*
Quando a chuva cai constante
Nem sempre traz purezas do céu
Há tempos quando infanto brincava
Testava os anticorpos e a sorte dos raios
Diante destes relâmpagos maiorais
Pena que hoje em dia descem águas negras
Ácidas transformações das emanações fabris
Das potências 20 do Mundo conhecido, não prestam
Algumas delas produzem balísticas
Outras plásticos ou polis objetos
Essa chuva poderia lavar a pele, a terra
Da beldade que existe e clama no olhar
Esta realeza dedicada e una, existe
O maravilhoso cheiro da natura e a sua essência
O ouro, a carne e o ventre da beleza rara sua
Sinceramente eu trocaria os gozos
Trocaria a brisa dos oceanos e os quatro ventos
Por um seio forte onde surgiria a prole
Nessa terra tão misturada de beldades, se inclua
Eu queria a totalidade do horizonte
Das serras do Estado até o mar
Queria a cobertura azul e a mata verde
E a união do meu amor com a coragem sua
Esta é uma dedicatória que quem a possui
Seja minha reina, toda sempre e única
*
sábado, 26 de outubro de 2019
O AMOR DE PLATÃO
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
GRAN FUX
*
Traz à tona os naipes dos maliciosos
Que não devem ser livres por seus males
Luz que se mostra para innovare
Cuca sapiente de fala, bases e fundações
Esta é a coragem do grito, cativa e desperta
Eloquentemente bom e contaminável
Ao lado leis e manuais primordiais
Os agrotóxicos não devem haver tanto!
E as pastagens diminuírem, pois há exemplos
E plantar mais árvores para capturar gases do capitalismo insano
Como se estivesse em Marte, árido
Esse pilar da justa mui bem ativos
Acredito, admito que estes pensamentos são reais
Basta olhar a atualidade do planeta
O equilíbrio deverá reger o restauro
*
terça-feira, 22 de outubro de 2019
HEY MADRE
*
No mundo existe gentes que fazem o mal
Da ganância que contamina o ego
D'outras péssimas atribuições aos homens
Há disputas por formas e ganhos
E há os eloquentes que nada prestam
Há manifestos de perseguidores do Papa
Há crentes em teóricas absurdamente errôneas
E há vômitos de expressões comuns aos bisonhos
Há penas leves para os que lesam a Pátria
Haverão netos que receberão as frutas do ladrão?
E há os que estão fora da real situação de necessidade
Há o tempo, o máximo cenário, o meio
Há o início e o fim
E há o bem
*
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL
sábado, 19 de outubro de 2019
EQUIVALHA
*
As tentativas de saques dos depósitos vastos de mercadorias nos portos e aeroportos, itens desde produtos vários, canivetes até líquidos de cheiros, entre obras e espécies, valores redeados (redes) /hackeado nas fronteiras de partida e chegada de um mundo globalizado há um bom tempo. Imagina a quantidade de peças contidas (triadas) nestas portas! Nota-se, que as armas não dão nenhum resultado positivo frente à desorganização do país.
...Faria a lusofonia uma bandeira única, expandia, conquistava...
*
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
EQUIPA A CAVALARIA
(Anti censura: Isto não é ficção)
*
Miro então a gente justa mais equilibrada de facetas
Para a cega poderosa de espada e balança em punhos
Um punhado de catracas calibradas nessa máquina
Com a dádiva do mais alto céu iluminado pelo sol
O sistema novo que cativa qual lendários que imperam
*
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
BEM A FRENTE
domingo, 13 de outubro de 2019
ESPERANÇA: ECO REMADA!
Até onde vejo
Desce um rio pardo musgo
Que já fora até alaranjado
De correnteza leve agora
Nos calcanhares das pontes
Que encravam restos e plásticos
De profundidade mediana
Que vez em quando invade
Pena que salpicado de degredo
Causa tipo “inhaca” da ave, dos homens
E natantes esforçados ao escape do anzol
E pássaros que alimentam nas margens
Bem vejo a coragem dos amantes das águas
Da nossa saúde e do equilíbrio da natureza
Como fortes Guardiões do Rio Pomba!
E de tudo que há de bom no Brasil e no Mundo
Não somente a bola, os jogos, a cruz e as sociedades
*
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
DOM SEBÁ
domingo, 6 de outubro de 2019
PAPA
sexta-feira, 4 de outubro de 2019
PAI
*
Os sinais dos tempos
Passa por cabeças baixas
Com olhos fixos nas teles
Dispersos em seus Paços
Como respingos das cabeças
Dos alimentos do status moderno
Suas ruas parecem prata, pedra polida
Quando refletidas luzes amarelas, ouro
Estes são os sinais dos tempos
Soa como mandinga dos que leem
Numa guerrinha de egos mil ao Mundo
E nomenclaturas tantas sociais
O manifesto pode ser atos, sons
Lançamentos que tocam realmente
Hora bate no espelho e arrebata
Sua descendência boa perdura
Pois todo início reza uma diferença
Tanto pode ser lapso ou ressurgimento
*
sexta-feira, 27 de setembro de 2019
BEBA COM MODERAÇÃO: ECOLOGIA, AMBIENTE E TERRITÓRIO
"... Foi um bom dia de trabalho e “comemoração” de 25a Decreto E. EE, com tempo de falarmos sobre o manejo da área do Horto Florestal. Este, é de fato uma mancha verde vista do alto, considerável e rica, inclusive com olhos d’água meio cegos, acho que foi esse o grito do Art. A vazante de pequenas e médias nascentes de água limpa, talvez passe por desassorear manilhas verticais de 30 metros entupidas e outros encharques rasos. É possível nos dias de hoje tal engenharia e ações humanas no terreno para fazer correr água novamente dentro da banda esquerda. A bandeira que levanto e exponho com pedido de análise aos potentes que entendem, pode ser entendida simplesmente como uma sugestão de organização do tabuleiro, em suma uma proposta de capítulo geral ao futuro e breve plano de manejo do “Parque Horto Florestal”. A banda esquerda e direita é bem entendida, pois não? Rua NSD Estrada sentido norte,, Sinimbu. Temos dois lados ou duas bandas, porções mais ou menos proporcionais em área. O lado direito é mais próximo da cidade, colado inclusive. A estrada corta os 70ha (vistos em outros Parques no Brasil e no Mundo). A base da PM Ambiental dispõe de efetivo capacitado para o controle, inclusive de guarita (entre quebra-molas, segurança equipada/“armada”/ com pelotão e cia. participativo numa das portas da cidade). A porta sul do Parque é uma das portas de entrada do pensamento de futuro “Parque”. A banda esquerda possui a porta de pilares de pedra da segunda porta do Parque, a porta norte (guarita já existente). "Já com guarita, inclusive". Na estrada de chão que leva à atual Sede, temos a estrada de acesso, com curvas e exemplares de flora nativa e algumas exóticas em descontrole. Nesta estrada também moram teiús (répteis). Em dias de verão nota-se vários indivíduos, o que não se aconselha circulação de veículos (que seja limitado). Na guarita pode haver bicicletas, inclusive duplas, a se pensar em parcerias de fabrico e patrocínio. A ideia é que o trajeto da porteira até a atual Sede (1km +/-) seja percorrida mais a pé ou de bike e raramente (ou necessário) de carro. Ainda na banda esquerda as duas edificações poderiam ser duas coisas (em sugestão ampla). O casarão poderia ser recuperado com a retirada do miolo onde funcionou uma lanchonete/rest/bar, retirar o atual (“e obscuro/degradado”) banheiro público, liberando o chão para possível colocação de mosaicos (tipo ladrilho ou azulejo). O teto do mesmo casarão poderá ter um dos pilares danificado refeito, tal como os existentes, e o teto pudera que houvesse telhas transparentes, onde a luz de todo dia nos chegasse mesmo dentro de uma base antiga (ideia de solar). Recuperação: Pilar quebrado, retirada do miolo bar e banheiro público liberando o chão com mosaico e teto transparente ou menos opaco (acrílico/vidro/grande claraboia ou a totalidade do teto. Solar Atlântico (Exposições, encontros, etc). O desenho poligonal da fundação da estrutura é interessante, tem escadas nos fundos. Valorização arquitetônica (irei expor ao P. M. O. / estudante de Arquitetura. A casa mais nova (Sede da EEAL é extensa e propícia a ser ou um Centro Histórico e “Casa do Pesquisador” base de pesquisas, exposições e comunicações, possível laboratório. É boa a ideia de estruturar um trajeto de arborismo, (percurso entre as árvores) no vão ou na depressão de relevo que margeia a trilha do vinhático, atrás da Casarão ou futuro solar (cava que estende até o atual anfiteatro /salinha de madeira bem posicionada no trevo que leva a outros extremos da banda esquerda. O platô de pedras poderia ser um ponto ou atrativo no sentido histórico e também arquitetônico, remetendo aos assuntos do plantio do café Fazenda (tudo indica que o terreiro de secagem e seleção do café, no boom comercial da época inicial da cidade). (Lócus histórico e arquitetônico). Sobre o platô crescem palmeiras imperiais e outras árvores que expõem suas raízes sobre as escadinhas de acesso no interior de cada platô extensivo. Outro assunto crucial da banda esquerda é a proliferação de espécies exóticas de flora. Pau-d'água, por exemplo, (Dracaena fragans) tem que ser retirada, diminuída. É notável uma literalmente floresta homogênia desta espécie que compete e prejudica as espécies nativas, ainda que seja abrigo de outros seres. Por isso será interessante o acompanhamento de estudiosos/pesquisadores de entomologia (insetos) e outros macro invertebrados, também anfíbios, enfim biólogos, com técnicas e métodos de captura quando a retirada da flora “pau d’água” para posterior identificação dos animais, inventário. Assim visualizo o ordenamento ou manejo da banda esquerda, no sentido de que poderia ser mais restrita e útil ao efetivo de trabalho (equipa) antes a liberação constante ao público. Para a banda esquerda, limitação de circulação de veículos, diminuição de flora exótica, recuperação do Casarão, “ressuscitação dos olhos d´águas” e encharques, manejo das trilhas existentes, trajeto arbóreo suspenso (arborismo) na cava/vão do relevo. Há os atributos da banda direita que são indispensáveis dizer desde já contidos ou estruturais físicos dentro da área do Parque. Inclusive podemos treinar a maquete visual das possibilidades percorrendo in situ o cenário Horto Florestal. Em suma a banda direita além da porta sul (PM Ambiental), consta um acesso por porteira à direita onde a atual casa do pesquisador poderia ser referência ao estacionamento em zona a ser estudada com mais afinco (base com guarita de estacionamento de veículos. Os veículos não irão adentrar na banda direita. Deverão ser direcionados em zona de estacionamento +/- 100 a 200 carros. O açude/lago com diversos itens possíveis de estruturação como correção da margem com passadiço, melhoria da qualidade da água, possível chafariz ou ponte pênsil, travessia segura por cabos, pedalinhos, etc). A área do viveiro atual poderia ser a base de uma lanchonete ou um restaurante (de médio porte). A área é plana e mais dura para além da zona de irrigação das mudas mais próximas ao galpão. A atividade como exemplo poderia continuar a fazer entender aos visitantes a importância dos viveiristas. Sugiro que nas denominações de zoneamento do futuro Parque seja mantido a referência [Viveiro]. A zona do viveiro sendo a mais ampla para reunião geral de utentes, lanchonete, poderá conter parquinho de madeira, mesinhas, área de jogos (diversos jogos). Na banda direita ainda consta a Samaúma que poderá receber um passadiço circular de madeira, com cuidados às raízes, escadinha de acesso. As trilhas no parque deverão constar informações básicas, a exemplo de outras UCs. Outro Gran atrativo o bosque Pau Brasil 500 anos, planejado ou consequente histórico à produção e período (20 anos). A área do campo poderia ser um camping, com todos os quesitos tal *** 3 estrelas, balneário e zona comunitária, campo para barracas ligação direta com turismo de aventura (mochileiros, aventureiros), ponte para outros circuitos culturais e artísticos da cidade. As casas e casinhas da banda direita poderiam ser centros temáticos, expositórios com maquetes e outros elementos, de comunicação e educação ambiental, de bases de instrumentos, stocks, atendimento de informações, vendas, primeiros socorros, etc..."
*
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
PROSA REAL
terça-feira, 17 de setembro de 2019
HARE ADY
*
Quando morre um artista longe
Por algum motivo chega-nos partes
Total são os sentimentos aos artistas que morrem perto
Talvez fosse dia para folga, quente dia
Inverno inverso
Ou para as lembranças que passaram e por vir
Até poucas horas num andor sempre calmo
Ereto, meio curvo, mãos nas costas
E nas orelhas das calças, calma
E assobios, cruzadas de pernas Levantamento dos olhos, para as barbas
Das gigantes árvores que serviam de teto
Para as captações das casas de luz
Choro hoje como a perda da minha cria
Por ter estado presente, moleque e velho
Temporalmente com um ícone
Vivo, iluminado
Que está agora no Eterno
Porém infinito um dia volte
A desenhar
*
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
POESIA SEBASTIANISTA: OS NOVOS DAS CRÔNICAS
A Liberdade
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
XEQUE
Como resolver a questão do movimento malicioso (criminoso) de pessoas de quase todas as classes da pirâmide social nos grandes centros mundanos munidos de “armas” quase equivalentes às forças armadas talvez seja observada à mímica de exemplos dos cavalos que pertencem aos ignorantes, e maldosos, tratando a besta sem ordenação, entupindo vias de rodagem e passadiços, instaurando confusões. Porém munido de torres, Gran Norte e A Bandeira, o impacto da abordagem é um total render-se ao absoluto, uma máxima sensação quando tocado, nota quão grandioso é o território. Isto é de fato místico e ao mesmo tempo explícito e claro aos que pesquisam. Digo, quiçá dito, regido é o mundo novo, os bispos mais antigos são mui raros, alguns pouquíssimos são os que levam à frente a cruz. Dentre eles, caminhante, o Rei. No centro a coroa, o povo, no alto o sol e a lua.
