“Em que ponto deste imenso céu está a lua entre nuvens carregadas e que
ainda assim me arrasta para mergulhar no abismo do amor? Quando ouvirei seu som,
terei seu toque, perfume, pele, olhos e sentirei sabor? Foram lançados os
planos, encaminhadas escritas e asseguradas as folhas dos calendários anuais.
Posso agora despedir do extremo norte, por mais que a fronteira me encape com
um manto invisível (Portugaliza), pronto para retornar invicto. Perdido apenas
por desejos e o silêncio dos seus lábios tenros. Impaciente por estar ao lado
seu, bela, encanto meu. Penso em dias de aconchego, penso em topos de mirantes.
Subiremos os blocos nesta base que nos encontramos. Aventuras sorridentes,
movimentos de translados. Nossos rumos aos braços escancarados dos seus entes,
meus, destinos de pessoas pacientes. Mas o tempo passa e pouco a pouco combato as
horas de alguma angústia tão-somente por querer ganhar seu coração… E andando
escrevo amor, semeando paixão.”
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
Diretriz Imperatriz (Acorde!)
Os arcos achados em meia
terra
Os aros nas pontas dos
mastros
Os sábados que passo à
espera
Fulgores contatos quem
dera
Os livros serão
consagrados
Histórias conquistas
sinceras
Coragem para agradar
metade
Misturam virtudes
expostas
Nas ruas observo
estruturas
Pessoas que observam
posturas
Calçados de estrelas
calçadas
Cavalos com dorsos eretos
As luzes dos postes
enganam as noites
Abafo o sopro entre os
dedos
São muitos segredos em
meu peito
Desisto, resisto, respiro,
adormeço
Sucumbo ao caminho e
ofereço recreio
Com a prole os filhos
vindouros
A bênção dos deuses dos
astros
Gerações, relíquias,
paladinos, milênios
sábado, 28 de setembro de 2013
Idioma: Português
Trecho de: Super Potência no Atlas Mundial
Capítulo: Parceria de uma só língua
- Questões que te faz afirmar:
Já viste o tamanho do território da Angola no Mapa Mundi? E o de
Moçambique? Conheces o Brasil? Em cima da Austrália e abaixo da “indo-china”, sabia
que também se fala português? Quantos pingos de terras vulcânicas em oceanos
existem ao todo? Sabe de onde vem a grandeza do passado?
Imagina uma união! Uma irmandade! Imagina a articulação interpessoal e a
vastidão material nova e natural! Acredite que o sufoco deste fôlego maltratado
do presente pode suspirar com novidades novamente, com um laço, fio, acordo,
entre todos os que entendem que o globo está marcado com os traços existentes!
Cativa!
Chuva
Toda água que do céu
descende
Pousa em corredeira de
lâmina ascendente
Toca as barras brancas
daquela ponte
Crescem a cauda desta
torrente
*
Toda poça que infiltra
Nestes passos de
Inglaterra
Só nos pés porque na
língua
Corta a carne à
francezinha
*
E os corvos comem lesmas
Caracóis em pleno voo
E as garças realezas
Pescam enguias negras
*
É na chuva que a cal
Destas quintas
adormecidas
Faz aparecer muralhas
Onde devem crescer searasterça-feira, 24 de setembro de 2013
Companhia
Trecho de: Arco e Punho à Companhia
Capítulo: A defesa de quem é, é o ataque de quem acredita
… É que o verdadeiro líder deste espaço povoado tomaria para si todas as responsabilidades. E ao mesmo tempo que ficava visto por tal totalidade, também diria, com energia do comando iluminado, novas regras da nova ordem do país.
.:.
“Os cargos, postos, sinónimos superficiais de qualquer política, político, democrática irreal, até ontem relacionados às figuras de pessoas mais ou menos qualificadas, que mais agem sob estereótipos para aparecerem em emissões televisivas nos períodos de petições renováveis, acabaram hoje! Todos estes cargos que abrigavam uma classe, findaram! Não existem mais! “Como fizeram aos Templários, escondidos vingaram, bem mais limpos que antigamente”. Peguem seus terrenos enquanto digo que são vossos. Tratem dessas casas espalhadas e abandonadas que orgulham-se em dizerem serem vossas. Peguem seus capitais de papel e cartão dentro dos bancos e usem, trabalhem então! Abram lojas de pães! Produzam, criem, cultivem! Abram casas de educação! Façam isso e muito mais e não viverão em vão. Não! Serão visados também, em companhia, e pela primeira vez honrados “polipráticos” da nação!”
