sábado, 27 de julho de 2019

MONÁ DOM SEBÁ DO QUINTO

*
Não é porque o mergulho transcende a alma
Que o consumo é um combustível da escrita
Pois o formato dos explícitos republicanos
É comparável à um tablado, polígonos, poli
Tão tanto é porque as observâncias destinam
Sistematicamente ao passar do tempo no terreno
É que os dentes crescem no corpo de fortes vivos
No sopro dos velhos, desde o ímpeto dos novatos
A Divina Providência extinta, talvez, dita o Supremo
Possível na reunião dos anjos desta casa Terra Bendita
Que é necessário mostrar uma nova ordem neste abalo
Aí se farão hinos harmônicos numa balança nata
E os manuais fantásticos servirão mais que grãos
*

sexta-feira, 12 de julho de 2019

MEI DA SERRA


*
Quando esse frio rápido manifesta vindo
Sem regra prévia ou tri partidas estações
Temperando blocos aéreos, peles e corações
Nos fins de noite e começo dos dias em pensamento
Reforça a crença que o espírito é uma fagulha apenas
No absoluto céu aberto que é o universo grandioso
A alma é uma faísca que existe dentro de tudo que vive
De todos os seres visíveis e invisíveis, saber é evolução
Faz parte do Todo, envolve as formas inanimadas, até a ignorância
É expressivo neste clima oscilante, sem regra, trimestre, estação
Lembrando do eixo terrestre misturado com as multiplicações
Faz despertar com o relógio biológico, pronto, apto, destinado
Alto qual farol que orienta os bravos guias, por natura, letras e transformações
*





sábado, 6 de julho de 2019

GO BERTO

*
Um titã imenso quando mergulha
Desperta atentos e esbugalhados
Atraídos pelo código do mistério
Das cruzadas inferiores e superiores
Das teorias das cordas poderosas
Desejosos por captações minuciosas
E colagens poéticas ardentes
Some como baleias corcundas
Essa bossa despontada marcante
Recorta o horizonte dos eretos
Do surgimento à régua do fim
Ficam os abstratos nas capas
Para a nova ordem mundana
*

sábado, 29 de junho de 2019

É A TERCEIRA PESSOA QUE FALA

*
Triste mar turvo, sons de gente
Nem o sal te reanima, não guarda
Dos maldosos, dos olhos
Até o santo do dia te goza
Ele é visto, você nada
Você é uma pecinha enfeitada
No canto das salas
O sol só te machuca
A tempestade apaga
O fogo que arrebatava
As suas costas são marcadas
Seus símbolos não te protegem
Você sonha com demônios
Eles te perseguem, é o seu carma
As pontas dos dedos são facas
Traem nas pontes aéreas
Nas grutas camufladas
Nas cartas apagadas
Nas análises dos sistemas
Encobertos pela luz da grana
Você lembra do mar alto
Da deriva, do barco, das furadas
Você é só um fragmento
Do quadro imenso do universo
Sua saudade é exposta
Suas crias estão mortas
Suas alianças destruídas
Seus sonhos são desenhos
Eles não fixam em texturas
Seu carinho perde para as "tecs"
Suas palavras são loucuras
Não entendem nada
Sua fragilidade é alimentada
Mas calma! Tudo acaba
*

domingo, 23 de junho de 2019

SAGITTA

*
Você pisou no chão da terra quente
O mesmo chão da geografia una
Da terra mista lusa língua grandiosa
Majestosa grande pátria nova, ainda
Você molhou no sal da imensa água
No mesmo sal do norte à sombra
Das fortalezas santas belas arquiteturas
Você soprou a nebla, você bebeu a chuva
A mística da rosa, a índia lisa nua
Dos ventos que irrigam o verde mancha
O Império pertencente, a vida, simples
Até os que resmungam, os fidedígnos
Você pisou castelos, os marcos
As ondas, chiados, os gostos, desejos
Te pertence as dádivas e a paciência
Nos mesmos versos babilônicos
Dos polos, os centros, no tempo
As sonoras poesias dos amantes
A sabedoria do corpo, da mente
Você faz parte desse Poderoso, Todo
Desse tempo afunilado, desse ritmo
Você é algo no universo, iluminado, maravilhoso
*

segunda-feira, 17 de junho de 2019

POLITICISMO

*
O esquema da política no Brasil
É que a democracia republicana
Permite e incentiva a escolha
De representações, pessoas
Seguidoras de princípios e condutas
Muitas delas certas e erradas
O sistema dá uma chance à massa
De colocar no topo da pirâmide
Um tipo de força, cabeças, conjunto
Que pode ser aceita ou rejeitada
A dura em muitos casos dita
É a própria marca do significado
É a que faz cuspir as falas, as feições
É a que faz surgir revolucionários
O poder tenta, conturba ou cala
Qualquer movimento magnífico
Que o comando queira controle
Nesse sentido as associações
Profecias e sinais, das novidades
Boas ou aceleradas histórias
Poderiam na hipotética ser ligadas
Aos escudos que o Vaticano emana
Aos homens de bem sem armas
Nas orelhas e entranhas da Amazônia
Pois armando a babilônia cinza
Desvirtuarão os irados
Atiçarão os injustiçados
Os que zombam serão traídos
A terra será machucada
Haverá uma seleção
*

O BAFO

*
Você anda pela cidade
A pé
Você vê
Você sente
Você lembra
Dos sumiços
Das aparições
E os restolhos fedem
Escorrem, entopem
Mancham as vistas
Modernistas
Verdes
Cines
Viram latas
Homens e cães
Pilhas em esquinas
Praças, avenidas
Tobogãs, toboáguas
Vísceras espalhadas
As lâmpadas iluminam
Fracas, cobres, falhas
E os urubus goram
A bífida presa insana
A cara de nojo que atende
Te xingam em chiados
Sem ser de Minas
Os ingratos
Os sacanas
Desprezam o chão
As solas do sangue
O Dom
Em vão
*

terça-feira, 11 de junho de 2019

ELES ANDAM POR AÍ

*
Camuflados de vulcões
Mímicos dos que extraem
Nas abas minúsculas do ecrã
Nas cláusulas dos juros virtuais
Invisíveis números promocionais
Acréscimos nos pagamentos
Redutos dos que lucram rápido
Usos de marcas do além mar
Fragmentos de ouro daqui
Estão nas linhas telefônicas
No gel e pó de arroz do Trump
Nas oculares dos satélites russos
Eles estão nos códigos de barras
Embalagens, conteúdos, descartáveis
No efeito estufa, na secura, na fome
Estão nas profecias... E um dia acabarão
*

quinta-feira, 6 de junho de 2019

DOM KISS HOT EM... O SAL DO IMPÉRIO

*
Você não percebeu que ele está sumido? Será que anda a subir escadas? Golpeia cabeças de vento? Será que guarda alguma fórmula que transforma a maldade e melhora as coisas?
Dom Kiss Hot anda. Seus joelhos doem. Sua matriz arqueia. Ele pensa em trote, isso remete a muitas coisas, desde o andor dos cavalos aos finados mórbidos inversos universitários (veja como fica em latim). Ele vê que as árvores crescem. Elas demoram. Elas capturam as fumaças das formas, das peças, elas pintam as fotos tiradas da extratosfera sobre as faces do Globo. Dom Kiss Hot sangra e se acanha porque as árvores somem em alguns dias por causa da condução dos dirigentes, elas caem em alguns minutos por causa dos ganhos, e a ausência delas castiga os homens. Dom Kiss Hot pensa que há terrenos (países) que inventam maravilhas para atrair viventes, quando contentam com migalhas, mixórdias, figuras diplomáticas, políticas, religiosas, desportivas, alucinógenas e como a história e o passado contam, as propagandas prós de um mundo novo, velho sem saber a soma. Mas há os contras, que no outro extremo lançam calhaus, com os olhos e com as mãos. Dom Kiss Hot pensa na anedota dessa língua ampla, essas prosas extensas, essa rima base, essa letra fácil, esse mundo torto. Dom Kiss Hot não fala muito em ficções - ainda que metade dele seja isso mesmo - , ele pensa muito no momento mágico, no ressurgimento necessário, no seu máximo Dom.
*

terça-feira, 28 de maio de 2019

AO CAMÕES


*
Movo peças no tabuleiro, cérebro
Virtual ou realístico, esferas e brasões
Tal qual letras de outrora, só que agora
O cheiro da maré atlântica traspassa
Em água, fogo, terra e ar, calmo e conexo
Incensos dos botões das flores, polens, pios e “zuns”
Tusso porque o absurdo da vida é sentir coisas
Ainda que em sonho um paraíso extra apareça
Um ato entre os cometas previstos, um marco
Findando essa era cheia de gentes confusas
Por alimentos "tóxs" soltos nos campos e fábricas
Esse explícito é de um ser de máximo amor
Ao Rei
*

sexta-feira, 24 de maio de 2019

MESTRECO

*
Humildemente
Eu posso abranger o macro
Mostrar o território apontando
Não necessariamente contorná-lo
E até morar como nômade ao explorá-lo
Mas é sempre bom ter acesso às cartas
Referências geográficas dentre variáveis mil
Para situarmos nos biomas pouco imaculados
Pois há porções de pastos demais pra gado
E homens revirando tambores de lixo à procura d´algo
As nativas são tão belas, tão brutas, tão limpas
Que o plantio de 3 mil árvores num quadro gasto
Captura o gás dos carros e máquinas e troca o ar
Elas crescem para cima, baixo, aros e d´alto é mancha
Pintam o cenário com outros tons de verdes e cores
E sons das corredeiras e das presas e dos predadores
Na amplitude do que posso abordar sobre a saúde do clima
Esse calor infernal, esses abalos de terra, nada extraterrestre
Exceto o buraco que fazemos há duzentos anos na camada de ozônio
Os macacos nem imaginam o que isso seja na prática
E isso iguala uma grande parte da população humana inclusive líderes
A ignorância e a maldade que afeta em prejuízos geracionais
A devastação para criação de gramados se faz em alguns dias
Enquanto o crescimento dos gigantes endeusa o tempo
*

domingo, 19 de maio de 2019

CRÔNICA: MANDRAKE

*
"Nêgo" te saca
Te visa
O "massa"
Te "caça"
Perturba, por horas
Noutra, entrega ao certo
Coisas como à pouco
Tocar a campainha
Os desorientados
Errados, como trotes
Como "bugs"
Saca? Em 2019
Na defesa da sonsa
Fria como o orvalho
Que engana e falha
Seca por dentro
Exposta e escancarada
Oscila sem qualquer paranoia
Não quero esta
Essa babilônia
Barulhenta
Sacana
*