*
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
O REI
É o criador de baralhos quem fala
Ativo numa máquina com gentes
De atendentes à agrimensores
E matérias primas várias ao pensamento
Perseverante afinco comum à natureza
Está presente neste polo encontrado
Que derrete lentamente aos raios do sol
Por pertencente observa e sente o movimento
Num império inteiro, intensamente misturado
Que após mostrar-se ao sistema, de ser base
Como o pão, a lembrança e as meditações
Incluindo as mentes dos estudiosos, das filosofias, das artes...
Até as astronaves, orbes e as coisas do tempo todo
Sem contar a boemia, ativa na sociedade legal e sã
Eis que o estudo do sal enquanto à letra ilumina o destino
Dos atos da desesperança, nem medalhas ou real posição
*
domingo, 25 de agosto de 2019
10 CAÇAS
*
Este é também um tempo novo
Para poucos que impactam tanto
Os muitos que sofrerão com isso
Quadrados na floresta tropical
Onde estão gigantes arbóreos e subterrâneos
Primas matérias de barcos inteiros
Produtos primários para luxos das metrópoles
Internos e externos, mundanos
Soma-se às consequências antigas
E o clima está com estações confusas
Os polos e os cumes derretem
Líderes que propagam ruindades
Comandam autos ignorantes e maldosos
Taram por progresso e ganância nesta rica terra
Uma expansão interna sem balança
Incendeiam para semear capim
Que serão mastigados e pisados por ruminantes
Que serão comidos em casas e restaurantes
Quando um foguete sobe levando lentes
Retratam a bio, morfologia do Planeta
Então precisamos de bons guerreiros
De amor, essência, força e inteligência
Para proteger nosso berço e honrar a nossa bandeira
SELVA!
*
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
O GRAN PLANTIO
*
O ideal será no meio da tardinha
Pudera o poderio ser todos os dias
Quando os leões cruzam o rio
Desde a margem larga onde encontram
O sítio ondulado e alinhado de verde
Cheio de nativos professores
Que estarão em tranquilas corredeiras
Fixarão fotos, fonéticas e letras
E a esperança dos espectadores
Nas beiras, no centro e sobre as pontes...
E a grandeza das forças conjuntas
Estes sim serão dias magníficos!
A vista
*
"A ardência da Floresta Amazônica é um sinal do fim dos tempos humanos"
*
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
O MAL NÃO ATINGE
*
A equanimidade
E a consciência
Do pensante
Bom
A sua passada
As suas fortalezas
Todas as paisagens
As abundâncias
Até as competições
De tudo que alavanca
Mas mede apenas o que fere
O distúrbio
E a ignorância
Do ser
Maldoso
*
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
NECAF
sábado, 27 de julho de 2019
MONÁ DOM SEBÁ DO QUINTO
Não é porque o mergulho transcende a alma
Que o consumo é um combustível da escrita
Pois o formato dos explícitos republicanos
É comparável à um tablado, polígonos, poli
Tão tanto é porque as observâncias destinam
Sistematicamente ao passar do tempo no terreno
É que os dentes crescem no corpo de fortes vivos
No sopro dos velhos, desde o ímpeto dos novatos
A Divina Providência extinta, talvez, dita o Supremo
Possível na reunião dos anjos desta casa Terra Bendita
Que é necessário mostrar uma nova ordem neste abalo
Aí se farão hinos harmônicos numa balança nata
E os manuais fantásticos servirão mais que grãos
*
sexta-feira, 12 de julho de 2019
MEI DA SERRA
sábado, 6 de julho de 2019
GO BERTO
*
Um titã imenso quando mergulha
Desperta atentos e esbugalhados
Atraídos pelo código do mistério
Das cruzadas inferiores e superiores
Das teorias das cordas poderosas
Desejosos por captações minuciosas
E colagens poéticas ardentes
Some como baleias corcundas
Essa bossa despontada marcante
Recorta o horizonte dos eretos
Do surgimento à régua do fim
Ficam os abstratos nas capas
Para a nova ordem mundana
*
sábado, 29 de junho de 2019
É A TERCEIRA PESSOA QUE FALA
*
Triste mar turvo, sons de gente
Nem o sal te reanima, não guarda
Dos maldosos, dos olhos
Até o santo do dia te goza
Ele é visto, você nada
Você é uma pecinha enfeitada
No canto das salas
O sol só te machuca
A tempestade apaga
O fogo que arrebatava
As suas costas são marcadas
Seus símbolos não te protegem
Você sonha com demônios
Eles te perseguem, é o seu carma
As pontas dos dedos são facas
Traem nas pontes aéreas
Nas grutas camufladas
Nas cartas apagadas
Nas análises dos sistemas
Encobertos pela luz da grana
Você lembra do mar alto
Da deriva, do barco, das furadas
Você é só um fragmento
Do quadro imenso do universo
Sua saudade é exposta
Suas crias estão mortas
Suas alianças destruídas
Seus sonhos são desenhos
Eles não fixam em texturas
Seu carinho perde para as "tecs"
Suas palavras são loucuras
Não entendem nada
Sua fragilidade é alimentada
Mas calma! Tudo acaba
*
domingo, 23 de junho de 2019
SAGITTA
*
Você pisou no chão da terra quente
O mesmo chão da geografia una
Da terra mista lusa língua grandiosa
Majestosa grande pátria nova, ainda
Você molhou no sal da imensa água
No mesmo sal do norte à sombra
Das fortalezas santas belas arquiteturas
Você soprou a nebla, você bebeu a chuva
A mística da rosa, a índia lisa nua
Dos ventos que irrigam o verde mancha
O Império pertencente, a vida, simples
Até os que resmungam, os fidedígnos
Você pisou castelos, os marcos
As ondas, chiados, os gostos, desejos
Te pertence as dádivas e a paciência
Nos mesmos versos babilônicos
Dos polos, os centros, no tempo
As sonoras poesias dos amantes
A sabedoria do corpo, da mente
Você faz parte desse Poderoso, Todo
Desse tempo afunilado, desse ritmo
Você é algo no universo, iluminado, maravilhoso
*
segunda-feira, 17 de junho de 2019
POLITICISMO
*
O esquema da política no Brasil
É que a democracia republicana
Permite e incentiva a escolha
De representações, pessoas
Seguidoras de princípios e condutas
Muitas delas certas e erradas
O sistema dá uma chance à massa
De colocar no topo da pirâmide
Um tipo de força, cabeças, conjunto
Que pode ser aceita ou rejeitada
