terça-feira, 2 de junho de 2026

CRÔNICA: CARTA AOS LEAIS DA FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS

“Ando num campo material que ora alarga-se, ora estreita-se. Numa trajetória de vida árdua, mas aventureira que, uma vez resiliente aos preços, às guerras, às pandemias, às competições sadias e às tecnologias, tende a melhorar e estabilizar algum momento num dia. O dinamismo oscila oriundo da nossa própria maneira de ser, a maneira como existimos dentre tantos destinos que aparecem, passam e desaparecem. E o que fica do peso da bagagem nunca é só azeite, nem para reis nem para pedintes. E convenhamos que nessa idade, nem tão novo, nem tão velho, já sabemos que na vida há calmarias, que são glórias. Por isso, eu irei retornar ao cavalo tendo as rédeas firmes ao que abunda pelas pontas dos dedos, desde os pés, mãos e até o topo da cabeça, envolto de um pulso que vigora e avança, por todos os lados. Eis que passos foram dados e foram feitos ocorridos por dias a fio, em processos que tentam separar aqueles quem recebem dinheiro por ofícios daqueles que rondam as margens. Simultâneo a esse tempo vive um sonho de uma aliança que gerará frutos de um novo parto do Mundo, um novo tempo bom. Servindo muito o pensamento sobre as superações que lembram que o tempo cura e molda, mas também sepulta, tudo! Então aos que são leais – tão raros – esse é o explícito motivo de prontidão nesse ato veredito. Bem sano, reto, ágil, moderado, progressivo, ativo, buscando, rezando e contribuindo com o giro dos ciclos. Não há número nem cifra que se compare ao valor da importância da interatividade intelectual humana. Grato. Peregrino.”


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