A música é um vício original, por
necessidade de algum canto cantado em palco iluminado. É o som diverso com
fisionomias vindas aos próprios olhos, vivo em frente a todos os sentidos. Usa-se a música como um consumo naturalmente gravado
em produção imediata, sem esforço, justamente pela a entrega daqueles
antepassados que até hoje se lembram em instrumentos. Então a postura segue o ritmo e qualquer satisfação
não vêm com positiva fácil. É necessário compasso. Bem mais difícil é ouvir ao
longe, quando pensas nas notas daquelas imagens comparadas aos grandes barcos
pequeninos lá na linha do horizonte. Pois, são miragens a serem administradas por
algo mais complexo, também dito difícil. Mas, é impossível não realizar. Equilíbrio
é ter as solas fixadas e desprendidas, em movimento progressista. E os membros
superiores ágeis firmes desde o topo das alturas até aos quintos dos extremos. É
como visitar os patamares do inferno de Dantes, sem temer, sem temor. E, até as
bordas desta quadra cinza são feitas em som incandescente, em cada letra esperançosa
do restante desta história que ouvida será, em qualquer dia.
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