A dura em muitos casos dita
É a própria marca do significado
É a que faz cuspir as falas, as feições
É a que faz surgir revolucionários
O poder tenta, conturba ou cala
Qualquer movimento magnífico
Que o comando queira controle
Nesse sentido as associações
Profecias e sinais, das novidades
Boas ou aceleradas histórias
Poderiam na hipotética ser ligadas
Aos escudos que o Vaticano emana
Aos homens de bem sem armas
Nas orelhas e entranhas da Amazônia
Pois armando a babilônia cinza
Desvirtuarão os irados
Atiçarão os injustiçados
Os que zombam serão traídos
A terra será machucada
Haverá uma seleção
*
O BAFO
*
Você anda pela cidade
A pé
Você vê
Você sente
Você lembra
Dos sumiços
Das aparições
E os restolhos fedem
Escorrem, entopem
Mancham as vistas
Modernistas
Verdes
Cines
Viram latas
Homens e cães
Pilhas em esquinas
Praças, avenidas
Tobogãs, toboáguas
Vísceras espalhadas
As lâmpadas iluminam
Fracas, cobres, falhas
E os urubus goram
A bífida presa insana
A cara de nojo que atende
Te xingam em chiados
Sem ser de Minas
Os ingratos
Os sacanas
Desprezam o chão
As solas do sangue
O Dom
Em vão
*
terça-feira, 11 de junho de 2019
ELES ANDAM POR AÍ
*
Camuflados de vulcões
Mímicos dos que extraem
Nas abas minúsculas do ecrã
Nas cláusulas dos juros virtuais
Invisíveis números promocionais
Acréscimos nos pagamentos
Redutos dos que lucram rápido
Usos de marcas do além mar
Fragmentos de ouro daqui
Estão nas linhas telefônicas
No gel e pó de arroz do Trump
Nas oculares dos satélites russos
Eles estão nos códigos de barras
Embalagens, conteúdos, descartáveis
No efeito estufa, na secura, na fome
Estão nas profecias... E um dia acabarão
*
quinta-feira, 6 de junho de 2019
DOM KISS HOT EM... O SAL DO IMPÉRIO
*
Você não percebeu que ele está sumido? Será que anda a subir escadas? Golpeia cabeças de vento? Será que guarda alguma fórmula que transforma a maldade e melhora as coisas?
Dom Kiss Hot anda. Seus joelhos doem. Sua matriz arqueia. Ele pensa em trote, isso remete a muitas coisas, desde o andor dos cavalos aos finados mórbidos inversos universitários (veja como fica em latim). Ele vê que as árvores crescem. Elas demoram. Elas capturam as fumaças das formas, das peças, elas pintam as fotos tiradas da extratosfera sobre as faces do Globo. Dom Kiss Hot sangra e se acanha porque as árvores somem em alguns dias por causa da condução dos dirigentes, elas caem em alguns minutos por causa dos ganhos, e a ausência delas castiga os homens. Dom Kiss Hot pensa que há terrenos (países) que inventam maravilhas para atrair viventes, quando contentam com migalhas, mixórdias, figuras diplomáticas, políticas, religiosas, desportivas, alucinógenas e como a história e o passado contam, as propagandas prós de um mundo novo, velho sem saber a soma. Mas há os contras, que no outro extremo lançam calhaus, com os olhos e com as mãos. Dom Kiss Hot pensa na anedota dessa língua ampla, essas prosas extensas, essa rima base, essa letra fácil, esse mundo torto. Dom Kiss Hot não fala muito em ficções - ainda que metade dele seja isso mesmo - , ele pensa muito no momento mágico, no ressurgimento necessário, no seu máximo Dom.
*
terça-feira, 28 de maio de 2019
AO CAMÕES
Virtual ou realístico, esferas e brasões
Tal qual letras de outrora, só que agora
O cheiro da maré atlântica traspassa
Em água, fogo, terra e ar, calmo e conexo
Incensos dos botões das flores, polens, pios e “zuns”
Tusso porque o absurdo da vida é sentir coisas
Ainda que em sonho um paraíso extra apareça
Um ato entre os cometas previstos, um marco
Findando essa era cheia de gentes confusas
Por alimentos "tóxs" soltos nos campos e fábricas
Esse explícito é de um ser de máximo amor
Ao Rei
*
sexta-feira, 24 de maio de 2019
MESTRECO
Humildemente
Eu posso abranger o macro
Mostrar o território apontando
Não necessariamente contorná-lo
E até morar como nômade ao explorá-lo
Mas é sempre bom ter acesso às cartas
Referências geográficas dentre variáveis mil
Para situarmos nos biomas pouco imaculados
Pois há porções de pastos demais pra gado
E homens revirando tambores de lixo à procura d´algo
As nativas são tão belas, tão brutas, tão limpas
Que o plantio de 3 mil árvores num quadro gasto
Captura o gás dos carros e máquinas e troca o ar
Elas crescem para cima, baixo, aros e d´alto é mancha
Pintam o cenário com outros tons de verdes e cores
E sons das corredeiras e das presas e dos predadores
Na amplitude do que posso abordar sobre a saúde do clima
Esse calor infernal, esses abalos de terra, nada extraterrestre
Exceto o buraco que fazemos há duzentos anos na camada de ozônio
Os macacos nem imaginam o que isso seja na prática
E isso iguala uma grande parte da população humana inclusive líderes
A ignorância e a maldade que afeta em prejuízos geracionais
A devastação para criação de gramados se faz em alguns dias
Enquanto o crescimento dos gigantes endeusa o tempo
*
domingo, 19 de maio de 2019
CRÔNICA: MANDRAKE
*
"Nêgo" te saca
Te visa
O "massa"
Te "caça"
Perturba, por horas
Noutra, entrega ao certo
Coisas como à pouco
Tocar a campainha
Os desorientados
Errados, como trotes
Como "bugs"
Saca? Em 2019
Na defesa da sonsa
Fria como o orvalho
Que engana e falha
Seca por dentro
Exposta e escancarada
Oscila sem qualquer paranoia
Não quero esta
Essa babilônia
Barulhenta
Sacana
*
VI LA RI CÁ
quarta-feira, 8 de maio de 2019
O SIMPLES QUINTO AO MEIO DIA
quinta-feira, 2 de maio de 2019
UM OLHO NA TERRA DOS CEGOS
*
Como podem jogar lixo fora da caixa?
Quantos restos dos consumos diários!
Quando acordam os capacetes azuis?
Quão gordos são os de Maduro!
Tão magros os revoltos atropelados!
Que fogo negro será queimado?
Que armas tão fortes qual cavalos?
Quem preza o desleixo do ouro?
Que falta de senso sobre os fatos!
Que baixos apontamentos lunáticos!
Quem crê em seres realmente iluminados?
Que asneira suprimir filosofias!
Quão errôneas as tentativas da sociedade!
