domingo, 18 de fevereiro de 2018

O CASTIGO DE ODIN

*
Pendo para desistir
No fim do labirinto do saber
Sucumbo meio dia
Ressuscito no mesmo lugar
A nebla passa, o olho foca
A esperança esconde
Não tenho barco alto
Para ver o céu no mar
Estou mergulhado
Não como manjares
Fumo mas não tusso
Não me leva a morte
Trabalho e não ganho
Não tenho ganho
A espera zomba de mim
A seta vai ao alvo
Quem pausou o ar?
Penso com as solas dos pés
Trazer e levar distantes
A saudade me devora
Não é a forca da cidade
É alguém que me faz chorar
*

Nenhum comentário:

QUÊ CÊ TÁ FAZENDO?

Posso lembrar seguramente de que pelejo desde novo comunicações sobre o Meio Ambiente. Contexto que é definido como toda ocorrência de seres...