.:.
… O verdadeiro líder pagaria as nossas dívidas com corajosa determinação e começaria mesmo assim.
Capítulo: A defesa de quem é, é o ataque de quem acredita
… É que o verdadeiro líder deste espaço povoado tomaria para si todas as responsabilidades. E ao mesmo tempo que ficava visto por tal totalidade, também diria, com energia do comando iluminado, novas regras da nova ordem do país.
.:.
“Os cargos, postos, sinónimos superficiais de qualquer política, político, democrática irreal, até ontem relacionados às figuras de pessoas mais ou menos qualificadas, que mais agem sob estereótipos para aparecerem em emissões televisivas nos períodos de petições renováveis, acabaram hoje! Todos estes cargos que abrigavam uma classe, findaram! Não existem mais! “Como fizeram aos Templários, escondidos vingaram, bem mais limpos que antigamente”. Peguem seus terrenos enquanto digo que são vossos. Tratem dessas casas espalhadas e abandonadas que orgulham-se em dizerem serem vossas. Peguem seus capitais de papel e cartão dentro dos bancos e usem, trabalhem então! Abram lojas de pães! Produzam, criem, cultivem! Abram casas de educação! Façam isso e muito mais e não viverão em vão. Não! Serão visados também, em companhia, e pela primeira vez honrados “polipráticos” da nação!”
.:.
… O verdadeiro líder pagaria as nossas dívidas com corajosa determinação e começaria mesmo assim.
domingo, 22 de setembro de 2013
Abertura
A porta aberta
Paredes pintadas
Submerso no rio
Montante correnteza
arrasta
*
O óleo nos dedos
A sorte em vão
Projetos em vista
Mirante, avião
*
Cruzada do Minho
Cruzada do ouro
Cruzada do fio
Espada que treina leão
*
Atinge a mira
Dispersa emoção
Contém essa sina
Agora união!
*
Eu peço abertura
Suplico aos colibris
Te levo ao caminho
Que guio por ti
*
Olhai relógio ampulheta
Escorrem os planos nas
cestas
Potências das forças
ambíguas
Farão campos e fortalezassexta-feira, 20 de setembro de 2013
Aprovado pelo poder da criação
Trecho de: Ficção é o silêncio! As palavras são de guerra mas servem para a
paz
Capítulo: A biografia da expressão encaixa perfeitamente à personalidade de
averiguação aprovado pelo poder da criação.
“Eis que o titular extenso com diversas armas intelectuais e itens imateriais,
estudioso da vida, sebastianista por natureza, ou seja, monarquista nascido em
berço sobrenatural, perseguido por e perseguidor de símbolos místicos, crente
inabalável em Deus Todo Poderoso, amante dos ventres das primaveras, receptor
dos raios do sol, observador das luas e da ausente na escuridão da noite, andarilho
dos caminhos, navegante das marés calmas, vencedor de diagonais rumo ao topo,
matador de maldades através da ira incomparável e pacífico sonhador de um Mundo
perfeito, solicita que a Academia reserve uma cadeira bem em frente à uma mesa
farta de abundâncias porque não ficará sentado a encher a pança mas sim
repartir o que as suas mãos alcançam com jogadas de palavras aos pobres povos
do Mundo, enquanto, por conta do poder tecnológico da razão a NASA controla
carrinhos remotos em marte, enquanto a CIA congela “cartas quentes”, espera
ainda simplesmente que as bombas dos maliciosos da esquerda e direita de
Greenwich falhem seus pavios pois vergonhosa será a hora que não saberão
empunhar suas espadas protetoras e perderão naturalmente a confiança das pessoas
cansadas que não suportam mais esta insistente involução.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Concha
Tema
Não teima
Te dou as conchas todas
Te dou os selos todos
Desfaço o embaraço
Aceito as consequências
De te conquistarVai fazer ficar voltar agora?