VI LA RI CÁ

*
Vi uma cidade velha, falada
Nublada em serenos qual neve
Nenhum resquício vivo histórico
Algo efetivamente de Portugal
Até os tortos, os que babam
Os que esporram na passada
Tudo do Brasil até o seio antigo
Misturado, num belo arcaico
Vi os braços dos fios que brotam
Escorridas águas das montanhas
E gaitas, rosas, Donas poucas
Etílicos, uniformizados com copos
Poucos demônios soltos
Artes, obras, sonatas, goleadas
Vi a armada protetora e poderosa
Alguns anjos nas montanhas
Vi caveiras e jardins perfumados
Casas de lembranças numerárias
As ideias dos poetas são maiores
E cabeças, e troncos, e orbes
De pedras várias, até espadas
Vi o rei oculto em toda parte
*

quarta-feira, 8 de maio de 2019

O SIMPLES QUINTO AO MEIO DIA


*
... E é por isso que há gentes que não gostam de urubus
Porém os ecologistas sabem da sua importância no meio ambiente
Os estudiosos poderiam associar às sociedades mundanas, ao ego, ao eco
Em times que comportam maldades imperam motins, malas falas... desorganizações
Mas há conjuntos bons que entendem a “ordem” sem mesmo ser complexo
*
https://www.youtube.com/watch?v=UueCjRrQLM4


quinta-feira, 2 de maio de 2019

UM OLHO NA TERRA DOS CEGOS

*
Como podem jogar lixo fora da caixa?
Quantos restos dos consumos diários!
Quando acordam os capacetes azuis?
Quão gordos são os de Maduro!
Tão magros os revoltos atropelados!
Que fogo negro será queimado?
Que armas tão fortes qual cavalos?
Quem preza o desleixo do ouro?
Que falta de senso sobre os fatos!
Que baixos apontamentos lunáticos!
Quem crê em seres realmente iluminados?
Que asneira suprimir filosofias!
Quão errôneas as tentativas da sociedade!
Quanto atraso nos aglomerados!
Quão frágeis somos quando infectados!
Quão calados os intectuais passados!
Tão poucos ricos com tanto nada!
Que idade certa, Vinci, qual novidade?
*

terça-feira, 30 de abril de 2019

OBRIGADO SENHOR

*
Pelo sal, pelo alho, pela água
Arroz, café, feijão, batata
Abóbora, inhame, raízes
Frutos, doces, caldos, massas
Soja, carnes, ovos, polpas, pós
Sucos, leite, chás, cheiros, cevada
Fermento, grãos, líquidos, cores
Fogo, água, terra e ar
*

QUEM?

*
A magia da língua lusa misturada
É que vasta por causa do Império
Se mostra como compreensível
Uma observância lítera, inventora
Explícita diante das coisas do tempo
Agora, o globo pesa em desordens
Mas, existem paraísos em raras parcelas
Estas, são as novas formas de irmos
Evoluindo sapiens sapiens web imago
E se formos contínuos sob a tutela do Máximo
Fundaremos uma nova ordem no mapa mundial
Eis que humildemente, pós milênios
Espero a vinda messiânica da divina providência
Sebastianista
*

segunda-feira, 29 de abril de 2019

PNC DO VAR

*
Roubaram meu Fluminense. E o Brasil, heim? Penso que nas salas do Var deveria haver além e junto aos árbitros da CBF, 1 juiz(a), 1 advogado(a), 1 sabedor de educação física 1 oftalmologista, uma máquina da verdade e mais... (Aberto à outros profissionais de qualidade). Pior, poderiam os pagantes do entretenimento "coliseum" boicotar a vista, virar costas à moda mal usada tecnológica. E melhor, que aficionados por ricos que jogam pelotas, deixassem de dar gritos de xingamentos nos lamaçais por aqueles que trocam escudos por dinheiro, se interessassem mais por políticas, meio ambiente e humanidade.
*

sexta-feira, 12 de abril de 2019

SABER, É MUITO BOM

*
Hare Krishna é um dos nomes de Deus
Existem outros nomes tais Sita
Ganesh, Hanunam, Shiva, Vishnu
No hinduísmo, o espiritualismo
Precedente ao tempo, antigo
Até agora existente como Divino
Prabupada foi um homem que viveu
Muito tempo rezando e estudando
A Vedanta
Ensinamento escrito, cantando
Lido, sacro, transmitido, manifesto
Onde as roupas dos devotos indicam brahmanes
De comportamentos regrados em disciplina (yogi)
Desde comidas e calendários
O equivalente aos Frades ou outra Ordem Cristã
No Brasil há muitos personagens trajados
Estendo à todo mundo, de várias pintas
Listar classes dariam linhas
Todas elas contaminadas
De falta de originalidade
Curandeiros, abusadores
Televisionados, jogadores
Políticos, pouca cultura boa
Pior, detentores de poderes
Existe o bem, existe o mal
Uma das coisas boas da vida é possuir a paz
Isto é estar ileso à ignorância
Um dos males do homem é a covardia
A maldade é um blecaute do senso, condenável
Um sujeito subjugado ao Dharma
Às várias formas no infinito
Um dos livros da Vedanta é o Bagavad Gita! Blz?!
HARE KRISHNA!
Hariboo!L!
*

terça-feira, 9 de abril de 2019

LEIA BAIXO POR FAVOR

*
Imagino nas hipóteses e interpretações
Possíveis dentre uma aleatoriedade
De fatos dentre infindo tempo
Pois a ficção pode ser um treino
No livro que existe o apocalipse
Existe em outros sacros, abalos
Nos dias previstos da corda bamba
Por conta de vários descuidos, mios
No meio da proliferação humana
Como observo os insetos que aparecem
Por conta de vários motivos
Desde o ciclo equânime aos vendavais
Então, longe torna-se perto
Saliento
Que os combustíveis degradam
Os foguetes então gastam tanto
Talvez uma tentativa de Babel
Imagino o transporte desse líquido
Que pode ser até o filho d'A Einsten
Colapsando num efeito cascata
Como os vulcões ao mesmo tempo
E as forças dos elementos super ativos
Na mata, nos mares, no ar, enfim
Eis que aos poucos é uma curva lenta
Que oscila ou tende ao regresso
Enquanto o súbito é algo majestoso
Realmente o progresso tende ser reorganizado
*

segunda-feira, 8 de abril de 2019

MANIFESTO DA DESCULPA

*
Tio Sam, eu vi Terrakota
A "Amazônia não é Califórnia
É outra história..."
Assim, precisamos ratificar
A consciência do tamanho
Do globo que nos encontramos
Cheio de parcelas métricas
Vontades, ânsias e equilíbrio
Onde reúnem bons e maus
Todos os dias, para algo ou nada
Digo aos leões, as catracas, as roldanas
The Englands, os voluntários
DeMolays, Maçons e Canários
Peço, levem impressos os entendimentos
Referente à área total do polígono
A pensar inclusivamente no ar e no núcleo
Acrescentamos um zero à mesa
Um peso de boa observância
Nobre, igual, onde podemos criar
Uma mancha verde respirável
Bem feito, em complemento
Aos miradouros, avenidas, praças
Rios, torres de águas nos altos
Das cidades certas
E o Redentor em saudação
*

quarta-feira, 3 de abril de 2019

A PAIXÃO DO TRI D'ÁRIES

*
Pensas que o estado de espírito antes o parto
Seja numa matriz infinda onde mora
Tudo que existe agora e ainda irá acontecer
*
Logo tem como possibilidade o fecundo duo
Ser de tais aspectos e poderes até auto destruir-se
É verdade que quando a mira estrela, brilha
*
Este manifesto nada é mais que vida
Explícita forma de compreensão das bases
E a consequência de uma coisa drástica, a revolução
*