Quanto atraso nos aglomerados!
Quão frágeis somos quando infectados!
Quão calados os intectuais passados!
Tão poucos ricos com tanto nada!
Que idade certa, Vinci, qual novidade?
*
terça-feira, 30 de abril de 2019
OBRIGADO SENHOR
*
Pelo sal, pelo alho, pela água
Arroz, café, feijão, batata
Abóbora, inhame, raízes
Frutos, doces, caldos, massas
Soja, carnes, ovos, polpas, pós
Sucos, leite, chás, cheiros, cevada
Fermento, grãos, líquidos, cores
Fogo, água, terra e ar
*
QUEM?
*
A magia da língua lusa misturada
É que vasta por causa do Império
Se mostra como compreensível
Uma observância lítera, inventora
Explícita diante das coisas do tempo
Agora, o globo pesa em desordens
Mas, existem paraísos em raras parcelas
Estas, são as novas formas de irmos
Evoluindo sapiens sapiens web imago
E se formos contínuos sob a tutela do Máximo
Fundaremos uma nova ordem no mapa mundial
Eis que humildemente, pós milênios
Espero a vinda messiânica da divina providência
Sebastianista
*
segunda-feira, 29 de abril de 2019
PNC DO VAR
*
Roubaram meu Fluminense. E o Brasil, heim? Penso que nas salas do Var deveria haver além e junto aos árbitros da CBF, 1 juiz(a), 1 advogado(a), 1 sabedor de educação física 1 oftalmologista, uma máquina da verdade e mais... (Aberto à outros profissionais de qualidade). Pior, poderiam os pagantes do entretenimento "coliseum" boicotar a vista, virar costas à moda mal usada tecnológica. E melhor, que aficionados por ricos que jogam pelotas, deixassem de dar gritos de xingamentos nos lamaçais por aqueles que trocam escudos por dinheiro, se interessassem mais por políticas, meio ambiente e humanidade.
*
sexta-feira, 12 de abril de 2019
SABER, É MUITO BOM
*
Hare Krishna é um dos nomes de Deus
Existem outros nomes tais Sita
Ganesh, Hanunam, Shiva, Vishnu
No hinduísmo, o espiritualismo
Precedente ao tempo, antigo
Até agora existente como Divino
Prabupada foi um homem que viveu
Muito tempo rezando e estudando
A Vedanta
Ensinamento escrito, cantando
Lido, sacro, transmitido, manifesto
Onde as roupas dos devotos indicam brahmanes
De comportamentos regrados em disciplina (yogi)
Desde comidas e calendários
O equivalente aos Frades ou outra Ordem Cristã
No Brasil há muitos personagens trajados
Estendo à todo mundo, de várias pintas
Listar classes dariam linhas
Todas elas contaminadas
De falta de originalidade
Curandeiros, abusadores
Televisionados, jogadores
Políticos, pouca cultura boa
Pior, detentores de poderes
Existe o bem, existe o mal
Uma das coisas boas da vida é possuir a paz
Isto é estar ileso à ignorância
Um dos males do homem é a covardia
A maldade é um blecaute do senso, condenável
Um sujeito subjugado ao Dharma
Às várias formas no infinito
Um dos livros da Vedanta é o Bagavad Gita! Blz?!
HARE KRISHNA!
Hariboo!L!
*
terça-feira, 9 de abril de 2019
LEIA BAIXO POR FAVOR
*
Imagino nas hipóteses e interpretações
Possíveis dentre uma aleatoriedade
De fatos dentre infindo tempo
Pois a ficção pode ser um treino
No livro que existe o apocalipse
Existe em outros sacros, abalos
Nos dias previstos da corda bamba
Por conta de vários descuidos, mios
No meio da proliferação humana
Como observo os insetos que aparecem
Por conta de vários motivos
Desde o ciclo equânime aos vendavais
Então, longe torna-se perto
Saliento
Que os combustíveis degradam
Os foguetes então gastam tanto
Talvez uma tentativa de Babel
Imagino o transporte desse líquido
Que pode ser até o filho d'A Einsten
Colapsando num efeito cascata
Como os vulcões ao mesmo tempo
E as forças dos elementos super ativos
Na mata, nos mares, no ar, enfim
Eis que aos poucos é uma curva lenta
Que oscila ou tende ao regresso
Enquanto o súbito é algo majestoso
Realmente o progresso tende ser reorganizado
*
segunda-feira, 8 de abril de 2019
MANIFESTO DA DESCULPA
*
Tio Sam, eu vi Terrakota
A "Amazônia não é Califórnia
É outra história..."
Assim, precisamos ratificar
A consciência do tamanho
Do globo que nos encontramos
Cheio de parcelas métricas
Vontades, ânsias e equilíbrio
Onde reúnem bons e maus
Todos os dias, para algo ou nada
Digo aos leões, as catracas, as roldanas
The Englands, os voluntários
DeMolays, Maçons e Canários
Peço, levem impressos os entendimentos
Referente à área total do polígono
A pensar inclusivamente no ar e no núcleo
Acrescentamos um zero à mesa
Um peso de boa observância
Nobre, igual, onde podemos criar
Uma mancha verde respirável
Bem feito, em complemento
Aos miradouros, avenidas, praças
Rios, torres de águas nos altos
Das cidades certas
E o Redentor em saudação
*
quarta-feira, 3 de abril de 2019
A PAIXÃO DO TRI D'ÁRIES
Pensas que o estado de espírito antes o parto
Seja numa matriz infinda onde mora
Tudo que existe agora e ainda irá acontecer
*
Logo tem como possibilidade o fecundo duo
Ser de tais aspectos e poderes até auto destruir-se
É verdade que quando a mira estrela, brilha
*
Este manifesto nada é mais que vida
Explícita forma de compreensão das bases
E a consequência de uma coisa drástica, a revolução
*
quinta-feira, 28 de março de 2019
KING
*
A providência do Máximo
A coincidência dos números
A submissão à sorte
Os quadros com trevos
As moedas no alto
Os heróis por fazer
A natureza forte
As cidades cheias
Os campos rasteiros
Os rios sem represas
Os tetos, as estufas
A beleza tranquila
A energia do vento
A energia do sol
As alternativas evolutivas
O capital, o quintilião
Os cavalos, as ovelhas
O aproveitamento do território
O desafogo da Babilônia
Os peões e as passagens
As rolagens do Planeta
A esperança certa
A mudança em suma
*
quarta-feira, 27 de março de 2019
GUELRAS DO SISTEMA
quinta-feira, 21 de março de 2019
DE GRAÇA
*
Já sou menor que Deus
Porém o Zodíaco no Universo
Pode ser pontos minúsculos
Ao longe e gigantes anéis na lupa
Representa uma força craniana, d'áries
Intelécto entre os animais, supra
Isto é uma das bases do Quinto Império
Então esteja tranquilo, como quiser
Já se finda a tormenta contínua
Mas quando penso na cria, viajo no tempo
Que existe à presença, só por pensar...