*
Vai para o rio
Vai para o Porto
Vai ver os barcos que
moviam minérios
*
Vai na passada
Vai na calçada
Vai ver os olhos
microscópios modernos
*
Faz a história
Fica contente
Volta ciente
*
Quando precisar
Quando Deus mandar
Quando o amor amar
Antes de a vida terminar
*
Acordado Mestre
Peixes, signo da água, do
rio, do mar
Carne branca dentição
carnívora
Juntos os cardumes nos
veios das bacias
Produtos que escoam trajetos
às ribeirinhas
Negócios abundantes,
antigos rumos, novos prumos
Desfaz qualquer barreira
que insiste impactar
Quem faz da inteligência
a rede
Recolhe afazeres
Desperta os bons mestres
Que sabem trabalharAdministra a natureza bruta para descansar em paz
*****
O território é rico e
fértil
Terra quase intocável
Lusa
Pessoas não lamentam
choros
Gargalham o tempo novo
Cidades pequeninas
Expandam desde já
Com ordem e pré progresso
Como o ritmo de trotar
No alto o gelo estrela
No Pico farol do meio mar
O sol que banha os brotos
todos
Atrai plantas longínquas
Reúne iluminados
E funda o bem-estarquarta-feira, 18 de setembro de 2013
RIA
Oculta está, com os olhos
longos
Não tem respostas, nem
aconchego
Decida e venha que eu vou
voando
Começo é o dom de quem constróiExercício
No sono vivem os sonhos bons
Na calma a língua pousa o céu da boca
No corpo moldam os mantos velhos
Nas mãos a força de um forte exército
Na calma a língua pousa o céu da boca
No corpo moldam os mantos velhos
Nas mãos a força de um forte exército
Astral
A busca encontra desejo intenso
Supera a marca da procura
Porque iguala a bondade pura
Apego deixa no espelho vidro
Como os índios fogem das máquinas
E frente aos olhos veleiros passam
Farol rodava à luz de velas
Cômodos extensos nas paisagens
O rio desce e o mar embate
Coluna d`água que esconde
Profundidade do instante
Supera a marca da procura
Porque iguala a bondade pura
Apego deixa no espelho vidro
Como os índios fogem das máquinas
E frente aos olhos veleiros passam
Farol rodava à luz de velas
Cômodos extensos nas paisagens
O rio desce e o mar embate
Coluna d`água que esconde
Profundidade do instante
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Traduzam
Vida faz-me parar de chorar
Não há um dia mais bonito no final
Quando o sol beija as águas e o horizonte litoral
O céu é como a carne de um salmão
As estações lunares sempre móveis estão
Com seus arcos, com seus aros, reflexão
À noite é quando o sexto senso acorda
Para perceber reformas, para apaixonar por Glórias
E as manhãs vindouras todas servem a gratidão
Justamente por destino estar no ponto em perfeição
Todo dia no final é sinal que o tempo é leal
Não há um dia mais bonito no final
Quando o sol beija as águas e o horizonte litoral
O céu é como a carne de um salmão
As estações lunares sempre móveis estão
Com seus arcos, com seus aros, reflexão
À noite é quando o sexto senso acorda
Para perceber reformas, para apaixonar por Glórias
E as manhãs vindouras todas servem a gratidão
Justamente por destino estar no ponto em perfeição
Todo dia no final é sinal que o tempo é leal
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Quinta Quinto Quinas Quintais
É na quinta que se faz o
quinto
Com sorriso, com carinho
Tantas, quantas, grandes quinas
Tantas, quantas, grandes quinas
*
Tenham vidas, energias, produções do que quiser
Sons, palavras, experimentos
Atos claros simples, sempre, ser
Revelar o arisco gato, medos jamais ter
Tenham vidas, energias, produções do que quiser
Sons, palavras, experimentos
Atos claros simples, sempre, ser
Revelar o arisco gato, medos jamais ter
*
Não ficam os pós no chão
Pois passadas bem pisadas
São como furacões
Pois passadas bem pisadas
São como furacões
*
Colorida essa bandeira
Verde os campos, olivais
Rubro o sangue dessa gente
Claro milho dos quintais
Verde os campos, olivais
Rubro o sangue dessa gente
Claro milho dos quintais
sábado, 14 de setembro de 2013
Retilínio
Estrelares purificados
Pela atmosfera limpa e
rápida
Cintilante céu setembro
Calor solto por momentos
Vida bela nas estradas
Sejam simples ou
abstratas
Entre os olhos uma fonte
De vivências todas
mágicas
Foco retilínio a porta
Foco o centro sobre
aberta
Parceria esconde a lua
Para descobrir qualquer
segredo
Altar unitário
Dispõe peças de Aquárius
rasos
Um misto de mistérios
claros
Beldades tolerantes leves
falam
* * *
Não quero
Ficar sozinho ao pé do
lago
Desejo
Espada que se treina em
campo aberto
Moldura
A pele em melodias, em
contos, em luzquinta-feira, 12 de setembro de 2013
Sossego
Quadros
Quadrilátero ferrífico
Brasão rijo maciço
Lados
Picados os cantos
Fincados os cascos
Galopes altos
Findo os conflitos
Texto
Teste sem medo
Cavalo negro
São Paulo em meio
Sossego
Quadrilátero ferrífico
Brasão rijo maciço
Lados
Picados os cantos
Fincados os cascos
Galopes altos
Findo os conflitos
Texto
Teste sem medo
Cavalo negro
São Paulo em meio
Sossego
Súplica ao Castellano
Trecho de: Súplica ao Castellano
Capítulo: Para perto dos sérios:
A questão do ovo Colombo resolveu
Colombina, sangue quente, castellana
Tropicália, sou teu.