quinta-feira, 28 de março de 2019

KING

*
A providência do Máximo
A coincidência dos números
A submissão à sorte
Os quadros com trevos
As moedas no alto
Os heróis por fazer
A natureza forte
As cidades cheias
Os campos rasteiros
Os rios sem represas
Os tetos, as estufas
A beleza tranquila
A energia do vento
A energia do sol
As alternativas evolutivas
O capital, o quintilião
Os cavalos, as ovelhas
O aproveitamento do território
O desafogo da Babilônia
Os peões e as passagens
As rolagens do Planeta
A esperança certa
A mudança em suma
*

quarta-feira, 27 de março de 2019

GUELRAS DO SISTEMA


*
Em defesa da mudança do status categórico da Estação Ecológica Água Limpa
Para Parque, denominado de mesmo nome ou novo em particípio povo
Expresso que a parte menos tocável da floresta total na área à esquerda, mapa
Deve ser mais preservada do que conservada, ainda assim Parque Florestal aberto
A banda direita com um espelho d’água vistoso, construções e criadouros de plantas
Bosque alto de Pau Brasil e tantas nativas da Mata Atlântica, a Sumaúma gigante
Poderia um passadiço circundá-la sem feri-la, explicativa aos que a olham de baixo
Pois quase todo mundo conhece o vinhático em pé e deitado, as mangueiras, as exóticas
Tocariam os utentes numa árvore e pedaço de um barco, num círculo construído em anel
Descansando a castanheira, os terraços de café e os incensários que guardam o passado
Tendo um teto com telhas fortes e transparentes completamente seguro pelo sol no átrio
À direita do mapa há um campo plano desativado, bem visto ser uma base, um Camping
Um quintal de tendas com condições básicas e taxas, à beira da estrada ajudaria viajantes
Em busca de cascatas, mais florestas, sons nativos e artes estampadas em “tudo”, nas Praças
Um Parque Florestal que à direita estacionam carros, onde andam paralelos ao lago um oval
A bacia que poderia ter uma ponte fera, ou duas ou quatro, chafariz e obra em pedra, massa!
Água transparente, bomba, filtro e peixes até do Japão, com cuidado, aquários abertos
Pedais aquáticos...  
Saliento pensar na tampa da floresta e a cidade que avança, amortece no Parque Florestal
Diferente do impacto de difundir que  o Casarão da Mata está atrofiado de liderança
Salvo algumas árvores onde atuam bons homens pensantes por algum destino próprio
Defendo a mudança da categoria de Estação Ecológica para Parque Florestal da área
Visto que a porção direita consta estruturas que podem servir de ilhas de informação
Comida, educação, recreio, o viveiro pode ser modernizado, hidropônico, criativo, amplo...
E novas trilhas nas bordas da floresta densa podem ser exploradas e interpretadas
A banda esquerda deve ser uma área restrita justificada pela mata densa, propícia às pesquisas
Contando com os veios d’águas recuperáveis a ponto de correr águas nos pés, constantes
Contribuintes com o Corguinho que adentrará a cidade em pandemônio nas inundações
Quando reativado os olhos d’água no cano da terra freático dos bolsões   
Enchendo engenhos básicos de acúmulos do elemento mais poderoso
...
Um passo público privado com grande marco executável
De necessário financiamento acreditável (Saudações a Paulo Guedes)
Seja o pensamento de toda obra algo necessário, possível, revolucionário
*  

quinta-feira, 21 de março de 2019

DE GRAÇA

*
Já sou menor que Deus
Porém o Zodíaco no Universo
Pode ser pontos minúsculos
Ao longe e gigantes anéis na lupa
Representa uma força craniana, d'áries
Intelécto entre os animais, supra
Isto é uma das bases do Quinto Império
Então esteja tranquilo, como quiser
Já se finda a tormenta contínua
Mas quando penso na cria, viajo no tempo
Que existe à presença, só por pensar...
Vamos fazer um país de novo, juntos
Há males horrendos que são combatidos
Nos dias que o sol ilumina o Brasil
*

quinta-feira, 14 de março de 2019

IMEDIATOS DE TERCEIRO GRAU

*
Contacto
Depois da sauna da Zona da Mata
Sem trâmites ou cerimônias, só ser
Mesmo que representante comum
Entre salinhas, átrios e trajetos
Galpões, estradas e quadras
Câmaras abertas e fechadas
Hastes e fachadas, a fim de informar
Que para mim é tudo o mesmo
Uma necessidade de resolução
De uma problemática estrutural
Da máquina educacional humana
Creio que com capazes juntos soluciona-se
Havendo glórias ou decepções, sem vergonha
O crescimento em pátios, praças e varandas
Subidas em torres, paredões, bons bailes
Neste lócus quente de Minas
Onde vivemos conectados ao Mundo
Precisamos educar ambientalmente os infantos
Num período integrado às contas e às letras
Todos os dias regrado em calendário
Com teorias e práticas sobre os temas
De transformações construtivas
Férteis fontes para novas excursões
Este terreno imenso como podem imaginar
É muito propício ao desenvolvimento de temáticas
Como as que venho dito, porém
Cabe mais atividade, constância e dedicação
O passo não tende ser só marca
Mas aprimorar-se com o tempo
Ao ponto de árvores serem alimentos
Saudáveis justamente aos próprios elaboradores
É possível esferas virarem líquidos ricos
Licores levemente mesclado vinho
E as pastas dos restos adubos viram
O fato é que o terreno além de propício
É também um complexo morfológico
E não deve haver muito entupimento
Nem inferior, nem superior
Com referência de ser visto por todos os lados
Precisamente na faixa da calha das chuvas
Ou seja, numa explicação mais ampla
Há muitas coisas a se resolver na bagunça
O acúmulo da inércia gera problemas diversos
Sem contar os que agem contra
Neste caso precisamos tomar decisões
Decorar os portões e afiar o repasse
De remodelação dos interiores
Isso irá requerer pessoal e alguns instrumentos
Os técnicos da saúde alertam
Sobre os riscos das endemias
Para cuidar dos locais que ajeitamos Sem criar berços de pragas
Ou seja, novamente, numa ação conjunta
Podemos realizar teorias antes inconcebíveis
Isto, dia a dia, deveria ser abraçado
Por órgãos inteiros, por completo
Por Governos, por Estados
Por agentes, por amor
Em conjunto
*

terça-feira, 12 de março de 2019

CUCA ROSETA AL QUINTO

*
O efeito "ex", [de antigo, antes acontecido, por qualquer motivo não efetivo dentro dos sistemas], deve tender sempre a ser positivo ou gerará falta de humildade, ira, ostentações em todas as esferas, a inveja, a opressão, a maldade e a desorganização. No caso vigente, para todo o País, os inimigos do Estado sendo milícias, ex-oficiais revoltos, executores de terrorismos e inteligências maliciosas, prova que a sociedade carece de louros nos que amam até a morte. Que há pouca ou má filtragem de seleção de entrada, estada e atuação para com a essência da Supremacia, afetada de elementos maus - gente mesmo - sem honra trazida ou deixada, sem precisar manter-se vivo. Então se houvesse e quando houver mais excelentes exemplos (que possam ser espelhos vivos) mesmo que mártires homens e mulheres, de gentes em todos os seus domínios, sejam protetoras e salva vidas, todos os setores, dos coletores de restolhos aos escritores, de atuações como atravessar o corpo ao food a acelerar máquinas ou bichos... Só assim irá haver mais reflexos dos que crescem a absorver tudo isso e ainda que mutem produzem bens coletivos. A morte de um líder bom (mesmo oprimido acredito) gera um despertar ou estalo do lado bom, sabido que tende ser fortalecido, por causa de uma invisível e evidente guerra entre o bem e o mal, para simplesmente existirmos, enquanto caminhamos por qualquer lugar do Mundo, seguros e tranquilos.
*

segunda-feira, 11 de março de 2019

TRECHO DAS CARTAS PARA IARA (10 ANOS DE VIDA)

*
O texto tem intenção de chamar a atenção de interessados estudiosos acadêmicos ou amantes do assunto de “resgate do passado”, precisamente de cenários estruturais físicos brutos, juntamente com o crescimento livre e grandioso das florestas, com possível elaboração de desenhos, mapas, literaturas e propostas de recuperações que possam indicar uma demanda de trabalhos através de acompanhados apontamentos sobre a própria história de povoamento e transformações do ambiente em foco. Neste caso a EEAL / o Horto Florestal, possui no seu histórico o surgimento comparado ao início da fundação da cidade (1877), uma parcela originária do Brasil Império, com impressões dos meados do fim da escravatura, resquícios de arcaicas engenharias hídricas, economias e matérias primas das produções que escoavam às vias para os pólos urbanistas. Tudo à escala do tempo, com base em trabalhos já realizados no dossiê de tombamento pelo DEMPHAC e até hoje em relatórios dos acontecimentos no entorno da área em questão. Todo o conjunto da área é de fato interessante no contexto histórico e natural. A própria cidade já fora caracterizada por Porto dos Diamantes. “O que não fica muito longe haver acúmulos ainda ocultos de matérias raras sob as cavas marcas dos rios”. É uma passagem poética, porque de fato a região em destaque que engloba hoje cidades e outros morros, já tinha sido explorada por expedições centenárias anteriores.
*

quinta-feira, 7 de março de 2019

RASTA

*
Toda vez, temporalmente, depois de um ajuste no sal, irradiado de luz ao vento e grãos, diz Dom ao Velho da Torre que o Aprendiz sente um latejar no coração toda vez que cruza as paisagens bruscas, desde montes virados um para o outro, neblas que ocultam esculturas e marcos, ou corredores de paredões maciços paralelos às ondas, como vales onde serpenteiam doces águas tantas vezes manchadas do Gigante. Por causa disso diz Dom ao Velho da Torre que o Aprendiz nota que os personagens brutos de perto e de longe do Mundo destacados em suas manifestações estão cada vez mais mirados pelos bons a mostrar o que é a força em evolução. Pois como Pessoa e Vieira num gabarito tal Caolho ao Rei, sebastianista Dom, traz tamanha esperança sabedora dentre a massa para conduzir boa a mistura totalitária de raças do Quinto Império.
*

