quarta-feira, 20 de agosto de 2025

DESPERTO EM NORTE BRASÍLIS

Vivo tão mergulhado no destino em meio à Amazônia
Sinto quão diversa e rica é a energia natura que revela mística
Amo tanto essa parte que me salva e forma para a sequência
Quanto toda a gente certa e a Dama equânime, sempre
Choro como asa branca quando é árido e degradante
Que muto, luta à luta, sobrevivendo com esperança no que há e o que virá
Penso nas andanças que a cria herda e perdura
Nos ramos e frutos que surgirão dessa experiente árvore nova
Na força das árduas tormentas além mar, feridas e curas
Por isso cravo bandeiras saídas das solas do gigante do meu País
Não é posse geográfica, territórios, línguas, genes e misturas
É a Casa onde nasço e renasço como previsto e ousado antes
Perpetuo, quando pertenço e assim extravasa meu coração

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