… Subindo o palanque em plena região de Dom Quixote, árido, já cerca de Madri bradava um português:
- Falemos a língua de Camões, óh pessoas! Para mergulharmos numa imensidão de codinomes! Deste rico vocabulário até mesmo pouco usado, desta língua que vos falo. Língua esta nossa junta que estimula os cerebelos a redimensionarem lógicas…
Interrompido pelas bocas daquelas vozes roucas que só os espanhóis podem ter:
- Habla eso a Cervantes! Coño!
Palavrões
- Mira se no matam más toiros ao invés de asarem pollos que nos dan huevos para las tortillas!
Capítulo: Para perto dos sérios:
A questão do ovo Colombo resolveu
Colombina, sangue quente, castellana
Tropicália, sou teu.
… Subindo o palanque em plena região de Dom Quixote, árido, já cerca de Madri bradava um português:
- Falemos a língua de Camões, óh pessoas! Para mergulharmos numa imensidão de codinomes! Deste rico vocabulário até mesmo pouco usado, desta língua que vos falo. Língua esta nossa junta que estimula os cerebelos a redimensionarem lógicas…
Interrompido pelas bocas daquelas vozes roucas que só os espanhóis podem ter:
- Habla eso a Cervantes! Coño!
Palavrões
- Mira se no matam más toiros ao invés de asarem pollos que nos dan huevos para las tortillas!
Podemos
Podemos navegar no rio doce sal
Fronteira de la Santidade
Irmandade confiante, serenidade e paz
Estendo um sopro sustenido
Vibrando o vento com o sonho de um ventre de conforto abrigo
Marcados os símbolos
No corpo amado
Tão protegido
Com a armada
Dessa conquista
Que aguarda.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
TELEFONEMA: FAMÍLIA PACATO CALATRAVA
Trecho/Peça: Ação e Reação é Ação sem Fim. Lucrativo.
- Como é viver no meio dessa elite muda, surda e cega, consumidora temporária dos seus prazeres, repartidora pouca dos seus interesses e guardiã de uma chave sem baú?
- É como andar descalço sobre brasas, imaginando o gelo antártico ou sentir perfumes de mil anos bem no meio do Ganges mórbido
- E de onde vens não abalam os extremos?
- Os extremos são dois sinos conectados por uma corda tensa no meio. Quando o gelo esquece o fogo um sonido sai de um dos sinos. Quando o cheiro do desabrochar dos botões florais não se firma no ar decomposto, outro sonido sai de outro sino. A verdade é que ambos percorrem a mesma corda central, impulsionando o que é ruim a ser bom e confundindo a bondade com a cruel dúvida da reação.
- Níquel, apenas. Dos trilhões que sustentas.
- Como é viver no meio dessa elite muda, surda e cega, consumidora temporária dos seus prazeres, repartidora pouca dos seus interesses e guardiã de uma chave sem baú?
- É como andar descalço sobre brasas, imaginando o gelo antártico ou sentir perfumes de mil anos bem no meio do Ganges mórbido
- E de onde vens não abalam os extremos?
- Os extremos são dois sinos conectados por uma corda tensa no meio. Quando o gelo esquece o fogo um sonido sai de um dos sinos. Quando o cheiro do desabrochar dos botões florais não se firma no ar decomposto, outro sonido sai de outro sino. A verdade é que ambos percorrem a mesma corda central, impulsionando o que é ruim a ser bom e confundindo a bondade com a cruel dúvida da reação.
- Níquel, apenas. Dos trilhões que sustentas.