Vamos fazer um país de novo, juntos
Há males horrendos que são combatidos
Nos dias que o sol ilumina o Brasil
*
quinta-feira, 14 de março de 2019
IMEDIATOS DE TERCEIRO GRAU
*
Contacto
Depois da sauna da Zona da Mata
Sem trâmites ou cerimônias, só ser
Mesmo que representante comum
Entre salinhas, átrios e trajetos
Galpões, estradas e quadras
Câmaras abertas e fechadas
Hastes e fachadas, a fim de informar
Que para mim é tudo o mesmo
Uma necessidade de resolução
De uma problemática estrutural
Da máquina educacional humana
Creio que com capazes juntos soluciona-se
Havendo glórias ou decepções, sem vergonha
O crescimento em pátios, praças e varandas
Subidas em torres, paredões, bons bailes
Neste lócus quente de Minas
Onde vivemos conectados ao Mundo
Precisamos educar ambientalmente os infantos
Num período integrado às contas e às letras
Todos os dias regrado em calendário
Com teorias e práticas sobre os temas
De transformações construtivas
Férteis fontes para novas excursões
Este terreno imenso como podem imaginar
É muito propício ao desenvolvimento de temáticas
Como as que venho dito, porém
Cabe mais atividade, constância e dedicação
O passo não tende ser só marca
Mas aprimorar-se com o tempo
Ao ponto de árvores serem alimentos
Saudáveis justamente aos próprios elaboradores
É possível esferas virarem líquidos ricos
Licores levemente mesclado vinho
E as pastas dos restos adubos viram
O fato é que o terreno além de propício
É também um complexo morfológico
E não deve haver muito entupimento
Nem inferior, nem superior
Com referência de ser visto por todos os lados
Precisamente na faixa da calha das chuvas
Ou seja, numa explicação mais ampla
Há muitas coisas a se resolver na bagunça
O acúmulo da inércia gera problemas diversos
Sem contar os que agem contra
Neste caso precisamos tomar decisões
Decorar os portões e afiar o repasse
De remodelação dos interiores
Isso irá requerer pessoal e alguns instrumentos
Os técnicos da saúde alertam
Sobre os riscos das endemias
Para cuidar dos locais que ajeitamos Sem criar berços de pragas
Ou seja, novamente, numa ação conjunta
Podemos realizar teorias antes inconcebíveis
Isto, dia a dia, deveria ser abraçado
Por órgãos inteiros, por completo
Por Governos, por Estados
Por agentes, por amor
Em conjunto
*
terça-feira, 12 de março de 2019
CUCA ROSETA AL QUINTO
*
O efeito "ex", [de antigo, antes acontecido, por qualquer motivo não efetivo dentro dos sistemas], deve tender sempre a ser positivo ou gerará falta de humildade, ira, ostentações em todas as esferas, a inveja, a opressão, a maldade e a desorganização. No caso vigente, para todo o País, os inimigos do Estado sendo milícias, ex-oficiais revoltos, executores de terrorismos e inteligências maliciosas, prova que a sociedade carece de louros nos que amam até a morte. Que há pouca ou má filtragem de seleção de entrada, estada e atuação para com a essência da Supremacia, afetada de elementos maus - gente mesmo - sem honra trazida ou deixada, sem precisar manter-se vivo. Então se houvesse e quando houver mais excelentes exemplos (que possam ser espelhos vivos) mesmo que mártires homens e mulheres, de gentes em todos os seus domínios, sejam protetoras e salva vidas, todos os setores, dos coletores de restolhos aos escritores, de atuações como atravessar o corpo ao food a acelerar máquinas ou bichos... Só assim irá haver mais reflexos dos que crescem a absorver tudo isso e ainda que mutem produzem bens coletivos. A morte de um líder bom (mesmo oprimido acredito) gera um despertar ou estalo do lado bom, sabido que tende ser fortalecido, por causa de uma invisível e evidente guerra entre o bem e o mal, para simplesmente existirmos, enquanto caminhamos por qualquer lugar do Mundo, seguros e tranquilos.
*
segunda-feira, 11 de março de 2019
TRECHO DAS CARTAS PARA IARA (10 ANOS DE VIDA)
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O texto tem intenção de chamar a atenção de interessados estudiosos acadêmicos ou amantes do assunto de “resgate do passado”, precisamente de cenários estruturais físicos brutos, juntamente com o crescimento livre e grandioso das florestas, com possível elaboração de desenhos, mapas, literaturas e propostas de recuperações que possam indicar uma demanda de trabalhos através de acompanhados apontamentos sobre a própria história de povoamento e transformações do ambiente em foco. Neste caso a EEAL / o Horto Florestal, possui no seu histórico o surgimento comparado ao início da fundação da cidade (1877), uma parcela originária do Brasil Império, com impressões dos meados do fim da escravatura, resquícios de arcaicas engenharias hídricas, economias e matérias primas das produções que escoavam às vias para os pólos urbanistas. Tudo à escala do tempo, com base em trabalhos já realizados no dossiê de tombamento pelo DEMPHAC e até hoje em relatórios dos acontecimentos no entorno da área em questão. Todo o conjunto da área é de fato interessante no contexto histórico e natural. A própria cidade já fora caracterizada por Porto dos Diamantes. “O que não fica muito longe haver acúmulos ainda ocultos de matérias raras sob as cavas marcas dos rios”. É uma passagem poética, porque de fato a região em destaque que engloba hoje cidades e outros morros, já tinha sido explorada por expedições centenárias anteriores.
*
quinta-feira, 7 de março de 2019
RASTA
*
Toda vez, temporalmente, depois de um ajuste no sal, irradiado de luz ao vento e grãos, diz Dom ao Velho da Torre que o Aprendiz sente um latejar no coração toda vez que cruza as paisagens bruscas, desde montes virados um para o outro, neblas que ocultam esculturas e marcos, ou corredores de paredões maciços paralelos às ondas, como vales onde serpenteiam doces águas tantas vezes manchadas do Gigante. Por causa disso diz Dom ao Velho da Torre que o Aprendiz nota que os personagens brutos de perto e de longe do Mundo destacados em suas manifestações estão cada vez mais mirados pelos bons a mostrar o que é a força em evolução. Pois como Pessoa e Vieira num gabarito tal Caolho ao Rei, sebastianista Dom, traz tamanha esperança sabedora dentre a massa para conduzir boa a mistura totalitária de raças do Quinto Império.
*
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
COM T H FOR M X
*
Os símbolos de cada conduta
Nos tempos da Terra que gira
Isso pode parecer difícil, de prima
Mas é uma mostra de Deus
Por causa das nomenclaturas
Até os impressos imediatos
As interpretação das intenções
Em diversos estágios, estádios e patamares
Sobressai a inteligência
Como a importância "roots"
Meio aglomerados nos rios
Tão podres que não carregam frutas
As corredeiras suas pós trombas d'água
Algo como intocável e ao mesmo tempo...