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

COM T H FOR M X

*
Os símbolos de cada conduta
Nos tempos da Terra que gira
Isso pode parecer difícil, de prima
Mas é uma mostra de Deus
Por causa das nomenclaturas
Até os impressos imediatos
As interpretação das intenções
Em diversos estágios, estádios e patamares
Sobressai a inteligência
Como a importância "roots"
Meio aglomerados nos rios
Tão podres que não carregam frutas
As corredeiras suas pós trombas d'água
Algo como intocável e ao mesmo tempo...
Possível controlar, tranquilo
Então cantar um hino de algo
É de ser propriamente a letra
Para ser todo dia aquilo ao máximo
Por sabedoria de espião, explícito
O comum na América Latina, figura
Tanto por findar o male imposto
Como o Império ser Socialismo
*

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

ZONA

*
Sobre o que precisa no Estado todo
Um resgate da piscina grande de salto
Do gramado, campo, das crianças
Da rampa aderente coberta com curvas
E ângulos abertos onde se vê pinturas
Esculturas algumas, gigantes, de gênios
Conversões dos que torcem contra
Em acertar um novo Dom pra todos
Sob os olhos do Papa que alerta aos demônios
Tantas terras demarcadas de pastos
Para além dos mares de morros, rosa dos ventos
Desafogo de torres de Babel beiras rios
Tento o equilíbrio de descrever as paisagens
E os vivos embutidos aos inanimados
Prestes a consumar mais uma profecia
Há guerras que após surgem-se o bem
*

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

FALA ODIN

*
Que o mal tem uma cara mala
Hilária fonética detentora de sabedoria
Um povo feliz festeja a calma
Sua só porque não suja ou planta
O Pré tem uma figura obscura
É notável entre linhas e até na forma
Bífida teoria repteliana
Choque de comunicação
No que cativa a confusa massa
Ou repulsa os que amam o rei
O sangue real atua no globo
O Brasil precisa melhorar
Ou se autodestruirá para recomeçar
Retoma de outrora o afeto do sangue
Nós mais novos com os mais velhos
Seremos velhos aos nossos novos
E é melhor sanos corpo e mente
Capaz de administrar gigante terra
Escrevi em forte pulso o fim do labirinto
Algo como os manuais do próximo capítulo
Porque o céu muta o cinza e o azul
Cintila simples, em sons, raios e trovões
Daí afloram as teorias, as poesias e as canções
*

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

CÉLULA DE CABELO / DNA

*
Salve os leões d'Atlantic!
Cruzador por velhas marcas
Do sol nascente, oriente e sais
Atento ao passe da chegada
O corpo de uma majestade
Tem uma aura bela, não por vaidade
Transcende a imagem, os atos
Pois o espírito é uma fagulha poderosa
De todo ser vivo, micros e macros
Dos destinos mais explêndidos, claro
De amor pela Terra, Iara Sita, Dama
*

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

DUM BALÃO

*

Vejo um Templo no resto do tempo

Dissipada a nebla sobre a humanidade

Cristais de água mais valorosos que ouro

Um mero disfarce como o manifesto dirigente

Alguns raros cientes iluminados

Neste fim dos tempos, um Templo

Dele falo dum Balão, num mergulho

Escutam e sentem para tantos vivos

Um reinício glorioso pós colapso

Então creio piamente quando escrevo

Que o Mundo está se transformando

E oro meio à tele com escudo em mente

Quase sempre ao Dono disso tudo

Que o infinito se processe sempre

*


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

REPENTE DO REI SEBÁ

*
Penso
Com muito afinco
Na teoria de Newton
Que descoberto leis só sendo
Moveu até certo ponto
O avanço d'hoje moderno
Homem contemporâneo
Que os robôs poderiam nunca aposentar
Tipo vida útil solar
E é indiscutível
Que ter uma cria
Seja masculina
Seja feminina
Num lugar com o mal
Na índole, no rosto, na cuca
Nas veias dos sistemas
É um inferno que não se quer estar
Ainda penso
Que os guerreiros são exemplos
De poder conquistar meio Mundo
Na língua e na marca da sola
Só por ter a frente
As provas do passado
Uma figura eloquente
Que realmente doa
O bem estar vital ao povo
*

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

MOIÔ

*
Essa chuva desejada
Que agora cai aqui no vale
Sacia as árvores barbadas
Que não mexiam uma palha
Incha córregos e riachos rasos
Fétidos de descargas humanas
Essa chuva tem que ser filmada
Fotografada, congelada, contemplada
Lembrada contra o calorão
Esse calorão quando volta
Esquenta os pés e a cabeça
Dilata tetos e paredes das casas
Capota mais que cachaça
Banha os órgãos dos que ralam
Da pena dos septuagenários
Essa chuva temporária já foi embora
Não amedronta mais os ribeirinhos
Evapora o resto, nem poças ficam
E descansa os motores das máquinas
*

TRECHOS DAS CARTAS DOS BANDEIRANTES

*
... Este convite é destinado à Academia. Constará o dia, horário, local e convidados. O assunto raiz é o texto já revelado, anteriormente. Posso enviar por e-mail, também, nesta via digital. O interessante das conversas ao nível de cidade, 'tateatate' é atingir uma meta realizável, além da ideia, das teorias, numa união de capazes de várias faculdades. Ainda que a primeira turma esteja no meio da escadaria, de alguma forma poderão propor trabalhos, que poderão ser pontos, adotados num concurso Master, Minas e Arquiteturas, dos polos, JF, BH, VIÇ, para KTÁ até RJ. ...
*

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

NO CAMINHO DO BEM

*
Existiu um personagem
Marquês de Pombal
Saliento, é dever controlar pragas
Qualquer grande foco nas cidades
Ora, pombos! Estão em toda parte...
Poderia naquele tempo o domador
Do Império, caduco como esta repú
Arquitetar prédios em blocos fortes
A favor dos canais líquidos e aéreos
Até o romper do magma e o rolar das pedras
Penso, que o povo tende habitar planícies férteis
Num êxodo urbano educado ambientalmente
Projetando a ordem numa profissão Mor
Porém, agora, posso pedir para fazer um anel
Para lhe entregar na eterna união
Do sol e da lua, durante todos os dias
Como quem ganha um fruto, vida
Nesta banda mundi ocorrem catástrofes
Nem neva, mas, tornados passam
O Cientista explicaria direito a aleatoriedade
Para os sentimentais num conto
Com impactos donde afloram
Cadeias de acontecimentos sanos
*

FLA

*
Treme
De cair lá do alto
Estendendo ao descendente
Do medo
Do grito que finda
As crias na tristeza dos competidores
Só pode
Ser algo notável como normalíssimo
Sinas dos tempos
Sentidos
*

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

REYMB

*
Óh! Controle Marítimo!
Gente lá da terra de Cristo
Veio aqui a descobrir
Lentes nos montes
Não podiam desde já
Nosso submarino e frota inteira
Informar que o mar é bravio
Quando o chicoteio avança
É como as tempestades de verão
Alertas de cores, barras ou pontos
Mímicas que fosse, língua
Água branca musa rubra da TV
(televisão)
Mapa tão aberto à tudo, plantão
Em cheio de gente, abarrotada
As figuras dos líderes não convencem
Suportar o caos e raros os natos?
Vão de avenidas, peças elementais
Até um hino altivo ao Reino Quinto
A Portugal
*

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

HEY FOOT!

