No sono vivem os sonhos bons
Na calma a língua pousa o céu da boca
No corpo moldam os mantos velhos
Nas mãos a força de um forte exército
Na calma a língua pousa o céu da boca
No corpo moldam os mantos velhos
Nas mãos a força de um forte exército
Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...
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