*
A providência do Máximo
A coincidência dos números
A submissão à sorte
Os quadros com trevos
As moedas no alto
Os heróis por fazer
A natureza forte
As cidades cheias
Os campos rasteiros
Os rios sem represas
Os tetos, as estufas
A beleza tranquila
A energia do vento
A energia do sol
As alternativas evolutivas
O capital, o quintilião
Os cavalos, as ovelhas
O aproveitamento do território
O desafogo da Babilônia
Os peões e as passagens
As rolagens do Planeta
A esperança certa
A mudança em suma
*
quinta-feira, 28 de março de 2019
KING
quarta-feira, 27 de março de 2019
GUELRAS DO SISTEMA
quinta-feira, 21 de março de 2019
DE GRAÇA
*
Já sou menor que Deus
Porém o Zodíaco no Universo
Pode ser pontos minúsculos
Ao longe e gigantes anéis na lupa
Representa uma força craniana, d'áries
Intelécto entre os animais, supra
Isto é uma das bases do Quinto Império
Então esteja tranquilo, como quiser
Já se finda a tormenta contínua
Mas quando penso na cria, viajo no tempo
Que existe à presença, só por pensar...
Vamos fazer um país de novo, juntos
Há males horrendos que são combatidos
Nos dias que o sol ilumina o Brasil
*
quinta-feira, 14 de março de 2019
IMEDIATOS DE TERCEIRO GRAU
*
Contacto
Depois da sauna da Zona da Mata
Sem trâmites ou cerimônias, só ser
Mesmo que representante comum
Entre salinhas, átrios e trajetos
Galpões, estradas e quadras
Câmaras abertas e fechadas
Hastes e fachadas, a fim de informar
Que para mim é tudo o mesmo
Uma necessidade de resolução
De uma problemática estrutural
Da máquina educacional humana
Creio que com capazes juntos soluciona-se
Havendo glórias ou decepções, sem vergonha
O crescimento em pátios, praças e varandas
Subidas em torres, paredões, bons bailes
Neste lócus quente de Minas
Onde vivemos conectados ao Mundo
Precisamos educar ambientalmente os infantos
Num período integrado às contas e às letras
Todos os dias regrado em calendário
Com teorias e práticas sobre os temas
De transformações construtivas
Férteis fontes para novas excursões
Este terreno imenso como podem imaginar
É muito propício ao desenvolvimento de temáticas
Como as que venho dito, porém
Cabe mais atividade, constância e dedicação
O passo não tende ser só marca
Mas aprimorar-se com o tempo
Ao ponto de árvores serem alimentos
Saudáveis justamente aos próprios elaboradores
É possível esferas virarem líquidos ricos
Licores levemente mesclado vinho
E as pastas dos restos adubos viram
O fato é que o terreno além de propício
É também um complexo morfológico
E não deve haver muito entupimento
Nem inferior, nem superior
Com referência de ser visto por todos os lados
Precisamente na faixa da calha das chuvas
Ou seja, numa explicação mais ampla
Há muitas coisas a se resolver na bagunça
O acúmulo da inércia gera problemas diversos
Sem contar os que agem contra
Neste caso precisamos tomar decisões
Decorar os portões e afiar o repasse
De remodelação dos interiores
Isso irá requerer pessoal e alguns instrumentos
Os técnicos da saúde alertam
Sobre os riscos das endemias
Para cuidar dos locais que ajeitamos Sem criar berços de pragas
Ou seja, novamente, numa ação conjunta
Podemos realizar teorias antes inconcebíveis
Isto, dia a dia, deveria ser abraçado
Por órgãos inteiros, por completo
Por Governos, por Estados
Por agentes, por amor
Em conjunto
*
terça-feira, 12 de março de 2019
CUCA ROSETA AL QUINTO
*
O efeito "ex", [de antigo, antes acontecido, por qualquer motivo não efetivo dentro dos sistemas], deve tender sempre a ser positivo ou gerará falta de humildade, ira, ostentações em todas as esferas, a inveja, a opressão, a maldade e a desorganização. No caso vigente, para todo o País, os inimigos do Estado sendo milícias, ex-oficiais revoltos, executores de terrorismos e inteligências maliciosas, prova que a sociedade carece de louros nos que amam até a morte. Que há pouca ou má filtragem de seleção de entrada, estada e atuação para com a essência da Supremacia, afetada de elementos maus - gente mesmo - sem honra trazida ou deixada, sem precisar manter-se vivo. Então se houvesse e quando houver mais excelentes exemplos (que possam ser espelhos vivos) mesmo que mártires homens e mulheres, de gentes em todos os seus domínios, sejam protetoras e salva vidas, todos os setores, dos coletores de restolhos aos escritores, de atuações como atravessar o corpo ao food a acelerar máquinas ou bichos... Só assim irá haver mais reflexos dos que crescem a absorver tudo isso e ainda que mutem produzem bens coletivos. A morte de um líder bom (mesmo oprimido acredito) gera um despertar ou estalo do lado bom, sabido que tende ser fortalecido, por causa de uma invisível e evidente guerra entre o bem e o mal, para simplesmente existirmos, enquanto caminhamos por qualquer lugar do Mundo, seguros e tranquilos.
*
segunda-feira, 11 de março de 2019
TRECHO DAS CARTAS PARA IARA (10 ANOS DE VIDA)
*
O texto tem intenção de chamar a atenção de interessados estudiosos acadêmicos ou amantes do assunto de “resgate do passado”, precisamente de cenários estruturais físicos brutos, juntamente com o crescimento livre e grandioso das florestas, com possível elaboração de desenhos, mapas, literaturas e propostas de recuperações que possam indicar uma demanda de trabalhos através de acompanhados apontamentos sobre a própria história de povoamento e transformações do ambiente em foco. Neste caso a EEAL / o Horto Florestal, possui no seu histórico o surgimento comparado ao início da fundação da cidade (1877), uma parcela originária do Brasil Império, com impressões dos meados do fim da escravatura, resquícios de arcaicas engenharias hídricas, economias e matérias primas das produções que escoavam às vias para os pólos urbanistas. Tudo à escala do tempo, com base em trabalhos já realizados no dossiê de tombamento pelo DEMPHAC e até hoje em relatórios dos acontecimentos no entorno da área em questão. Todo o conjunto da área é de fato interessante no contexto histórico e natural. A própria cidade já fora caracterizada por Porto dos Diamantes. “O que não fica muito longe haver acúmulos ainda ocultos de matérias raras sob as cavas marcas dos rios”. É uma passagem poética, porque de fato a região em destaque que engloba hoje cidades e outros morros, já tinha sido explorada por expedições centenárias anteriores.
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quinta-feira, 7 de março de 2019
RASTA
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Toda vez, temporalmente, depois de um ajuste no sal, irradiado de luz ao vento e grãos, diz Dom ao Velho da Torre que o Aprendiz sente um latejar no coração toda vez que cruza as paisagens bruscas, desde montes virados um para o outro, neblas que ocultam esculturas e marcos, ou corredores de paredões maciços paralelos às ondas, como vales onde serpenteiam doces águas tantas vezes manchadas do Gigante. Por causa disso diz Dom ao Velho da Torre que o Aprendiz nota que os personagens brutos de perto e de longe do Mundo destacados em suas manifestações estão cada vez mais mirados pelos bons a mostrar o que é a força em evolução. Pois como Pessoa e Vieira num gabarito tal Caolho ao Rei, sebastianista Dom, traz tamanha esperança sabedora dentre a massa para conduzir boa a mistura totalitária de raças do Quinto Império.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
COM T H FOR M X
*
Os símbolos de cada conduta
Nos tempos da Terra que gira
Isso pode parecer difícil, de prima
Mas é uma mostra de Deus
Por causa das nomenclaturas
Até os impressos imediatos
As interpretação das intenções
Em diversos estágios, estádios e patamares
Sobressai a inteligência
Como a importância "roots"
Meio aglomerados nos rios
Tão podres que não carregam frutas
As corredeiras suas pós trombas d'água
Algo como intocável e ao mesmo tempo...