Possível controlar, tranquilo
Então cantar um hino de algo
É de ser propriamente a letra
Para ser todo dia aquilo ao máximo
Por sabedoria de espião, explícito
O comum na América Latina, figura
Tanto por findar o male imposto
Como o Império ser Socialismo
*
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
ZONA
*
Sobre o que precisa no Estado todo
Um resgate da piscina grande de salto
Do gramado, campo, das crianças
Da rampa aderente coberta com curvas
E ângulos abertos onde se vê pinturas
Esculturas algumas, gigantes, de gênios
Conversões dos que torcem contra
Em acertar um novo Dom pra todos
Sob os olhos do Papa que alerta aos demônios
Tantas terras demarcadas de pastos
Para além dos mares de morros, rosa dos ventos
Desafogo de torres de Babel beiras rios
Tento o equilíbrio de descrever as paisagens
E os vivos embutidos aos inanimados
Prestes a consumar mais uma profecia
Há guerras que após surgem-se o bem
*
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
FALA ODIN
*
Que o mal tem uma cara mala
Hilária fonética detentora de sabedoria
Um povo feliz festeja a calma
Sua só porque não suja ou planta
O Pré tem uma figura obscura
É notável entre linhas e até na forma
Bífida teoria repteliana
Choque de comunicação
No que cativa a confusa massa
Ou repulsa os que amam o rei
O sangue real atua no globo
O Brasil precisa melhorar
Ou se autodestruirá para recomeçar
Retoma de outrora o afeto do sangue
Nós mais novos com os mais velhos
Seremos velhos aos nossos novos
E é melhor sanos corpo e mente
Capaz de administrar gigante terra
Escrevi em forte pulso o fim do labirinto
Algo como os manuais do próximo capítulo
Porque o céu muta o cinza e o azul
Cintila simples, em sons, raios e trovões
Daí afloram as teorias, as poesias e as canções
*
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
CÉLULA DE CABELO / DNA
*
Salve os leões d'Atlantic!
Cruzador por velhas marcas
Do sol nascente, oriente e sais
Atento ao passe da chegada
O corpo de uma majestade
Tem uma aura bela, não por vaidade
Transcende a imagem, os atos
Pois o espírito é uma fagulha poderosa
De todo ser vivo, micros e macros
Dos destinos mais explêndidos, claro
De amor pela Terra, Iara Sita, Dama
*
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
DUM BALÃO
*
Vejo um Templo no resto do tempo
Dissipada a nebla sobre a humanidade
Cristais de água mais valorosos que ouro
Um mero disfarce como o manifesto dirigente
Alguns raros cientes iluminados
Neste fim dos tempos, um Templo
Dele falo dum Balão, num mergulho
Escutam e sentem para tantos vivos
Um reinício glorioso pós colapso
Então creio piamente quando escrevo
Que o Mundo está se transformando
E oro meio à tele com escudo em mente
Quase sempre ao Dono disso tudo
Que o infinito se processe sempre
*
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
REPENTE DO REI SEBÁ
*
Penso
Com muito afinco
Na teoria de Newton
Que descoberto leis só sendo
Moveu até certo ponto
O avanço d'hoje moderno
Homem contemporâneo
Que os robôs poderiam nunca aposentar
Tipo vida útil solar
E é indiscutível
Que ter uma cria
Seja masculina
Seja feminina
Num lugar com o mal
Na índole, no rosto, na cuca
Nas veias dos sistemas
É um inferno que não se quer estar
Ainda penso
Que os guerreiros são exemplos
De poder conquistar meio Mundo
Na língua e na marca da sola
Só por ter a frente
As provas do passado
Uma figura eloquente
Que realmente doa
O bem estar vital ao povo
*
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
MOIÔ
*
Essa chuva desejada
Que agora cai aqui no vale
Sacia as árvores barbadas
Que não mexiam uma palha
Incha córregos e riachos rasos
Fétidos de descargas humanas
Essa chuva tem que ser filmada
Fotografada, congelada, contemplada
Lembrada contra o calorão
Esse calorão quando volta
Esquenta os pés e a cabeça
Dilata tetos e paredes das casas
Capota mais que cachaça
Banha os órgãos dos que ralam
Da pena dos septuagenários
Essa chuva temporária já foi embora
Não amedronta mais os ribeirinhos
Evapora o resto, nem poças ficam
E descansa os motores das máquinas
*
TRECHOS DAS CARTAS DOS BANDEIRANTES
*
... Este convite é destinado à Academia. Constará o dia, horário, local e convidados. O assunto raiz é o texto já revelado, anteriormente. Posso enviar por e-mail, também, nesta via digital. O interessante das conversas ao nível de cidade, 'tateatate' é atingir uma meta realizável, além da ideia, das teorias, numa união de capazes de várias faculdades. Ainda que a primeira turma esteja no meio da escadaria, de alguma forma poderão propor trabalhos, que poderão ser pontos, adotados num concurso Master, Minas e Arquiteturas, dos polos, JF, BH, VIÇ, para KTÁ até RJ. ...
*
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
NO CAMINHO DO BEM
*
Existiu um personagem
Marquês de Pombal
Saliento, é dever controlar pragas
Qualquer grande foco nas cidades
Ora, pombos! Estão em toda parte...
Poderia naquele tempo o domador
Do Império, caduco como esta repú
Arquitetar prédios em blocos fortes
A favor dos canais líquidos e aéreos
Até o romper do magma e o rolar das pedras
Penso, que o povo tende habitar planícies férteis
Num êxodo urbano educado ambientalmente
Projetando a ordem numa profissão Mor
Porém, agora, posso pedir para fazer um anel
Para lhe entregar na eterna união
Do sol e da lua, durante todos os dias
Como quem ganha um fruto, vida
Nesta banda mundi ocorrem catástrofes
Nem neva, mas, tornados passam
O Cientista explicaria direito a aleatoriedade
Para os sentimentais num conto
Com impactos donde afloram
Cadeias de acontecimentos sanos
*
FLA
Treme
De cair lá do alto
Estendendo ao descendente
Do medo
Do grito que finda
As crias na tristeza dos competidores
Só pode
Ser algo notável como normalíssimo
Sinas dos tempos
Sentidos
*
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
REYMB
*
Óh! Controle Marítimo!
Gente lá da terra de Cristo
Veio aqui a descobrir
Lentes nos montes
Não podiam desde já
Nosso submarino e frota inteira
Informar que o mar é bravio
Quando o chicoteio avança
É como as tempestades de verão
Alertas de cores, barras ou pontos
Mímicas que fosse, língua
Água branca musa rubra da TV
(televisão)
Mapa tão aberto à tudo, plantão
Em cheio de gente, abarrotada
As figuras dos líderes não convencem
Suportar o caos e raros os natos?
