras para fixar-se. Um filete rijo cabeceia o solo que desponta para continuar a crescer como árvore. E o amor é multi mesmo, ele expande quando cultivado, vira coragem e vai. Ganha o ar, bebe água, come o sol, voa longe, atinge perto, protegido e forte dispersa pelo mundo afora vencendo as trevas. O amor.
domingo, 14 de maio de 2023
A ROTINA ESTÁ EM NOSSAS MÃOS
Segunda, pelada descalço em campo alto e nebla na beira do
asfaltoGalopes e unhas no verde-barro e pingas de arranques
treinados com ferasO trampo que guarda e levanta um portão de aço, escudo do
que é frágil e regaUma mesa com ponta de diamante, placas e traços de projetos
reais e abstratos Refletem-se bons dias passados desde olhares à maturidade da
paixão da musa Terça, maculado de ânimo caço teles e tragos com sonoras
vibrações e sonhosAguardo um chamado da espera de algo que lancei no espaço
para começar obrasComo estar com alguém todo dia que entra na rotina e com
isso cria família e ofícioUm trabalho natural de poderio iluminado para o futuro
começado, vivido em atosJá vem quarta e quinta e sexta, enquanto vivos virão sábados
e domingos leves e pesadosVirão noviços, virão viçosos, serão encaixes de engrenagens
ou capítulos de histórias boasNa rotina que é uma estrada, uma escada, um oceano, uma montanha
e está em nossas mãos
sábado, 13 de maio de 2023
SEU REI, PREPARA-TE
Eu tenho os tablados
Tenho as pecinhas
Tenho os dados
Não tenho cadeados
Eu não tenho carro
Eu chego no passo
Eu pego emprestado
Levo comigo, sou levado
Eu não tenho amante
Eu não sou amado
Eu tenho uma flauta
Falo em ser iluminado
Eu tenho sangue nato
Eu tenho amor constante
Eu sou muito variado
E não tenho medo da morte
Não tenho medo do amor
Respeito terra, água, fogo e ar
Tenho amigos perto e distantes
Tenho uma sina de ser
Não tenho gana de ter
Eu tenho sina de ser
Não só um pensador
Nem um só cognome
Eu tenho gana de ter
Dama, castelo e brasão
E ser, eu tenho sede de ser
quinta-feira, 11 de maio de 2023
REPASSAGEM
Depois de 3 meses que minha filha nasceu no final do inverno de 2009 em Roskilde, migrei com a jovem e aventureira família para Braga, a cidade dos Bispos. Anos antes havíamos chegado caminhando em Braga vindos do Caminho de Santiago, tenho dito. Aquele período foi um upgrade do nosso universo. Reingressamos na Universidade, registramos as identificações sociais, pertencemos ao funcionamento da máquina recebendo e contribuindo, a saber, repassando alimentos aos romenos e búlgaros, ciganos com ouros nos dentes e fedores sem banho, fugitivos dos países do leste e também escrevendo, fotografando, pintando, educamos, caminhamos por bosques, jardins e calçadas um tanto sujas de cuspes e bostas. Certo dia, em Braga, recebemos Ronaldo Werneck e Patrícia Barbosa, de Cataguases. Eles estavam numa turnê poética encabeçado pelo R.W., mas com direção do carro e das vibes por P.B. Nos encontramos no T3 da Padre Manuel Alaio. Tomamos café, R.W. começou a ser desenhado, fumamos cigarro, saímos a noite, ouvimos sentado à mesa a beber vinhos um poeta bêbado – já morto – a cantar o fado... Depois eles partiram e nos encontramos no futuro em outros sítios, em mesas com vinhos e mais vivos. Eu “tive” um professor de genética no mestrado no Minho que aparentemente se irritava com minhas perguntas. Num todo era evidente que ele se irritava com minhas respostas, não muito diferentes dessa forma de escrever, mas é importante dizer eram dadas com a mesma finalidade de provar saber. Na época o código de barras do DNA (DNA barcode) estava na moda, e nesse mesmo dia que chegara R.W e P.B a Braga, rolava uma conferência acadêmica do assunto em destaque, todo ele em formato comunicativo em inglês – algo corrente e proposital por núcleos refinados lusos, isso de querer colocar a lusofonia em segundo plano. Essa linha não é condenável, pois ela fisga mesmo a seleção de quem domina a língua inglesa, no mínimo, como se estivesse em Inglaterra, ou outra, que se rebaixem como a mais fera. É bom e bonito dizer isso porque quem não sabe minimamente a língua portuguesa, nesse caso precisará traduzir para entender isso. Daí então a genética foi chumbada, o professor efetuou isso, porém meu percurso formativo foi continuado mais acima no Douro, até Espanha, a falar portugaliza, com o ordenamento do território na sola, nos trilhos madrugadores e tardios até às salas brancas e metálicas à beira rio Minho, até aos cristais nas cabeças dos peixes. Essa passagem serve simplesmente para uma máxima que fala mais ou menos assim: Saber muito sobre algo diante de tanta coisa que existe te torna apenas conhecedor disto ou daquilo. As consequências de saber afeta algumas vezes por sorte, por herança, outras por burla, outras por mérito, todas as formas contaminando o ego e evidenciando comportamentos boçais ou iluminados. “Você pode ser um doutor em alguma coisa e ainda assim ser um idiota no dia a dia”. Saber muito sobre algo não te torna conhecedor de tudo. Saber muito e ainda humildemente reconhecer recato e busca por saber, por não saber tudo, isso sim te faz ser reconhecido sobre a grandeza de tudo. E sobre o código de barras do DNA, talvez tenha sido reprovado por escrever assim, usando enfim os elementos da temática em português. Esse texto sem criptografia se for triado em palavras e conjuntos linguísticos cada qual com um símbolo micro ou em barrinhas espaçadas, poderia ser simplificado num grãozinho compacto de determinada forma, composição, peso, cor e até sabor. E as I.A.s que se virem pra explicar.
RIO E LÁGRIMAS
Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...
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Prossiga... {QTC}. Estive 15 dias em uma ilhota no meio do lago de Balbina, na Base WABA da Rebio Uatumã. As funções aparentemente seriam si...
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Há exato 1 ano chegava ao norte do Brasil - AMAZÔNIA. Minha meta era renascer como pessoa e assim aconteceu. Tenho uma nova vida e venho me ...