Possível controlar, tranquilo
Então cantar um hino de algo
É de ser propriamente a letra
Para ser todo dia aquilo ao máximo
Por sabedoria de espião, explícito
O comum na América Latina, figura
Tanto por findar o male imposto
Como o Império ser Socialismo
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
ZONA
*
Sobre o que precisa no Estado todo
Um resgate da piscina grande de salto
Do gramado, campo, das crianças
Da rampa aderente coberta com curvas
E ângulos abertos onde se vê pinturas
Esculturas algumas, gigantes, de gênios
Conversões dos que torcem contra
Em acertar um novo Dom pra todos
Sob os olhos do Papa que alerta aos demônios
Tantas terras demarcadas de pastos
Para além dos mares de morros, rosa dos ventos
Desafogo de torres de Babel beiras rios
Tento o equilíbrio de descrever as paisagens
E os vivos embutidos aos inanimados
Prestes a consumar mais uma profecia
Há guerras que após surgem-se o bem
*
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
FALA ODIN
*
Que o mal tem uma cara mala
Hilária fonética detentora de sabedoria
Um povo feliz festeja a calma
Sua só porque não suja ou planta
O Pré tem uma figura obscura
É notável entre linhas e até na forma
Bífida teoria repteliana
Choque de comunicação
No que cativa a confusa massa
Ou repulsa os que amam o rei
O sangue real atua no globo
O Brasil precisa melhorar
Ou se autodestruirá para recomeçar
Retoma de outrora o afeto do sangue
Nós mais novos com os mais velhos
Seremos velhos aos nossos novos
E é melhor sanos corpo e mente
Capaz de administrar gigante terra
Escrevi em forte pulso o fim do labirinto
Algo como os manuais do próximo capítulo
Porque o céu muta o cinza e o azul
Cintila simples, em sons, raios e trovões
Daí afloram as teorias, as poesias e as canções
*
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
CÉLULA DE CABELO / DNA
*
Salve os leões d'Atlantic!
Cruzador por velhas marcas
Do sol nascente, oriente e sais
Atento ao passe da chegada
O corpo de uma majestade
Tem uma aura bela, não por vaidade
Transcende a imagem, os atos
Pois o espírito é uma fagulha poderosa
De todo ser vivo, micros e macros
Dos destinos mais explêndidos, claro
De amor pela Terra, Iara Sita, Dama
*
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
DUM BALÃO
*
Vejo um Templo no resto do tempo
Dissipada a nebla sobre a humanidade
Cristais de água mais valorosos que ouro
Um mero disfarce como o manifesto dirigente
Alguns raros cientes iluminados
Neste fim dos tempos, um Templo
Dele falo dum Balão, num mergulho
Escutam e sentem para tantos vivos
Um reinício glorioso pós colapso
Então creio piamente quando escrevo
Que o Mundo está se transformando
E oro meio à tele com escudo em mente
Quase sempre ao Dono disso tudo
Que o infinito se processe sempre
*
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
REPENTE DO REI SEBÁ
*
Penso
Com muito afinco
Na teoria de Newton
Que descoberto leis só sendo
Moveu até certo ponto
O avanço d'hoje moderno
Homem contemporâneo
Que os robôs poderiam nunca aposentar
Tipo vida útil solar
E é indiscutível
Que ter uma cria
Seja masculina
Seja feminina
Num lugar com o mal
Na índole, no rosto, na cuca
Nas veias dos sistemas
É um inferno que não se quer estar
Ainda penso
Que os guerreiros são exemplos
De poder conquistar meio Mundo
Na língua e na marca da sola
Só por ter a frente
As provas do passado
Uma figura eloquente
Que realmente doa
O bem estar vital ao povo
*
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
MOIÔ
*
Essa chuva desejada
Que agora cai aqui no vale
Sacia as árvores barbadas
Que não mexiam uma palha
Incha córregos e riachos rasos
Fétidos de descargas humanas
Essa chuva tem que ser filmada
Fotografada, congelada, contemplada
Lembrada contra o calorão
Esse calorão quando volta
Esquenta os pés e a cabeça
Dilata tetos e paredes das casas
Capota mais que cachaça
Banha os órgãos dos que ralam
Da pena dos septuagenários
Essa chuva temporária já foi embora
Não amedronta mais os ribeirinhos
Evapora o resto, nem poças ficam
E descansa os motores das máquinas
*
TRECHOS DAS CARTAS DOS BANDEIRANTES
*
... Este convite é destinado à Academia. Constará o dia, horário, local e convidados. O assunto raiz é o texto já revelado, anteriormente. Posso enviar por e-mail, também, nesta via digital. O interessante das conversas ao nível de cidade, 'tateatate' é atingir uma meta realizável, além da ideia, das teorias, numa união de capazes de várias faculdades. Ainda que a primeira turma esteja no meio da escadaria, de alguma forma poderão propor trabalhos, que poderão ser pontos, adotados num concurso Master, Minas e Arquiteturas, dos polos, JF, BH, VIÇ, para KTÁ até RJ. ...
*
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
NO CAMINHO DO BEM
*
Existiu um personagem
Marquês de Pombal
Saliento, é dever controlar pragas
Qualquer grande foco nas cidades
Ora, pombos! Estão em toda parte...
Poderia naquele tempo o domador
Do Império, caduco como esta repú
Arquitetar prédios em blocos fortes
A favor dos canais líquidos e aéreos
Até o romper do magma e o rolar das pedras
Penso, que o povo tende habitar planícies férteis
Num êxodo urbano educado ambientalmente
Projetando a ordem numa profissão Mor
Porém, agora, posso pedir para fazer um anel
Para lhe entregar na eterna união
Do sol e da lua, durante todos os dias
Como quem ganha um fruto, vida
Nesta banda mundi ocorrem catástrofes
Nem neva, mas, tornados passam
O Cientista explicaria direito a aleatoriedade
Para os sentimentais num conto
Com impactos donde afloram
Cadeias de acontecimentos sanos
*
FLA
Treme
De cair lá do alto
Estendendo ao descendente
Do medo
Do grito que finda
As crias na tristeza dos competidores
Só pode
Ser algo notável como normalíssimo
Sinas dos tempos
Sentidos
*
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
REYMB
*
Óh! Controle Marítimo!
Gente lá da terra de Cristo
Veio aqui a descobrir
Lentes nos montes
Não podiam desde já
Nosso submarino e frota inteira
Informar que o mar é bravio
Quando o chicoteio avança
É como as tempestades de verão
Alertas de cores, barras ou pontos
Mímicas que fosse, língua
Água branca musa rubra da TV
(televisão)
Mapa tão aberto à tudo, plantão
Em cheio de gente, abarrotada
As figuras dos líderes não convencem
Suportar o caos e raros os natos?
Vão de avenidas, peças elementais
Até um hino altivo ao Reino Quinto
A Portugal
*
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
HEY FOOT!
Você sabia?
Sabia que?
Uma vez na Praça do Comércio com a Mama
Um bebum gritou:” Fascista!”. No momento que eu entrava
Mero engano, pois
Não seja como
Um japonês dentre outros marroquinos
Tiraram fotos e nem sabiam que eu estava a pé
No mesmo átrio aberto ao Mundo
Quando você diz ser Demo Político Crata
Com sotaque português mesmo, digo-lhe
Depois de ter visto o rei a cavalo numa estátua verde forte
Convicto que acredito em algo maravilhoso
E você tende consentir que ela, Demo, está confusa, o povo
No mínimo apreensiva por algo mor
Já aconteceram coisas e acontecerão, nota?
