domingo, 23 de junho de 2013

A linha do horizonte tem aquilo o que buscas



A música é um vício original, por necessidade de algum canto cantado em palco iluminado. É o som diverso com fisionomias vindas aos próprios olhos, vivo em frente a todos os sentidos.  Usa-se a música como um consumo naturalmente gravado em produção imediata, sem esforço, justamente pela a entrega daqueles antepassados que até hoje se lembram em instrumentos.  Então a postura segue o ritmo e qualquer satisfação não vêm com positiva fácil. É necessário compasso. Bem mais difícil é ouvir ao longe, quando pensas nas notas daquelas imagens comparadas aos grandes barcos pequeninos lá na linha do horizonte. Pois, são miragens a serem administradas por algo mais complexo, também dito difícil. Mas, é impossível não realizar. Equilíbrio é ter as solas fixadas e desprendidas, em movimento progressista. E os membros superiores ágeis firmes desde o topo das alturas até aos quintos dos extremos. É como visitar os patamares do inferno de Dantes, sem temer, sem temor. E, até as bordas desta quadra cinza são feitas em som incandescente, em cada letra esperançosa do restante desta história que ouvida será, em qualquer dia.  

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Quem fixará?

Há formas de mudar as coisas que não estão certas ou querer obter aquilo que mais desejamos facilmente. Porém tem que se ter noção de Maya - A grande ilusão e não total. Como pensar que durante os dias de um ano, tudo volte ao normal além dos movimentos dos astros, agora mesmo. Como dizer a alguém que conhecera numa Ilha, ao lado dela, que pense num cenário dentro da cabeça, uma cachoeira, por exemplo, e, numa forma meio humana e animal tal qual Ganesh verde e numa sensação de continuidade como o Nirvana mergulhe a única visão no êxtase. Eu queria (quero) mostrar as cachoeiras que existem aqui, sentir sem ver a clareza da vela num quarto grande ao meditar num santo com cabeça de elefante onde nem mesmo insetos confundidos pela lua que não havia nascido, ainda, àquela hora, mergulham em cera ardente. Mas, Maya mesmo vencida sabe que a Lua já nascera (nasceu). E as coisas simples da vida são as vitórias sobre Maya, com o equilíbrio controle do tempo.

Insistir significa que o impossível pode acontecer encontrar Sitá!



HIYá Lá Rá MAR


Pensar que mudar é preciso para se realizar o sonho é ter teoria numa mão aberta.
Noutro mundo a luz vivente.
Descansado em sono reto, encoberto.
De pedreiras e águas bentas.
Que vem depois da última gota da chuva que cai.
Local onde transborda uma única e melhor oportunidade da ação.
Porque da insistência de sentir seguindo cede a aparência.
Mas não cessam nenhuma porta no fundo do mar.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Agora é mais importante


Escritos, a letra não processa imediatamente.
Sem moedas ou sem barbantes que te fisgam não revela sua bio, geografia de ser essencial.
Depois de 200 anos de tinta frágil falarão de gênios.

Um homem morto, em cova rasa, ou dentro dágua.

Já foi ao Rio Ganges, porque lavou os pés na areia e contemplar o sol poente.

As águas do índico circulam nos ares, por toda parte, e levam consigo vapor da prece Hindu.

E as correntes dos mares que chegam das costas de lixos das cidades, não são qualquer tipo de arte, é cemitério.

Em alto mar, os peixes que voam em azeites mostram que ilusão é pensar que a fortaleza está próxima, mas, é somente novamente o horizonte.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Castigo



Castigo. Criar e não ver crescer. Escrever o teor e praticar o suor que não transpira, entope, intoxica. Dolorida lembrança de uma parte da vida que passou dentre cômodos, acomodados desenhos que viraram cinzas. Não basta fazer quase tudo certo, não vale levar para longe e mostrar paisagens. Animais silvestres, terras amareladas, um conjunto de artes tão brutas que se esbarram. Gritos de alegria, louvor, fúrias e até amor. As correntes dos rios, agora tão calmos, a qualquer momento invadem as camas, os leitos em que dormes. Os extremos dos mapas, pequenos terrenos, de casas fechadas, de cores sem graça. Que pecado! Querer mudar as setas dos caminhos que os próximos ainda andam perdidos, mas, em busca de luz. Castigo. Castigo dos ventos, castigo dos mares, da terra, do magma, do corpo e da alma, porque aqueles que não cumprem as horas, nem ciente estão, apenas empilham sujeiras de falas e pensamentos, de matérias que desaparecem tão rapidamente como esta estrela que acabou de morrer e ilusoriamente nos faz imaginar que ainda vive.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Quadro negro e cinco pontos

Eu vejo o céu entre quatro paredes que subiram com o avanço do progresso dos pilares desta terra. O mesmo céu que pontua as 5 estrelas e cativa minha vista, foco do meio, a proteção. Laterais estão distantes outras luzes, as que lembram o espaço norte. Os dedos com os punhos batem portas e as pessoas que aguardam guardam chaves destas rotas. A sequência destes dias, correm com horas que se estendem em movimentos, pios, pratos, copos d`água, rios e fixam o pensamento de viver num Mundo novo.

domingo, 2 de junho de 2013

O 3º ponto é o detalhe da explicação



Quando no ar estiver o pensamento sobre as formas.
Movimentos transparentes se revelam em ardor dos sentimentos.
Fixo pensa se as alturas alcançam a paz.
Bons são templos existentes de tesouros, coro e louvor.

Faixa Sul



Relembro os aromas das manhãs, acordado em gradativas bases simples da península. Desperto e enérgico para chegar num novo campo ou paisagem que indicavam os mapas. Onde mil fotografias congelaram as imagens deste velho mundo. Nesta geografia arquitetônica, as pessoas vivem como as temperaturas climatéricas que não têm barreiras, pois diferentes são sob suas bandeiras. Mas o pão vem do mesmo trigo que um dia todos irão ser.

sábado, 1 de junho de 2013



Somente o espírito é imóvel e supera a motricidade
E o pulsar do coração acompanhante de qualquer razão.

QUÊ CÊ TÁ FAZENDO?

Posso lembrar seguramente de que pelejo desde novo comunicações sobre o Meio Ambiente. Contexto que é definido como toda ocorrência de seres...