Plantio
Estratégia produtiva
De plantio que começa
Onde o clima é quente e húmido
E navega em caixas altas
Meio mil de juvenis
Mudas crescidas em potes negros
Chuvas do céu, chuveiro em gotas
São bem postadas em solo luso
Depois colhidas, esferas, os frutos
Sumos de um líquido por paladares
Ainda expande em outro acordo
A combinar um pólo novo
De plantio que começa
Onde o clima é quente e húmido
E navega em caixas altas
Meio mil de juvenis
Mudas crescidas em potes negros
Chuvas do céu, chuveiro em gotas
São bem postadas em solo luso
Depois colhidas, esferas, os frutos
Sumos de um líquido por paladares
Ainda expande em outro acordo
A combinar um pólo novo
Explica
Os gênios não são loucos, apenas
têm sanidade a mais. Os loucos são gênios que possuem sanidade a menos, mas,
nem por isso mais pequenos que os sanos que cospem poças nas calçadas. Porque
na terra a saliva ainda infiltra mas nos pisos é um ato horrível,
desconceituado e como dizem os cientistas, espalham mares para a evolução dos
vírus.
domingo, 8 de setembro de 2013
TRECHO RELIGIOSO
Trecho de: Amante deste chão /
CAP. Revelação do tabelião
"Eu publico o impresso que se faz presente no espaço como esteira cósmica que se nota nas estrelas. Sou apenas parte desta magnífica natureza, de toda a riqueza que existe e se esconde, apareça. Para acelerar a fraqueza do caos, onde logo nascerão novos filhos de Portugal.
As rimas são auxílios de uma missão exposta
É uma marca de atuação de muitos dotes
Serve ofícios e manuais, multi interativos
Agora resta
No tempo próximo
A descoberta mater
Também balanças
Das mais potentes
Que irão sagrar.
\ - Provai amor ao Mundo estando mais próximo dele" Peregrino J.P.II.
CAP. Revelação do tabelião
"Eu publico o impresso que se faz presente no espaço como esteira cósmica que se nota nas estrelas. Sou apenas parte desta magnífica natureza, de toda a riqueza que existe e se esconde, apareça. Para acelerar a fraqueza do caos, onde logo nascerão novos filhos de Portugal.
As rimas são auxílios de uma missão exposta
É uma marca de atuação de muitos dotes
Serve ofícios e manuais, multi interativos
Agora resta
No tempo próximo
A descoberta mater
Também balanças
Das mais potentes
Que irão sagrar.
\ - Provai amor ao Mundo estando mais próximo dele" Peregrino J.P.II.
O ERRO DESTA CASTA
Já senti a brisa fresca nas manhãs dos sábados e domingos ensolarados bem no alto de uma torre. Vi crescer plantas com flores nos vasos postos nas janelas dos bosques nos caminhos das bases florestais. Juntamente com a cria que aprendia palavras lindas e frases angelicais. Mas não pude comer frutos tropicais trazidos à mesa por uma crença oriente exagerada demais.
Debandada os inseguros, abraçai os bons amigos
********************************************
O Matrimônio com o Patrimônio
Quem preparado para o trono móvel está?
Tão jovem ousa com dinamismo
Manutenções dos elos fortes fortificar
Convicções das conjunturas num só partido
O risco é ir pra nunca mais voltar
Mas volta sempre àquele abrigo
Quem lá pertence e sempre foi de todo lugar
Arquitetura os lados do compartimento
Que dentro cessa coração pulsar
O seio quente deste vale sempre terno
A natureza dessas mãos tocar
Entre a Pátria, Dona Maria
Entre a cruz madeira, Cristo e José
As espadas proteção tesouros
Selo a sério desenvolverá
O Matrimônio com o Patrimônio
Quem preparado para o trono móvel está?
Tão jovem ousa com dinamismo
Manutenções dos elos fortes fortificar
Convicções das conjunturas num só partido
O risco é ir pra nunca mais voltar
Mas volta sempre àquele abrigo
Quem lá pertence e sempre foi de todo lugar
Arquitetura os lados do compartimento
Que dentro cessa coração pulsar
O seio quente deste vale sempre terno
A natureza dessas mãos tocar
Entre a Pátria, Dona Maria
Entre a cruz madeira, Cristo e José
As espadas proteção tesouros
Selo a sério desenvolverá
SER À MANEIRA
Que a bravura maioral dentre os bravos
Seja vista como comportamento puro nobre casto
Quando se dispõe a reunir pessoas para estimular vitórias nossas
Acendendo os faróis do povo
Que assinalam os caminhos para longe dos desvios
Pois a revolta boa acerta a hora
Basta um passo para a glória
Mas o grito ainda espera
Manisfestos lá do alto
Cimo, sobre, olhos postos.
