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Vivemos tempos atuais onde o comportamento humano é explicitamente degradante. Ao fazermos um percurso pedestre ou até mesmo dentro de veículos notamos dispersas quantidades de lixos jogados ao chão, pelo próprio homem, sejam por crianças ou adultos, lixo esse que em tempos de chuvas escoam para os rios, gerando uma cadeia de malefícios diretos aos componentes dos ecossistemas aquáticos e ao próprio homem. Sem contar os avanços tecnológicos ao nível mundial e a ânsia por acréscimos econômicos somados ao crescimento populacional e as necessidades ou desejos do homem moderno. O que requer matéria prima para elaboração de itens consumíveis, compráveis, remetendo a circulação monetária ao mesmo tempo que as emissões de CO2 e devastações de florestas aumentam em todo mundo. A educação ambiental deve ser cada vez mais embutida nos conteúdos cotidianos das grades curriculares escolares para formação de indivíduos. Não somente a educação ambiental, aliás, a educação sexual, a diversidade religiosa como educação, a educação de transito, estes tipos de educação aparentemente separadas, mas servidoras de componentes de saber indispensáveis da educação básica e fundamental. A educação específica contribui melhor com a boa formação de indivíduos regulares em suas ações presentes e futuras.
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terça-feira, 26 de setembro de 2017
FAÇA JÁ!
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