Coisas bizarras, solavancos, reflexos de golpes e resistências
Nessa hora eu sempre invoco Nostradamus
É lógico que haverão abalos, e mais, nesses polos arrebatados
Mas também se farão realidades os sonhos, através dos utópicos
*
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
MORAL
*
Quem for bom se manifesta aí!
Separa a elite do bem
O mal finda
Nem nada
Esse boom pop
No século passado
Trouxe do além nascidos à Terra
Que está acabando...
A era de Peixes
Milênios à espera messiânica
Aos movimentos da era de Aquários
Descoberto Rei Dom Sebastião
Ficarei outro tempo vazio, vou e volto
Poderei equiparar a energia da cuca cheia
Ao sol, à chuva, ao vento, na multidão
Então, Dama
Posso me encontrar contigo
Fico o tempo necessário
Que não atrase minha ida
Por isso posso ir cheio de vida
Só para lhe entregar a chave
Do meu coração
Os poderios de avanço
Dos sapiens iluminados
São infinitos
*
sábado, 2 de fevereiro de 2019
PANÇA
Há momentos que você pergunta a si
O que está fazendo exatamente aqui?
Ouvinte de raivas quietas e risos ecléticos
Pensador altivo em meio à brasa da babilônia
*
Neste calendário a cigana me alertou
Que o caminheiro vem de outras vidas
Vai à Terra Santa, onde a majestade mostra
A tranquilidade para começar o Novo Mundo
*
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
ARI
Eu era um náufrago e subi num barco a passar calmarias e tormentas
Talvez minha morada seja o alto mar, ou a montanha, ou o claustro
Pois amando tanto duas bordas do atlântico, talvez fique no meio
Isso significa renunciar a tudo, cabelo, cavalo, gozos, prole, vida
Já vi um homem mal escarrar sobre a cabeça de uma criança, a maldade
Pessoas como essas lesam e quando morrem queimam no inferno
Há tempos que me apaixono pela lua, quando estou sozinho
Mas desde sempre cismo com o sol, como Mitra, como Marte
Sirvo franco e tributário e ao mesmo tempo sinto num aquário
Então mergulho nos efeitos de escrever a liberdade como os pioneiros
Um Camões, por favor:
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê
Que dias há n’alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde
Vem não sei como, e dói não sei porquê”
L. de Camões.
*
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
IMAGEM EM AÇÃO
*
Inspirado por uma Nata da infância da Pracinha
E com o Flu a ganhar de goleada na Guanabara
Uma das poucas coisas que passo pra frente, falo
Um nobre mestre me disse, coisa rara hoje em dia
“Que os espíritos da escrita estejam com você”
Isso tem cara que sabe a rango de microondas
Lá na serra, a mais genuína, alta, meio oculta
Mora gente de outrora que só se sabe partes
Descendentes da mistura do tempo das Fundações
As máquinas quando muito esquentam, param
As tirinhas da pesada com o efeito fake news:
Que o Neymar Jr. enfie o mindinho no meio da bunda
Que a Vale cate os caquim tim tim por tim tim
Que o Governo faça a reforma agrária!
*
O TRABALHO DO PENSADOR PERTENCE-O (A LA BEATNICK)
A frente, no meio, lá longe no final
As exposições
Das emoções
São como ondas gigantes
Constantes
Um mapa
Que o barco experiente da alma conduz
O corpo e a mente
São mistérios
A melhor explicação
Talvez seja uma diferença de ser estado
Estar e ser
Consciente, palpável
Além de tudo, além
Saca? Quem?
Ainda que aparente dormente
Perto está-se em transe
Como um oráculo, mora?
Pá, calma. Brava Sentinela!
Quando juntas as nossas iras
Brotam expressos, impressos pensamentos
As ações, as nossas calças
O que eu penso, acredite
Colam as potências bagunçadas
Com a melhor condução
Já me disse um rude: "Pega um número e concorre"
Mas a sorte, é verdade que existe
Com grana você faz uma floresta, fera!
Há quem construa templos
Nestes se arrecada moeda
Há quem construa estradas
Que racham as governanças traíras
As cidades crescem, o sol castiga
Sempre houve histórias míticas
Das florestas, das dramáticas
Das pirâmides, dos balões
Da maldade, dos risonhos
Tá quente pra caramba
Ok, Google?
Liga a televisão
Há corpos mortos
Pós
Enxurrada
De viscosa massa
Água lama
Drama, óh drama, sangue e terra
Quem o diga a/o Bauxita, ainda
Diz a consciência
Tente se alegrar
Ou preocupe-se
Olha a diversidade da sua marca de nascença
Índios pedem desculpas à Tupã
O Deus dos índios é o Deus de tudo
Meias centenas deles apenas
Com essa quase extinta consciência
Num país novo brasilis passando
Até que encontrei duas caixas de incenso
7 varas, 6 contos as duas
Mirra e Sândalo
Até poderiam ser nomes de filhos
Do filho de Marte
Já que Rans, o Zinza
Tem olfato polo husky siberiano
Digo: "Essas frases virarão poesia"
É assim, o Destino
Se você me ler outra e próxima vez
Veja-me como simples e preciso
Sem labirintos ou roletas russas
Que aceite a força dessa escrita
Como uma arma bruta e lapidada linda
Então não lute comigo
Por tudo ou por nada
Pode ser que eu consiga viajar ao norte
Lá chegaria antes, livre e só
Para o berço cheio de gente elétrica
Que abraça
Então cuidado com o choque
Talvez te entendam mal
Talvez te entendem bem
*
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
CARTA AO TRIBRAECO NEWS
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
DEL REI DELA MATA
*
É bom ter as armas em mesa, mesmo em passos brandos
Como há diversas armas, pois, dentre elas psicológicas-inteléctas, científicas, literárias...
Além de estalo ou trim de aço, ferro
A lavoura e o homem já eram afetados antes da crava pelo minério
Eu estudei os sagitaes, micro cristais de pontas lanças
Três pares dentro das cucas dos peixes ósseos d ´água sal e doce
Independente de qualquer bandeira mundana, ao Franciscano
Os militares trabalham de certo modo, doando a vida pela terra
Agora em vida onde sangra e pós morte para onde vão?
Para fincarem bandeira pátria num campo estéril onde povoam peças suadas
Nos sinais dos fins dos tempos os tremores racham megas grandiosidades, realidades e pensamentos
Nas bases da babilônia, Judá, enquanto há gentes de sotaque intra televisionadas
Dos nossos sofridos dias de progressos
Del Rei Dela Mata.