* 
Você sabia? 
Sabia que?
Uma vez na Praça do Comércio com a Mama
Um bebum gritou:” Fascista!”. No momento que eu entrava
Mero engano, pois
Não seja como
Um japonês dentre outros marroquinos
Tiraram fotos e nem sabiam que eu estava a pé
No mesmo átrio aberto ao Mundo
Quando você diz ser Demo Político Crata
Com sotaque português mesmo, digo-lhe
Depois de ter visto o rei a cavalo numa estátua verde forte
Convicto que acredito em algo maravilhoso
E você tende consentir que ela, Demo, está confusa, o povo
No mínimo apreensiva por algo mor
Já aconteceram coisas e acontecerão, nota?
Coisas bizarras, solavancos, reflexos de golpes e resistências
Nessa hora eu sempre invoco Nostradamus
É lógico que haverão abalos, e mais, nesses polos arrebatados
Mas também se farão realidades os sonhos, através dos utópicos
*

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

MORAL

*
Quem for bom se manifesta aí!
Separa a elite do bem
O mal finda
Nem nada
Esse boom pop
No século passado
Trouxe do além nascidos à Terra
Que está acabando...
A era de Peixes
Milênios à espera messiânica
Aos movimentos da era de Aquários
Descoberto Rei Dom Sebastião
Ficarei outro tempo vazio, vou e volto
Poderei equiparar a energia da cuca cheia
Ao sol, à chuva, ao vento, na multidão
Então, Dama
Posso me encontrar contigo
Fico o tempo necessário
Que não atrase minha ida
Por isso posso ir cheio de vida
Só para lhe entregar a chave
Do meu coração
Os poderios de avanço
Dos sapiens iluminados
São infinitos
*

sábado, 2 de fevereiro de 2019

PANÇA

*
Há momentos que você pergunta a si
O que está fazendo exatamente aqui?
Ouvinte de raivas quietas e risos ecléticos
Pensador altivo em meio à brasa da babilônia
*
Neste calendário a cigana me alertou
Que o caminheiro vem de outras vidas
Vai à Terra Santa, onde a majestade mostra
A tranquilidade para começar o Novo Mundo
*

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

ARI

*
Eu era um náufrago e subi num barco a passar calmarias e tormentas
Talvez minha morada seja o alto mar, ou a montanha, ou o claustro
Pois amando tanto duas bordas do atlântico, talvez fique no meio
Isso significa renunciar a tudo, cabelo, cavalo, gozos, prole, vida
Já vi um homem mal escarrar sobre a cabeça de uma criança, a maldade
Pessoas como essas lesam e quando morrem queimam no inferno
Há tempos que me apaixono pela lua, quando estou sozinho
Mas desde sempre cismo com o sol, como Mitra, como Marte
Sirvo franco e tributário e ao mesmo tempo sinto num aquário
Então mergulho nos efeitos de escrever a liberdade como os pioneiros
Um Camões, por favor:
“Mas, conquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê
Que dias há n’alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde
Vem não sei como, e dói não sei porquê”
L. de Camões.
*

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

IMAGEM EM AÇÃO

*
Inspirado por uma Nata da infância da Pracinha
E com o Flu a ganhar de goleada na Guanabara
Uma das poucas coisas que passo pra frente, falo
Um nobre mestre me disse, coisa rara hoje em dia
“Que os espíritos da escrita estejam com você”
Isso tem cara que sabe a rango de microondas
Lá na serra, a mais genuína, alta, meio oculta
Mora gente de outrora que só se sabe partes
Descendentes da mistura do tempo das Fundações
As máquinas quando muito esquentam, param
As tirinhas da pesada com o efeito fake news:
Que o Neymar Jr. enfie o mindinho no meio da bunda
Que a Vale cate os caquim tim tim por tim tim
Que o Governo faça a reforma agrária!
*

O TRABALHO DO PENSADOR PERTENCE-O (A LA BEATNICK)

*
A frente, no meio, lá longe no final
As exposições
Das emoções
São como ondas gigantes
Constantes
Um mapa
Que o barco experiente da alma conduz
O corpo e a mente
São mistérios
A melhor explicação
Talvez seja uma diferença de ser estado
Estar e ser
Consciente, palpável
Além de tudo, além
Saca? Quem?
Ainda que aparente dormente
Perto está-se em transe
Como um oráculo, mora?
Pá, calma. Brava Sentinela!
Quando juntas as nossas iras
Brotam expressos, impressos pensamentos
As ações, as nossas calças
O que eu penso, acredite
Colam as potências bagunçadas
Com a melhor condução
Já me disse um rude: "Pega um número e concorre"
Mas a sorte, é verdade que existe
Com grana você faz uma floresta, fera!
Há quem construa templos
Nestes se arrecada moeda
Há quem construa estradas
Que racham as governanças traíras
As cidades crescem, o sol castiga
Sempre houve histórias míticas
Das florestas, das dramáticas
Das pirâmides, dos balões
Da maldade, dos risonhos
Tá quente pra caramba
Ok, Google?
Liga a televisão
Há corpos mortos
Pós
Enxurrada
De viscosa massa
Água lama
Drama, óh drama, sangue e terra
Quem o diga a/o Bauxita, ainda
Diz a consciência
Tente se alegrar
Ou preocupe-se
Olha a diversidade da sua marca de nascença
Índios pedem desculpas à Tupã
O Deus dos índios é o Deus de tudo
Meias centenas deles apenas
Com essa quase extinta consciência
Num país novo brasilis passando
Até que encontrei duas caixas de incenso
7 varas, 6 contos as duas
Mirra e Sândalo
Até poderiam ser nomes de filhos
Do filho de Marte
Já que Rans, o Zinza
Tem olfato polo husky siberiano
Digo: "Essas frases virarão poesia"
É assim, o Destino
Se você me ler outra e próxima vez
Veja-me como simples e preciso
Sem labirintos ou roletas russas
Que aceite a força dessa escrita
Como uma arma bruta e lapidada linda
Então não lute comigo
Por tudo ou por nada
Pode ser que eu consiga viajar ao norte
Lá chegaria antes, livre e só
Para o berço cheio de gente elétrica
Que abraça
Então cuidado com o choque
Talvez te entendam mal
Talvez te entendem bem
*

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

CARTA AO TRIBRAECO NEWS

*
Como ictiólogo aficionado pela macro paisagem marítima e dulcícola
Gostaria de revisar as legislações de pescas em prática e teoria
Empolgar a Marinha e os Institutos para mais manejo e foco das áreas internas e litorâneas em Cia.
Da Amazônia Azul, as bocas, as fozes, as veias líquidas delgadas e largas ora verdes, amarelas, marrons e cinzas
Afinal no conjunto da gran máquina há utensílios, qualidade humana científica e o dever como título
Para constatar os prejuízos diários das barreiras nos rios sobre os migradores e os fixos
Por análises em campanhas de capturas e registros diretos, in locos, in situ e ex situ
Com conteúdo ecológico num palco oportuno onde se extrai amostras bios e outros materiais de pesquisas
Com isso provamos a dependência das realidades contemporâneas
Um tanto estacionadas ou fracassadas perante as alternativas do futuro
Treinamos limpas energias dos ultravioletas lá de cima desde as ondas in-paráveis até potenciais nucleares aos cuidados de Einsten
Estudamos as espécies de peixes com populações reduzidas em risco de serem extintas
As comunidades aquáticas afetadas por descargas abruptas como as rupturas dos restolhos das usinas
Por causa do próprio sol que racha a terra, por causa das economias!
Que trazem desequilíbrios na cadeia das presas e predadores
E devastam quase todo tipo de vida, além de alimentá-las, duo dilema
Tenho ases para saber se as peças anatômicas que registram o crescimento dos peixes gravam as marcas dos acontecimentos do meio ambiente nas linhas agregadas ao tempo
Se a qualidade do que se come são para o prolongamento ou envenenamento da biodiversidade
Para que as espécies sejam mais protegidas e possam crescer silvestres
Ou criadas, soltas e repovoadas como sementes neste oásis paraíso
Algo expedicionário conjunto com o desenvolvimento forte e inteligente
Que cace quem degrada terras, nas águas e margens, quiçá a atmosfera
Isso sim é um sinal do novo tempo, uma enxurrada de esperança
Uma arquitetura ideológica clássica planejada temporal por 1 a 4 anos intensivos
Perpetuando as melhorias das qualidades de nós mesmos
Onde o cheiro externo mude de fétido para o que agrada na natureza
A exemplo das cartas territoriais, uma minúcia que nos faria tomar banho de rio limpo
Recrear mais o físico e a mente desprendendo dos toques e cliques da rede info
E poder comer as carnes brancas grandes dos natantes que já deixaram descendência abundante
Não é tão difícil, é possível, com plano bem dito (bendito)
Que se quer com todo o coração agir em continuidade
Isto é de certo modo uma pontuação do que fazer e repetir
Junto de logos e brasões tão fortes dentre tantos coletivos com os dentes à mostra
Essa chama é provável que inflame clara
Essa ponte é preciso ser estendida agora
Essa gana é de quem ama o Mundo e o Brasil
*


segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

DEL REI DELA MATA


*
É bom ter as armas em mesa, mesmo em passos brandos
Como há diversas armas, pois, dentre elas psicológicas-inteléctas, científicas, literárias...
Além de estalo ou trim de aço, ferro
A lavoura e o homem já eram afetados antes da crava pelo minério
Eu estudei os sagitaes, micro cristais de pontas lanças
Três pares dentro das cucas dos peixes ósseos d ´água sal e doce
Independente de qualquer bandeira mundana, ao Franciscano
Os militares trabalham de certo modo, doando a vida pela terra
Agora em vida onde sangra e pós morte para onde vão?
Para fincarem bandeira pátria num campo estéril onde povoam peças suadas
Nos sinais dos fins dos tempos os tremores racham megas grandiosidades, realidades e pensamentos
Nas bases da babilônia, Judá, enquanto há gentes de sotaque intra televisionadas
Dos nossos sofridos dias de progressos
Del Rei Dela Mata.
*