Seja vista como comportamento puro nobre casto
Quando se dispõe a reunir pessoas para estimular vitórias nossas
Acendendo os faróis do povo
Que assinalam os caminhos para longe dos desvios
Pois a revolta boa acerta a hora
Basta um passo para a glória
Mas o grito ainda espera
Manisfestos lá do alto
Cimo, sobre, olhos postos.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
FIRME
Recuperai da queda e das feridas
Porque na reta que ondula se aplica
Encontros no final do sol se pôr no mar
Com a calma magmática que se move sob escadas
Desta terra que se renovará um diaPequena
A dor da lembrança pequena
Não supera o restante da vida
Os panos que se movem nos mastros
São fixos comandos sagrados
Nas praças dos centros, cidades
No locus de portões novos
Tablados que suportam translados
Navios que transportam alimentos
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
A(O) PAI NOSSO JESUÍTA
O tempo de um médio prazo
Um prazo médio qualquer
Passado entendido em trovas
Trovões belo céu de louvor
Composição, San Mariños e demandas
Ramificações das natas
Velocidade em cascatas
Conformismo dos movimentos
Dobradiças
Maxilares
Sedentos
Rhizdoná e Thierry
“Trecho de: Pilares e Anfitheatros * Em meados de ´meios dias` em ponto
Diálogo entre Rhizdoná e Thierry
Capítulo: Convicto da guerra
… Foi então que Thierry num lance de aproximação em direção a Rhizdoná com a mão esquerda pousava o vinho âmbar na mesa de ferro e prata e com a mão direita revelava a imagem que congelada fora de seus longos beijos naquela noite do Saara, e questionou-a:
- Mostrarias aos quatro sopros dos ventos esta prova que a conexão dos corpos são as brandas armas do amor?
- Se eu mostrasse, sim, este quadro, mudaríamos para outro mundo, pois os ventos quereriam esta sede nossa, brandas armas do amor, antes mesmo de acamar no coração dos homens”
...
Diálogo entre Rhizdoná e Thierry
Capítulo: Convicto da guerra
… Foi então que Thierry num lance de aproximação em direção a Rhizdoná com a mão esquerda pousava o vinho âmbar na mesa de ferro e prata e com a mão direita revelava a imagem que congelada fora de seus longos beijos naquela noite do Saara, e questionou-a:
- Mostrarias aos quatro sopros dos ventos esta prova que a conexão dos corpos são as brandas armas do amor?
- Se eu mostrasse, sim, este quadro, mudaríamos para outro mundo, pois os ventos quereriam esta sede nossa, brandas armas do amor, antes mesmo de acamar no coração dos homens”
...
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
TRICENA
Recanta aonde pousa o corvo
À beira rio, boca do mar
Manhãs de brisa, montanhas espinhos
Barcos às margens del rei escoltar
*
Sereno o pio, leituras a fio
Navalha a rede que desemalha
Marinha ao lado, terras de espadas
Neste caminho santificado a guarda
**
Cavalos soltos, pedras e fruto d`ouro
Pedaços doces de puro encanto
Os pés remontam antigos passos
As mãos transformam dor em acaso
==========================================
Quais, são as chaves escritas que desencadeiam os castelos
Quem, os que gritam pelas ruas mandatos de sem nomes
Quanto, vale um sorriso de uma dama em lua cheia
Que o filho venha à terra para proclamar mudança.
==========================================
Ele na praia dela, ela na dele, praia
O sol interveio quando iluminou as cinzas
É que dentro desta havia uma fileira
As conchas nos braços, nas palmas e nos dedos.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Política poética, trabalho em construção
Perdão de dívidas internacionais
Não entre linhas, mas em planos traçados reais
Apoios dos mesmos, reais, internacionais
Dinheiro que sai para coberturas maléficas
Que fiquem para recuperar as casas
Para abrigar professores ao entorno das cidades
Para povoar as vilas de conhecimento e bem estar.
Não entre linhas, mas em planos traçados reais
Apoios dos mesmos, reais, internacionais
Dinheiro que sai para coberturas maléficas
Que fiquem para recuperar as casas
Para abrigar professores ao entorno das cidades
Para povoar as vilas de conhecimento e bem estar.
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RIO E LÁGRIMAS
Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...
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Prossiga... {QTC}. Estive 15 dias em uma ilhota no meio do lago de Balbina, na Base WABA da Rebio Uatumã. As funções aparentemente seriam si...
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Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...
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Há exato 1 ano chegava ao norte do Brasil - AMAZÔNIA. Minha meta era renascer como pessoa e assim aconteceu. Tenho uma nova vida e venho me ...