*
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
MINAS MARRON
O capitalismo mata mais que acidente de avião, todos os dias. O capitalismo gera câncer, transgênicos, entupimentos, ganância, poluições, competições e um ilusório poderio. Você que hoje bate na Vale – e eu também – precisamos do alumínio que embala as cervejas e os refrigerantes que bebemos a ver os novos craques milionários do futebol brasileiro. Para os catadores de materiais recicláveis o quilo das latinhas de alumínio vazias é o melhor peso para um mísero ganho repartido, quando estas não estão afundadas nos rios. É preciso de elementos periódicos, minérios, metais, calor, água, gás, para fabricar as pecinhas dos smartphones e os botões dos computadores de bordo dos carros, relógios e computadores. É verdade que as rodas e os eixos dos veículos da Vale, são tão grandes que servem de modelos para a NASA circular em Marte. Enquanto isso aqui em Minas Gerais o povo tem um sotaque bonitinho, fazem comida farta e boa à lenha, (uma herança pro rei) e prosam sobre tudo e todos nas praças meio iluminadas. Minas Gerais tem a marca na história do Império, do Brasil, dá um feriado mórbido e traidor, revolucionário e mártir da liberdade, onde brotam pedras coloridas e metais frios, brancos e amarelos. Em Minas Gerais tem um mar de montanhas, áreas naturais protegidas (mais ou menos) e um rombo financeiro político administrativo causado pela filosofia de um partido quase extinto, que caiu no colo de um empresário “rico”, coveiro dos falidos. Em Minas Gerais tem rios lindos e bichos aquáticos que batem nas barragens querendo subir os rios e não reproduzem de acordo com a ecologia desequilibrada da natureza, entrando assim para o Livro Vermelho da fauna da ICMBio. Em Minas Gerais os peões ganham 1, 2 salários mínimos, trabalham sob o sol sem ar condicionado e morrem na lama súbita, entupidos. Enquanto diretores, presidentes e todo tipo de representantes engravatados dessas logomarcas capitalistas que patrocinam as compras de todo dia de Minas e Energias do Brasil, ganham 7, 8, 9, 10 salários, dormem de meia e toca no verão, viajam de primeira classe, mas não caem lá de cima.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
A DEUS
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
KTÁ = CEARÁ + RJ + GAZA
Já dizia uma mística de casa, estou no meio das labaredas de um quadro pintado com anjos e demônios. Vazo ou morro pela Pátria? Fico, como alguém que espera um filho cruzar a ponte atlântica para os braços dos avós, tios e primos. Não durmo, suo, levanto, olheiras, ralo, instalo, podo, corto, planto, educo, cheiro os fedores e os perfumes do povo, vejo os cocôs nos rios, pedaços de carros, cacos de vidro, plásticos, o veneno dos ingratos, piso nos tijolos quebrados dos despejos e jardins de espinhos. E a cidade cresce com verdes e bafos. Imagino os personagens que não sentem nada. O Velho da Torre descendo a correr as escadas, KissHot mergulhado no seio da amada, Sebá dando um coice nos males com Ogalo. Todos vestidos de armaduras e uma arma imbatível chamada átma (alma). Parei com a fumaça, voltei dos vikings, desci ao inferno, me acham na mata, da comédia não rio quase nada. Ressuscita o frankstein, o sansão não move uma palha, urubus dão rasantes como águias, eufóricos estão os primatas, gargalham os que votam, os votados, mas choram as três bandeiras, quando idolatram os piratas. Dos Supremos, Fux me deixa ansioso, Barroso, "me adote", por favor e óh MA, impere e puna essa falha máquina! Pois há sangue nas fardas, e terão nas calçadas, os guerreiros não expandem sentados em rampas áridas, os gravatas engordam às custas das massas da Terra, os maldosos não fazem o bem.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
A LANÇA
*
Cerca Onça, acho que já conversamos via internet outras vezes (na sua especialidade) e é bem provável que ao vivo também, uma vez que "não sabemos" (sabemos sim), quem é a real pessoa que assina esta postagem. Já que são alguns os "cerca onça" é bom que todos saibam. Eu não fui eliminado do Horto Florestal. Esse deve ser um dos muitos boatos daqueles que coçam o saco na "boca maldita", no calçadão ou daqueles que ficam sobre o muro invejando a vida alheia. A minha opinião sobre a tomada do Horto do Estado para o Município, foi drástica e cabível sim, tal como às que você opina em sua página, sem grande oposição, aliás. Não tenho medo. E é triste que a sua especialidade seja interferir na liberdade de expressão dos cidadãos, assim sem mais nem menos, a fim de tentar "queimar" ou conturbar as pessoas. Você merece uma punição por isso! E terá. Algumas coisas você até acerta, mas infelizmente você tem a mania de cutucar a onça com a vara curta. É por isso que eu te lanço agora. Sou contratado para atuar em funções práticas dentro e fora daquela Unidade de Conservação (Horto Florestal) e pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente. Uma delas em cooperação na elaboração do Plano de Manejo da Estação Ecológica Água Limpa (você sabe do que estou falando, não é?!). Uma das razões, Mané, é ter este contratado da Prefeitura para ajudar o Estado a fazer o que tem que fazer, entre muitos outros pontos falhos, só visto por quem atua e trabalha lá no terreno. Se ao menos as ONGs ambientais de Cataguases dessem sangue à causa, mas não, alguns membros de ONGs, não fazem pífia e acreditam serem contribuintes vestindo uma máscara virtual para implicar com as pessoas. É o tipo de elogio que enche de brio o ego anarquista. Pois, então, eu sei o que estou falando. Estudei pra caramba, cerca onça, voluntariei em parques e reservas do Brasil desde o primeiro ano de FAFIC e hoje tenho dois títulos superiores fora do Brasil, sem nenhum tostão do Ciência sem Fronteiras, nem dos meus pais (um torneiro mecânico de 73 anos e uma costureira). Fui um daqueles alunos que obtinha a média, respeitava os professores, estudava o meu domínio (biologia), e amante da escrita, e por isso sei escrever minimamente com muita segurança sem precisar criar apelidos toscos e ficar atrás de figuras meméticas. De acordo com a sua pergunta, sobre como eventualmente o Prefeito irá conseguir gerir uma área daquela, que você acredita ser protegida? Você escorrega toda hora. A Prefeitura rala para cumprir suas obrigações sem ajuda do Estado. E cumpre. Dever cumprido. Outras demandas da Cidade abrangidas pela Prefeitura e pela Secretaria que atuo, cerca onça, é o plantio de árvores em áreas verdes. Em falar nisso, você contou quantas árvores morreram após a última poda? O show que deram por cortar os cabelos das árvores. Melhor contar de novo, porque plantamos muitas árvores pela Cidade. Outra função, cerca onça, é o apoio às Associações de Coletores de Recicláveis. Você não joga lixo no chão, pois não? Por favor, não faça isso, já que sua natureza é sacanear. Por fim, o "parasita" aqui que você acha que eu sou, ainda vai nas Escolas de Cataguases, fazer comunicados, palestras, convidar e receber alunos no Horto Florestal, onde crianças perguntam se existe girafa na floresta, tudo para educar infantos juvenis, talvez até parentes de bitolados "cerca onça" e adeptos destes que dão likes nas piadinhas nada intelectuais que vocês fazem por aqui. Grandes bocudos, ingratos e ignorantes, é o que são. Aparece lá. Quero ver.
*
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
POVO NATO DE SEBÁ
*
Observância arcaica do convívio
Numa mata grande, nativa, crescente
Sobre o espaço ondulado nascente
De baias onde cresciam cafés e experimentos
Conhecida por todo mundo em movimento
Ah, corria água de um vasto olho d'água
Era bruto o que hoje ainda é belo
Mas onde as teias são tão finas e constantes
Como o globo todo iluminado pelo sol
Animais se mostram ao som das árvores
E todo tipo de homo sapiens busca a transcendência
E, evolução!