Vão de avenidas, peças elementais
Até um hino altivo ao Reino Quinto
A Portugal
*
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
HEY FOOT!
Você sabia?
Sabia que?
Uma vez na Praça do Comércio com a Mama
Um bebum gritou:” Fascista!”. No momento que eu entrava
Mero engano, pois
Não seja como
Um japonês dentre outros marroquinos
Tiraram fotos e nem sabiam que eu estava a pé
No mesmo átrio aberto ao Mundo
Quando você diz ser Demo Político Crata
Com sotaque português mesmo, digo-lhe
Depois de ter visto o rei a cavalo numa estátua verde forte
Convicto que acredito em algo maravilhoso
E você tende consentir que ela, Demo, está confusa, o povo
No mínimo apreensiva por algo mor
Já aconteceram coisas e acontecerão, nota?
Coisas bizarras, solavancos, reflexos de golpes e resistências
Nessa hora eu sempre invoco Nostradamus
É lógico que haverão abalos, e mais, nesses polos arrebatados
Mas também se farão realidades os sonhos, através dos utópicos
*
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
MORAL
*
Quem for bom se manifesta aí!
Separa a elite do bem
O mal finda
Nem nada
Esse boom pop
No século passado
Trouxe do além nascidos à Terra
Que está acabando...
A era de Peixes
Milênios à espera messiânica
Aos movimentos da era de Aquários
Descoberto Rei Dom Sebastião
Ficarei outro tempo vazio, vou e volto
Poderei equiparar a energia da cuca cheia
Ao sol, à chuva, ao vento, na multidão
Então, Dama
Posso me encontrar contigo
Fico o tempo necessário
Que não atrase minha ida
Por isso posso ir cheio de vida
Só para lhe entregar a chave
Do meu coração
Os poderios de avanço
Dos sapiens iluminados
São infinitos
*
sábado, 2 de fevereiro de 2019
PANÇA
Há momentos que você pergunta a si
O que está fazendo exatamente aqui?
Ouvinte de raivas quietas e risos ecléticos
Pensador altivo em meio à brasa da babilônia
*
Neste calendário a cigana me alertou
Que o caminheiro vem de outras vidas
Vai à Terra Santa, onde a majestade mostra
A tranquilidade para começar o Novo Mundo
*
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
ARI
Eu era um náufrago e subi num barco a passar calmarias e tormentas
Talvez minha morada seja o alto mar, ou a montanha, ou o claustro
Pois amando tanto duas bordas do atlântico, talvez fique no meio
Isso significa renunciar a tudo, cabelo, cavalo, gozos, prole, vida
Já vi um homem mal escarrar sobre a cabeça de uma criança, a maldade
Pessoas como essas lesam e quando morrem queimam no inferno
Há tempos que me apaixono pela lua, quando estou sozinho
Mas desde sempre cismo com o sol, como Mitra, como Marte
Sirvo franco e tributário e ao mesmo tempo sinto num aquário
Então mergulho nos efeitos de escrever a liberdade como os pioneiros
Um Camões, por favor:
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê
Que dias há n’alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde
Vem não sei como, e dói não sei porquê”
L. de Camões.
*
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
IMAGEM EM AÇÃO
*
Inspirado por uma Nata da infância da Pracinha
E com o Flu a ganhar de goleada na Guanabara
Uma das poucas coisas que passo pra frente, falo
Um nobre mestre me disse, coisa rara hoje em dia
“Que os espíritos da escrita estejam com você”
Isso tem cara que sabe a rango de microondas
Lá na serra, a mais genuína, alta, meio oculta
Mora gente de outrora que só se sabe partes
Descendentes da mistura do tempo das Fundações
As máquinas quando muito esquentam, param
As tirinhas da pesada com o efeito fake news:
Que o Neymar Jr. enfie o mindinho no meio da bunda
Que a Vale cate os caquim tim tim por tim tim
Que o Governo faça a reforma agrária!
*
O TRABALHO DO PENSADOR PERTENCE-O (A LA BEATNICK)
A frente, no meio, lá longe no final
As exposições
Das emoções
São como ondas gigantes
Constantes
Um mapa
Que o barco experiente da alma conduz
O corpo e a mente
São mistérios
A melhor explicação
Talvez seja uma diferença de ser estado
Estar e ser
Consciente, palpável
Além de tudo, além
Saca? Quem?
Ainda que aparente dormente
Perto está-se em transe
Como um oráculo, mora?
Pá, calma. Brava Sentinela!
Quando juntas as nossas iras
Brotam expressos, impressos pensamentos
As ações, as nossas calças
O que eu penso, acredite
Colam as potências bagunçadas
Com a melhor condução
Já me disse um rude: "Pega um número e concorre"
Mas a sorte, é verdade que existe
Com grana você faz uma floresta, fera!
Há quem construa templos
Nestes se arrecada moeda
Há quem construa estradas
Que racham as governanças traíras
As cidades crescem, o sol castiga
Sempre houve histórias míticas
Das florestas, das dramáticas
Das pirâmides, dos balões
Da maldade, dos risonhos
Tá quente pra caramba
Ok, Google?
Liga a televisão
Há corpos mortos
Pós
Enxurrada
De viscosa massa
Água lama
Drama, óh drama, sangue e terra
Quem o diga a/o Bauxita, ainda
Diz a consciência
Tente se alegrar
Ou preocupe-se
Olha a diversidade da sua marca de nascença
Índios pedem desculpas à Tupã
O Deus dos índios é o Deus de tudo
Meias centenas deles apenas
Com essa quase extinta consciência
Num país novo brasilis passando
Até que encontrei duas caixas de incenso
7 varas, 6 contos as duas
Mirra e Sândalo
Até poderiam ser nomes de filhos
Do filho de Marte
Já que Rans, o Zinza
Tem olfato polo husky siberiano
Digo: "Essas frases virarão poesia"
É assim, o Destino
Se você me ler outra e próxima vez
Veja-me como simples e preciso
Sem labirintos ou roletas russas
Que aceite a força dessa escrita
Como uma arma bruta e lapidada linda
Então não lute comigo
Por tudo ou por nada
Pode ser que eu consiga viajar ao norte
Lá chegaria antes, livre e só
Para o berço cheio de gente elétrica
Que abraça
Então cuidado com o choque
Talvez te entendam mal
Talvez te entendem bem
*
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
CARTA AO TRIBRAECO NEWS
RIO E LÁGRIMAS
Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...
-
Prossiga... {QTC}. Estive 15 dias em uma ilhota no meio do lago de Balbina, na Base WABA da Rebio Uatumã. As funções aparentemente seriam si...
-
Ao cruzar o rio, deixei bagagens inúteis para trás. Chegado na outra margem adquiri novas composições. Quando renasci, aprendi que nunca se ...
-
Há exato 1 ano chegava ao norte do Brasil - AMAZÔNIA. Minha meta era renascer como pessoa e assim aconteceu. Tenho uma nova vida e venho me ...
