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Ainda em vida - talvez depois pudesse - peço, que quando eu morrer e o acesso ao meu corpo sem vida estiver estático, minha coluna óssea deitada no horizonte seja alavancada por uma redonda almofada justa, posicionada em baixo das vértebras sacrais, como que meu peito ficasse junto ao queixo reto e minhas pernas entrecruzadas pelos pés como Cristo. Se encontrarem um dia esses ossos esqueléticos convexo e cruzado, poderão saber que essa poesia fúnebre é uma preparação para outra vida. E que a dor da próxima vida seja branda porque o ofício dedicado nesta vida será merecidamente um delicioso descanso.
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terça-feira, 19 de abril de 2016
PEDIDO MANUELINO TEMP.
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