Eis que ser presente é tradução simplesmente
É a vida, biologia
*
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
VIROU POESIA
*
Eu vim de lá do "Clóvis Salgado", a pé, rumo ao centro. Estava em visita à irmandade Rèche. Caminho, normalmente, pois sou peregrino, além de escrever as coisas que observo (isto virará poesia). Aliás, troquei uma vieira e um crucifixo por uma estampa de vida na carne externa, a imagem de uma espada e uma cruz vermelha na perna direita oposta superior à bandeira do Brasil interna na dobra maravilhosa da pisada. Além mar eu andava 20km por dia, durante 6 anos, quinze dias, seguidos, lógico, não todos os dias do ano, o que me fazia chegar numa praça com uma grande Catedral próxima ao mar do Atlântico, lá no fim do mundo (Finisterra). Seguramente afirmo, livre, que sou um peregrino. E já pensei ir à Cordilheira dos Himalaias andando, donde estou até onde vive o Shiva (Índia). E porque escrevo fico imaginando as paisagens remotas que chegaria ao vencer o caos da vida. Rans, o Zinza, diria de prima das piores coisas para no fim da poesia, talvez, dizer algo de esperança. Desses passos porém, noto o fim dos tempos. Muitos lócus (galpões, garagens, varandas) juntam gritarias que extorquem as matérias das almas iguais às bizarras boemias da Babilônia. Soltos perdidos, bárbaros presos e televisionados, vestidos não condizentes, salários bizarros, bizarros que falam... E as avenidas, os planaltos, as planícies, onde fedem excrementos das descargas das mansões de cantos e metrópoles, juntos com o inferno calorão dia e noite, num corguinho aos pés das árvores barbadas, um trilho do velho progresso perdido, assim não são bonitas, francamente, tão pouco um orgulho modernista.
*
terça-feira, 11 de dezembro de 2018
CARTA DE NOSTRADAMUS AO DHONU
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
É MUITO O AMBIENTE
Hey! Janota!
A grana do seu paletó
Não vale o cocar do índio
O ancestral, Janota, um velho
Sabedor de quando chove
E dos locais mais misteriosos
Calça as luvas, Janota, olha o mapa
Sobrevoa a mancha amazônica
Cicatrizes naturais e outras feias
Órgão macro da humanidade
Una as ilhas de Mata Atlântica
Aconselho-te, Janota!
Faça uma faixa verde de norte a sul
Alguma cega me escute, hey!
Justiça, o ambiente tem, pois, Janota!
O bem dele é o nosso bem
Menos pasto, por favor
Mais florestas para o Senhor
Sabe quem Janota? Plantou?
Menos químicos que mutam células
Mais rios límpidos para o desenvolvimento
Olhe de cima a natura nas mãos
Refaça originalidades, ôh Janota
Ainda que lhe vendam progressos
Há lusos, usas, euros, coroas e orientais
Mas há um, que possui todas as partes
E essa força, Janota, que o homem tem
É menor que a força do tempo
É menor que Deus, Janota!
*
domingo, 9 de dezembro de 2018
MAR
*
A impressão do drama administrativo do País
Assim como Paris, sinais da babilônia fria, zonza
Antagônico à paz o caos e a sujeira da ganância
Ainda antes da tomada programada por apelação
Apêndice do poder máximo ali no meio dos estopins
Assim logo que o calendário mude, sobe a sensação
Atos e muito mais posturas confusas sobre âncoras?
As verdades dos líderes de hoje não são idóneas!
A revolta genuína passa em teoria por fugir, evitar
As polêmicas espirituais e os gaguejos bífidos, males
Rogo em prece ao Universo, Supremo e Absoluto
Trecho das Cartas de Neptune à Era de Aquários
*
sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
OPEN BREXIT FOR EQUAL MAXIMUM
*
Aviso os da Gran da Dama, os de fora da velha
Fervente de gente na gota de terra da hidro
No mar tão próximo ao canal mergulhado em sal
De vários lados potentes na rosa dos ventos
Aos senhores das fronteiras, da escolta e guarda
Os que reconhecem e abrem as portas aos bons
Que mirarão meus fios e falas com exatidão
Por terem gosto do sul quando buscam o sol
No mesmo gosto de ao norte ver a Láctea e Órion
Viriam descobrir conjunta potência inteligente, Mundo
Replicados e ainda ocultos tesouros genéticos
São duas cartas no bornal e mais centenas de coisas
Numa porção mística que demonstra quase tudo
E por isso passo, livre e forte ao encontro da cria bela
Que receberá florestas crescidas d’um grão de areia
E conchas, pedras, fotos, filmes, moedas d´outrora
Elefantes, índios, torres, cantos, terços, histórias...
Cheiros de todos os ares, pingos de lágrimas em livros sacros
Sons gravados no sopro, nos dedos e instantâneas realizações
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terça-feira, 4 de dezembro de 2018
DOM D'ALÉM MAR
Depois das 13 PM suo feliz da vida ainda que apreensivo pela corda bamba da república, agregado e independente, no sentido de quem tem a mente um tanto à frente, uma voz rouca intra caixa craniana, a mim mesmo intolerante. O que equilibra é a satisfação do banho dos órgãos, exercício do corpo em ofício do castelo de sete portas. E a oportunidade de praticar teorias feitas bem como outras práticas profissionais com ligação ao berço e ao Mundo. Nesses dias havia na mata grandes toras que rolaram trilha abaixo. Três foram lançadas de cima pra baixo, por bros., mas antes, primeiro, fora deitada bruta árvore de cabeleiras robustas sobre telhas dos que fumam e bebem água, ou só "coçam e cospem", de joelho quebrado, ou cotovelo, digo daquele gigante angico branco na borda do átrio. As toras assimilam-se à bancos cilíndricos, local de descanso para infantos e idosos conjugando a paisagem manipulada com uma pedra quadrangular alta quase de mesma altura das toras, servente de base elevada, anteriormente sola. A aplicação da interpretação da natureza obtida no sul do Brasil em Salto Morato PR, hoje, justifica o ofício em execução acompanhada, a queda induzida (supressão) necessária no contexto vigente de importância de gestão de uma Unidade de Conservação Estadual em sua simples e complexa sistemática diária. Árvores de 40 metros sobre as cabeças de homens que engenham, ensinam ou apenas lesam, "mamam", estas viraram troncos, pilares cilíndricos como os greco-romanos, foram picados em mais de 10 fatias brutas possíveis de serem esculturadas faces, virarem totens empilhados, bases de mesas e até peças trabalhadas típicos de casarões em restauração. O VOLUNTÁRIO.
*
sábado, 1 de dezembro de 2018
DOM DA MATA
*
Esses dias abafados, longos, cheios
Do quase fim dos ciclos corriqueiros
De raios solares que colorem e corroem
Tingem o couro dos corpos vivos
Evaporam aquáticas massas cinzas
Despenteiam os verdes nos vales e montanhas
Alimentam plantas novas, as filhas dos gigantes
E os Atlânticos suportáveis em meio ao olho grande
Altos tetos dos casarões tocam suas canelas
Antes que caiam na cabeça de homens e antas
Porque a mata cresce onde a lei protege quem a ama
Na amplitude da paisagem segura
Na riqueza da essência que compõe a natureza absoluta
*
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
DE NAZDAK PARA OGALO
Não me inveja nada os olhos claros e a pele ianque de pano engomado. Nem seus utensílios que penduro nas paredes, como nos palácios de outrora, ou visto andarilhos de além mar como os aventureiros d´antes as naves. Não me aguça jogos de damas ou xadrez, mas outros coletivos e unos, onde chego a amar igual meus inimigos e os leais no campo, e por isso, não compito por competir à toa, evito a la ariano numa primordial maneira de ceder, ainda que avance com todas as palavras no impulso do Mestre ou Marte. Não me amedronta os beiços dos gorilas, as fibras óticas quase instantâneas e os snipers enferrujados, os cliques, os blackouts -boks, os status dos caras, das bocas e das notas, qualquer farda fora da lusa contingência... Nada. Mas, me entristece o movimento da massa que escolhe para seus líderes tanto representantes que de um jeito conduzem destrambelhados ferindo o galope do cavalo como os que freiam inconsequentes com prejuízos imediatos nas bases dos cascos.