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

MINAS MARRON

*
O capitalismo mata mais que acidente de avião, todos os dias. O capitalismo gera câncer, transgênicos, entupimentos, ganância, poluições, competições e um ilusório poderio. Você que hoje bate na Vale – e eu também – precisamos do alumínio que embala as cervejas e os refrigerantes que bebemos a ver os novos craques milionários do futebol brasileiro. Para os catadores de materiais recicláveis o quilo das latinhas de alumínio vazias é o melhor peso para um mísero ganho repartido, quando estas não estão afundadas nos rios. É preciso de elementos periódicos, minérios, metais, calor, água, gás, para fabricar as pecinhas dos smartphones e os botões dos computadores de bordo dos carros, relógios e computadores. É verdade que as rodas e os eixos dos veículos da Vale, são tão grandes que servem de modelos para a NASA circular em Marte. Enquanto isso aqui em Minas Gerais o povo tem um sotaque bonitinho, fazem comida farta e boa à lenha, (uma herança pro rei) e prosam sobre tudo e todos nas praças meio iluminadas. Minas Gerais tem a marca na história do Império, do Brasil, dá um feriado mórbido e traidor, revolucionário e mártir da liberdade, onde brotam pedras coloridas e metais frios, brancos e amarelos. Em Minas Gerais tem um mar de montanhas, áreas naturais protegidas (mais ou menos) e um rombo financeiro político administrativo causado pela filosofia de um partido quase extinto, que caiu no colo de um empresário “rico”, coveiro dos falidos. Em Minas Gerais tem rios lindos e bichos aquáticos que batem nas barragens querendo subir os rios e não reproduzem de acordo com a ecologia desequilibrada da natureza, entrando assim para o Livro Vermelho da fauna da ICMBio. Em Minas Gerais os peões ganham 1, 2 salários mínimos, trabalham sob o sol sem ar condicionado e morrem na lama súbita, entupidos. Enquanto diretores, presidentes e todo tipo de representantes engravatados dessas logomarcas capitalistas que patrocinam as compras de todo dia de Minas e Energias do Brasil, ganham 7, 8, 9, 10 salários, dormem de meia e toca no verão, viajam de primeira classe, mas não caem lá de cima.
*

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

A DEUS

*
A figura de “Tetél” para mim é como de um anjo sabedor de muitas coisas
Um santo corajoso bom diante do aprendiz, também, ainda desde infanto
À mesa – não somente uma vez – mas todas as vezes bem farta de alegria
Como a utopia explícita no texto produzido tão profundamente do simples rei
*

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

KTÁ = CEARÁ + RJ + GAZA

*
Já dizia uma mística de casa, estou no meio das labaredas de um quadro pintado com anjos e demônios. Vazo ou morro pela Pátria? Fico, como alguém que espera um filho cruzar a ponte atlântica para os braços dos avós, tios e primos. Não durmo, suo, levanto, olheiras, ralo, instalo, podo, corto, planto, educo, cheiro os fedores e os perfumes do povo, vejo os cocôs nos rios, pedaços de carros, cacos de vidro, plásticos, o veneno dos ingratos, piso nos tijolos quebrados dos despejos e jardins de espinhos. E a cidade cresce com verdes e bafos. Imagino os personagens que não sentem nada. O Velho da Torre descendo a correr as escadas, KissHot mergulhado no seio da amada, Sebá dando um coice nos males com Ogalo. Todos vestidos de armaduras e uma arma imbatível chamada átma (alma). Parei com a fumaça, voltei dos vikings, desci ao inferno, me acham na mata, da comédia não rio quase nada. Ressuscita o frankstein, o sansão não move uma palha, urubus dão rasantes como águias, eufóricos estão os primatas, gargalham os que votam, os votados, mas choram as três bandeiras, quando idolatram os piratas. Dos Supremos, Fux me deixa ansioso, Barroso, "me adote", por favor e óh MA, impere e puna essa falha máquina! Pois há sangue nas fardas, e terão nas calçadas, os guerreiros não expandem sentados em rampas áridas, os gravatas engordam às custas das massas da Terra, os maldosos não fazem o bem.
*

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A LANÇA

*
Cerca Onça, acho que já conversamos via internet outras vezes (na sua especialidade) e é bem provável que ao vivo também, uma vez que "não sabemos" (sabemos sim), quem é a real pessoa que assina esta postagem. Já que são alguns os "cerca onça" é bom que todos saibam. Eu não fui eliminado do Horto Florestal. Esse deve ser um dos muitos boatos daqueles que coçam o saco na "boca maldita", no calçadão ou daqueles que ficam sobre o muro invejando a vida alheia. A minha opinião sobre a tomada do Horto do Estado para o Município, foi drástica e cabível sim, tal como às que você opina em sua página, sem grande oposição, aliás. Não tenho medo. E é triste que a sua especialidade seja interferir na liberdade de expressão dos cidadãos, assim sem mais nem menos, a fim de tentar "queimar" ou conturbar as pessoas. Você merece uma punição por isso! E terá. Algumas coisas você até acerta, mas infelizmente você tem a mania de cutucar a onça com a vara curta. É por isso que eu te lanço agora. Sou contratado para atuar em funções práticas dentro e fora daquela Unidade de Conservação (Horto Florestal) e pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente. Uma delas em cooperação na elaboração do Plano de Manejo da Estação Ecológica Água Limpa (você sabe do que estou falando, não é?!). Uma das razões, Mané, é ter este contratado da Prefeitura para ajudar o Estado a fazer o que tem que fazer, entre muitos outros pontos falhos, só visto por quem atua e trabalha lá no terreno. Se ao menos as ONGs ambientais de Cataguases dessem sangue à causa, mas não, alguns membros de ONGs, não fazem pífia e acreditam serem contribuintes vestindo uma máscara virtual para implicar com as pessoas. É o tipo de elogio que enche de brio o ego anarquista. Pois, então, eu sei o que estou falando. Estudei pra caramba, cerca onça, voluntariei em parques e reservas do Brasil desde o primeiro ano de FAFIC e hoje tenho dois títulos superiores fora do Brasil, sem nenhum tostão do Ciência sem Fronteiras, nem dos meus pais (um torneiro mecânico de 73 anos e uma costureira). Fui um daqueles alunos que obtinha a média, respeitava os professores, estudava o meu domínio (biologia), e amante da escrita, e por isso sei escrever minimamente com muita segurança sem precisar criar apelidos toscos e ficar atrás de figuras meméticas. De acordo com a sua pergunta, sobre como eventualmente o Prefeito irá conseguir gerir uma área daquela, que você acredita ser protegida? Você escorrega toda hora. A Prefeitura rala para cumprir suas obrigações sem ajuda do Estado. E cumpre. Dever cumprido. Outras demandas da Cidade abrangidas pela Prefeitura e pela Secretaria que atuo, cerca onça, é o plantio de árvores em áreas verdes. Em falar nisso, você contou quantas árvores morreram após a última poda? O show que deram por cortar os cabelos das árvores. Melhor contar de novo, porque plantamos muitas árvores pela Cidade. Outra função, cerca onça, é o apoio às Associações de Coletores de Recicláveis. Você não joga lixo no chão, pois não? Por favor, não faça isso, já que sua natureza é sacanear. Por fim, o "parasita" aqui que você acha que eu sou, ainda vai nas Escolas de Cataguases, fazer comunicados, palestras, convidar e receber alunos no Horto Florestal, onde crianças perguntam se existe girafa na floresta, tudo para educar infantos juvenis, talvez até parentes de bitolados "cerca onça" e adeptos destes que dão likes nas piadinhas nada intelectuais que vocês fazem por aqui. Grandes bocudos, ingratos e ignorantes, é o que são. Aparece lá. Quero ver.
*

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

POVO NATO DE SEBÁ

*
Observância arcaica do convívio
Numa mata grande, nativa, crescente
Sobre o espaço ondulado nascente
De baias onde cresciam cafés e experimentos
Conhecida por todo mundo em movimento
Ah, corria água de um vasto olho d'água
Era bruto o que hoje ainda é belo
Mas onde as teias são tão finas e constantes
Como o globo todo iluminado pelo sol
Animais se mostram ao som das árvores
E todo tipo de homo sapiens busca a transcendência
E, evolução!
Eis que ser presente é tradução simplesmente
É a vida, biologia
*

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

VIROU POESIA

*
Eu vim de lá do "Clóvis Salgado", a pé, rumo ao centro. Estava em visita à irmandade Rèche. Caminho, normalmente, pois sou peregrino, além de escrever as coisas que observo (isto virará poesia). Aliás, troquei uma vieira e um crucifixo por uma estampa de vida na carne externa, a imagem de uma espada e uma cruz vermelha na perna direita oposta superior à bandeira do Brasil interna na dobra maravilhosa da pisada. Além mar eu andava 20km por dia, durante 6 anos, quinze dias, seguidos, lógico, não todos os dias do ano, o que me fazia chegar numa praça com uma grande Catedral próxima ao mar do Atlântico, lá no fim do mundo (Finisterra). Seguramente afirmo, livre, que sou um peregrino. E já pensei ir à Cordilheira dos Himalaias andando, donde estou até onde vive o Shiva (Índia). E porque escrevo fico imaginando as paisagens remotas que chegaria ao vencer o caos da vida. Rans, o Zinza, diria de prima das piores coisas para no fim da poesia, talvez, dizer algo de esperança. Desses passos porém, noto o fim dos tempos. Muitos lócus (galpões, garagens, varandas) juntam gritarias que extorquem as matérias das almas iguais às bizarras boemias da Babilônia. Soltos perdidos, bárbaros presos e televisionados, vestidos não condizentes, salários bizarros, bizarros que falam... E as avenidas, os planaltos, as planícies, onde fedem excrementos das descargas das mansões de cantos e metrópoles, juntos com o inferno calorão dia e noite, num corguinho aos pés das árvores barbadas, um trilho do velho progresso perdido, assim não são bonitas, francamente, tão pouco um orgulho modernista.
*

