quinta-feira, 14 de novembro de 2013

PARA A MINHA NOVA ETERNA

A meia-lua exata sempre me prega partidas
Talvez porque mingua distante sozinha
Talvez porque cresce para junto do sol
Mas a lua cheia reflete e ilumina
Com braços de raios que anestesia minha sina
Acelera a corrente sanguínea
E me jura num rito de vida

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