*
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
REZA NO PONTO
Enquanto cai a chuva branda na Mata
Depois que bagunçaram gentes e Pátria
O quinto dos infernos palco do Mundo
Já fora descrito na descoberta como Novo
Ora um paraíso com belezas cênicas únicas
Ora um canto manifesto da natureza bruta
É explícito que para atingir um patamar ímpar
Os homens tendem a apoiar nalgum modo
Uns por genuíno comportamento disciplinar
Outros com interesse apenas de subir e pisar
Antes das competições aspiram invocar Deus
Mas depois nem agradecem quando mastigam
E atingido o avanço iludem ser ou ter algo maior
Porém há os iluminados que por conta do destino
Ocultam-se na simplicidade de ver além de tantos
E por ser de fato algo raro faz-se verdadeiramente
Dono dos pensamentos limiares que levam ao centro
*
terça-feira, 20 de novembro de 2018
DELAMORES
*
Com o sangue latino, assim pulsante
Numa extrema habilidade do crânio
Corpo enxuto, liso, leve, cor de tudo
Servente dos perdidos nos labirintos
Ok´s de portas onde dormem e comem
Direitos dos mais nobres cognomes
Deveres muito bem cumpridos ao pró
Deveras brava quando necessário, ela
Digere fluxos na comunhão altista
Dentro de um navio socorre a deriva
Salvo por quem tanto desejou isso
Cheia de amuletos de cidades místicas
Com uma paciência auto descoberta quântica
Não sei como aguenta esperar distante
Ambos com medos reais das marcas que sangram
Mas porque diz que ama e ama mesmo, sabe
Que é a chave para dividir a responsabilidade
De ser parte magnífica que continuará essa história
*
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
HEY JOE
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
SANTO ANDRÉ
Hoje, lembro daquela balconista na fachada roxa quando já tinha sido comprada por outro baú com fachada vermelha que comprara antes as próprias asas da águia e a própria flecha do zodíaco. Foi um pesadelo o buraco negro das moedas, a tentativa de controle daquele olho no topo da pirâmide. Não há nada tão complexo quando entendemos os fatos através das logomarcas. Antes, tenho que relembrar a história dita por uma próxima matriarca, blindada, esta, que joga os búzios para mim. Avisa ao diretor que alguém já ligou para casa dizendo ser representante do Banco Santo André. (risos). Aproveite e avise às janeiras que as Forças Armadas (na sua essência me orgulha) por possuir engenharias e humana infra-estrutura de guerra bem bruta e bem feita muitas vezes, para revisar e concluir as pontes do Brasil inteiro e outras necessidades mais. Mas, atenta sempre que tende ser inteligente para não ser filmada enquanto fuzila a falha na barreira do bairro urbano, ou morro, ou selva! Eu tinha depositado um cheque de mísero valor lusitano obtido ao fim de todos os fins de semanas dos meses d´um ano recente, que por cansativo trabalho e sina de viver junto à minha cria me fazia sobreviver a vender lâmpadas. De fato o valor não cobriu dívidas induzidas do açor acanhado no gabinete e da “papagaia” funcionária que histérica cravava. Havia dito diretamente ao gerente e àquela balconista que dizia: “pague o que deve” e eu retrucava: “parem de roubar as pessoas”. Na verdade eu não tinha noção de estar num bom combate com o Capitalismo, já aos 21 anos, contra um elemento estressado por estar na corda bamba da demissão privada naquela altura e lá dentro de um outro elemento, falido confesso gestor de contas que por estratégia me possibilitou ter uma quantia maior creditada, mesmo que eu não a tivesse solicitado, disponível, “de graça”, ainda mais camuflada com nome francês “plaffon” à um passaporte de fora, estudante, talvez imaginara por ser brilhante, rico, filho de algum aristocrata, mas filho da graxa e do pano. Eu imagino os velhotes das ilhas, aliás, lembro-me deles indignados pelas ruas de calçadas portuguesas frente aos bancos que prometiam uma coisa e apossavam de seus bens virtuais, estimados em cartões de créditos e contratos com letras minúsculas, aos velhotes, imagina. A televisão já existia, claro. Nos arquivos audiovisuais das imprensas autônomas existe a ilustração do texto, de uma interpretação ainda mais recheada nesse momento. Por fim, esta caixa de Pandora é por culpa do amor que sinto por pelo menos meio mundo composto por coisas muito boas. Tal verdade não me amedronta, absolutamente nada, nem o mal pintado, somente a Deus. É explícito, decifrável e porque sei que ainda hoje os senhores e senhoras compram babas de caracol e barbatanas de tubarão para viverem sem perpetuar as Tradições, há em vista, bem possível nas pontas dos dedos, da língua e nas sinapses dessa cuca máxima, um pioneirismo com as esferas das Antilhas serem postas nas planícies do sul do norte do tempero do Mundo, dentro de micro climas, que fazem lembrar o escorrimento das frutas suculentas pelos queixos das crianças que crescem saudáveis. Mas, somente dentro de uma sequência fidedigna é que o povo será mais feliz. E depois do colapso do que já vivemos.
*
O CLAUSTRO
Eu vou revelar seu segredo, pois é parte de dois outros mais. É uma das fugas da vida, nesse oito deitado, também conhecido infinito. Sinto-me preso como peça móvel nas horas que cabem a própria sina do criador, ora em contatos com o próprio criador através das obras mais simples e explícitas, e os mais complexos sentimentos (vários) que oscilam em extremos convívios, mais que dois, aliás, e um mero neutro, apenas quando em sono, raro. Esse pensamento também é conhecido como Dharma, ou roda infinda da vida ainda que pousada na matriz. Textos sagrados hindus antigos, como os mais velhos registros do intelecto humano, falam sobre as sensações, de Sakiamuni Buda, em riqueza, pobreza, abundância e fome bruta, 500 anos antes de Cristo, outra parte vinda, tem-se após milênios, as práticas dos ensinamentos que ainda explicam. E O Claustro é uma das fugas da vida. Outra é o convívio insensível à tudo. A um meteoro que paira, a um vulcão que exploda, o mar que invade e ao céu negrume. Outra fuga é o não nascimento, mesmo que induza a morte e digam haver escadarias, correntes e agonias, ou flores, cheiros e belezuras, uma hora vem a vida, outra vem a morte, e assim por diante infinitamente. Então O Claustro é de fato um isolamento da sociedade geral num recato distante, podendo até ser um navio mercante, um mosteiro, as estradas que levam aos picos e as cavernas, onde ninguém te aponta e sua mente não se fixa à pobreza da carne, aos prazeres do riso, ao sabor do sangue, até a brisa é considerada a mesma coisa que um tufão, só por causa da diferença do inanimado com o espírito. O Claustro é uma renúncia viva, temporária ou vitalícia. Se aparecido após recato esteja preparado para arrebatar a nova ordem, em morte apenas adia, a vida.
*
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
NITERÓI
*
A pedra estava lá
O homem veio forte
Conquistou primeiro
Cresceu e polarizou
Ficou debaixo dela
Choveu no morro
E são tempos de el niño
Há goteiras, políticos e a câmara
O Rio tem ondas, ilhas
Serras pontiagudas
Vales e misturas
De todo Mundo "lusolizado"
(lusófono + globalizado)
Quando as letras são queridas
Pelo exótico, o extra e o esotérico
Seus casarões com múmias
Suas bromélias nas pedreiras
Suas florestas Atlânticas de bichos
Sobrevevim ao calor climático
Ou ao fogo do descaso passado
Amam o Papa, lembram dele?
"A benção João de Deus" no Maraca
Mas quem é o Rei desse recorte?