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

CARTA DE NOSTRADAMUS AO DHONU

*
Permita-me
Ter que levar perdões ao Papa
Dos mais macabros de hoje em dia
Ver a loucura mater embater filhos
Olhos puxados que afugentam o Dalai
Maldosos destroem, poluem, competem
Estão em toda parte e proliferam
Mas o bem persiste e vence sempre
Empalar, como Drácula os inimigos
Demônios que usam Deus para o mal
Tomar terras dos que roubam baús
E calar para sempre os que mentem
São sinais do fim dos tempos, Vinci
Num súbito momento existe e marca
Noutro finda qualquer coisa imprestável
*    

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

É MUITO O AMBIENTE

*
Hey! Janota!
A grana do seu paletó
Não vale o cocar do índio
O ancestral, Janota, um velho
Sabedor de quando chove
E dos locais mais misteriosos
Calça as luvas, Janota, olha o mapa
Sobrevoa a mancha amazônica
Cicatrizes naturais e outras feias
Órgão macro da humanidade
Una as ilhas de Mata Atlântica
Aconselho-te, Janota!
Faça uma faixa verde de norte a sul
Alguma cega me escute, hey!
Justiça, o ambiente tem, pois, Janota!
O bem dele é o nosso bem
Menos pasto, por favor
Mais florestas para o Senhor
Sabe quem Janota? Plantou?
Menos químicos que mutam células
Mais rios límpidos para o desenvolvimento
Olhe de cima a natura nas mãos
Refaça originalidades, ôh Janota
Ainda que lhe vendam progressos
Há lusos, usas, euros, coroas e orientais
Mas há um, que possui todas as partes
E essa força, Janota, que o homem tem
É menor que a força do tempo
É menor que Deus, Janota!
*

domingo, 9 de dezembro de 2018

MAR

*
A impressão do drama administrativo do País
Assim como Paris, sinais da babilônia fria, zonza
Antagônico à paz o caos e a sujeira da ganância
Ainda antes da tomada programada por apelação
Apêndice do poder máximo ali no meio dos estopins
Assim logo que o calendário mude, sobe a sensação
Atos e muito mais posturas confusas sobre âncoras?
As verdades dos líderes de hoje não são idóneas!
A revolta genuína passa em teoria por fugir, evitar
As polêmicas espirituais e os gaguejos bífidos, males 
Rogo em prece ao Universo, Supremo e Absoluto
Trecho das Cartas de Neptune à Era de Aquários
*

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

OPEN BREXIT FOR EQUAL MAXIMUM

*
Aviso os da Gran da Dama, os de fora da velha
Fervente de gente na gota de terra da hidro
No mar tão próximo ao canal mergulhado em sal
De vários lados potentes na rosa dos ventos
Aos senhores das fronteiras, da escolta e guarda
Os que reconhecem e abrem as portas aos bons
Que mirarão meus fios e falas com exatidão
Por terem gosto do sul quando buscam o sol
No mesmo gosto de ao norte ver a Láctea e Órion
Viriam descobrir conjunta potência inteligente, Mundo
Replicados e ainda ocultos tesouros genéticos
São duas cartas no bornal e mais centenas de coisas
Numa porção mística que demonstra quase tudo
E por isso passo, livre e forte ao encontro da cria bela
Que receberá florestas crescidas d’um grão de areia
E conchas, pedras, fotos, filmes, moedas d´outrora
Elefantes, índios, torres, cantos, terços, histórias...
Cheiros de todos os ares, pingos de lágrimas em livros sacros
Sons gravados no sopro, nos dedos e instantâneas realizações
*

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

DOM D'ALÉM MAR

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Depois das 13 PM suo feliz da vida ainda que apreensivo pela corda bamba da república, agregado e independente, no sentido de quem tem a mente um tanto à frente, uma voz rouca intra caixa craniana, a mim mesmo intolerante. O que equilibra é a satisfação do banho dos órgãos, exercício do corpo em ofício do castelo de sete portas. E a oportunidade de praticar teorias feitas bem como outras práticas profissionais com ligação ao berço e ao Mundo. Nesses dias havia na mata grandes toras que rolaram trilha abaixo. Três foram lançadas de cima pra baixo, por bros., mas antes, primeiro, fora deitada bruta árvore de cabeleiras robustas sobre telhas dos que fumam e bebem água, ou só "coçam e cospem", de joelho quebrado, ou cotovelo, digo daquele gigante angico branco na borda do átrio. As toras assimilam-se à bancos cilíndricos, local de descanso para infantos e idosos conjugando a paisagem manipulada com uma pedra quadrangular alta quase de mesma altura das toras, servente de base elevada, anteriormente sola. A aplicação da interpretação da natureza obtida no sul do Brasil em Salto Morato PR, hoje, justifica o ofício em execução acompanhada, a queda induzida (supressão) necessária no contexto vigente de importância de gestão de uma Unidade de Conservação Estadual em sua simples e complexa sistemática diária. Árvores de 40 metros sobre as cabeças de homens que engenham, ensinam ou apenas lesam, "mamam", estas viraram troncos, pilares cilíndricos como os greco-romanos, foram picados em mais de 10 fatias brutas possíveis de serem esculturadas faces, virarem totens empilhados, bases de mesas e até peças trabalhadas típicos de casarões em restauração. O VOLUNTÁRIO.
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sábado, 1 de dezembro de 2018

DOM DA MATA

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Esses dias abafados, longos, cheios
Do quase fim dos ciclos corriqueiros
De raios solares que colorem e corroem
Tingem o couro dos corpos vivos
Evaporam aquáticas massas cinzas
Despenteiam os verdes nos vales e montanhas
Alimentam plantas novas, as filhas dos gigantes
E os Atlânticos suportáveis em meio ao olho grande
Altos tetos dos casarões tocam suas canelas
Antes que caiam na cabeça de homens e antas
Porque a mata cresce onde a lei protege quem a ama
Na amplitude da paisagem segura
Na riqueza da essência que compõe a natureza absoluta
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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

DE NAZDAK PARA OGALO

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Não me inveja nada os olhos claros e a pele ianque de pano engomado. Nem seus utensílios que penduro nas paredes, como nos palácios de outrora, ou visto andarilhos de além mar como os aventureiros d´antes as naves. Não me aguça jogos de damas ou xadrez, mas outros coletivos e unos, onde chego a amar igual meus inimigos e os leais no campo, e por isso, não compito por competir à toa, evito a la ariano numa primordial maneira de ceder, ainda que avance com todas as palavras no impulso do Mestre ou Marte. Não me amedronta os beiços dos gorilas, as fibras óticas quase instantâneas e os snipers enferrujados, os cliques, os blackouts -boks, os status dos caras, das bocas e das notas, qualquer farda fora da lusa contingência... Nada. Mas, me entristece o movimento da massa que escolhe para seus líderes tanto representantes que de um jeito conduzem destrambelhados ferindo o galope do cavalo como os que freiam inconsequentes com prejuízos imediatos nas bases dos cascos.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

REZA NO PONTO

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Enquanto cai a chuva branda na Mata
Depois que bagunçaram gentes e Pátria
O quinto dos infernos palco do Mundo
Já fora descrito na descoberta como Novo
Ora um paraíso com belezas cênicas únicas
Ora um canto manifesto da natureza bruta
É explícito que para atingir um patamar ímpar
Os homens tendem a apoiar nalgum modo
Uns por genuíno comportamento disciplinar
Outros com interesse apenas de subir e pisar
Antes das competições aspiram invocar Deus
Mas depois nem agradecem quando mastigam
E atingido o avanço iludem ser ou ter algo maior
Porém há os iluminados que por conta do destino
Ocultam-se na simplicidade de ver além de tantos
E por ser de fato algo raro faz-se verdadeiramente
Dono dos pensamentos limiares que levam ao centro
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terça-feira, 20 de novembro de 2018

DELAMORES

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Com o sangue latino, assim pulsante
Numa extrema habilidade do crânio
Corpo enxuto, liso, leve, cor de tudo
Servente dos perdidos nos labirintos
Ok´s de portas onde dormem e comem
Direitos dos mais nobres cognomes
Deveres muito bem cumpridos ao pró
Deveras brava quando necessário, ela
Digere fluxos na comunhão altista
Dentro de um navio socorre a deriva
Salvo por quem tanto desejou isso
Cheia de amuletos de cidades místicas
Com uma paciência auto descoberta quântica
Não sei como aguenta esperar distante
Ambos com medos reais das marcas que sangram
Mas porque diz que ama e ama mesmo, sabe
Que é a chave para dividir a responsabilidade
De ser parte magnífica que continuará essa história
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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