Essas carecas de ondas de Minas
Cheias de ouro e diamantes malocados
Donde vemos o reflexo do mar
Nas nuvens para quem voa
Num balão verdadeiramente imaginário
Misturamos pios de sabiás
E modernidades como a interatividade
Aquela nave à beira via sal
É um local para meditar no tempo
Sobre o Ordenamento do Território Nacional
*
https://youtu.be/0fBmNfgjfj0
*
A CIDADE NÃO PARA
A CIDADE SÓ CRESCE
O DE CIMA SOBE
O DEBAIXO DESCE
"Nação Zumbi / Chico Science"
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#Estudioi
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sábado, 10 de novembro de 2018
ALTO AUTO
*
Os desejos do povo mudam de tempos em tempos consoante suas necessidades impostas pela natureza ou induzidos por condutores, geralmente políticos com intuito administrativo em prol da pirâmide toda, tendendo a ser apto para tal posição máxima ou fake (inútil). Este pensamento diz que o voto hoje em dia é de certo modo nos atos de escolha em massa, possível de ser manipulável, como antigamente, através da distorção de imagens e textos, quiçá algo muito informático como dois "logs" gravados 0 e 1 para serem os primeiros dentre outros códigos infinitos. Descartando as máquinas por agora, ainda que as use também, os manipuláveis, povo, são carentes de conteúdos mais ou menos sapiens. Talvez aprofunde numa teoria que contradiga o Homo sapiens, ver o absurdo de comportamentos contrários ao significado do composto nome, cérebros de esponjas vazias e nas mãos tele-móveis com uma rede www, assobios e auto fotos e auto sons. Mais preciso ainda é ver deste ponto em expansão, que o Brasil quando quis ou precisou distribuir o ouro negro dos milênios do fundo do Atlântico, sem contar o PIB e as energias, as taxas de circulação e os tributos de muitas esferas republicanas, na tentativa de igualdade e resolução de problemas dessa natureza, abriu o baú assim às pressas, lançou pratinhas aos pobres, entregou ouro aos ladrões, fez voar mais negros, mais brancos, mais mestiços... E tudo isso não foi bem feito, só porque era preciso fazer, fez-se mas deu no que deu, mal feito. O que o povo agarra hoje como um íman também repulsa como polo inverso, é de fato um momento que se nota a necessidade de resolução de grande distorção até o momento ou imposição da própria natureza. Mas o manual é fácil. As coisas tende ser bem feitas, ou dará zebra e a "batata" cairá no colo do Leão.
*
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
JN
*
Cê só vê a Globo?
Cê já viu Ratinho?
Todo mundo sabe usar lápis?
Sabe usar armas?
Usar dois celulares?
Já viu a cor dos ares?
Dos mares?
Acha que vai ficar assim?
Em qual número vai o sistema?
Vai aumentar o País?
Pra quem?
Ou vai machucá-lo?
Onde?
*
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
DOM I°
*
Escreveria até se estivesse chupando cana
Nas horas que me competem fazer algo coletivo
Como pensar e acima de tudo escrever
Textos que servem pelo menos para estar atento
Ou mergulhado no espaço até o fundo e o outro lado
Quando for inexistente será válido estudá-los
Nas tentativas constantes da evolução
As economias, as listas de nomes completos, os significados
As hierarquias com uniformes e utensílios
As badernas por sacanagens televisivas
E os Partidos, (P), seus membros
Ora atingido, ora a atingir
Vão levando assim Brasilis
Sem velhas marcas como as da Lusitânia
Palácios no deserto e cidades de Babel
Este real domínio conjunto já foi dito Império
É um exemplo quase extinto por força do destino
Também pela leveza desagradável dos últimos
Que de certo modo voltam no peso de serem os primeiros
*
terça-feira, 6 de novembro de 2018
O TERCEIRO OLHO DO VELHO DA TORRE
*
Mira!
O quão alto estás
Diferente dos lançadores de dados
Como um criador de baralhos
E viajante por labirintos
Tão alto a ponto de ver desfilar
Paralelo às beldades
Os escarros e manias dos homens
Maravilhosos pensamentos
Mira!
Estrelas e puxadores de tapetes
Raros iluminados
Outros velhos imaginários
Que nem chegarão a 3 quinas de 100
Mira! Mas mira mesmo
Um ser comum vivaz capaz
De propor festividades constantes
Como as das colheitas
E outras apanhas e escorrimentos
Sem cerimônias de fachadas
Essas taxas que pagamos "sanos"
Quase todas necessárias por assim dizer
É para o gasto dos disfarces nos patamares
Dos poderes consentidos pós sangue
De diretores ou coronéis do mato
Engravatados, uns cheios de marra
Outros pendurados como abutres
Então mira! Enquanto dura
Pois estas coisas acabarão
Quase que subitamente, sucumbem
Para o reinício de um sistema
Drasticamente novo e bom
*
VOU AOS VIKINGS
Há uma ciência que não tem fronteiras e ela está dentro da minha cabeça. O povo brasileiro precisa mais que educação básica, formativa para ingressos em faculdades. Depois, médicos negam, construtores destroem e assim por diante. O povo brasileiro precisa de aplicações de educação ambiental, do nível básico biológico além das bibliografias até o comportamental humano visual no dia a dia. As leis mesmo, devem ser mais efetivas no que diz respeito à proteção dos elementos faunísticos, florísticos e minerais, na prática, a integridade dessas riquezas puras do País. Em suma o povo brasileiro precisa de pilares básicos e fundamentais e os sinais não são dos melhores, exceto pela excelência dos amantes promotores do equilíbrio ambiental do Mundo. Uns tão encapados como camuflagem que o mimetismo dos males não enganam, pelo contrário, revelam.
*
terça-feira, 30 de outubro de 2018
CRÔNICA: ERA NEGRA ÍNDIA
É chegado o ano da idade proferida pela cigana da Cidade dos Bispos, com o rosto beijado pelo fogo, ter visto a liberdade nas cartas de 52 arcanos, como que televisionada já naquele tempo sobre os símbolos que a expusera, porém prevista muito em breve como o início do fim do novo tempo. O futurismo mostra-se acelerado numa velocidade que se constata na reunião de quase todos os “cavaleiros do apocalipse”. Com as peças equiparadas somam-se mais cabeças à história longa, até aqueles que já a perderam, como João Batista et al, mas agora, a expectativa de controle gera empolgantes traduções do presente, que de certo modo gerará respostas. Moro no pé de uma torre com mais 30 e tal, chuto, que ouço e ouvem solos e todo tipo de sonoro, até pensamentos devem imaginar como eu imagino, tanto que os escrevo, pois como em Lisboa aqui também as paredes parecem ter ouvidos donde saem bocas que mais parecem olhos que te sugam dentro. Isso não acontece de fato num alto de um monte, numa estrada num bosque, claustro isolado, longe. Como observante noto que a grande massa da população não tem qualidade de vida ambiental no que diz respeito aos preceitos de tecnologia avançada como tratamento de águas residuais urbanas e industriais. Você anda e come em meio à equiparação de Paris de 300 anos idos. Tataranetos da Peste Negra. Lembra? Como pode ainda hoje, poucos nessa terra tomarem banho de rio, corredeiras, cachoeiras e lagos limpos. Livretos da Nova Era por Missionários ilustram bem o enigma da liturgia sacra ocidental, diria central, pois suas bandeiras já estão postas quase sempre em meio ao caos dos bancos e das lojas babilônicas. Porém o índio tem TV e vota, ora, escolhem. Diriam os brancos mais ferrenhos: “Índios usam short”. USAm, e zarabatanas com pontas molhadas com gosmas de pererecas amazônicas que de certo modo também escolhem em quem acertar. Devo dizer nesta crônica que no “pondjiôns”, polígono retângulo delgado, de uma avenida cumprida cheia de cruzadas, de nome Rio Branco, num dia cinza como os de Londres, temperatura típica para vários manifestos do espírito, também conhecido como átma, alma, na imensidão desse universo infindo poderia duas gerações anteriores sinalizar o braço para o abraço em suas jóias raras, comprovando quão grande a importância dessa nossa vida agora, ser a ponte e o elo que une meio Mundo, o Quinto Império.
P S . ACA.: Imprima antes que queime.
*
COM TODO RESPEITO
*
O Brasil é o maior país lusófono
Tem o mais gordo rio do mundo
É um pedaço grandioso do Império
Nele há uma miscigenia selvagem
Gentes dos quatro cantos do plano
Capaz de surfar o canhão de Nazaré
Cortar ventos, mares e nanos elementos
Porém é como um lugar ainda novo
Nem milenar, com obras belas e horrorosas
Oportuna América verde e ouro fervorosa
Que possibilita palhaços... Já sabes
E aberturas de baús a lá Silvio Santos
Já pensara numa nova Dinastia
Escrevera, arquitetara, revolucionária
*
VIVA
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
1910
REAL SENSE
Não passei no teste da observância
Fui e voltei numa estrada do tempo
Pensando quase sempre na morte na ida
Pensando muitas vezes na vida, na fala e na dor
A renuncia seria a minha salvação, sofro ao abdicar
Porém estou preso aos sentimentos
E a ilusão de alegria e tristeza imperam
Quando a mente reconhece os personagens
Nos cenários mais místicos aos mais maliciosos
Isso até poderia ser uma carta de despedida
Mas é de fato uma doação da loucura mais linda
*
terça-feira, 23 de outubro de 2018
GOVERNO
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
EIS O DITO
domingo, 21 de outubro de 2018
HORÁRIO REAL
*
Vendo os docs da história, noto
Que por conta do tempo infinito
Ocorrem no espaço acontecimentos
Naturais às escalas extremas
E sentimentalmente "controladas" por sistemas
Seja de mentes elaborantes ou robóticas
Que molda as formas de comportamento da humanidade
E máquinas como satélites e redes invisíveis
Tendenciando as sociedades pelo Mundo
O Brasil
Está prestes a mudar
Drasticamente, diria Nostradamus
Houve um tempo que os artistas escreviam a liberdade
Depois a liberdade transformou-se em degredo
A reação indignada do pacífico
Difere da justificativa do polêmico
E um conjunto instigado à guerra
É capaz de autorizar a lei de Marte
Hoje, ainda, alguns artistas cantam e tocam músicas antigas
E é bem verdade que deverão armar-se de novidade
Para engajar num tempo onde a poesia, a liberdade
Será facilmente mirada, apontada e...
*
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
JOB PRO KINGDOM
*
Seria interessante
Realizar um ranking
Das ideias e ações
Que os sabedores
E os malcriadores
Têm na sociedade
Diante de tais blocos
Os maiores básicos
O pé da pirâmide cheio
Há o submundo submisso
A média e a elite, o topo
Seria interessante
Escolher representantes
Através dos poderes do intelecto
Das ideias e ações realizáveis
Que os sabedores ensinam
E os maldosos serem rebaixados
Aos blocos do submundo impotente
Então o pé da pirâmide será alto
Cheio de elites diversas
Com ousadias para novidades
Verdadeiramente empolgantes
*
#Edicao16
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
O ÚLTIMO PRESIDENTE
*
É importantíssimo entender o hino nacional brasileiro
Em qualquer situação real
O seu extenso, lítero, sonoro, posicional
É como um guião, uma matriz
Crendo além da paixão territorial
No sagrado feminino também importantíssimo
Mater que pariu o último Messias
E as figuras femininas matriarcais na Terra
São tanto quanto os brutos
Algumas melhores, até piores
As crias todas vêm dum berço útero
Depois nascem na lama ou no ouro
De algum jeito crescem
Serão imagens e terão ações, ou neutros
Como todos que sobrevivem até o fim
E o fim tem início, já começou
Está no meio o fim
E o seu final será assim, esplêndido
Porque aparecerá uma majestade
Nascida, criada, então manifesta
Tão imponente como o leão de Judá
Enfrentando todo tipo de armadilha
E safando os belos de coração
Este dia é previsto como uma profecia
Como outras ditas em escritas acontecidas
Irá com certeza acontecer
*
ENERGIA!
*
O salão é acima de tudo um pouso constante, onde confessam expedicionários, bandeirantes, mineiros e cristãos ou não, diante do Rei. Mira além dos contos que ele mesmo reproduz quando não o consomem, esses tapetes azuis da república com votos em placares como nos campos verdes competitivos, como um coliseu de Roma porém sem leões, só mamatas erróneas hienas gordas e nojentas... Talvez não esteja perdido quando sei que neste Planeta Terra, tão básica quando vista em mapas das rotas sobre águas e serras, onde existiram escritores caolhos, por mais que o criador o tenha criado, e tenha nascido e vivido no oriente médio e além, bem no olho da Babilônia como um Judeu, Buda também existiu há 500 anos, desses iluminados, ainda antes sobre Moisés, Joães e Jacós, Faraós, e noutros continentes do Globo, distantes além mares donde o centro conduzia a nova era, onde habitavam índios nus com seu Deus Tupã tão forte como as escritas e os comportamentos do mediterrâneo. Pense bem, existiram também, por conta Dele, dinossauros e micro-organismos, até os átomos, e as luzes do céu, cruzeiros de estrelas de norte a sul e todo o espaço, distante e perto como o entendimento deste selo, que são sóis, Eurekas! E Iluminismo.
*
terça-feira, 16 de outubro de 2018
GIBI DO MUNDO
*
- Hey, Washington! Vai votar em quem?
- Na esquerda, ora essa!
- Ela é péssima Washington
- A direita é acéfala
- É Washington... Eu sou absolutista
- Que é isso rapaz? O poder total numa família só?
- Sim, uma nova dinastia capaz de conduzir o povo
- E como seria identificado o absoluto?
- Com sinais da divina providência
- O povo quase todo, absolutista, corrompe-se e desorienta-se
- Então, Washington, a escolha do povo não é uma grande família diferente à do Rei?
- Saudações Sebastianista
*
#Estudioi
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
TRADAMUS
*
João, acredite
Existem livros sacros
Que falam do fim dos tempos
Dos sinais do meio, agora
E do início do novo tempo
Essas escritas dizem, pois
Que existem anjos e demônios
Em guerra num campo invisível
Para a maioria dos sapiens
Mas notáveis nas condutas
Dos mortais em semelhança
Mais que os esteriótipos
Notáveis na paz de alguns
E nos desgostos de outros
Havendo um Juíz Supremo
Algo como o controlador Mor
Do tabuleiro e das peças todas
Será então findador dos males
E redentor dos que são bons
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terça-feira, 9 de outubro de 2018
INCONTÁVEIS ESCUDOS
QUÊ CÊ TÁ FAZENDO?
Posso lembrar seguramente de que pelejo desde novo comunicações sobre o Meio Ambiente. Contexto que é definido como toda ocorrência de seres...
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Prossiga... {QTC}. Estive 15 dias em uma ilhota no meio do lago de Balbina, na Base WABA da Rebio Uatumã. As funções aparentemente seriam si...
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Há exato 1 ano chegava ao norte do Brasil - AMAZÔNIA. Minha meta era renascer como pessoa e assim aconteceu. Tenho uma nova vida e venho me ...
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"... Temos um campo a ser manejado". (...) Temos a frente um horizonte lindo, aberto e sinalizado. As certezas que eu sinto são c...