HEY JOE


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Cêistudô BH? A descida das águas sobre a cidade?
Depois a corrida asfáltica, cheia de vias citadinas líquidas
Com canais partidos, entupidos e furados
Molha que vem das “satélites” com algum mato
Depois escoam como funis violentos levando carros
Veja as marcas das trombas nas cabeceiras peladas
O galo que canta o drama não resulta nem ressuscita
O sotaque nos tempos de hoje não salva da culpa
Cuida das caudais dos pequenos e grandes rios
Pois como um coro, é tempo de “el niño”
Draga os fundos dos pequenos e grandes rios
Pois há ferros enferrujados e teias descartáveis
Cuida das vidas dos pequenos e grandes rios
Desde as cadeias micros e macros ecológicas
Até o progresso dos campos sem agrotóxicos
 Saca Sampa? A quantidade de carros nesta metrópole?
A melequeira que é a mistura de garoa com fumaça
Motos, modas, avenidas cinzas cheias de chinócas
E as vias que o Brasil cola e descola, unta e devasta
Onde o PIB do Brasil ficava quase todo ali na infra
Qualquer estrutura normalmente tem vida útil
Mas os vértices e os planos tendem ser revistos
Eis a dificuldade imensa de reparo dessa terra enorme
Corrigível com a pena, a espada, a cabeça e boas ações
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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

SANTO ANDRÉ

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Hoje, lembro daquela balconista na fachada roxa quando já tinha sido comprada por outro baú com fachada vermelha que comprara antes as próprias asas da águia e a própria flecha do zodíaco. Foi um pesadelo o buraco negro das moedas, a tentativa de controle daquele olho no topo da pirâmide. Não há nada tão complexo quando entendemos os fatos através das logomarcas. Antes, tenho que relembrar a história dita por uma próxima matriarca, blindada, esta, que joga os búzios para mim. Avisa ao diretor que alguém já ligou para casa dizendo ser representante do Banco Santo André. (risos). Aproveite e avise às janeiras que as Forças Armadas (na sua essência me orgulha) por possuir engenharias e humana infra-estrutura de guerra bem bruta e bem feita muitas vezes, para revisar e concluir as pontes do Brasil inteiro e outras necessidades mais. Mas, atenta sempre que tende ser inteligente para não ser filmada enquanto fuzila a falha na barreira do bairro urbano, ou morro, ou selva! Eu tinha depositado um cheque de mísero valor lusitano obtido ao fim de todos os fins de semanas dos meses d´um ano recente, que por cansativo trabalho e sina de viver junto à minha cria me fazia sobreviver a vender lâmpadas. De fato o valor não cobriu dívidas induzidas do açor acanhado no gabinete e da “papagaia” funcionária que histérica cravava. Havia dito diretamente ao gerente e àquela balconista que dizia: “pague o que deve” e eu retrucava: “parem de roubar as pessoas”. Na verdade eu não tinha noção de estar num bom combate com o Capitalismo, já aos 21 anos, contra um elemento estressado por estar na corda bamba da demissão privada naquela altura e lá dentro de um outro elemento, falido confesso gestor de contas que por estratégia me possibilitou ter uma quantia maior creditada, mesmo que eu não a tivesse solicitado, disponível, “de graça”, ainda mais camuflada com nome francês “plaffon” à um passaporte de fora, estudante, talvez imaginara por ser brilhante, rico, filho de algum aristocrata, mas filho da graxa e do pano. Eu imagino os velhotes das ilhas, aliás, lembro-me deles indignados pelas ruas de calçadas portuguesas frente aos bancos que prometiam uma coisa e apossavam de seus bens virtuais, estimados em cartões de créditos e contratos com letras minúsculas, aos velhotes, imagina. A televisão já existia, claro. Nos arquivos audiovisuais das imprensas autônomas existe a ilustração do texto, de uma interpretação ainda mais recheada nesse momento. Por fim, esta caixa de Pandora é por culpa do amor que sinto por pelo menos meio mundo composto por coisas muito boas. Tal verdade não me amedronta, absolutamente nada, nem o mal pintado, somente a Deus. É explícito, decifrável e porque sei que ainda hoje os senhores e senhoras compram babas de caracol e barbatanas de tubarão para viverem sem perpetuar as Tradições, há em vista, bem possível nas pontas dos dedos, da língua e nas sinapses dessa cuca máxima, um pioneirismo com as esferas das Antilhas serem postas nas planícies do sul do norte do tempero do Mundo, dentro de micro climas, que fazem lembrar o escorrimento das frutas suculentas pelos queixos das crianças que crescem saudáveis. Mas, somente dentro de uma sequência fidedigna é que o povo será mais feliz. E depois do colapso do que já vivemos. 
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O CLAUSTRO

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Eu vou revelar seu segredo, pois é parte de dois outros mais. É uma das fugas da vida, nesse oito deitado, também conhecido infinito. Sinto-me preso como peça móvel nas horas que cabem a própria sina do criador, ora em contatos com o próprio criador através das obras mais simples e explícitas, e os mais complexos sentimentos (vários) que oscilam em extremos convívios, mais que dois, aliás, e um mero neutro, apenas quando em sono, raro. Esse pensamento também é conhecido como Dharma, ou roda infinda da vida ainda que pousada na matriz. Textos sagrados hindus antigos, como os mais velhos registros do intelecto humano, falam sobre as sensações, de Sakiamuni Buda, em riqueza, pobreza, abundância e fome bruta, 500 anos antes de Cristo, outra parte vinda, tem-se após milênios, as práticas dos ensinamentos que ainda explicam. E O Claustro é uma das fugas da vida. Outra é o convívio insensível à tudo. A um meteoro que paira, a um vulcão que exploda, o mar que invade e ao céu negrume. Outra fuga é o não nascimento, mesmo que induza a morte e digam haver escadarias, correntes e agonias, ou flores, cheiros e belezuras, uma hora vem a vida, outra vem a morte, e assim por diante infinitamente. Então O Claustro é de fato um isolamento da sociedade geral num recato distante, podendo até ser um navio mercante, um mosteiro, as estradas que levam aos picos e as cavernas, onde ninguém te aponta e sua mente não se fixa à pobreza da carne, aos prazeres do riso, ao sabor do sangue, até a brisa é considerada a mesma coisa que um tufão, só por causa da diferença do inanimado com o espírito. O Claustro é uma renúncia viva, temporária ou vitalícia. Se aparecido após recato esteja preparado para arrebatar a nova ordem, em morte apenas adia, a vida.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

NITERÓI

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A pedra estava lá
O homem veio forte
Conquistou primeiro
Cresceu e polarizou
Ficou debaixo dela
Choveu no morro
E são tempos de el niño
Há goteiras, políticos e a câmara
O Rio tem ondas, ilhas
Serras pontiagudas
Vales e misturas
De todo Mundo "lusolizado"
(lusófono + globalizado)
Quando as letras são queridas
Pelo exótico, o extra e o esotérico
Seus casarões com múmias
Suas bromélias nas pedreiras
Suas florestas Atlânticas de bichos
Sobrevevim ao calor climático
Ou ao fogo do descaso passado
Amam o Papa, lembram dele?
"A benção João de Deus" no Maraca
Mas quem é o Rei desse recorte?
Essas carecas de ondas de Minas
Cheias de ouro e diamantes malocados
Donde vemos o reflexo do mar
Nas nuvens para quem voa
Num balão verdadeiramente imaginário
Misturamos pios de sabiás
E modernidades como a interatividade
Aquela nave à beira via sal
É um local para meditar no tempo
Sobre o Ordenamento do Território Nacional
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https://youtu.be/0fBmNfgjfj0
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A CIDADE NÃO PARA
A CIDADE SÓ CRESCE
O DE CIMA SOBE
O DEBAIXO DESCE
"Nação Zumbi / Chico Science"
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#Estudioi
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sábado, 10 de novembro de 2018

ALTO AUTO

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Os desejos do povo mudam de tempos em tempos consoante suas necessidades impostas pela natureza ou induzidos por condutores, geralmente políticos com intuito administrativo em prol da pirâmide toda, tendendo a ser apto para tal posição máxima ou fake (inútil). Este pensamento diz que o voto hoje em dia é de certo modo nos atos de escolha em massa, possível de ser manipulável, como antigamente, através da distorção de imagens e textos, quiçá algo muito informático como dois "logs" gravados 0 e 1 para serem os primeiros dentre outros códigos infinitos. Descartando as máquinas por agora, ainda que as use também, os manipuláveis, povo, são carentes de conteúdos mais ou menos sapiens. Talvez aprofunde numa teoria que contradiga o Homo sapiens, ver o absurdo de comportamentos contrários ao significado do composto nome, cérebros de esponjas vazias e nas mãos tele-móveis com uma rede www, assobios e auto fotos e auto sons. Mais preciso ainda é ver deste ponto em expansão, que o Brasil quando quis ou precisou distribuir o ouro negro dos milênios do fundo do Atlântico, sem contar o PIB e as energias, as taxas de circulação e os tributos de muitas esferas republicanas, na tentativa de igualdade e resolução de problemas dessa natureza, abriu o baú assim às pressas, lançou pratinhas aos pobres, entregou ouro aos ladrões, fez voar mais negros, mais brancos, mais mestiços... E tudo isso não foi bem feito, só porque era preciso fazer, fez-se mas deu no que deu, mal feito. O que o povo agarra hoje como um íman também repulsa como polo inverso, é de fato um momento que se nota a necessidade de resolução de grande distorção até o momento ou imposição da própria natureza. Mas o manual é fácil. As coisas tende ser bem feitas, ou dará zebra e a "batata" cairá no colo do Leão.
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RIO E LÁGRIMAS

Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...